quinta-feira, setembro 1

Uma questão de fé

A TVI passou a ser uma verdadeira novela financeira, com actores de primeira linha:
Igreja Católica
Fundação Oriente
Media Capital
Prisa
RTL
LP Brothers
Igreja Maná

Os serviços de um partido?






José Sócrates deu posse ao novo director Sistema de Informações da República Portuguesa (SIRP), Júlio Pereira. Na ocasião, o primeiro-ministro afirmou que os serviços de informações nacionais têm pela frente o desafio da credibilidade.
Será que para o chefe do governo, a credibilidade passa pela nomeação de simpatizantes do PS para as chefias do SIS e do SIED?

Após o «limiar da corrupção»...

Manuel Maria Carrilho exige explicações sobre o contrato entre a Câmara e a empresa «Street Park», afirmando que aquele documento coloca Carmona Rodrigues «no limiar da total irresponsabilidade».

Amarante sofre



O debate da SIC Notícias, que reuniu Armindo Ribeiro, Ferreira Torres e Luís Ramos, foi um exercício penoso para a democracia. O país ficou a ter uma ideia do que se vai passar em Amarante nos próximos quatro anos.
PS. Avelino ganhou o debate. Mas com aqueles dois, tudo é possível. Até o pior!

Cortina de fumo

Após o lançamento da candidatura de Mário Soares, problemas de som à parte, uma certa elite, normalmente remunerada a peso de ouro, à custa do Orçamento, pois claro, tem repetido até à exaustão que Mário Soares é o candidato certo para acabar com a onda de pessimismo.
Triste ilusão! Para acabar com a onda depressiva que existe em Portugal não basta um líder providencial. O que é necessário é falar verdade, acabar com o nepotismo, limitar os circuitos de corrupção e os grandes negócios do estado, que continuam à margem do escrutínio de tudo e de todos.

Pobre país

Órfão do pai político, que fugiu, pela segunda vez, agora rumo a um cargo internacional, aliás, com mérito e toda a legitimidade, o primeiro-ministro tenta, com visível desespero, agarrar-se a Mário Soares.
O medo de ficar isolado é tão grande que José Sócrates, esquecido da maioria que os portugueses lhe conferiram, afirma que Mário Soares é o único que pode unir os portugueses.

Opinião Pública

Mário Soares, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Política séria, precisa-se, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Incêndios e incendiários, no DN, de Manuel Monteiro
O canto do Alegre, no DN, de Luís Delgado

Quinta, 1


Uma questão de idade

Mário Soares, o FMI e Pacheco Pereira

PALPITE PRESIDENCIAL

Vital Moreira continua imparável na sua "cruzada" primitiva, estilo "Vasco Graça Moura ao contrário"

apertar o cinto ?

O autismo do poder

Cavaco Silva e os liberais

Temos Rei

HÁ CORRUPÇÃO EM PORTUGAL?

Em actualização permanente

quarta-feira, agosto 31

Em forma



Mário Soares regressou com um discurso renovado.

Duas faces da mesma moeda



Mário Soares é candidato a Belém, enquanto Cavaco Silva continua a manter a fita.
A legitimidade de ambos os gestos, em termos formais, não tem contestação. Há quem lhe chame o normal jogo político. Outros preferem chamar-lhe farsa.
Depois de dizer Basta!, por duas vezes, aos cargos políticos e institucionais, no dia do seu último aniversário, alguns anteciparam o regresso do velho 'Barão', no seu melhor estilo, o da cambalhota política.
De facto, sem perfil para alimentar tabus politicamente insuportáveis, Mário Soares tem a única vantagem de assumir as suas fraquezas, de dar o dito por não dito, pois aos 'Notáveis' tudo tem sido permitido e perdoado.
Ao seu lado, como ao lado de Cavaco Silva, estarão os compagnons de route, os amigos e os oportunistas do costume. Uma parte da corte do regime vai estar lá, na primeira fila, não para defender os interesses do país, mas para defender os seus próprios interesses, bem como os dos verdadeiros poderosos que representam há muitos anos. Não é por acaso que Mário Soares, num raro lapso de sinceridade, deixou escapar que o eventual duelo com Cavaco Silva não seria ideológico.
A candidatura de Mário Soares e a putativa candidatura de Cavaco Silva são duas faces da moeda, de um sistema que ajudou a salvar o país das ditaturas, mas que o tem condenado, nos últimos 25 anos, a uma outra espécie de ditadura: a democracia de fachada.

Não há campanha de imagem que resista

O Le Figaro, um jornal diário francês de grande circulação e influência, colocou a Portugal na lista de 30 países com companhias e aviões a evitar por falta de segurança.
Não é só nesta matéria que Portugal surge 'acompanhado' de países como a Albânia, o Mali, a Bielorússia, o Burkina Faso, o Cambodja, a Papuásia-Nova Guiné, a Rússia, a Guiana, o Samoa, o Togo, o Tonga e o Vanuatu, entre outros. Basta dar uma vista de olhos pelo ranking internacional das nossas obras públicas.
O que mais impressiona, independentemente da validade da notícia, que já foi desmentida pelo Instituto Nacional da Aviação Civil, é que o jornalista do 'Le Fígaro' escreve que algumas administrações das empresas referidas seriam «inexistentes, e por vezes, enfraquecidas, termo politicamente correcto para evitar evocar a corrupção».
No momento em que está em cima da mesa a construção de um novo aeroporto, que só tem sido escrutinado e discutido em espaços de inteira liberdade como a blogosfera, não deixa de ser irónica a existência de notícias que colocam em causa a qualidade e a segurança de uma empresa pública de transporte aéreo.

Opinião Pública

O discurso do pântano, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
E à direita, ninguém se mexe?, no DE, de Domingos Amaral

Quarta, 31


Petróleo...

SOARES

Triste espectáculo republicano

Coisas que nos fazem pensar

É a Hora!

Telegrama

Queres conversa, ainda agora chegaste e queres conversa?

Presidenciais: As minhas expectativas revisitadas

Um resumo

The torture never stops

A VANGUARDA

EPITÁFIO POLÍTICO QUE NÃO DE POLÍCIA (PARA A POSTERIDADE)

Em actualização permanente

terça-feira, agosto 30

O Alegre de sempre

É um socialista.
É uma referência intelectual.

É um homem livre, com ideias e ideais,
mas nunca foi um líder.

Nunca teve a coragem de assumir a ruptura.
É mais um militante,
de um PS velho.

Por muito que ainda possa pesar
e por muitas ameaças,
de uma candidatura presidencial.

Salvou-se, porventura, o jantar, em Viseu.

Está tudo dito



«É uma matéria mais política do que de polícia»,
Paulo Morais à saída do DCIAP

Se for como em 2003...

A primeira estimativa da área consumida pelo incêndios aponta para 240 mil hectares. Se for tão rigorosa como a primeira estimativa de 2003, vamos ter um ataque de nervos quando se publicarem os números definitivos de 2005.