sexta-feira, setembro 16

O dia sem palavras





Um grande debate













Manuel Maria Carrilho recusou cumprimentar Carmona Rodrigues no fim do debate transmitido pela SIC Notícias. De um momento para o outro, a derrota de Carmona Rodrigues caiu para segundo plano. O grande destaque passou a ser o gesto final do candidato socialista.
Passe os comentários bafientos, a verdade é que o ex-ministro da Cultura se revelou bem preparado e capaz de denunciar algumas decisões escandalosas da gestão Santana/Carmona.
Carrilho ganhou o debate.
Goste-se ou não da agressividade, a verdade é que o discurso do candidato socialista permitiu aos eleitores todas as condições para escrutinar o que foi feito em Lisboa.
Goste-se ou não do estilo, o debate vai permitir aos eleitores avaliarem as ideias e as promessas de Manuel Maria Carrilho.
Por último, o 'mensalão' foi falado, o que não permite abafar um dos casos mais emblemáticos da democracia portuguesa.

Hilariante

Maria Rui, a ex-assessora de José Sócrates, merece destaque na edição de O Independente, em todas as legendas. A não perder!

Opinião Pública

‘Doing Business’ em Portugal, no DE, de Miguel Moreira Rato
Regresso, no DN, de Vicente Jorge Silva
Demagogias, no Jornal de Negócios, de Luísa Bessa

Sexta, 16


Bush dá a sua opinião sobre este blog

A paixão de Sá Fernandes

José Socrates

Um Mundo de Faz-de-Conta

O Eng: Carmona Rodrigues

Vitorino, (depois d)o fim do mito

Finalmente, a Sky News percebeu...

Os pilares da ponte do tédio que vão de nós para o outro

Filosofia do não cumprimento?

epá não vi pá....

Angela Merkel, a líder do principal partido alemão de oposição, o Democrata-Cristão, tem boas chances de se tornar a primeira mulher na história a governar a Alemanha nas eleições deste fim de semana

SINAIS DE PREOCUPAÇÃO E DE FRUSTRAÇÃO

NOTAS SOBRE UM DEBATE

O REFERENDO AO ABORTO E O NERVOSISMO NO PS

As autárquicas em Lisboa

ONTEM

O aperto

Blog Spam

CAPAZES DE TUDO


Em actualização permanente

quinta-feira, setembro 15

Se a moda pega...

Falta de nível

Alberto Martins comparou o Presidente da República ao Pai Natal após o CDS ter anunciado que vai tentar inviabilizar o projecto de referendo do PS sobre o aborto.

Despoluição da cena política (II)






José Maria Martins é candidato (Oficial)

Abertura do ano judicial

Apesar de Jorge Sampaio estar ausente, em Nova Iorque, na Assembleia das Nações Unidas, os discursos oficiais prometem.

E não há mais prédios para vender?

O grupo RTP regressou aos prejuízos na primeira metade deste ano, com perdas de 15,2 milhões de euros, devido à ausência das receitas extraordinárias (venda do edifício da 5 de Outubro) que obteve no mesmo período de 2004, anunciou hoje a empresa.

Opinião Pública

O Brasil pós-crise será mais forte, no DN, de José Manuel Barroso
Para que serve a ONU?, no DN, de Luís Delgado

Quinta, 15


PRIVATIZAR O GOVERNO

A lavagem da Avenida da Liberdade, os advogados e patos bravos do regime e as gaguices educativas

A RELAÇÃO ENTRE O NEGÓCIOS DE ARMAS E OS DITADORES...

A well deserved rest/ Uma pausa merecida

Google lança ferramenta que faz pesquisa de blogs

Águas há muitas

ANTÓNIO VITORINO (II)

No entanto, de acordo com os correspondentes, na Ucrânia é que é...

Iranian exiles protest "terrorist" Ahmadinejad at UN

[um email]

Um passo à frente, dois atrás

Sessão Legislativa

Em actualização permanente

quarta-feira, setembro 14

Continua o horror no Iraque



A pergunta do dia



Será que António Vitorino vai acumular as novas funções com as Ideias Soltas na RTP?

Opinião Pública

Quando tudo começa a acontecer, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
O melhor deste Governo, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Uma decisão empresarial, no DE, de Pedro Marques Pereira
O professor Kirchhof, no DE, de Domingos Amaral
Realismo e realidade em vez de fatalismo, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Nações (des)Unidas, no DN, de Nuno Severiano Teixeira

Quarta, 14


ANTÓNIO VITORINO

AFINAL....

Sócrates é Fixe

Geladinhos do convento

SANTANA LOPES NUNCA EXISTIU

Libro de visitas

Campanha eleitoral de fachada

A moment of Happiness

Mancha de óleo
Olvido

Classificados

Silêncio muidinho

Ready, Break!

Kimani Nganga

Considerações religiosas, mas sem pregos - II

Em actualização permanente

terça-feira, setembro 13

Despoluição da cena política

Tão amigos









Duarte Lima e António Mota almoçaram, tranquilamente, no restaurante Os Arcos, em Paço de Arcos. À saída, o destacado militante do PSD e o empresário, líder da construtora Mota & Companhia, uma das empresas com melhor performance na Bolsa - mesmo em tempo de crise? -, trocaram um grande e forte abraço, seguramente, em nome de uma velha amizade.

Ruptura











O tribunal impediu a manifestação, criando os argumentos necessários para que os militares apareçam como vítimas do governo de José Sócrates.

Sem desculpas











A partir de agora, os meus amigos JPH e FTA deixam de poder invocar que o nó da gravata é muito complicado.
Com a devida vénia ao Incomensurável

A questão central

É assustador verificar que os generais não têm as tropas do seu lado.
O braço-de-ferro entre o poder político e as Forças Armadas revelou o enorme fosso que existe entre as chefias e os militares, que foi, rapidamente, ocupado pelas associações.
Sentados nas suas poltronas, entre dois ou mais pareceres para comprar equipamentos fabulosos, as chefias militares foram ultrapassadas por um sentimento de injustiça dos seus subordinados.
Depois de se provar que há uma geração de economistas que falhou, redondamente, chegou a hora de os generais pagarem a factura de uma atitude de passividade perante o poder político.
Face à actual situação de absurdo, os generais colocam-se ao lado do governo, contribuindo para limitar um direito constitucional que, 30 anos depois do 25 de Abril, não devia ser motivo de polémica.

Uma questão de competitividade

A diferença entre Tiago Monteiro e o Benfica é simples: o piloto de Fórmula 1 tem oito pontos e o clube de Benfica tem 1 ponto

Opinão Pública

A reintrodução dos benefícios fiscais, no Expresso Online, Nicolau Santos
Aqui d'el-rei!, no DN, de José Medeiros Ferreira
Raramente tem dúvidas?, no DN, de Joana Amaral Dias
A guerra do milénio, no DN, de António Ribeiro Ferreira
Militares e juízes, no CM, de Manuel Queiróz
Tribunais e quartéis: close, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Das intenções aos actos, no DE, Pedro Marques Pereira
O Conselho de Segurança, no DE, de João Marques de Almeida

Terça, 13


REPRISE

CONTROLO ABSOLUTO?
Esquadrão M

Regras de três simples

Tribunal de Contas a Feijões

"De tanto bater o meu coração parou"

Alteração

POLÉMICA

Os tropas

Sugestão para as próximas férias do nosso Primeiro

Este blog também fala de desporto?I (O melhor de Mourinho)

UM MILITANTE "INDEPENDENTE" DE UM PARTIDO A PRESIDIR A UM TRIBUNAL?!

Tropa, becas, professores, católicos e maçons

CUBA - Periodista encarcelado denuncia represión de autoridades
UMA "IDEIA DE CIDADE"

Bom Dia!

Em actualização permanente

segunda-feira, setembro 12

Não o comem com papas

Manuel Alegre em grande

As marcas de 38 anos de ocupação

A saga das nomeações (cont.)

Lindo

Um amigo, benfiquista dos sete costados, em jeito de comentário à grande vitória do Sporting sobre o Benfica, deixou cair o seguinte desabafo:
ESTOU EM ESTADO DE kO(E)MA(N).

Só faltava mais um

Com dez estádios, alguns deles às moscas, que custaram uma batelada de dinheiro aos contribuintes, só faltava construir mais um estádio em Lisboa. A notícia é do Público. Souto Moura, o arquitecto, foi convidado para fazer mais um estádio para o Operário Futebol Clube.

Debate necessário

João Pedro Henriques, no Glória Fácil, abriu o debate, em tom duro, a um tema polémico, que vale a pena discutir.
A GLQL respondeu, vigorosamente, como é seu direito.
O debate está aberto na blogosfera Aqui Aqui Aqui
Sobre o assunto, não há qualquer dúvida. Os anónimos também me enjoam. Uns mais que outros, é verdade, mas omitir a autoria de uma opinião é sempre indesejável.
Na verdade, o anónimo nem é mau nem bom. É uma coisa gelatinosa, que pode não merecer respeito intelectual.
Não confundo o anonimato na blogosfera com as notícias não assinadas e as fontes anónimas no jornalismo, apesar de nunca as ter defendido, muito pelo contrário.
Permito-me só recordar que na blogosfera o anonimato é muito difícil de manter.
A participação dos jornalistas na blogosfera deve ser entendida como uma forma de participação cívica, enquadrada nos mesmos princípios deontológicos, mas que não se confunde com o exercício da actividade profissional.
Faz sentido o anonimato na blogosfera?
Acho que não.
Todavia, assinar ou esconder o nome também faz parte deste espaço ímpar de liberdade.
Hoje, tecnicamente, é possível saber quem assina um post.
Eu prefiro assinar o que escrevo, saber o nome do autor de um post, do que tentar saber quem é quem.
É tudo uma questão de opinião e de convicção.

Boa malha

Marques Mendes, na convenção de autarcas, afirmou que o governo insiste em anunciar investimentos faraónicos, mas cortou 30% nas verbas do PIDDC. Se for verdade, é grave!

A não perder

A entrevista de João Cravinho, ao Público e à Rádio Renascença (sem link disponível), em que denuncia a falta de combate à corrupção nos últimos 20 anos, devia ser lida, comentada e publicada no Diário da República.

Histórico

Israel concluiu a retirada militar na Faixa de Gaza, após 38 anos de ocupação.
Quatro anos depois do 11 de Setembro, eis um sinal de esperança que não pode ser desperdiçado por ninguém. Nem pelos israelitas nem pelos palestinianos.

Mudança?

José Sócrates, no dia do início do ano escolar, lá vai visitar uma escolinha, com todos os meios. E até aquecimento! Há coisas que nunca mudam em Portugal.

Opinião Pública

Quantos até ao fim?, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Um novo equilíbrio, no CM, de Manuel Queiroz
Para não ir a reboque, no DN, de João Cravinho
11 de Setembro e sondagens, no DN, de Luís Delgado

Segunda, 12


Get real

Divisão de pontos entre as claques no SCP-SLB; igualmente selvagens demais para ter acesso a um estádio...

DÉRBI CAPITAL: Governo mete-se ao barulho...

Mickey Mouse no comité central

O País Civilizado

SAIS DE FRUTOS

Desautorização?

Bem mais importante questas piquenas bufarias

DESAFIO AOS LEITORES (IV)

Tempo de antena

DEMONSTRAÇÃO DA TAL TRANSMISSÃO DINÁSTICA

Não sei por que é que me tiraram das sondagens. Estou na mesma situação que Cavaco

O dilema de interrogar e a apologia da pergunta

RTP Memória Recente



Em actualização permanente

sexta-feira, setembro 9

Equilibrismo

A deliberação da Alta-Autoridade diz que corte de publicidade do GES à Impresa, no seguimento de notícias que envolviam o Grupo Espírito Santo no Mensalão, foi uma tentativa de pressão.

A deliberação da Alta-Autoridade apreciou também a falta de rigor informativo do Expresso.

Os tabus não são eternos













A última sondagem diz tudo. São 17 pontos de vantagem sobre Mário Soares e a eleição garantida à primeira volta. Cavaco Silva tem hipóteses de ganhar a próxima corrida para Belém se permanecer calado. O problema é que vai ter que falar.

A notícia do dia

Tão amigos que nós somos

BUAHHHHH!!!!!

O afã com que governantes, políticos da maioria e comentadores puxam pela ‘recuperação económica’ do último trimestre é comovente.

Não vale tomar um calmante















José Sócrates vai ter à porta de São Bento um grupo de manifestantes que lhe vão recordar que a solidariedade não é uma vã questão de palavras, mas de acções concretas. O Expresso Online dá-lhe todos os pormenores sobre a causa que está a mobilizar os portugueses

Opinião Pública

Só falta um mês, no DN, de Luís Delgado

Sexta, 9


LNETI queixa-se de Sócrates

ENTRECAMPOS EM TRIBUNAL

Frases

Votar para quê?

Em actualização permanente

quinta-feira, setembro 8

Até ao lavar dos cestos...

Artur Portela, membro da Alta Autoridade para a Comunicação Social, esclareceu que o contributo dado pelo Grupo Espírito Santos (GES) sobre o diferendo que opõe o grupo à Impresa foi feito por escrito e não de forma presencial.

Factos

Há um post oportuno que merece ser lido Aqui

O debate esquecido

Duas das seis torres do complexo turístico da Torralta, na península de Tróia, vão ser demolidas.As duas torres estão situadas na zona central de Tróia, tecnicamente designada como Unidade Operativa de Planeamento 1 (UNOP1), onde vão ser construídos os principais equipamentos turísticos do novo empreendimento, na sequência do acordo estabelecido há cerca de oito anos entre o grupo Sonae-Turismo e o Estado português, durante o governo liderado por António Guterres, em que Augusto Mateus assumia a pasta da Economia.
Depois de ter sido abandonada à sua sorte pelos sucessivos governos, após o 25 de bril, os socialistas entregaram uma das pérolas naturais do país a Belmiro de Azevedo, em condições que suscitaram uma forte polémica, que não faz parte, hoje, do folclore que se montou em volta da implosão. Até Ramalho Eanes já comentou os benefícios do novo projecto, com casino e tudo.

Opinião Pública

O PS e a TVI, no Expresso Online, de José António Lima
Não precisamos de petróleo, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Emendar por explosão, no DE, de Pedro Marques Pereira
Reduzir os fogos florestais a bem ou a mal?, no DN, de Américo Carvalho Mendes
Qual é o melhor do Mundo?, no Jornal de Negócios, de Eduardo Moura

Quinta, 8


Se se confirmar que os 'números' hoje divulgados pelo INE são - de facto - um 'exercício' ao nível de um Alves dos Reis

BELISQUEM-ME

enfim...

A prioridade de Pacheco Pereira*

UM PAÍS IMPROVÁVEL
CREDIBILIDADES


Em actualização permanente

terça-feira, setembro 6

Sinal dos tempos

Uma equipa fixa e independente, dirigida por João Cândido da Silva (um jornalista com provas dadas, que já foi subdirector do Público), vai passar a assumir uma parte muito especial do tratamento das notícias de Economia do diário de Belmiro de Azevedo. É uma decisão inédita, que surge no contexto do fim do suplemento semanal de Economia.
José Manuel Fernandes, director do Público, entregou uma das partes mais nobres do jornal a uma espécie de outsorcing. Aparentemente, é o abrir da porta, de par em par, a soluções idênticas em relação a outras secções do Público, cujo sucesso comercial pode vir a determinar a repetição da experiência noutros órgãos de comunicação social.
Em tese, o outsorcing tem sido entendido como um instrumento de gestão e de racionalização de custos, com resultados muito diversos e polémicos, pelo que se coloca a questão, legitimamente, de saber se esta 'revolução' vai melhorar ou piorar a qualidade do jornal.
É possível garantir o lucro com uma estratégia de longo prazo, com base na isenção e no rigor informativos, como provou o sucesso editorial do Público, alcançado através de uma qualidade que sempre se destinou a um público mais exigente.
Também está provado que a tentação de sacrificar os princípios jornalísticos, através de soluções pragmáticas e comerciais, sempre de curto prazo, pode resultar num suicídio editorial.
Não está em causa mais um suplemento comercial, que se destingue, claramente, das páginas editoriais.
Em boa verdade, a escolha da direcção do Público não determina nada, mas constitui um sinal dos tempos, sobretudo para um leitor que também é jornalista.
No actual panorama da comunicação social, em que a confusão entre a notícia e a propaganda já atingiu os limites, o pior que podia acontecer era passar a existir um Público envergonhado por ser de referência e com complexos por não ser o diário mais vendido em Portugal.
Entre a informação e o entretenimento não há compromissos. Ou se está de um lado ou se está do outro.

Como nós o compreendemos

Miguel Paes do Amaral sobre as críticas ao negócio com a Prisa,
«Representam uma intromissão inaceitável de forças políticas numa operação entre entidades privadas sendo ainda reveladoras de uma total falta de sensibilidade para com o funcionamento do mercado de capitais na medida em que desconsideram o impacto que a informação relativa a empresas cotadas tem sobre o mesmo e sobre as cotações dessas empresas»

Manipulações grosseiras

A propósito das próximas eleições presidenciais, começou a ser alimentada a tese de que Mário Soares tem um forte ascendente sobre a comunicação social. Simplesmente, extraordinário. Vou ficar à espera do que os autores desta atoarda vão dizer quando Cavaco Silva anunciar a sua candidatura.

A hora da factura

O acordo assinado entre a União Europeia e a China constitui mais uma sentença de morte para os têxteis portugueses. Está a aberto o caminho para entrar em Portugal mais de 13,5 toneladas de tecidos e roupas de mesa e mais de 425 mil camisas.

Profissionalismo

É uma história que dignifica os jornalistas, Aqui.
O jornal chama-se The Times-Picayune

Dá que pensar


Também dá que pensar

A polémica entre a Igreja Maná e Miguel Paes do Amaral

Opinião Pública

A ruptura, no Expresso Online, de Manuel Monteiro
Sobrevivendo à Atlântida, no DN, de Joana Amaral Dias
O risco do nuclear, no DN, de Adriano Moreira
União Nacional, no DN, de Miguel Freitas da Costa
Uma desgraça nunca vem só, no DN, de António Ribeiro Ferreira
A outra América, no Jornal de negócios, de Paulo Ferreira
“Impulse”, no DE, de João Cândido da Silva

Terça, 6


Ribas on line

Voltei

A "VINGANÇA" DO BOLO-REI

Esta porra de ter um blog

Sexo

"SERVIÇO PÚBLICO"

HEY LADY...


Em actualização permanente

segunda-feira, setembro 5

António Borges aparece na RTP


A reserva laranja mostra a sua casca.

Os tiques

Sá Fernandes tem de perder a mania do percebe no final de cada frase.
Manuel Maria Carrilho tem de controlar o pescoço.
Adelino Faria tem perceber que não não está de beca.
Foi assim o debate entre os candidatos do PS e do Bloco, na SIC Notícias.
Mais uma vez, aguarda-se por um verdadeiro debate moderado por um jornalista sem a obsessão de parecer original.
Sá Fernandes esteve bem e não teve medo de falar no ‘Lisboão’, apesar de resistência incompreensível do jornalista, a quem o tema, aparentemente, não agrada.
Manuel Maria Carrilho passou o teste do Bloco. Foi encostado às cordas, mas conseguiu reagir, nomeadamente com a comparação venenosa de Sá Fernandes a Santana Lopes.
Em abono da verdade, registou-se um empate técnico, com uma ligeira vantagem aos pontos para o político mais experiente.

Katrina

O blog da memória



Chama-se Jorge Ferreira. É o autor do Tomar Partido. Uma exemplo para muitos que falam, falam, falam...

Muita coisa ficaria explicada

As notícias já começam a dar como provável a saída de Freitas do Amaral do Executivo. Depois da Santa Aliança com José Sócrates, ainda antes do PS ganhar as eleições, que foi largamente recompensada com a pasta dos Negócios Estrangeiros, seria curioso assistir à saída do ex-líder do CDS do Governo para se candidatar a Belém.
Alguém poderá imaginar um golpe mais duro nas aspirações de Cavaco Silva?
O cenário que se começa a vislumbrar, e que tem pleno cabimento na entrevista que Freitas do Amaral concedeu ao DN, em Julho, poderia explicar muita coisa. Afinal, para alguns, tudo poderia ser mais simples e tranquilo com velhos amigos a disputarem o mais alto cargo da República.

Incrível

No primeiro debate com candidatos à liderança da Câmara de Lisboa, transmitido na SIC Notícias, o 'Lisboão' ficou de fora. Aparentemente, Maria José Nogueira Pinto e Carmona Rodrigues acharam o tema pouco importante. Da parte do candidato 'independente' do PSD até se pode compreender. De Maria José Nogueira Pinto, até certo ponto, também se compreende. Agora, da parte de João Adelino Faria é que não se compreende.

Opinião Pública

Freaks do momento, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
A venda da TVI, no CM, de Manuel Queiróz
Imunidade dos eleitores, no DE, António Neto da Silva
Bons ventos na Educação, no Expresso online, de Nicolau Santos
Amanhã o Alqueva, no DN, de João Cravinho
Cor diversa em Belém e S. Bento, no DN, de Manuel Monteiro
A verdade de Sócrates, no DN, de Luís Delgado

Segunda, 5


A Tragédia de um homem Sá

O falhanço do "Estado mínimo"

Blogue sofre

Mais uma vez não consegui aguentar a palavra "clitóris" na versão final de um post
ENTRE ESPANHA E ISTAMBUL


Em actualização permanente

quinta-feira, setembro 1

Uma questão de fé

A TVI passou a ser uma verdadeira novela financeira, com actores de primeira linha:
Igreja Católica
Fundação Oriente
Media Capital
Prisa
RTL
LP Brothers
Igreja Maná

Os serviços de um partido?






José Sócrates deu posse ao novo director Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Júlio Pereira. Na ocasião, o primeiro-ministro afirmou que os serviços de informações nacionais têm pela frente o desafio da credibilidade.
Será que para o chefe do governo, a credibilidade passa pela nomeação de simpatizantes do PS para as chefias do SIS e do SIED?

Após o «limiar da corrupção»...

Manuel Maria Carrilho exige explicações sobre o contrato entre a Câmara e a empresa «Street Park», afirmando que aquele documento coloca Carmona Rodrigues «no limiar da total irresponsabilidade».

Amarante sofre



O debate da SIC Notícias, que reuniu Armindo Ribeiro, Ferreira Torres e Luís Ramos, foi um exercício penoso para a democracia. O país ficou a ter uma ideia do que se vai passar em Amarante nos próximos quatro anos.
PS. Avelino ganhou o debate. Mas com aqueles dois, tudo é possível. Até o pior!

Cortina de fumo

Após o lançamento da candidatura de Mário Soares, problemas de som à parte, uma certa elite, normalmente remunerada a peso de ouro, à custa do Orçamento, pois claro, tem repetido até à exaustão que Mário Soares é o candidato certo para acabar com a onda de pessimismo.
Triste ilusão! Para acabar com a onda depressiva que existe em Portugal não basta um líder providencial. O que é necessário é falar verdade, acabar com o nepotismo, limitar os circuitos de corrupção e os grandes negócios do estado, que continuam à margem do escrutínio de tudo e de todos.

Pobre país

Órfão do pai político, que fugiu, pela segunda vez, agora rumo a um cargo internacional, aliás, com mérito e toda a legitimidade, o primeiro-ministro tenta, com visível desespero, agarrar-se a Mário Soares.
O medo de ficar isolado é tão grande que José Sócrates, esquecido da maioria que os portugueses lhe conferiram, afirma que Mário Soares é o único que pode unir os portugueses.

Opinião Pública

Mário Soares, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Política séria, precisa-se, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Incêndios e incendiários, no DN, de Manuel Monteiro
O canto do Alegre, no DN, de Luís Delgado

Quinta, 1


Uma questão de idade

Mário Soares, o FMI e Pacheco Pereira

PALPITE PRESIDENCIAL

Vital Moreira continua imparável na sua "cruzada" primitiva, estilo "Vasco Graça Moura ao contrário"

apertar o cinto ?

O autismo do poder

Cavaco Silva e os liberais

Temos Rei

HÁ CORRUPÇÃO EM PORTUGAL?

Em actualização permanente

quarta-feira, agosto 31

Em forma



Mário Soares regressou com um discurso renovado.

Duas faces da mesma moeda



Mário Soares é candidato a Belém, enquanto Cavaco Silva continua a manter a fita.
A legitimidade de ambos os gestos, em termos formais, não tem contestação. Há quem lhe chame o normal jogo político. Outros preferem chamar-lhe farsa.
Depois de dizer Basta!, por duas vezes, aos cargos políticos e institucionais, no dia do seu último aniversário, alguns anteciparam o regresso do velho 'Barão', no seu melhor estilo, o da cambalhota política.
De facto, sem perfil para alimentar tabus politicamente insuportáveis, Mário Soares tem a única vantagem de assumir as suas fraquezas, de dar o dito por não dito, pois aos 'Notáveis' tudo tem sido permitido e perdoado.
Ao seu lado, como ao lado de Cavaco Silva, estarão os compagnons de route, os amigos e os oportunistas do costume. Uma parte da corte do regime vai estar lá, na primeira fila, não para defender os interesses do país, mas para defender os seus próprios interesses, bem como os dos verdadeiros poderosos que representam há muitos anos. Não é por acaso que Mário Soares, num raro lapso de sinceridade, deixou escapar que o eventual duelo com Cavaco Silva não seria ideológico.
A candidatura de Mário Soares e a putativa candidatura de Cavaco Silva são duas faces da moeda, de um sistema que ajudou a salvar o país das ditaturas, mas que o tem condenado, nos últimos 25 anos, a uma outra espécie de ditadura: a democracia de fachada.

Não há campanha de imagem que resista

O Le Figaro, um jornal diário francês de grande circulação e influência, colocou a Portugal na lista de 30 países com companhias e aviões a evitar por falta de segurança.
Não é só nesta matéria que Portugal surge 'acompanhado' de países como a Albânia, o Mali, a Bielorússia, o Burkina Faso, o Cambodja, a Papuásia-Nova Guiné, a Rússia, a Guiana, o Samoa, o Togo, o Tonga e o Vanuatu, entre outros. Basta dar uma vista de olhos pelo ranking internacional das nossas obras públicas.
O que mais impressiona, independentemente da validade da notícia, que já foi desmentida pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, é que o jornalista do 'Le Fígaro' escreve que algumas administrações das empresas referidas seriam «inexistentes, e por vezes, enfraquecidas, termo politicamente correcto para evitar evocar a corrupção».
No momento em que está em cima da mesa a construção de um novo aeroporto, que só tem sido escrutinado e discutido em espaços de inteira liberdade como a blogosfera, não deixa de ser irónica a existência de notícias que colocam em causa a qualidade e a segurança de uma empresa pública de transporte aéreo.

Opinião Pública

O discurso do pântano, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
E à direita, ninguém se mexe?, no DE, de Domingos Amaral

Quarta, 31


Petróleo...

SOARES

Triste espectáculo republicano

Coisas que nos fazem pensar

É a Hora!

Telegrama

Queres conversa, ainda agora chegaste e queres conversa?

Presidenciais: As minhas expectativas revisitadas

Um resumo

The torture never stops

A VANGUARDA

EPITÁFIO POLÍTICO QUE NÃO DE POLÍCIA (PARA A POSTERIDADE)

Em actualização permanente

terça-feira, agosto 30

O Alegre de sempre

É um socialista.
É uma referência intelectual.

É um homem livre, com ideias e ideais,
mas nunca foi um líder.

Nunca teve a coragem de assumir a ruptura.
É mais um militante,
de um PS velho.

Por muito que ainda possa pesar
e por muitas ameaças,
de uma candidatura presidencial.

Salvou-se, porventura, o jantar, em Viseu.

Está tudo dito



«É uma matéria mais política do que de polícia»,
Paulo Morais à saída do DCIAP

Se for como em 2003...

A primeira estimativa da área consumida pelo incêndios aponta para 240 mil hectares. Se for tão rigorosa como a primeira estimativa de 2003, vamos ter um ataque de nervos quando se publicarem os números definitivos de 2005.

Portugal continua a arder - 17H12 - terça, 30

Sete fogos estão por circunscrever em cinco distritos.

Um dia cheio

Ao princípio da tarde, o vice-presidente de Rui Rio vai ao DIAP, no Porto, contar tudo o que sabe sobre os negócios escuros da política.
Um par de horas depois, em Viseu, Manuel Alegre promete contar tudo sobre o apoio do PS a Mário Soares.

Portugal continua a arder - 7H45 - Terça, 30

Um incêndio em Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, continua por controlar.

A imagem da devastação

Opinião Pública

Os professores sem alunos, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Uma indústria próspera, no DN, de António Ribeiro Ferreira
O novo Mário Soares, no DN, de José Medeiros Ferreira
Uma história de derrota, no DN, de Joana Amaral Dias

Terça, 30


UMA ALEGRE CHATICE -2

Última Hora!

Liberen a los prisioneros políticos cubanos
Isto só pode ser obra dos apoiantes do Le Pen

lapsus linguae ou lapsus scripti

PORTUGAL EM CHAMAS


Em actualização permanente