É uma história que dignifica os jornalistas, Aqui.
O jornal chama-se The Times-Picayune
terça-feira, setembro 6
Opinião Pública
A ruptura, no Expresso Online, de Manuel Monteiro
Sobrevivendo à Atlântida, no DN, de Joana Amaral Dias
O risco do nuclear, no DN, de Adriano Moreira
União Nacional, no DN, de Miguel Freitas da Costa
Uma desgraça nunca vem só, no DN, de António Ribeiro Ferreira
A outra América, no Jornal de negócios, de Paulo Ferreira
“Impulse”, no DE, de João Cândido da Silva
Sobrevivendo à Atlântida, no DN, de Joana Amaral Dias
O risco do nuclear, no DN, de Adriano Moreira
União Nacional, no DN, de Miguel Freitas da Costa
Uma desgraça nunca vem só, no DN, de António Ribeiro Ferreira
A outra América, no Jornal de negócios, de Paulo Ferreira
“Impulse”, no DE, de João Cândido da Silva
Terça, 6

Ribas on line
Voltei
A "VINGANÇA" DO BOLO-REI
Esta porra de ter um blog
Sexo
"SERVIÇO PÚBLICO"
HEY LADY...
Em actualização permanente
segunda-feira, setembro 5
Os tiques
Sá Fernandes tem de perder a mania do percebe no final de cada frase.
Manuel Maria Carrilho tem de controlar o pescoço.
Adelino Faria tem perceber que não não está de beca.
Foi assim o debate entre os candidatos do PS e do Bloco, na SIC Notícias.
Mais uma vez, aguarda-se por um verdadeiro debate moderado por um jornalista sem a obsessão de parecer original.
Sá Fernandes esteve bem e não teve medo de falar no ‘Lisboão’, apesar de resistência incompreensível do jornalista, a quem o tema, aparentemente, não agrada.
Manuel Maria Carrilho passou o teste do Bloco. Foi encostado às cordas, mas conseguiu reagir, nomeadamente com a comparação venenosa de Sá Fernandes a Santana Lopes.
Em abono da verdade, registou-se um empate técnico, com uma ligeira vantagem aos pontos para o político mais experiente.
Manuel Maria Carrilho tem de controlar o pescoço.
Adelino Faria tem perceber que não não está de beca.
Foi assim o debate entre os candidatos do PS e do Bloco, na SIC Notícias.
Mais uma vez, aguarda-se por um verdadeiro debate moderado por um jornalista sem a obsessão de parecer original.
Sá Fernandes esteve bem e não teve medo de falar no ‘Lisboão’, apesar de resistência incompreensível do jornalista, a quem o tema, aparentemente, não agrada.
Manuel Maria Carrilho passou o teste do Bloco. Foi encostado às cordas, mas conseguiu reagir, nomeadamente com a comparação venenosa de Sá Fernandes a Santana Lopes.
Em abono da verdade, registou-se um empate técnico, com uma ligeira vantagem aos pontos para o político mais experiente.
O blog da memória

Chama-se Jorge Ferreira. É o autor do Tomar Partido. Uma exemplo para muitos que falam, falam, falam...
Muita coisa ficaria explicada
As notícias já começam a dar como provável a saída de Freitas do Amaral do Executivo. Depois da Santa Aliança com José Sócrates, ainda antes do PS ganhar as eleições, que foi largamente recompensada com a pasta dos Negócios Estrangeiros, seria curioso assistir à saída do ex-líder do CDS do Governo para se candidatar a Belém.
Alguém poderá imaginar um golpe mais duro nas aspirações de Cavaco Silva?
O cenário que se começa a vislumbrar, e que tem pleno cabimento na entrevista que Freitas do Amaral concedeu ao DN, em Julho, poderia explicar muita coisa. Afinal, para alguns, tudo poderia ser mais simples e tranquilo com velhos amigos a disputarem o mais alto cargo da República.
Alguém poderá imaginar um golpe mais duro nas aspirações de Cavaco Silva?
O cenário que se começa a vislumbrar, e que tem pleno cabimento na entrevista que Freitas do Amaral concedeu ao DN, em Julho, poderia explicar muita coisa. Afinal, para alguns, tudo poderia ser mais simples e tranquilo com velhos amigos a disputarem o mais alto cargo da República.
Incrível
No primeiro debate com candidatos à liderança da Câmara de Lisboa, transmitido na SIC Notícias, o 'Lisboão' ficou de fora. Aparentemente, Maria José Nogueira Pinto e Carmona Rodrigues acharam o tema pouco importante. Da parte do candidato 'independente' do PSD até se pode compreender. De Maria José Nogueira Pinto, até certo ponto, também se compreende. Agora, da parte de João Adelino Faria é que não se compreende.
Opinião Pública
Freaks do momento, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
A venda da TVI, no CM, de Manuel Queiróz
Imunidade dos eleitores, no DE, António Neto da Silva
Bons ventos na Educação, no Expresso online, de Nicolau Santos
Amanhã o Alqueva, no DN, de João Cravinho
Cor diversa em Belém e S. Bento, no DN, de Manuel Monteiro
A verdade de Sócrates, no DN, de Luís Delgado
A venda da TVI, no CM, de Manuel Queiróz
Imunidade dos eleitores, no DE, António Neto da Silva
Bons ventos na Educação, no Expresso online, de Nicolau Santos
Amanhã o Alqueva, no DN, de João Cravinho
Cor diversa em Belém e S. Bento, no DN, de Manuel Monteiro
A verdade de Sócrates, no DN, de Luís Delgado
sexta-feira, setembro 2
quinta-feira, setembro 1
Uma questão de fé
A TVI passou a ser uma verdadeira novela financeira, com actores de primeira linha:
Igreja Católica
Fundação Oriente
Media Capital
Prisa
RTL
LP Brothers
Igreja Maná
Igreja Católica
Fundação Oriente
Media Capital
Prisa
RTL
LP Brothers
Igreja Maná
Os serviços de um partido?

José Sócrates deu posse ao novo director Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Júlio Pereira. Na ocasião, o primeiro-ministro afirmou que os serviços de informações nacionais têm pela frente o desafio da credibilidade.
Será que para o chefe do governo, a credibilidade passa pela nomeação de simpatizantes do PS para as chefias do SIS e do SIED?
Após o «limiar da corrupção»...
Manuel Maria Carrilho exige explicações sobre o contrato entre a Câmara e a empresa «Street Park», afirmando que aquele documento coloca Carmona Rodrigues «no limiar da total irresponsabilidade».
Amarante sofre
Cortina de fumo
Após o lançamento da candidatura de Mário Soares, problemas de som à parte, uma certa elite, normalmente remunerada a peso de ouro, à custa do Orçamento, pois claro, tem repetido até à exaustão que Mário Soares é o candidato certo para acabar com a onda de pessimismo.
Triste ilusão! Para acabar com a onda depressiva que existe em Portugal não basta um líder providencial. O que é necessário é falar verdade, acabar com o nepotismo, limitar os circuitos de corrupção e os grandes negócios do estado, que continuam à margem do escrutínio de tudo e de todos.
Triste ilusão! Para acabar com a onda depressiva que existe em Portugal não basta um líder providencial. O que é necessário é falar verdade, acabar com o nepotismo, limitar os circuitos de corrupção e os grandes negócios do estado, que continuam à margem do escrutínio de tudo e de todos.
Pobre país
Órfão do pai político, que fugiu, pela segunda vez, agora rumo a um cargo internacional, aliás, com mérito e toda a legitimidade, o primeiro-ministro tenta, com visível desespero, agarrar-se a Mário Soares.
O medo de ficar isolado é tão grande que José Sócrates, esquecido da maioria que os portugueses lhe conferiram, afirma que Mário Soares é o único que pode unir os portugueses.
O medo de ficar isolado é tão grande que José Sócrates, esquecido da maioria que os portugueses lhe conferiram, afirma que Mário Soares é o único que pode unir os portugueses.
Opinião Pública
Mário Soares, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Política séria, precisa-se, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Incêndios e incendiários, no DN, de Manuel Monteiro
O canto do Alegre, no DN, de Luís Delgado
Política séria, precisa-se, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Incêndios e incendiários, no DN, de Manuel Monteiro
O canto do Alegre, no DN, de Luís Delgado
Quinta, 1
quarta-feira, agosto 31
Duas faces da mesma moeda

Mário Soares é candidato a Belém, enquanto Cavaco Silva continua a manter a fita.
A legitimidade de ambos os gestos, em termos formais, não tem contestação. Há quem lhe chame o normal jogo político. Outros preferem chamar-lhe farsa.
Depois de dizer Basta!, por duas vezes, aos cargos políticos e institucionais, no dia do seu último aniversário, alguns anteciparam o regresso do velho 'Barão', no seu melhor estilo, o da cambalhota política.
De facto, sem perfil para alimentar tabus politicamente insuportáveis, Mário Soares tem a única vantagem de assumir as suas fraquezas, de dar o dito por não dito, pois aos 'Notáveis' tudo tem sido permitido e perdoado.
Ao seu lado, como ao lado de Cavaco Silva, estarão os compagnons de route, os amigos e os oportunistas do costume. Uma parte da corte do regime vai estar lá, na primeira fila, não para defender os interesses do país, mas para defender os seus próprios interesses, bem como os dos verdadeiros poderosos que representam há muitos anos. Não é por acaso que Mário Soares, num raro lapso de sinceridade, deixou escapar que o eventual duelo com Cavaco Silva não seria ideológico.
A candidatura de Mário Soares e a putativa candidatura de Cavaco Silva são duas faces da moeda, de um sistema que ajudou a salvar o país das ditaturas, mas que o tem condenado, nos últimos 25 anos, a uma outra espécie de ditadura: a democracia de fachada.
Não há campanha de imagem que resista
O Le Figaro, um jornal diário francês de grande circulação e influência, colocou a Portugal na lista de 30 países com companhias e aviões a evitar por falta de segurança.
Não é só nesta matéria que Portugal surge 'acompanhado' de países como a Albânia, o Mali, a Bielorússia, o Burkina Faso, o Cambodja, a Papuásia-Nova Guiné, a Rússia, a Guiana, o Samoa, o Togo, o Tonga e o Vanuatu, entre outros. Basta dar uma vista de olhos pelo ranking internacional das nossas obras públicas.
O que mais impressiona, independentemente da validade da notícia, que já foi desmentida pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, é que o jornalista do 'Le Fígaro' escreve que algumas administrações das empresas referidas seriam «inexistentes, e por vezes, enfraquecidas, termo politicamente correcto para evitar evocar a corrupção».
No momento em que está em cima da mesa a construção de um novo aeroporto, que só tem sido escrutinado e discutido em espaços de inteira liberdade como a blogosfera, não deixa de ser irónica a existência de notícias que colocam em causa a qualidade e a segurança de uma empresa pública de transporte aéreo.
Não é só nesta matéria que Portugal surge 'acompanhado' de países como a Albânia, o Mali, a Bielorússia, o Burkina Faso, o Cambodja, a Papuásia-Nova Guiné, a Rússia, a Guiana, o Samoa, o Togo, o Tonga e o Vanuatu, entre outros. Basta dar uma vista de olhos pelo ranking internacional das nossas obras públicas.
O que mais impressiona, independentemente da validade da notícia, que já foi desmentida pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, é que o jornalista do 'Le Fígaro' escreve que algumas administrações das empresas referidas seriam «inexistentes, e por vezes, enfraquecidas, termo politicamente correcto para evitar evocar a corrupção».
No momento em que está em cima da mesa a construção de um novo aeroporto, que só tem sido escrutinado e discutido em espaços de inteira liberdade como a blogosfera, não deixa de ser irónica a existência de notícias que colocam em causa a qualidade e a segurança de uma empresa pública de transporte aéreo.
Opinião Pública
O discurso do pântano, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
E à direita, ninguém se mexe?, no DE, de Domingos Amaral
E à direita, ninguém se mexe?, no DE, de Domingos Amaral
Quarta, 31

Petróleo...
SOARES
Triste espectáculo republicano
Coisas que nos fazem pensar
É a Hora!
Telegrama
Queres conversa, ainda agora chegaste e queres conversa?
Presidenciais: As minhas expectativas revisitadas
Um resumo
The torture never stops
A VANGUARDA
EPITÁFIO POLÍTICO QUE NÃO DE POLÍCIA (PARA A POSTERIDADE)
Em actualização permanente
terça-feira, agosto 30
O Alegre de sempre
É um socialista.
É uma referência intelectual.
É um homem livre, com ideias e ideais,
mas nunca foi um líder.
Nunca teve a coragem de assumir a ruptura.
É mais um militante,
de um PS velho.
Por muito que ainda possa pesar
e por muitas ameaças,
de uma candidatura presidencial.
Salvou-se, porventura, o jantar, em Viseu.
É uma referência intelectual.
É um homem livre, com ideias e ideais,
mas nunca foi um líder.
Nunca teve a coragem de assumir a ruptura.
É mais um militante,
de um PS velho.
Por muito que ainda possa pesar
e por muitas ameaças,
de uma candidatura presidencial.
Salvou-se, porventura, o jantar, em Viseu.
Se for como em 2003...
A primeira estimativa da área consumida pelo incêndios aponta para 240 mil hectares. Se for tão rigorosa como a primeira estimativa de 2003, vamos ter um ataque de nervos quando se publicarem os números definitivos de 2005.
Portugal continua a arder - 17H12 - terça, 30
Sete fogos estão por circunscrever em cinco distritos.
Um dia cheio
Ao princípio da tarde, o vice-presidente de Rui Rio vai ao DIAP, no Porto, contar tudo o que sabe sobre os negócios escuros da política.
Um par de horas depois, em Viseu, Manuel Alegre promete contar tudo sobre o apoio do PS a Mário Soares.
Um par de horas depois, em Viseu, Manuel Alegre promete contar tudo sobre o apoio do PS a Mário Soares.
Portugal continua a arder - 7H45 - Terça, 30
Um incêndio em Cabeceiras de Basto, distrito de Braga, continua por controlar.
Opinião Pública
Os professores sem alunos, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Uma indústria próspera, no DN, de António Ribeiro Ferreira
O novo Mário Soares, no DN, de José Medeiros Ferreira
Uma história de derrota, no DN, de Joana Amaral Dias
Uma indústria próspera, no DN, de António Ribeiro Ferreira
O novo Mário Soares, no DN, de José Medeiros Ferreira
Uma história de derrota, no DN, de Joana Amaral Dias
segunda-feira, agosto 29
Uma cena triste, um divertimento patético

Sessenta e três pessoas ficaram feridas, duas das quais com gravidade, numa largada de touros em San Sebastián de los Reyes, em Espanha, na qual participaram mais de sete mil pessoas.
Perante esta imagem, não consigo imaginar divertimento mais surrealista.
Não gosto de touradas, nem das imagens de 'matadores' colhidos nas arenas.
Só me admira que, em nome de uma qualquer tradição, se continue a promover e a estimular um tal espectáculo, que coloca em perigo a vida de jovens e menos jovens.
Os blogs e os jornalistas
Há um estudo que revela a importância dos blogs para o exercício do jornalismo.
Portugal volta a arder - 16.28 horas - Segunda, 29
Três incêndios florestais deflagraram nos distritos de Bragança, Guarda e Viseu.
Força, Alegre!
Segunda, 29

O paraíso do Tacho!
Um post pessimista
UMA ALEGRE CHATICE
Pôr as cartas sobre a mesa
A luz ao fundo...do túnel !!!
cock suckers ball
Esta é a semana em que a lagartagem anda a cantar de galo
Olha, pá, nisso estamos de acordo
Transparência? Ingenuidade política? Descaramento? Tudo menos hipocrisia?
Em actualização permanente
sexta-feira, agosto 26
Obsessão ou estratégia?
O filme não se pode repetir depois das denúncias de Paulo Morais, a propósito da relação entre os apoios financeiros aos partidos e a aprovação dos grandes projectos imobiliários.
Tal como já ocorreu, por diversas vezes, nas mais variadas ocasiões, depois de declarações bombásticas, os seus autores vão ao Ministério Público fazer declarações pífias e vagas sobre os assuntos que assumiram, publicamente, ter um conhecimento preciso e detalhado.
E, já agora, para que não façam dos portugueses parvos, é preciso ir mais longe do que as autarquias. Ou será que toda a eventual corrupção existente, em Portugal, tem sempre de passar pelas autarquias deste país?
Tal como já ocorreu, por diversas vezes, nas mais variadas ocasiões, depois de declarações bombásticas, os seus autores vão ao Ministério Público fazer declarações pífias e vagas sobre os assuntos que assumiram, publicamente, ter um conhecimento preciso e detalhado.
E, já agora, para que não façam dos portugueses parvos, é preciso ir mais longe do que as autarquias. Ou será que toda a eventual corrupção existente, em Portugal, tem sempre de passar pelas autarquias deste país?
Opinião Pública
O rumo do Brasil, no CM, de Manuel Queiroz
Nada é seguro, no Público, de Vasco Pulido Valente (link indisponível)
Nada é seguro, no Público, de Vasco Pulido Valente (link indisponível)
Sexta, 26

"Vírus do Orkut" rouba informações bancárias dos internautas
Presidenciais
Mas nós temos estádios muito melhores... (e dentro de pouco tempo, grandes aeroportos e comboios de alta velocidade...)
O pequeno almoço do senhor Costa
Vinte por cento
Cunhas e rodriguinhos
Post das 4 da matina
Três capas completamente, completamente abruptas
Uma Opinião
Em actualização permanente
quinta-feira, agosto 25
Greve às escutas

Os 1.200 funcionários de apoio da Polícia Judiciária, cerca de metade dos efectivos da instituição, vão realizar uma greve contra a sua exclusão dos serviços sociais do Ministério da Justiça
O Laboratório de Polícia Científica, o Departamento de Perícia Financeira e Contabilística e o Departamento de Telecomunicações e Informática - intercepções e escutas - são constituídos por pessoal de apoio.
Critérios
O Ministério Público anunciou que vai apurar a eventual existência de ilícitos criminais suscitados por declarações do vereador do Urbanismo da Câmara do Porto, Paulo Morais, que acusa autarquias de cederem a pressões para aprovar projectos imobiliários.
Por que razão Souto Moura não usa o mesmo critério em relação à confissão de Carmona Rodrigues em relação à tentativa de comprar apoios eleitorais à custa do cofres das empresas municipais?
Manuel Maria Carrilho, do PS, vai ficar calado?
Ruben de Carvalho, do PCP, vai ficar calado?
Maria José Nogueira Pinto, do CDS, vai ficar calada?
Sá Fernandes, do Bloco, vai ficar calado?
E, já agora, o Presidente da República, vai ficar calado?
Por que razão Souto Moura não usa o mesmo critério em relação à confissão de Carmona Rodrigues em relação à tentativa de comprar apoios eleitorais à custa do cofres das empresas municipais?
Manuel Maria Carrilho, do PS, vai ficar calado?
Ruben de Carvalho, do PCP, vai ficar calado?
Maria José Nogueira Pinto, do CDS, vai ficar calada?
Sá Fernandes, do Bloco, vai ficar calado?
E, já agora, o Presidente da República, vai ficar calado?
Para esquecer
O seleccionador nacional engoliu a vergonhosa imposição de Pinto da Costa em relação à utilização de Nuno valente. A culpa não é só de Scolari. É tambem de Fernando Madail, uma espécie de figura com ramificações políticas que continua à frente da federação.O mais impressionante é que o Benfica e o Sporting, e os restantes clubes, ainda não disseram nada. O que esperam para exigir as mesmas condições de utilização dos seus jogadores que são chamados à selecção nacional?
Serviço público

Sejam quais forem as motivações, os silêncios e as contradições, Paulo Morais prestou um serviço público de alto significado. A entrevista está Aqui. Agora, só falta Souto Moura fazer o trabalho que lhe compete e para que é pago.
Opinião Pública
Abençoada clarividência, no CM, de Rui Hortelão
Portugal não pode esperar por 2009 , no DE, de António Costa
Marcar Terreno, no DE, de João Paulo Guerra
Aviões e incêndios, no DN, de J.A.Sousa Monteiro
Medo dos investidores?, no Jornal de Negócios, de Paulo Ferreira
Os fogos marcam, no Jornal de Negócios, de Luísa Bessa
Portugal não pode esperar por 2009 , no DE, de António Costa
Marcar Terreno, no DE, de João Paulo Guerra
Aviões e incêndios, no DN, de J.A.Sousa Monteiro
Medo dos investidores?, no Jornal de Negócios, de Paulo Ferreira
Os fogos marcam, no Jornal de Negócios, de Luísa Bessa
Quinta, 25

Depois do mensalão e do lisboetão, chega a vez do portão, como poderíamos falar do oeirão, do cascalão, do amadorão, do sintrão, do matosinhão, do bragão, do felgueirão, do gondomarão, etc
Mesmo que não queiramos, acabamos por vezes sermos repetitivos
SAIBA COMO RECONHECER OS CANDIDATOS ÀS AUTÁRQUICAS
O Dr. Branquinho diz que «não percebe», o Dr. Branquinho espanta-se, o Dr. Branquinho indigna-se
Mário Soares porá termo à farsa da "reflexão" já na próxima semana
A medida governamental sobre a limpeza coerciva das matas é neste momento uma típica manobra de desresponsabilização do estado
Em actualização permanente
quarta-feira, agosto 24
Só me faltava esta
O gozo é tal ... que até o compadre e as gracinhas. Mas ninguém tira o sentido de humor a um sportinguista. Nem mesmo os adeptos das papoilas saltitantes
Exemplo da lógica assassina do mercado

A implementação desenfreada da lógica economicista no transporte aéreo, garantida por gestores sem escrúpulos, devia ser tratada como um vulgar crime público.
É uma constatação que vem a propósito das sucessivas tragédias aéreas, durante o mês de Agosto, nomeadamente a que envolveu o MD-80 da companhia aérea colombiana West Caribean, com 152 pessoas a bordo, sobretudo de nacionalidade francesa, que se despenhou na Serra Perijã, a noroeste da Venezuela, no passado dia 16.
Basta dar uma olhadela a um dos artigos publicados pelo Liberation para ter a noção da incúria de quem deve zelar pela segurança dos aparelhos.
O tema ultrapassa a questão da gestão, já que as pequenas companhias de aviação, que asseguram os voos «low cost», são criadas pelas grandes companhias para, precisamente, fugir o mais possível às indemnizações às vítimas.
Por um lado, vende-se a ideia que se pode fazer um voo a um preço inferior ao de uma viagem de carro ou de comboio. Por outro, constata-se que os aparelhos caiem como tordos.
Como em tudo, há sempre uma conclusão: A Comissão Europeia está convicta de que apenas quatro ou cinco transportadoras aéreas vão sobreviver na União Europeia.
A lista
Os acidentes com mais de 100 mortos nos últimos cinco anos no mundo:
31 de Outubro - ESTADOS UNIDOS - Um Boeing 767 da companhia Egyptair desaparece na costa leste dos Estados Unidos com 217 pessoas a bordo. Não houve sobreviventes.
31 de Janeiro - COSTA DO MARFIM - Um airbus da Kenya Airways cai no mar pouco depois de decolar em Abdjan: 169 mortos.
19 de abril - FILIPINAS - Um 737-200 da Air Filipinas cai na ilha de Samal, ao sul do país: 131 mortos.
9 de Julho - COLÔMBIA - 113 mortos na queda de um avião DC-4 da companhia Coral que se acidentou pouco depois de decolar em Villavicencio (sudeste de Bogotá).
25 de Julho - FRANÇA - Um Concorde da Air France com destino a Nova York cai sobre a área de um hotel próximo ao aeroporto parisiense de Roissy deixando 113 mortos.
3 de Julho - RÚSSIA - 145 pessoas morrem próximo à cidade de Irkutsk (Sibéria Oriental) na queda de um TU-154 da companhia VladivostokAvia.
8 de Outubro - ITÁLIA - Um MD 87 da companhia SAS, com 104 passageiros e seis membros da tripulação, cai sobre um depósito de equipamentos após ter se chocado com um pequeno avião privado alemão com quatro pessoas a bordo no aeroporto de Milão-Linate (norte): 118 mortos.
12 de Novembro - ESTADOS UNIDOS - Um Airbus A-300 da American Airlines cai sobre o bairro do Queens, em Nova York, e deixa 265 mortos.
12 de Fevereiro - IRÃO - Um Tupolev-154 de uma companhia nacional iraniana cai no sudoeste do país deixando 119 mortos.
15 de Abril - CORÉIA DO SUL - Um Boeing 767 da Air China cai em uma área residencial próxima de Gimhae, na Coréia do Sul, e 129 pessoas morrem no acidente.
7 de Maio - CHINA - Um MD-82 pertencente à China Northern cai no mar no nordeste da China, deixando 112 mortos.
25 de Maio - TAIWAN - Um Boeing 747-200 pertencente à companhia taiwanesa China Airlines cai durante uma viagem a Hong Kong, com um total de 225 mortos.
8 de maio - REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO - Cerca de 200 passageiros morrem, segundo as autoridades do aeroporto, quando a porta traseira de um avião Ilyushin-76, pertencente ao Ministério da Defesa ucraniano, se abriu em pleno voo sobre a República Democrática do Congo.
8 de Julho - SUDÃO - Um avião de uma companhia sudanesa com destino a Cartum. Apenas um dos 115 passageiros e tripulantes conseguiu se salvar.
25 de Dezembro - BENIN - Um avião pertencente à companhia UTA, com sede na Guiné, cai no mar próximo a Benin no Natal. Morreram 139 pessoas, em sua maioria libanesas.
3 de Janeiro - EGITO - Um Boeing 737 da companhia de vôo charter egípcia Flahs Airlines cai no Mar Vermelho após sua decolagem na estação balneária de Sharm el-Sheik, deixando 148 mortos, entre eles 135 turistas franceses.
Udinese - Sporting
Um ladrão - Árbitro Terje Hauge
Um frangueiro - Ricardo
Um incompetente - Peseiro
Para saber mais sobre a história do jogo, ler a segunda versão da picareta falante
Um frangueiro - Ricardo
Um incompetente - Peseiro
Para saber mais sobre a história do jogo, ler a segunda versão da picareta falante
Opinião Pública
Soares e o PSD, no DE, de Domingos Amaral
Ainda há optimistas, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Governo que arde, no DN, de Luís Delgado
Deixar andar, no DN, de Sarsfield Cabral
Ainda há optimistas, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Governo que arde, no DN, de Luís Delgado
Deixar andar, no DN, de Sarsfield Cabral
terça-feira, agosto 23
'Lisboão', by imprensa internacional

É o reverso da medalha.
Portugal importa o 'Mensalão' e exporta o 'Lisboão'.
Está tudo na Folha de São Paulo, o maior e mais influente diário brasileiro
Eleição em Lisboa utiliza termo da crise brasileira
Lisboa
O "mensalão", que há dois meses monopoliza as atenções no Brasil, definitivamente, fez escala em Portugal. Agora, além da suspeita de que grandes empresas do país, como a Portugal Telecom e o Banco Espírito Santo, teriam negociado com o publicitário Marcos Valério, o termo ""mensalão" acaba de ser incorporado à pré-campanha da eleição municipal em Lisboa.
O pré-candidato a presidente da Câmara (correspondente a prefeito) de Lisboa Carmona Rodrigues, que tem o apoio do PSD, foi acusado de oferecer um cargo em uma empresa municipal ao dirigente do pequeno Partido Nova Democracia (PND), Jorge Ferreira, como contrapartida para um acordo eleitoral.
O próprio Jorge Ferreira tornou pública a oferta e comparou o episódio ao ""mensalão" brasileiro. O pré-candidato do Partido Socialista, Manuel Maria Carilho, também associou o episódio ao ""mensalão", e cobrou explicações de Carmona Rodrigues, que não passou recibo e recusou-se a responder à denúncia do dirigente do PND.
Até agora, as lideranças políticas portuguesas não se manifestaram sobre os indícios de aproximação de Marcos Valério, ou de tentativas de negociação, com grandes empresas do país com negócios no Brasil.
"Ainda não estão claros os contornos da ação de Marcos Valério em Portugal. Por isso, nem o governo, nem os políticos acham que devem falar sobre o caso", afirmou à Folha o diretor da pré-campanha do candidato do PS à eleição de Lisboa, Luiz Bernardo.
Zelig
A imprensa portuguesa demonstra surpresa com as informações sobre Valério e sua proximidade, ou tentativas de aproximação, com algumas das maiores empresas do país. Ele está sendo comparado ao personagem Zelig, ""que nunca esteve em nenhum momento histórico, mas, vendo bem, sempre apareceu em todos eles", escreveu o "Expresso".
A ""conexão portuguesa" do ""mensalão" veio à tona com a informação do deputado Roberto Jefferson, de que o publicitário teria viajado a Lisboa, em companhia do tesoureiro do PTB, para buscar solução para saldar dívidas do PT e do partido trabalhista.
O segundo ponto de contato de Valério em Portugal foi o ex-ministro de Obras Públicas, Antonio Mexia, que o recebeu, em outubro de 2004, em companhia do presidente da Portugal Telecom, Miguel Horta.
O presidente do Banco Espírito Santo, Ricardo Salgado, recebeu Marcos Valério naquele mesmo mês. Supostamente, o publicitário foi apresentar os serviços de suas agências de publicidade, e teria sido orientado a tratar do caso diretamente com o presidente do BESI (braço de investimentos do Banco Espírito Santo) no Brasil, Ricardo Espírito Santo.
Elvira Lobato / Folha de S. Paulo
Portugal importa o 'Mensalão' e exporta o 'Lisboão'.
Está tudo na Folha de São Paulo, o maior e mais influente diário brasileiro
Eleição em Lisboa utiliza termo da crise brasileira
Lisboa
O "mensalão", que há dois meses monopoliza as atenções no Brasil, definitivamente, fez escala em Portugal. Agora, além da suspeita de que grandes empresas do país, como a Portugal Telecom e o Banco Espírito Santo, teriam negociado com o publicitário Marcos Valério, o termo ""mensalão" acaba de ser incorporado à pré-campanha da eleição municipal em Lisboa.
O pré-candidato a presidente da Câmara (correspondente a prefeito) de Lisboa Carmona Rodrigues, que tem o apoio do PSD, foi acusado de oferecer um cargo em uma empresa municipal ao dirigente do pequeno Partido Nova Democracia (PND), Jorge Ferreira, como contrapartida para um acordo eleitoral.
O próprio Jorge Ferreira tornou pública a oferta e comparou o episódio ao ""mensalão" brasileiro. O pré-candidato do Partido Socialista, Manuel Maria Carilho, também associou o episódio ao ""mensalão", e cobrou explicações de Carmona Rodrigues, que não passou recibo e recusou-se a responder à denúncia do dirigente do PND.
Até agora, as lideranças políticas portuguesas não se manifestaram sobre os indícios de aproximação de Marcos Valério, ou de tentativas de negociação, com grandes empresas do país com negócios no Brasil.
"Ainda não estão claros os contornos da ação de Marcos Valério em Portugal. Por isso, nem o governo, nem os políticos acham que devem falar sobre o caso", afirmou à Folha o diretor da pré-campanha do candidato do PS à eleição de Lisboa, Luiz Bernardo.
Zelig
A imprensa portuguesa demonstra surpresa com as informações sobre Valério e sua proximidade, ou tentativas de aproximação, com algumas das maiores empresas do país. Ele está sendo comparado ao personagem Zelig, ""que nunca esteve em nenhum momento histórico, mas, vendo bem, sempre apareceu em todos eles", escreveu o "Expresso".
A ""conexão portuguesa" do ""mensalão" veio à tona com a informação do deputado Roberto Jefferson, de que o publicitário teria viajado a Lisboa, em companhia do tesoureiro do PTB, para buscar solução para saldar dívidas do PT e do partido trabalhista.
O segundo ponto de contato de Valério em Portugal foi o ex-ministro de Obras Públicas, Antonio Mexia, que o recebeu, em outubro de 2004, em companhia do presidente da Portugal Telecom, Miguel Horta.
O presidente do Banco Espírito Santo, Ricardo Salgado, recebeu Marcos Valério naquele mesmo mês. Supostamente, o publicitário foi apresentar os serviços de suas agências de publicidade, e teria sido orientado a tratar do caso diretamente com o presidente do BESI (braço de investimentos do Banco Espírito Santo) no Brasil, Ricardo Espírito Santo.
Elvira Lobato / Folha de S. Paulo
Começou a barafunda
No meio da maior confusão, em que as populações clamam por ajuda e pela intervenção dos bombeiros, que por vezes não chegam a tempo, a direcção e o comando dos Bombeiros Voluntários do Porto lamentam a escassa solicitação dos seus efectivos para combate a fogos florestais, enquanto se mobilizam corporações de voluntários das regiões autónomas.
Notícia Lusa
Em comunicado, a Direcção dos Bombeiros Voluntários do Porto refere que aquele corpo de bombeiros só foi solicitado duas vezes, na presente época de fogos, para colaborar no combate a incêndios florestais - uma para Amarante e outra para Gondomar.
“Tal não seria de espantar se não tivéssemos conhecimento da participação de corpos de bombeiros provenientes da Madeira e Açores, constatando mesmo a possibilidade de serem pedidos reforços a canadianos e franceses”, afirma o comunicado dos BVP.
“Face ao exposto - observam - ficámos chocados com as imagens que vemos todos os dias e sublinhamos a impotência que sentimos por não poderemos ajudar as populações desesperadas”.
Contactado pela Lusa, o comandante da corporação, Carlos Bessa, disse ter sido chamado a explicar-se, ante a Direcção, sobre as razões por que os BVP não estavam a colaborar no ataque aos fogos florestais.
“Os próprios bombeiros me questionam, mas a verdade é que não posso avançar sem receber ordens nesse sentido por parte do CDOS 1/8Centro Distrital de Operações de Socorro 3/8”, lamentou o comandante, garantindo que tem manifestado, reiteradamente, a disponibilidade dos BVP para essas missões.
Carlos Bessa disse que o seu corpo de bombeiros, o mais antigo do Norte de Portugal, pode disponibilizar 20 homens e duas viaturas para os fogos florestais “sem pôr em causa a sua missão no combate a eventuais sinistros urbanos”.
O comandante sublinhou que embora os BVP sejam um corpo de bombeiros urbano, os seus efectivos “estão preparados” para fogos florestais, o que decorre da experiência adquirida em anos anteriores, quando colaboraram assiduamente em missões desse tipo.
“São homens que andaram muitos anos a combater fogos no interior do distrito”, garantiu.
Contactado pela Lusa, o coordenador distrital das Operações de Socorro do Porto (CDOS), Carlos Pereira, remeteu quaisquer esclarecimentos para o comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto, Luís Nobre, que coordena os corpos de bombeiros da cidade.
Tal não foi possível em tempo útil.
Também o presidente dos Bombeiros Voluntários de Amarante, Ilídio Pinto, responsabilizou o coordenador distrital das Operações de Socorro do Porto pela “tardia” mobilização de meios para um incêndio que lavrou, há cerca de duas semanas, em sete freguesias daquele concelho e que destruiu 550 hectares de floresta.
Ilídio Pinto, que é também presidente da Junta de Carvalho Rei, acrescentou que escreveu ao Governo Civil do Porto e ao Governo a “pedir responsabilidades” sobre o sucedido.
“Não lhe reconheço competência técnica para avaliar a mobilização de meios. Se se sente prejudicado, que participe, alguém irá investigar”, respondeu o coordenador distrital do CDOS, Carlos Pereira.
Considerou ainda que a posição de Ilídio Pinto surge na sequência de um diferendo que os opõem a propósito do novo comandante dos Bombeiros Voluntários de Amarante, Jorge Pinto.
“Ele nomeou e deu posse a um comandante que eu não posso homologar porque, ao arrepio do que manda a lei, não frequentou, com aproveitamento, um curso na Escola Nacional de Bombeiros”, afirmou o coordenador distrital.
JGJ.
Lusa/fim
Notícia Lusa
Em comunicado, a Direcção dos Bombeiros Voluntários do Porto refere que aquele corpo de bombeiros só foi solicitado duas vezes, na presente época de fogos, para colaborar no combate a incêndios florestais - uma para Amarante e outra para Gondomar.
“Tal não seria de espantar se não tivéssemos conhecimento da participação de corpos de bombeiros provenientes da Madeira e Açores, constatando mesmo a possibilidade de serem pedidos reforços a canadianos e franceses”, afirma o comunicado dos BVP.
“Face ao exposto - observam - ficámos chocados com as imagens que vemos todos os dias e sublinhamos a impotência que sentimos por não poderemos ajudar as populações desesperadas”.
Contactado pela Lusa, o comandante da corporação, Carlos Bessa, disse ter sido chamado a explicar-se, ante a Direcção, sobre as razões por que os BVP não estavam a colaborar no ataque aos fogos florestais.
“Os próprios bombeiros me questionam, mas a verdade é que não posso avançar sem receber ordens nesse sentido por parte do CDOS 1/8Centro Distrital de Operações de Socorro 3/8”, lamentou o comandante, garantindo que tem manifestado, reiteradamente, a disponibilidade dos BVP para essas missões.
Carlos Bessa disse que o seu corpo de bombeiros, o mais antigo do Norte de Portugal, pode disponibilizar 20 homens e duas viaturas para os fogos florestais “sem pôr em causa a sua missão no combate a eventuais sinistros urbanos”.
O comandante sublinhou que embora os BVP sejam um corpo de bombeiros urbano, os seus efectivos “estão preparados” para fogos florestais, o que decorre da experiência adquirida em anos anteriores, quando colaboraram assiduamente em missões desse tipo.
“São homens que andaram muitos anos a combater fogos no interior do distrito”, garantiu.
Contactado pela Lusa, o coordenador distrital das Operações de Socorro do Porto (CDOS), Carlos Pereira, remeteu quaisquer esclarecimentos para o comandante do Batalhão de Sapadores Bombeiros do Porto, Luís Nobre, que coordena os corpos de bombeiros da cidade.
Tal não foi possível em tempo útil.
Também o presidente dos Bombeiros Voluntários de Amarante, Ilídio Pinto, responsabilizou o coordenador distrital das Operações de Socorro do Porto pela “tardia” mobilização de meios para um incêndio que lavrou, há cerca de duas semanas, em sete freguesias daquele concelho e que destruiu 550 hectares de floresta.
Ilídio Pinto, que é também presidente da Junta de Carvalho Rei, acrescentou que escreveu ao Governo Civil do Porto e ao Governo a “pedir responsabilidades” sobre o sucedido.
“Não lhe reconheço competência técnica para avaliar a mobilização de meios. Se se sente prejudicado, que participe, alguém irá investigar”, respondeu o coordenador distrital do CDOS, Carlos Pereira.
Considerou ainda que a posição de Ilídio Pinto surge na sequência de um diferendo que os opõem a propósito do novo comandante dos Bombeiros Voluntários de Amarante, Jorge Pinto.
“Ele nomeou e deu posse a um comandante que eu não posso homologar porque, ao arrepio do que manda a lei, não frequentou, com aproveitamento, um curso na Escola Nacional de Bombeiros”, afirmou o coordenador distrital.
JGJ.
Lusa/fim
É já a seguir
Jorge Ferreira do Tomar Partido já regressou de férias.
A reacção ao 'Lisboão', na primeira pessoa, é o mínimo que se espera na blogosfera.
A reacção ao 'Lisboão', na primeira pessoa, é o mínimo que se espera na blogosfera.
Opinião Pública
No país dos tristes, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Novo aeroporto:estudos e decisões, no DN, de João Cravinho
Novo aeroporto:estudos e decisões, no DN, de João Cravinho
segunda-feira, agosto 22
Mais vale tarde do que nunca
António Costa retomou a iniciativa política depois de ter sido criticado pela forma como tem conduzido o combate aos incêndios. A proposta de construção de uma avião europeu de combate aos incêndios é uma excelente ideia para o futuro
Opinião Pública
Matar a sede de petróleo da América, no DN, de Joseph S. Nye
Corrida ao fogo, no DN, de Luís Delgado
Sector que dá notícias, no Jornal de negócios, de Sérgio Figueiredo
Corrida ao fogo, no DN, de Luís Delgado
Sector que dá notícias, no Jornal de negócios, de Sérgio Figueiredo
domingo, agosto 21
Escandaloso
Depois do lamentável episódio das férias, no Quénia, enquanto o país ardia, José Sócrates teve que dar o braço a torcer. Finalmente, desceu ao terreno para constatar a desgraça que está a afectar milhares e milhares de portugueses.
Numa manobra politiqueira, a primeira palavra do primeiro-ministro não foi para as vítimas da incúria deste governo, que não consegue implementar os planos e garantir os meios para garantir a segurança de pessoas e de bens.
Gorada a tentativa descarada de condicionar os meios da comunicação social, numa espécie de apelo desinteressado para não passarem as imagens dos fogos, como se fosse possível abafar a calamidade que está a devastar Portugal, e face às sucessivas denúncias de falta de meios dos bombeiros, entre outras acusações graves que têm passado entre as lágrimas da tragédia, José Sócrates foi ao terreno para, calculadamente, tentar calar o desespero dos soldados da paz.
As condições climatérias adversas eram previsíveis, mas o chefe do governo continua a tentar disfarçar um erro político colossal com piruetas para todos os gostos.
Os elogios do primeiro-primeiro aos bombeiros, que tentam compensar com o seu esforço um sistema que não lhes dá meios, cheiram a demagogia.
Os portugueses não lhe vão perdoar, tal como não perdoaram aos seus antecessores.
Numa manobra politiqueira, a primeira palavra do primeiro-ministro não foi para as vítimas da incúria deste governo, que não consegue implementar os planos e garantir os meios para garantir a segurança de pessoas e de bens.
Gorada a tentativa descarada de condicionar os meios da comunicação social, numa espécie de apelo desinteressado para não passarem as imagens dos fogos, como se fosse possível abafar a calamidade que está a devastar Portugal, e face às sucessivas denúncias de falta de meios dos bombeiros, entre outras acusações graves que têm passado entre as lágrimas da tragédia, José Sócrates foi ao terreno para, calculadamente, tentar calar o desespero dos soldados da paz.
As condições climatérias adversas eram previsíveis, mas o chefe do governo continua a tentar disfarçar um erro político colossal com piruetas para todos os gostos.
Os elogios do primeiro-primeiro aos bombeiros, que tentam compensar com o seu esforço um sistema que não lhes dá meios, cheiram a demagogia.
Os portugueses não lhe vão perdoar, tal como não perdoaram aos seus antecessores.
sábado, agosto 20
Vá lá, não custa muito

CINEMA
A Ilha, The Island
De Michael Bay, com Ewan McGregor, Scarlett Johansson, Djimon Hounsou
Ficção científica; 136 min; EUA; 2005
TEATRO
A festa da commedia dell' arte
Artistas portugueses, italianos e espanhóis
Castelo de S. Jorge e Museu da Marioneta
EXPOSIÇÕES
Construir / Desconstruir / Habitar
Modos de estar
A exposição reabre ao público no sábado, 20, no Centro Cultural de Belém
MÚSICA
Caminho para a originalidade
Naperon R. da Barroca, 111, Bairro Alto
Lisboa 21 346 4301 21h-4h
NOITE
Bar do Titan
Discoteca em frente ao mar
Junto ao paredão de Leixões
Estranho
Nos últimos cinco anos, suicidaram-se três profissionais da PSP em serviço no Comando de Setúbal, enquanto outro agente ficou cego, após uma tentativa frustrada de suicídio.
Vergonha
A família do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto pela polícia em Julho em Londres ao ser confundido com um terrorista, rejeitou uma indemnização de um milhão de dólares da Scotland Yard, noticia hoje o The Daily Mail.
Portugal continua a arder - 12 horas - Sabado, 20
Os incêndios de Pampilhosa da Serra, Vila Nova de Cerveira e Castro Daire são os que mais preocupam os bombeiros.
16 incêndios continuam activos.
16 incêndios continuam activos.
sexta-feira, agosto 19
Passatempo
Correspondendo à genial observação do Portugal dos Pequeninos,
escolha a melhor fotografia de
«O inconfundível look
de 'betinho' irritado»:
Opção 1
Correio da Manhã


Opção 2
Expresso
escolha a melhor fotografia de
«O inconfundível look
de 'betinho' irritado»:
Opção 1
Correio da Manhã

Opção 2
Expresso
'Lisboão' em andamento
A entrevista de Carmona Rodrigues, na revista Sábado, e a de Nuno da Câmara Pereira, ao semanário O Independente, confirmam o que já todos sabiam. Carmona Rodrigues tentou comprar o apoio eleitoral do PND em troca de um lugar de consultadoria numa empresa municipal. Após ter levado sopa do PND, Carmona virou-se, com sucesso, para o PPM.
Confessar é raro, é bonito e até é atenuante. Mas não ilide a responsabilidade. Pelo contrário, até a prova.
O candidato do PS já classificou esta manobra como estando no limiar da corrupção. Agora, depois da confissão do seu adversário, o que vai fazer Manuel Maria Carrilho?
Confessar é raro, é bonito e até é atenuante. Mas não ilide a responsabilidade. Pelo contrário, até a prova.
O candidato do PS já classificou esta manobra como estando no limiar da corrupção. Agora, depois da confissão do seu adversário, o que vai fazer Manuel Maria Carrilho?
Opinião Pública
Gaza no caminho da paz?, no DN, de Felipe González
Afectos, no DN, de Vicente Jorge Silva
Judeus não expulsam judeus?, no Diário Digital, de Clara Ferreira Alves
Afectos, no DN, de Vicente Jorge Silva
Judeus não expulsam judeus?, no Diário Digital, de Clara Ferreira Alves
Sexta, 19

Da conjugação dos incêndios com as férias de Sócrates, teve o país uma vantagem:
Ficou já a conhecer a fibra de que é feita a liderança do Senhor PM
OS SAPATINHOS, MEU DEUS, OS SAPATINHOS
A ADSL DA SAPO...
Calamidade, o fogo?
INCÊNDIOS? QUE INCÊNDIOS?
Ainda há soaristas vivos
Violência doméstica: 300 polícias recebem formação específica
E o Nobel aqui tão perto!
Qual cartelização?
Estados
Fragmentos de insanidade
Cegueira seria não reconhecer que a desocupação dos colonatos de Gaza é um caminho correcto
Só lamento que, em vez de escolher a segunda ou terceira maior repartição de finanças do país, Sócrates não aproveite o ensejo para levar os jornalistas até outras, mais modestas, mais surrealistas e com um volume de trabalho significativo, como as de Alvalade, em Lisboa, ou a de Odivelas
Em actualização permanente
quinta-feira, agosto 18
Mais um sinal de desvario político
José Sócrates refutou as críticas à sua ausência do país na época dos incêndios, considerando que a exploração política do tema tem sido demagógica, injusta e mesquinha.
É o entendimento do primeiro-ministro, em jeito de fuga em frente, que prova que está disposto a persistir em mais um lamentável erro de comunicação, a roçar a insuportável arrogância política, que, aliás, tem caracterizado a forma como tem anunciado algumas das suas decisões.
Aparentemente, José Sócrates regressou de férias, em África, com a convicção de que só é um estadista quem se revelar frio, implacável e insensível. Até pode ser. Mas, certamente, um primeiro-ministro tem de ser muito mais. Tem de ter bom senso e tem a obrigação de mostrar respeito pelo sofrimento de alguns dos seus concidadãos, no momento em que perderam tudo.
É o entendimento do primeiro-ministro, em jeito de fuga em frente, que prova que está disposto a persistir em mais um lamentável erro de comunicação, a roçar a insuportável arrogância política, que, aliás, tem caracterizado a forma como tem anunciado algumas das suas decisões.
Aparentemente, José Sócrates regressou de férias, em África, com a convicção de que só é um estadista quem se revelar frio, implacável e insensível. Até pode ser. Mas, certamente, um primeiro-ministro tem de ser muito mais. Tem de ter bom senso e tem a obrigação de mostrar respeito pelo sofrimento de alguns dos seus concidadãos, no momento em que perderam tudo.
Finalmente, juntos
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a empresa de apostas desportivas na Internet betandwin.com
Ninguém o cala ... ou goza
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Um batimento irresistível





















