quinta-feira, janeiro 5
A diferença
A propósito da polémica sobre a demolição da casa de Almeida Garrett, em Lisboa, fui de novo bater à porta de um dos Blogs Revelação de 2005 - Da Literatura. Apesar de não conhecer os seus autores, que assinam Eduardo Pitta, João Paulo Sousa, Jorge Melícias e valter hugo mãe, dá gosto seguir a temática escolhida e abordada a que não falta a actualidade, a criatividade e a diversidade.
Não se pode mudar de animal?
Há uma tónica dominante nas coberturas das campanhas eleitorais: a eterna dúvida jornalística sobre quem vai engolir o sapo.
Invariavelmente, o pobre animal é empurrado para a ribalta de todas as entrevistas, perfis e notícias sobre os candidatos presidenciais, o que já enjoa, nem que seja pela falta de imaginação e pela inevitável associação de imagens.
Invariavelmente, o pobre animal é empurrado para a ribalta de todas as entrevistas, perfis e notícias sobre os candidatos presidenciais, o que já enjoa, nem que seja pela falta de imaginação e pela inevitável associação de imagens.
quarta-feira, janeiro 4
Um argumento brilhante ... Um filme razoável
Micro-causa alargada

O exemplo das escutas ilegais nos EUA, levadas a cabo pelos serviços de informação e segurança, e patrocinadas e validadas por George W. Bush, justifica a continuação da micro-causa inicial a que se junta uma nova questão:
PODE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA SFF ESCLARECER O QUE PENSA SOBRE:
1. AS MUDANÇAS NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA REPÚBLICA PORTUGUESA (SIRP), SERVIÇO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS DE DEFESA (SIED), SERVIÇO DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA (SIS E DIVISÃO DE INFORMAÇÕES MILITAR (DIMIL)DESDE QUE DEU POSSE AO PRIMEIRO-MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES;
2. PODE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA GARANTIR QUE OS SERVIÇOS SECRETOS, EM PORTUGAL, NÃO FAZEM ESCUTAS ILEGAIS SOB O PRETEXTO DO COMBATE AO TERRORISMO?
Quem se juntar a este movimento, num exercício de cidadania, passará a fazer parte da lista publicada, que se encontra em permanente actualização.
Inscreva a frase em maiúsculas no seu blog e/ou deixe uma mensagem na caixa dos comentários a indicar que concorda.
A lista de adesões à primeira parte da micro-causa pode ser consultada AQUI
Já aderiram
Céus de Abril (Exilado)
Estradas Perdidas
Faccioso
quarta-feira, novembro 30
A propósito de Micro-Causas (53º dia)

PODE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA SFF ESCLARECER O QUE PENSA SOBRE:
AS MUDANÇAS NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA REPÚBLICA PORTUGUESA (SIRP)
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS DE DEFESA (SIED), SERVIÇO DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA (SIS)
DIVISÃO DE INFORMAÇÕES MILITAR (DIMIL)
DESDE QUE DEU POSSE AO PRIMEIRO-MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES?
Milhares de pessoas já conhecem este pedido, através da adesão de 23 blogs, o que justifica a continuação de uma referência diária. Quem se juntar a este movimento, num exercício de cidadania, passará a fazer parte da lista publicada, que se encontra em permanente actualização. Inscreva a frase em maiúsculas no seu blog e/ou deixe uma mensagem na caixa dos comentários a indicar que concorda. Já aderiram:
Tomar Partido
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Arestália
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Portugalidades
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terça-feira, novembro 29
A polémica do crucifixo

Qualquer católico, praticante ou não, sabe que não existe uma guerra religiosa em Portugal. Os cidadãos não se agitam com a decisão de retirar os símbolos religiosos e de desaconselhar a prática de actos de culto nas escolas públicas.
De facto, a polémica que se está tentar fomentar, no período em que a campanha das presidenciais começa a ferver, não passa de uma estratégia terrorista digna de um indecente oportunismo.
É neste contexto, que merece a pena analisar a posição do CDS/PP sobre o assunto.
Segundo o jornal Público, o partido liderado por Ribeiro e Castro pediu ao Governo informações sobre a forma como foi ou está a ser pedida a retirada de crucifixos das escolas públicas. Até aqui, tudo bem, é um direito que assiste ao partido político. Mas o comunicado dos democratas-cristãos/populares não fica por aqui. A dado momento, o partido diz ainda esperar que ninguém esteja a querer promover uma guerra religiosa, nefasta e completamente desajustada aos sentimentos dos portugueses e às necessidades do país. E acrescenta: qualquer hostilidade dirigida contra símbolos religiosos não pode deixar de ser entendida como vulgar expressão de intolerância.
Eis um exemplo indigno de quem tem responsabilidades políticas ao mais alto nível.
Tentar confundir asimples aplicação de uma lei equitativa com a intolerância e a guerra religiosa dá uma ideia da indigência intelectual a que chegou a luta partidária em Portugal.
Certamente, não é por acaso que até o Bispo das Forças Armadas, D. Januário Torgal Ferreira, afirma: Se o crucifixo nas escolas é visto como uma pressão ou um condicionamento deve ser afastado. Não é por aí que o gato vai às filhoses.
P.S. Não vale a pena tentar confundir o que se passa em Portugal com a polémica do véu em França. É a diferença entre cada um usar os símbolos que entende ( que as autoridades francesas entendem que têm o direito de vedar) e a proibição das escolas assumirem uma posição em relação a uma confissão.
A propósito de Micro-causas (52º dia)

PODE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA SFF ESCLARECER O QUE PENSA SOBRE:
AS MUDANÇAS NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA REPÚBLICA PORTUGUESA (SIRP)
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS DE DEFESA (SIED), SERVIÇO DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA (SIS)
DIVISÃO DE INFORMAÇÕES MILITAR (DIMIL)
DESDE QUE DEU POSSE AO PRIMEIRO-MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES?
Milhares de pessoas já conhecem este pedido, através da adesão de 23 blogs, o que justifica a continuação de uma referência diária. Quem se juntar a este movimento, num exercício de cidadania, passará a fazer parte da lista publicada, que se encontra em permanente actualização. Inscreva a frase em maiúsculas no seu blog e/ou deixe uma mensagem na caixa dos comentários a indicar que concorda. Já aderiram:
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Bioterra
Os Pássaros
O Estado do Sítio
Asilo do Obstinado
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É curioso
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Análise ao acórdão Pedroso, Herman e Francisco Alves
O CM faz uma análise ao acórdão dos juízes da Relação de Lisboa, que me merece atenção.
Opinião Pública
Como vão ser os debates?, no DN, de Luís Delgado
Crianças e mulheres primeiro, no DN, de Joana Amaral Dias
Crianças e mulheres primeiro, no DN, de Joana Amaral Dias
As dúvidas são cada vez maiores
A prestação na RTP do Engº Mário Lino, ministro dos Transportes, sobre a construção do novo aeroporto da Ota, foi um verdadeiro serviço público. Quem tinha dúvidas sobre a nova obra do regime socialista, acabou por ficar ainda com mais dúvidas.
Ninguém consegue percebe por que razão Mário Lino tem tanto poder e influência no seio do governo liderado por José Sócrates. Talvez um dia se consiga descortinar a verdadeira razão.
Ninguém consegue percebe por que razão Mário Lino tem tanto poder e influência no seio do governo liderado por José Sócrates. Talvez um dia se consiga descortinar a verdadeira razão.
A maior pirueta da historia da aviação
Fernando Pinto, o líder da TAP, a propósito do novo aeroporto da Ota.
segunda-feira, novembro 28
A propósito de Micro-causas (51º dia)

PODE O PRESIDENTE DA REPÚBLICA SFF ESCLARECER O QUE PENSA SOBRE:
AS MUDANÇAS NO SISTEMA DE INFORMAÇÕES DA REPÚBLICA PORTUGUESA (SIRP)
SERVIÇO DE INFORMAÇÕES ESTRATÉGICAS DE DEFESA (SIED), SERVIÇO DE INFORMAÇÕES DE SEGURANÇA (SIS)
DIVISÃO DE INFORMAÇÕES MILITAR (DIMIL)
DESDE QUE DEU POSSE AO PRIMEIRO-MINISTRO, JOSÉ SÓCRATES?
Milhares de pessoas já conhecem este pedido, através da adesão de 23 blogs, o que justifica a continuação de uma referência diária. Quem se juntar a este movimento, num exercício de cidadania, passará a fazer parte da lista publicada, que se encontra em permanente actualização. Inscreva a frase em maiúsculas no seu blog e/ou deixe uma mensagem na caixa dos comentários a indicar que concorda. Já aderiram:
Tomar Partido
LUSOFOLIA
Faccioso
Fumaças
Grande Loja do Queijo Limiano
Snob Blog
Minha Rica Casinha
Salsa & Pimenta
Um Bigo Meu
Último Reduto
Céus de Abril (Exilado)
Bioterra
Os Pássaros
O Estado do Sítio
Asilo do Obstinado
CORPUS MATER CRISTUS
É curioso
O Salazarista
Arestália
Anjos e Demónios
O Pilar
Portugalidades
Chocolate & Companhia
Vem aí saraivada
Talvez um dia eu vá falar sobre a questão da energia, mas só no momento oportuno
Mário Soares dixit, em Santarém
E sobre a privatização da banca, não tem nada para dizer?
Mário Soares dixit, em Santarém
E sobre a privatização da banca, não tem nada para dizer?
O primeiro passo
As análises e os discursos sobre os últimos episódios do relacionamento entre o Governo e a Justiça não lembram ao diabo. Agora, há quem se indigne com alegadas faltas de respeito de parte a parte, esquecendo que as ditas fazem parte de um confronto inédito que se arrasta há mais de sete meses.
Após o VII congresso dos juízes, que se realizou no último fim de semana, no Carvoeiro, no Algarve, alguns opinion makers saltaram em defesa de Alberto Costa. Afinal, os juízes desmentiram o primeiro-ministro e o seu ministro da Justiça. E não se levantaram quando Alberto Costa entrou na sala onde decorriam os trabalhos do congresso. E mais. Atreveram-se a não aplaudir um discurso banal de Sua Excelência. Ainda bem que temos magistrados que afirmam a sua independência do poder político. E que não escondem que a Justiça vai mal, muito mal.
De facto, chega de pactos que não levam a nenhum lado. De salamaleques institucionais que têm servido para disfarçar os graves problemas do sector judicial.
O último congresso dos juízes colocou o poder político e o poder judicial frente-a-frente, deixando transparecer para a opinião pública que os dois poderes continuam em rota de colisão. É o primeiro passo para se entenderem, pois têm que se entender. Não há um país civilizado que não tenha um poder judicial independente. Só a partir desta premissa é possível viver num Estado de Direito. José Sócrates e Alberto Costa devem ter percebido, finalmente, o recado dos magistrados. Agora, chegou a hora de trabalhar em conjunto, pois a táctica da criação de bodes expiatórios não cola. Felizmente, não colou.
Após o VII congresso dos juízes, que se realizou no último fim de semana, no Carvoeiro, no Algarve, alguns opinion makers saltaram em defesa de Alberto Costa. Afinal, os juízes desmentiram o primeiro-ministro e o seu ministro da Justiça. E não se levantaram quando Alberto Costa entrou na sala onde decorriam os trabalhos do congresso. E mais. Atreveram-se a não aplaudir um discurso banal de Sua Excelência. Ainda bem que temos magistrados que afirmam a sua independência do poder político. E que não escondem que a Justiça vai mal, muito mal.
De facto, chega de pactos que não levam a nenhum lado. De salamaleques institucionais que têm servido para disfarçar os graves problemas do sector judicial.
O último congresso dos juízes colocou o poder político e o poder judicial frente-a-frente, deixando transparecer para a opinião pública que os dois poderes continuam em rota de colisão. É o primeiro passo para se entenderem, pois têm que se entender. Não há um país civilizado que não tenha um poder judicial independente. Só a partir desta premissa é possível viver num Estado de Direito. José Sócrates e Alberto Costa devem ter percebido, finalmente, o recado dos magistrados. Agora, chegou a hora de trabalhar em conjunto, pois a táctica da criação de bodes expiatórios não cola. Felizmente, não colou.
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Um batimento irresistível


