terça-feira, agosto 23
Opinião Pública
No país dos tristes, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva
Novo aeroporto:estudos e decisões, no DN, de João Cravinho
Novo aeroporto:estudos e decisões, no DN, de João Cravinho
segunda-feira, agosto 22
Mais vale tarde do que nunca
António Costa retomou a iniciativa política depois de ter sido criticado pela forma como tem conduzido o combate aos incêndios. A proposta de construção de uma avião europeu de combate aos incêndios é uma excelente ideia para o futuro
Opinião Pública
Matar a sede de petróleo da América, no DN, de Joseph S. Nye
Corrida ao fogo, no DN, de Luís Delgado
Sector que dá notícias, no Jornal de negócios, de Sérgio Figueiredo
Corrida ao fogo, no DN, de Luís Delgado
Sector que dá notícias, no Jornal de negócios, de Sérgio Figueiredo
domingo, agosto 21
Escandaloso
Depois do lamentável episódio das férias, no Quénia, enquanto o país ardia, José Sócrates teve que dar o braço a torcer. Finalmente, desceu ao terreno para constatar a desgraça que está a afectar milhares e milhares de portugueses.
Numa manobra politiqueira, a primeira palavra do primeiro-ministro não foi para as vítimas da incúria deste governo, que não consegue implementar os planos e garantir os meios para garantir a segurança de pessoas e de bens.
Gorada a tentativa descarada de condicionar os meios da comunicação social, numa espécie de apelo desinteressado para não passarem as imagens dos fogos, como se fosse possível abafar a calamidade que está a devastar Portugal, e face às sucessivas denúncias de falta de meios dos bombeiros, entre outras acusações graves que têm passado entre as lágrimas da tragédia, José Sócrates foi ao terreno para, calculadamente, tentar calar o desespero dos soldados da paz.
As condições climatérias adversas eram previsíveis, mas o chefe do governo continua a tentar disfarçar um erro político colossal com piruetas para todos os gostos.
Os elogios do primeiro-primeiro aos bombeiros, que tentam compensar com o seu esforço um sistema que não lhes dá meios, cheiram a demagogia.
Os portugueses não lhe vão perdoar, tal como não perdoaram aos seus antecessores.
Numa manobra politiqueira, a primeira palavra do primeiro-ministro não foi para as vítimas da incúria deste governo, que não consegue implementar os planos e garantir os meios para garantir a segurança de pessoas e de bens.
Gorada a tentativa descarada de condicionar os meios da comunicação social, numa espécie de apelo desinteressado para não passarem as imagens dos fogos, como se fosse possível abafar a calamidade que está a devastar Portugal, e face às sucessivas denúncias de falta de meios dos bombeiros, entre outras acusações graves que têm passado entre as lágrimas da tragédia, José Sócrates foi ao terreno para, calculadamente, tentar calar o desespero dos soldados da paz.
As condições climatérias adversas eram previsíveis, mas o chefe do governo continua a tentar disfarçar um erro político colossal com piruetas para todos os gostos.
Os elogios do primeiro-primeiro aos bombeiros, que tentam compensar com o seu esforço um sistema que não lhes dá meios, cheiram a demagogia.
Os portugueses não lhe vão perdoar, tal como não perdoaram aos seus antecessores.
sábado, agosto 20
Vá lá, não custa muito

CINEMA
A Ilha, The Island
De Michael Bay, com Ewan McGregor, Scarlett Johansson, Djimon Hounsou
Ficção científica; 136 min; EUA; 2005
TEATRO
A festa da commedia dell' arte
Artistas portugueses, italianos e espanhóis
Castelo de S. Jorge e Museu da Marioneta
EXPOSIÇÕES
Construir / Desconstruir / Habitar
Modos de estar
A exposição reabre ao público no sábado, 20, no Centro Cultural de Belém
MÚSICA
Caminho para a originalidade
Naperon R. da Barroca, 111, Bairro Alto
Lisboa 21 346 4301 21h-4h
NOITE
Bar do Titan
Discoteca em frente ao mar
Junto ao paredão de Leixões
Estranho
Nos últimos cinco anos, suicidaram-se três profissionais da PSP em serviço no Comando de Setúbal, enquanto outro agente ficou cego, após uma tentativa frustrada de suicídio.
Vergonha
A família do brasileiro Jean Charles de Menezes, morto pela polícia em Julho em Londres ao ser confundido com um terrorista, rejeitou uma indemnização de um milhão de dólares da Scotland Yard, noticia hoje o The Daily Mail.
Portugal continua a arder - 12 horas - Sabado, 20
Os incêndios de Pampilhosa da Serra, Vila Nova de Cerveira e Castro Daire são os que mais preocupam os bombeiros.
16 incêndios continuam activos.
16 incêndios continuam activos.
sexta-feira, agosto 19
Passatempo
Correspondendo à genial observação do Portugal dos Pequeninos,
escolha a melhor fotografia de
«O inconfundível look
de 'betinho' irritado»:
Opção 1
Correio da Manhã


Opção 2
Expresso
escolha a melhor fotografia de
«O inconfundível look
de 'betinho' irritado»:
Opção 1
Correio da Manhã

Opção 2
Expresso
'Lisboão' em andamento
A entrevista de Carmona Rodrigues, na revista Sábado, e a de Nuno da Câmara Pereira, ao semanário O Independente, confirmam o que já todos sabiam. Carmona Rodrigues tentou comprar o apoio eleitoral do PND em troca de um lugar de consultadoria numa empresa municipal. Após ter levado sopa do PND, Carmona virou-se, com sucesso, para o PPM.
Confessar é raro, é bonito e até é atenuante. Mas não ilide a responsabilidade. Pelo contrário, até a prova.
O candidato do PS já classificou esta manobra como estando no limiar da corrupção. Agora, depois da confissão do seu adversário, o que vai fazer Manuel Maria Carrilho?
Confessar é raro, é bonito e até é atenuante. Mas não ilide a responsabilidade. Pelo contrário, até a prova.
O candidato do PS já classificou esta manobra como estando no limiar da corrupção. Agora, depois da confissão do seu adversário, o que vai fazer Manuel Maria Carrilho?
Opinião Pública
Gaza no caminho da paz?, no DN, de Felipe González
Afectos, no DN, de Vicente Jorge Silva
Judeus não expulsam judeus?, no Diário Digital, de Clara Ferreira Alves
Afectos, no DN, de Vicente Jorge Silva
Judeus não expulsam judeus?, no Diário Digital, de Clara Ferreira Alves
Sexta, 19

Da conjugação dos incêndios com as férias de Sócrates, teve o país uma vantagem:
Ficou já a conhecer a fibra de que é feita a liderança do Senhor PM
OS SAPATINHOS, MEU DEUS, OS SAPATINHOS
A ADSL DA SAPO...
Calamidade, o fogo?
INCÊNDIOS? QUE INCÊNDIOS?
Ainda há soaristas vivos
Violência doméstica: 300 polícias recebem formação específica
E o Nobel aqui tão perto!
Qual cartelização?
Estados
Fragmentos de insanidade
Cegueira seria não reconhecer que a desocupação dos colonatos de Gaza é um caminho correcto
Só lamento que, em vez de escolher a segunda ou terceira maior repartição de finanças do país, Sócrates não aproveite o ensejo para levar os jornalistas até outras, mais modestas, mais surrealistas e com um volume de trabalho significativo, como as de Alvalade, em Lisboa, ou a de Odivelas
Em actualização permanente
quinta-feira, agosto 18
Mais um sinal de desvario político
José Sócrates refutou as críticas à sua ausência do país na época dos incêndios, considerando que a exploração política do tema tem sido demagógica, injusta e mesquinha.
É o entendimento do primeiro-ministro, em jeito de fuga em frente, que prova que está disposto a persistir em mais um lamentável erro de comunicação, a roçar a insuportável arrogância política, que, aliás, tem caracterizado a forma como tem anunciado algumas das suas decisões.
Aparentemente, José Sócrates regressou de férias, em África, com a convicção de que só é um estadista quem se revelar frio, implacável e insensível. Até pode ser. Mas, certamente, um primeiro-ministro tem de ser muito mais. Tem de ter bom senso e tem a obrigação de mostrar respeito pelo sofrimento de alguns dos seus concidadãos, no momento em que perderam tudo.
É o entendimento do primeiro-ministro, em jeito de fuga em frente, que prova que está disposto a persistir em mais um lamentável erro de comunicação, a roçar a insuportável arrogância política, que, aliás, tem caracterizado a forma como tem anunciado algumas das suas decisões.
Aparentemente, José Sócrates regressou de férias, em África, com a convicção de que só é um estadista quem se revelar frio, implacável e insensível. Até pode ser. Mas, certamente, um primeiro-ministro tem de ser muito mais. Tem de ter bom senso e tem a obrigação de mostrar respeito pelo sofrimento de alguns dos seus concidadãos, no momento em que perderam tudo.
Finalmente, juntos
A Liga Portuguesa de Futebol Profissional e a empresa de apostas desportivas na Internet betandwin.com
Ninguém o cala ... ou goza
Opinião Pública
quarta-feira, agosto 17
O combate ao terrorismo não pode justificar a morte de um inocente


Jean Charles Menezes não estava a fugir, não era terrorista. E foi atingido por cinco balas disparadas por agentes da autoridade. Felizmente, no Reino Unido, uma comissão de inquérito ainda tem força suficiente para desmascarar as verdades oficiais, veiculadas imediatamente após a morte do brasileiro.
O assassinato de Jean Charles Menezes, em Londres, pela polícia, após os atentados de 7 de Julho, devia servir para tapar a boca aos que defendem todas as medidas excepcionais e um poder ilimitado para as forças de segurança.
Diligência ou marcação?
O primeiro-ministro não deve prescindir de fazer uma deslocação às áreas ardidas, apesar de António Costa ter escolhido o regresso do chefe do governo ao trabalho, após um período de férias, para sobrevoar os incêndios.
P.S.A propósito, onde pára Jorge Coelho?
P.S.A propósito, onde pára Jorge Coelho?
Há um ano ... era assim

DEZ EXEMPLOS EM DOZE MESES
Os especialistas consideravam, até 2003, que os grandes incêndios se caracterizavam pela destruição, no mínimo, de 100 hectares de floresta.
Os números do ano passado e deste ano podem obrigar mna revisão do conceito.
Durante várias décadas e até ao ano passado, o fogo que deflagrou em 1987, em Arganil, ocupou o primeiro lugar no "ranking" dos maiores incêndios florestais portugueses - cerca de 12 mil hectares foram destruídos. O primeiro foco surgiu perto de Arganil, distrito de Coimbra, no dia 13 de Setembro, e a extinção só foi declarada sete dias mais tarde.
Numa só noite, as chamas engoliram metade do total da área ardida.
No rescaldo contabilizam-se várias aldeias atingidas e duas vítimas mortais. A 20 de Setembro, a ajuda preciosa de uma chuvada rompeu com a progressão do fogo.
Observando, porém, os registos de 2003 e 2004, a tragédia de Arganil fica relativamente diminuída.
2004
TAVIRA
Fogo junto às praias O primeiro grande incêndio do concelho de Tavira, a 27 de Junho, deixou quase 500 hectares de mato em cinzas. As chamas, porém, voltaram em força e passados três dias fizeram desaparecer 3720 hectares de floresta e mais de uma dezena de casas. Durante vários dias, o incêndio galgou mato e ameaçou povoações. A freguesia de Conceição foi a zona mais fustigada, tendo ardido cerca de metade da sua área. As limalhas incandescentes de uma rebarbadora foram as responsáveis pela ocorrência.
ALQUEVA
A insistência das chamas A luta de mais de 160 bombeiros durante dois dias pôs um ponto final neste incêndio que deflagrou a 12 de Julho e consumiu mais de 2220 hectares de floresta. Por diversas vezes, os combatentes pensaram ter o fogo controlado, mas as chamas foram insistentes, provocando diversos reacendimentos que obrigaram à mobilização de um avião Canadair e dois helicópteros. O fogo teve início nas proximidades da aldeia de Alqueva, onde se situa a principal barragem alentejana, mas os estragos alastraram-se também ao concelho da Vidigueira.
SERRA DO CALDEIRÃO
O incêndio do ano Foi o pior incêndio do ano. Ainda não há dados oficiais, mas o comandante dos Bombeiros Municipais de Loulé estima que arderam 34 mil hectares.
Os danos ambientais são evidentes, juntando-se a eles os prejuízos económicos que resultam dos milhares de sobreiros afectados. As chamas arrancaram a 26 de Julho de Almodôvar, no Alentejo, mas os ventos fortes contribuíram para que rapidamente chegassem ao Algarve. A zona poente de Loulé foi a porta de entrada do fogo nesta região, mas o concelho de Silves também foi tingido pelo negro. Durante três dias, este foco foi combatido, tendo sido declarado extinto a 29 de Julho. Este não foi, no entanto, o fim. Uma outra frente avançou pelo lado nascente de Loulé e entrou em S. Brás de Alportel, uma das principais áreas de produção de cortiça.
Em apenas duas horas, o fogo correu 30 quilómetros, saltando de monte em monte. A rota do fogo ameaçou dezenas de povoações e pelo menos cinco habitações arderam.
MONCHIQUE
Primeiro ano negro Depois dos mais de 30 mil hectares que arderamoano passado, as chamas regressaram sem piedade à serra de Monchique. Os valores oficiais ainda não foram divulgados, mas o comandante dos bombeiros voluntários do concelho estima que arderam aproximadamente 1800 hectares. O fogo deflagrou num domingo em Barranco Silvestre e só na quarta-feira seguinte foi controlado. Mais de duas centenas de casas foram ameaçadas, dificultando o trabalho dos bombeiros. Apesar do esforço, três famílias perderam a sua residência permanente.
2003
FUNDÃO
Sete dias de combate O fogo nasceu a 27 de Julho em Silvares, a 11 quilómetros do Fundão, mas acabou por entrar nos concelhos de Castelo Branco e Oleiros. Arderam quase 20 mil hectares de floresta e em algumas alturas chegaram a registar-se cinco frentes distintas. Os bombeiros lutaram contra as chamas durante sete dias e um homem de 65 anos acabou por morrer carbonizado enquanto tentava afastar o fogo da sua propriedade. Durante o combate, um incidente aparatoso a registar: um helicóptero tocou nos cabos eléctricos e deixou Castelo Branco sem luz durante duas horas. Mais de oitocentos homens (entre bombeiros e militares) e dez meios aéreos fizeram parte do dispositivo de combate. A causa do fogo continua indeterminada.
PROENÇA-A-NOVA
Um retraio trágico Dois mortos, dezenas de famílias retiradas das casas e dezenas de feridos, a maior parte dos quais bombeiros. É este o retraio trágico de um fogo que inaugurou Agosto e manteve a força até ao dia 5. As chamas, que arrancaram de Froi, Proençaa-Nova, e galgaram até aos concelho de Castelo Branco, Oleiros e Sertã, consumiram mais de 36 mil hectares. O número dá-lhe o rótulo do segundo maior incêndio do ano (e de sempre). Mais de quinhentos bombeiros, quatro helicópteros pesados e dois aviões Canadaír combateram a fúria do fogo. A causa das chamas continua por determinar.
CHAMUSCA
Ardeu 50% do concelho A trovoada carrega a culpa deste incêndio que devastou quase 22 mil hectares.
Ulme, na Chamusca,
foi o ponto de partida do fogo, que varreu em apenas um dia metade do concelho. A 2 de Agosto, um dia após o arranque das chamas, havia casas a arder na vila da Chamusca e até unidades industriais que estavam no caminho do fogo foram consumidas. A localidade não dispunha de água nem de electricidade e os bombeiros deparavam-se com a falta de meios. A ameaça do incêndio obriga à evacuação dos trinta habitantes da aldeia de Casalinho.
VILA DE REI
Cercados pelas chamas O fogo entrou no concelho a 19 de Julho, tendo destruído mais de nove mil hectares, mas não ficou satisfeito e passados 11 dias reincidiu para engolir um área ligeira mente superior à da primeira passagem.
As chamas partiram novamente da Sertâ à conquista, bem sucedida, dos concelhos vizinhos de Vila de Rei, Sardoal e Abrantes.
Casas ardidas, povoações em risco, frentes de fogo indomáveis e moradores em pânico era o cenário vivido no dia em que Vila de Rei ficou cercada pelas chamas, sem electricidade nem comunicações. Pelo caminho ficou aquela que era a maior mancha contínua de pinheiro-bravo da Europa.
MONCHIQUE
Uma serra a preto O primeiro incêndio começou na Mexilhoeira Grande, em Portimão, mas arrasou vários concelhos do Barlavento algarvio.
Monchique, Aljezur e Lagos não escaparam.
Viram-se aldeias cercadas pelas chamas, populações à espera de serem evacuadas e chuvas de cinzas nas praias de Lagos.
O fumo intenso e a queda de materiais incandescentes obrigaram ao corte de várias estradas, incluindo alguns troços da Via do Infante. Contabilizavam-se quase 26 mil hectares de área ardida. O primeiro foco surgiu a 7 de Agosto, mas a 14 as chamas ainda não estavam controladas. Em Setembro, as chamas voltaram a Monchique. Desta vez, devastaram a serra. Foram 27.600 os hectares destruídos. Silves e Odemira completavam o rol de concelhos afectados.
NISA
O número um mcansável.ofogomanteveafonna durante 13 dias. Por vezes, as chamas combateram-se em 12 frentes. Resultado? 41.079 hectares de área ardida. Segundo o comandante dos Bombeiros Voluntários deNisa, José Polido, tudo começou num dia de trovoadas secas.
Três focos surgiram em simultâneo: S. Matias, Arez e Espírito Santo de Nisa. Os ventos fortes não ajudaram e as chamas chegaram apropagar-seamaisdeSOkm/h.NemoTejo serviu de obstáculo. Mação, Proença-a-Nova, Gavião e Vila Velha de Ródão compõem o rol de concelhos afectados. Diversas aldeias estiveram cercadas pelo fogo, que também rodeou a vila de Gavião. Várias casas arderam e muitos bombeiros apresentaram queimaduras ligeiras devido ao excesso de calor. Incendiarismo foi a causa oficial apontada para justificar o fogo.
In Público, Sábado 7 de Agosto 2004
Mais um
O deputado socialista Rui Cunha foi nomeado pelo Governo para provedor da Santa Casa da Misericórdia de Lisboa.
Opinião Pública
O que está debaixo do tapete, no DE, de António Costa
A motivação de Soares, no DE, de Domingos Amaral
Seriedade e responsabilidade com o desemprego, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Caixa, tropa e polícia, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Algarve, no Jornal de Negócios, de Leonel Moura
A motivação de Soares, no DE, de Domingos Amaral
Seriedade e responsabilidade com o desemprego, no DN, de Manuel Carvalho da Silva
Caixa, tropa e polícia, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo
Algarve, no Jornal de Negócios, de Leonel Moura
Quarta, 17

E vão 356
Tragédia em 3 actos
Fica mal a um "príncipe da liberdade", como é Mário Soares, a mera sugestão de que a comunicação social anda a "amplificar" o "ruído social" e as indignações "corporativas", a que Soares chama de "interesses"
Pergunta do dia
Deus sabe como eu sou "soarista"
Em actualização permanente
terça-feira, agosto 16
Responsabilidade política
Um alto responsável dos bombeiros afirmou que tem avisado o Ministério da Administração Interna, nos últimos cinco anos, da existência de menores nas frentes de incêndio. A confirmar-se a denúncia, António Costa deixa de ter condições para continuar a ser ministro da Administração Interna.
Para bater umas bolas
Opinião Pública
Os fogos vão acabar, no CM, de Rui Hortelão
Notas de um Verão quente, no DN, de Medeiros Ferreira
Vida cor-de-rosa, no Diário Digital, de Mário Bettencourt Resendes
Notas de um Verão quente, no DN, de Medeiros Ferreira
Vida cor-de-rosa, no Diário Digital, de Mário Bettencourt Resendes
segunda-feira, agosto 15
sábado, agosto 13
Where The Streets Have No Name
I wanna run, I want to hide
I wanna tear down the walls
That hold me inside.
I wanna reach out
And touch the flame
Where the streets have no name.
I wanna feel sunlight on my face.
I see the dust-cloud
Disappear without a trace.
I wanna take shelter
From the poison rain
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name.
We're still building and burning down love
Burning down love.
And when I go there
I go there with you
(It's all I can do).
The city's a flood, and our love turns to rust.
We're beaten and blown by the wind
Trampled in dust.
I'll show you a place
High on a desert plain
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name.
We're still building and burning down love
Burning down love.
And when I go there
I go there with you
(It's all I can do).
Where The Streets Have No Name (tradução)
Onde As Ruas Não Têm Nome)
Eu quero correr, eu quero esconder,
Eu quero derrubar as paredes,
Que me seguram por dentro,
Eu quero alcançar e tocar na chama,
Onde as ruas não têm nome.
Eu quero sentir a luz do sol no meu rosto,
Eu vejo a nuvem de poeira desaparecer sem deixar pista,
Eu quero abrigar.me,
Da chuva ácida,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome.
Nós ainda estamos construindo e queimando amor,
Queimando amor,
E quando eu vou lá,
Eu vou lá com contigo.
(Isso é tudo o
que posso fazer)
A cidade está inundada, e nosso amor enferruja-se,
Nós fomos malhados e assoprados pelo vento,
Esmagados em poeira,
Eu mostrarei um lugar,
Acima das planícies desérticas,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome.
Nós ainda estamos construindo e queimando amor,
Queimando amor,
E quando eu vou lá,
Eu vou lá com contigo.
(Isso é tudo o que posso fazer)
I wanna tear down the walls
That hold me inside.
I wanna reach out
And touch the flame
Where the streets have no name.
I wanna feel sunlight on my face.
I see the dust-cloud
Disappear without a trace.
I wanna take shelter
From the poison rain
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name.
We're still building and burning down love
Burning down love.
And when I go there
I go there with you
(It's all I can do).
The city's a flood, and our love turns to rust.
We're beaten and blown by the wind
Trampled in dust.
I'll show you a place
High on a desert plain
Where the streets have no name
Where the streets have no name
Where the streets have no name.
We're still building and burning down love
Burning down love.
And when I go there
I go there with you
(It's all I can do).
Where The Streets Have No Name (tradução)
Onde As Ruas Não Têm Nome)
Eu quero correr, eu quero esconder,
Eu quero derrubar as paredes,
Que me seguram por dentro,
Eu quero alcançar e tocar na chama,
Onde as ruas não têm nome.
Eu quero sentir a luz do sol no meu rosto,
Eu vejo a nuvem de poeira desaparecer sem deixar pista,
Eu quero abrigar.me,
Da chuva ácida,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome.
Nós ainda estamos construindo e queimando amor,
Queimando amor,
E quando eu vou lá,
Eu vou lá com contigo.
(Isso é tudo o
que posso fazer)
A cidade está inundada, e nosso amor enferruja-se,
Nós fomos malhados e assoprados pelo vento,
Esmagados em poeira,
Eu mostrarei um lugar,
Acima das planícies desérticas,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome,
Onde as ruas não têm nome.
Nós ainda estamos construindo e queimando amor,
Queimando amor,
E quando eu vou lá,
Eu vou lá com contigo.
(Isso é tudo o que posso fazer)
Sunday, Bloody Sunday
I can't believe the news today
I can't close my eyes and make it go away
|How long
|How long must we sing this song?
|How long, how long?
|Tonight we can be as one
|Tonight
Broken bottles under children's feet
And bodies strewn across a dead end street
But I won't heed the battle call
It puts my back up against the wall
* Sunday, bloody sunday (4 x)
And the battle's just begun
There's many lost
But tell me who has won?
The trenches dug within our hearts
And mothers, children, brothers, sisters torn apart
* Sunday, bloody sunday (twice)
Repeat I
* Tonight (4 x)
Wipe your tears away
Wipe your tears away
Wipe your bloodshot eyes
* Sunday, bloody sunday (6 x)
And it's true we are immune
When fact is fiction and TV is reality
And today the millions cry
We eat and drink while tomorrow they die
The real battle just begun
To claim the victory Jesus won
On a sunday, bloody sunday
* Sunday, bloody sunday (5 x)
Sunday, Bloody Sunday - Tradução
by U2
Domingo Sangrento Domingo
não posso acreditar nas notícias de hoje
oh, não posso fechar os olhos e fazê-las desaparecer
quanto tempo...
quanto tempo teremos de cantar esta canção?
quanto tempo? quanto tempo...
porque esta noite...nos podemos vencer essa guerra
esta noite
garrafas quebradas sob os pés das crianças
corpos espalhados num beco sem saída
mas não vou atender ao clamor da batalha
ele me irrita, me encurrala,
domingo, sangrento domingo (4x)
e a batalha apenas começou
muitos perderam,
mas diga-me quem ganhou
trincheira cavadas dentro dos nossos corações
e mães, crianças, irmãos, irmãs separados
domingo, sangrento domingo (2x)
quanto tempo...
quanto tempo teremos de cantar essa canção?
quanto tempo, quanto tempo?
porque hoje à noite podemos vencer essa guerra
hoje à noite
hoje à noite (4x)
enxugue as suas lágrimas
enxugue as suas lágrimas
enxugue os seus olhos injetados
domingo, sangrento domingo (6x)
e é verdade que somos imunes
quando o facto é ficção e a tv realidade
e hoje milhões choram
nós comemos e bebemos enquanto amanhã eles morrem
a verdadeira batalha começou
para reivindicar a vitória que Jesus conquistou
domingo, sangrento domingo
domingo, sangrento domingo (5x)
I can't close my eyes and make it go away
|How long
|How long must we sing this song?
|How long, how long?
|Tonight we can be as one
|Tonight
Broken bottles under children's feet
And bodies strewn across a dead end street
But I won't heed the battle call
It puts my back up against the wall
* Sunday, bloody sunday (4 x)
And the battle's just begun
There's many lost
But tell me who has won?
The trenches dug within our hearts
And mothers, children, brothers, sisters torn apart
* Sunday, bloody sunday (twice)
Repeat I
* Tonight (4 x)
Wipe your tears away
Wipe your tears away
Wipe your bloodshot eyes
* Sunday, bloody sunday (6 x)
And it's true we are immune
When fact is fiction and TV is reality
And today the millions cry
We eat and drink while tomorrow they die
The real battle just begun
To claim the victory Jesus won
On a sunday, bloody sunday
* Sunday, bloody sunday (5 x)
Sunday, Bloody Sunday - Tradução
by U2
Domingo Sangrento Domingo
não posso acreditar nas notícias de hoje
oh, não posso fechar os olhos e fazê-las desaparecer
quanto tempo...
quanto tempo teremos de cantar esta canção?
quanto tempo? quanto tempo...
porque esta noite...nos podemos vencer essa guerra
esta noite
garrafas quebradas sob os pés das crianças
corpos espalhados num beco sem saída
mas não vou atender ao clamor da batalha
ele me irrita, me encurrala,
domingo, sangrento domingo (4x)
e a batalha apenas começou
muitos perderam,
mas diga-me quem ganhou
trincheira cavadas dentro dos nossos corações
e mães, crianças, irmãos, irmãs separados
domingo, sangrento domingo (2x)
quanto tempo...
quanto tempo teremos de cantar essa canção?
quanto tempo, quanto tempo?
porque hoje à noite podemos vencer essa guerra
hoje à noite
hoje à noite (4x)
enxugue as suas lágrimas
enxugue as suas lágrimas
enxugue os seus olhos injetados
domingo, sangrento domingo (6x)
e é verdade que somos imunes
quando o facto é ficção e a tv realidade
e hoje milhões choram
nós comemos e bebemos enquanto amanhã eles morrem
a verdadeira batalha começou
para reivindicar a vitória que Jesus conquistou
domingo, sangrento domingo
domingo, sangrento domingo (5x)
Elevation
High, higher than the sun
You shoot me from a gun
I need you to elevate me here,
At the corner of your lips
As the orbit of your hips
Eclipse, you elevate my soul
I've lost all self-control
Been living like a mole
Now going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
A star lit up like a cigar
Strung out like a guitar
Maybe you could educate my mind
Explain all these controls
I can't sing but I've got soul
The goal is elevation
A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
Love, lift me out of these blues
Won't you tell me something true
I believe in you
A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
You shoot me from a gun
I need you to elevate me here,
At the corner of your lips
As the orbit of your hips
Eclipse, you elevate my soul
I've lost all self-control
Been living like a mole
Now going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
A star lit up like a cigar
Strung out like a guitar
Maybe you could educate my mind
Explain all these controls
I can't sing but I've got soul
The goal is elevation
A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
Love, lift me out of these blues
Won't you tell me something true
I believe in you
A mole, digging in a hole
Digging up my soul
Going down, excavation
I and I in the sky
You make me feel like I can fly
So high, elevation
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Elevation...
Vertigo
Lights go down
It's dark
The jungle is your head
Can't rule your heart
A feeling is so much stronger
Than a thought
Your eyes are wide
And though your soul
it can't be bought
your mind can wander
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
It's everything I wish I didn't know
Except you give me something I can feel
Feel
The night is full of holes
Those bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the boys play rock and roll
They know that they can't dance
At least they know
I can't stand the beats
I'm askin' for the cheque
The girl with crimson nails
Has Jesus 'round her neck
Swinging to the music
Swinging to the music
Oh oh oh oh
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
It's everything I wish I didn't know
But you give me something I can feel
Feel
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
Just give me what I want
And no-one gets hurt
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
Lights go down and all I know
Is that you give me something
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how, how to kneel
Kneel
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah...
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!
It's dark
The jungle is your head
Can't rule your heart
A feeling is so much stronger
Than a thought
Your eyes are wide
And though your soul
it can't be bought
your mind can wander
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
It's everything I wish I didn't know
Except you give me something I can feel
Feel
The night is full of holes
Those bullets rip the sky
Of ink with gold
They twinkle as the boys play rock and roll
They know that they can't dance
At least they know
I can't stand the beats
I'm askin' for the cheque
The girl with crimson nails
Has Jesus 'round her neck
Swinging to the music
Swinging to the music
Oh oh oh oh
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
It's everything I wish I didn't know
But you give me something I can feel
Feel
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
All of this, all of this can be yours
Just give me what I want
And no-one gets hurt
Hello, Hello
I'm at a place called Vertigo
Lights go down and all I know
Is that you give me something
I can feel your love teaching me how
Your love is teaching me how, how to kneel
Kneel
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah...
Yeah, yeah, yeah, yeah, yeah!
sexta-feira, agosto 12
Quem terá sido o conselheiro em exercício?
Correm rumores que José Sócrates foi aconselhado a prolongar as férias até à época das primeiras chuvas.
Sem resposta?
Carmona Rodrigues desmente tudo e todos a propósito do 'Lisboão'. Será que Manuel Monteiro e Jorge Ferreira vão ficar calados?
Devem achar que somos parvos
Enquanto o país se afunda em nomeações escandalosas, como a de Armando Vara para a CGD, e em incêndios devastadores, apesar da descarada tentativa de desvalorização do governo, a prioridade da comunicação governamental é atenuar o impacte da ausência do primeiro-ministro, em férias, no Quénia.
António Costa garante que aconselhou José Sócrates a não interromper o descanso.
Fernando Teixeira dos Santos afirma que a escolha do ex-ministro socialista é da sua inteira responsabilidade.
António Costa garante que aconselhou José Sócrates a não interromper o descanso.
Fernando Teixeira dos Santos afirma que a escolha do ex-ministro socialista é da sua inteira responsabilidade.
A informação primeiro
Há quem considere que na época de Verão só vende o light e o disparate mais ou menos maquilhado com uma dose de seriedade.
Felizmente, há quem não pense assim.
O Público dá conta que o Governo tem um estudo que defende a expansão da Portela.
O Independente faz capa com a garantia dada pelo Governo aos espanhóis da Prisa de que a manutenção da atribuição da licença da TVI está garantida. Na mesma edição, o semanário revela que Carmona Rodrigues comprou o apoio do PPM com um lugar de uma empresa municipal.
A SIC Notítias tem dado destaque à afirmação de António Costa, ministro da Administração Interna, ontem, no Parlamento, que aponta para a censura prévia de imagens das chamas dos incêndios.
Felizmente, há quem não pense assim.
O Público dá conta que o Governo tem um estudo que defende a expansão da Portela.
O Independente faz capa com a garantia dada pelo Governo aos espanhóis da Prisa de que a manutenção da atribuição da licença da TVI está garantida. Na mesma edição, o semanário revela que Carmona Rodrigues comprou o apoio do PPM com um lugar de uma empresa municipal.
A SIC Notítias tem dado destaque à afirmação de António Costa, ministro da Administração Interna, ontem, no Parlamento, que aponta para a censura prévia de imagens das chamas dos incêndios.
Opinião Pública
Escolhas que nascem tortas, no DE, de Martim Avillez Figueiredo
Vivam os rótulos nacionais!, no JORNAL de NEGÓCIOS, de Sérgio Figueiredo
Dissolução, no DN, de Vicente Jorge Silva
Vivam os rótulos nacionais!, no JORNAL de NEGÓCIOS, de Sérgio Figueiredo
Dissolução, no DN, de Vicente Jorge Silva
quinta-feira, agosto 11
Está tudo explicado!
O ministro da Administração Interna revelou agora, no Parlamento, que o primeiro-ministro lhe telefonou duas vezes a perguntar se devia interromper as férias por causa da vaga de incêndios. António Costa disse-lhe que não. Assim sim, começa a ser mais fácil perceber o filme dos últimos acontecimentos.
Onde estão os outros?
A Ota já deu origem a 71 estudos.
Hoje, através de Mário Lino, ficou-se a saber que um é de impacto ambiental, elaborado em 1999.
Onde estão os outros 70?
Quem os fez?
Quanto custaram?
Para que serviram?
Por que razão continua o Governo a esconder os estudos sobre o aeroporto da Ota, recusando a sua publicitação na Internet?
Hoje, através de Mário Lino, ficou-se a saber que um é de impacto ambiental, elaborado em 1999.
Onde estão os outros 70?
Quem os fez?
Quanto custaram?
Para que serviram?
Por que razão continua o Governo a esconder os estudos sobre o aeroporto da Ota, recusando a sua publicitação na Internet?
Este ministro promete
Mário Lino avança uma série afirmações vagas no artigo de opinião publicado no Diário Económico. Curiosamente, agora, o ministro desenterrou um velho estudo da gaveta. O mais hilariante, para não dizer mais, é que o governo responsável por esconder a informação sobre o aeroporto da Ota obriga um ministro a expor-se ao ridículo de afirmar que «Falta de informação sobre Ota e TGV é mentira descarada». Se não falta informação para que são os novos estudos anunciados lá para Outubro?
quarta-feira, agosto 10
Opinião Pública
Bloco diferente
Francisco Louçã entregou dois requerimentos dirigidos aos ministros das Obras Públicas, Transportes e Comunicações e Justiça, pedindo esclarecimentos sobre o conhecimento do Executivo sobre o alegado envolvimento de empresas em que o Estado é o principal accionista no escândalo do “mensalão”, no Brasil.
Curiosamente, nem Louça nem o candidato do Bloco à Câmara de Lisboa, Sá Fernandes, tomaram posição pública sobre o outro 'mensalão, o de Lisboa, que envolveu atentativa de Carmona Rodrigues comprar o apoio eleitoral de um pequeno partido.
Curiosamente, nem Louça nem o candidato do Bloco à Câmara de Lisboa, Sá Fernandes, tomaram posição pública sobre o outro 'mensalão, o de Lisboa, que envolveu atentativa de Carmona Rodrigues comprar o apoio eleitoral de um pequeno partido.
terça-feira, agosto 9
Sem emenda

O La Repubblica revelou uma parte da transcrição de escutas telefónicas que associam o primeiro-ministro italiano, Silvio Berlusconi e o genro do ex-primeiro-ministro espanhol José María Aznar a uma tentativa para tomar o controlo do grupo de comunicação italiano RCS-Rizzoli Corriere della Sera.
A resposta não podia ser mais clara: Berlusconi anunciou uma lei para evitar a todo o custo a divulgação de escutas telefónicas.
Quem dá má imagem a quem?
O BES pediu explicações sobre uma história idiota que o News of the World publicou na semana passada, em que Cristiano Ronaldo aparece vestido de mulher e com saltos altos. Será que o jogador do Manchester também pediu algumas explicações a propósito das notícias que envolvem o seu patrocinador em alguns dos maiores escândalos financeiros nacionais e internacionais?
Opinião Pública
Terça, 9

No rules, acabou-se a massa folhada, ‘tá de chuva, no scotch, great music
Lisboetês
Um convite à participação cívica
Aumenta a pressão nos EUA
Levantar o ego
"Mesadinha"
How I Learned to Stop Worrying About the Bombs and Engaged My Anus*
No mercado do Bolhão
Triplo salto com vara, ou as olimpíadas á moda do Largo do Rato
Em actualização permanente
segunda-feira, agosto 8
Um exemplo

Morreu Robin Cook, o político britânico que não teve receio de criticar a política externa de Blair. A sua demissão, em protesto contra a posição governamental de invadir o Iraque, que foi a reboque da Administração Bush e de falsos pretextos, fica como um testemunho da razão e da ética em política.
Uma questão de coerência
Bastou uma simples viagem Lisboa/Porto, no último fim-de-semana, para ter uma pequena ideia do sofrimento e do terror que milhares de portugueses estão a viver diariamente. A impunidade dos responsáveis pela prevenção e combate aos incêndios não pode continuar indefinidamente. Um governo que exige, e muito bem, o escrutínio das decisões dos juízes, de forma a evitar as grosserias e os riscos de corrupção e de tráfico de influências nas magistraturas, devia ter o mesmo critério em relação ao exercíco de cargos governativos e na administração pública.
Muito mais do que uma efeméride

Sessenta anos depois de Hiroxima e de Nagásaqui, que custaram milhares e milhares de vidas, as armas nucleares continuam a constituir uma ameaça para toda a Humanidade. Dislates à parte de Vasco Pulido Valente sobre a questão, no passado sábado (pois é, também tem dias), como é possível ainda ter de assistir a disputas sobre a supremacia nuclear, como revelam os últimos incidentes entre o Irão e os Estados Unidos da América?
quinta-feira, agosto 4
quarta-feira, agosto 3
Distracções
José Ribeiro e Castro exigiu ao ministro das Finanças, Teixeira dos Santos, que explique as mudanças na administração da Caixa Geral de Depósitos (CGD). Será que alguém se esqueceu de dizer ao presidente do CDS-PP qual é o teor do pacto secreto entre o PS e o CDS, acordado antes das últimas eleições legislativas?
Soma e segue
O 'mensalão' continua a fazer estragos em Portugal. Agora, chegou a vez da Portugal Telecom ser envolvida no finaciamento ilegal do PT, de acordo com o deputado brasileiro Roberto Jefferson, principal denunciante do escândalo político que abala o Brasil. É caso para dizer que fica tudo à espera da próxima edição do semanário Expresso.
Opinião Pública
As conversas de Cavaco e Soares com o Presidente da República, no Diário Digital, de Filipe Rodrigues da Silva.
A mudança da administração da Caixa, no DE, de Pedro Marques Pereira.
A economia e o código do trabalho, no DN, de Manuel Carvalho da Silva.
A responsabilidade de José Sócrates, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo.
A mudança da administração da Caixa, no DE, de Pedro Marques Pereira.
A economia e o código do trabalho, no DN, de Manuel Carvalho da Silva.
A responsabilidade de José Sócrates, no Jornal de Negócios, de Sérgio Figueiredo.
terça-feira, agosto 2
Escaldante (II)
Segundo a agência Lusa, Jorge Sampaio recebeu Cavaco Silva, durante uma hora, antes da audiência com Mário Soares, para abordar a «situação do país e os próximos actos eleitorais». Será que a ordem das audiências tem relevância política?
Coincidências felizes
Ainda bem que José Sócrates está de férias. Se estivesse no seu posto de trabalho, em S. Bento, alguns maldosos ainda seriam capazes de dizer que a escandalosa nomeação de Armando Vara para a administração da CGD, obviamente por serviços prestados muito relevantes, tinha sido decidida pelo primeiro-ministro. Isto sem esquecer Marques Bandeira. Felizmente, quem está ao leme do país é António Costa, que, certamente, não sabia de nada, nem quer saber. Será que Teixeira dos Santos, ministro das Finanças, podia ter um começo mais auspicioso? Nãããõoooo!
Escaldante
Mário Soares vai a Belém falar com Jorge Sampaio. Aparentemente, o tema é a putativa candidatura do fundador do PS ao mais alto cargo da Nação. Será que o Presidente da República também vai receber Cavaco Silva e os restantes candidatos a candidatos presidenciais?
Opinião Pública
Terça, 2

Primeiro o Gomes, agora o Vara. So falta o Luís Patrão
Com quantos milhares de euros mensais vai para casa Vítor Martins, que presidiu à CGD durante menos de um ano?
Isto é a capital mundial do lusco-fusco
Manuel Alegre pode continuar a fazer do Público o seu muro das lamentações que isso não me aquece nem arrefece
Para melhorar a imagem da Caixa, o ministro das Finanças manteve na administração Celeste Cardona, que teve uns problemas de imagem quando foi nomeada para o lugar
Será que vamos voltar à época do "Soares é fixe o povo que se lixe"?
O MEDO
Em actualização permanente
segunda-feira, agosto 1
Ota lá tudo
Há cerca de um mês publiquei este post. Felizmente, a blogosfera mantém a pressão para a divulgação dos estudos.
Agora, creio que é necessário aumentar o grau de exigência para os portugueses ficarem a saber tudo:
1. Quem são os autores dos estudos?
2. Por que razão e como foram escolhidos?
3. Quanto custaram?
No país que aposta na internet e nas novas tecnologias, o mínimo que José Sócrates pode fazer é honrar a promessa de governar com transparência.
Agora, creio que é necessário aumentar o grau de exigência para os portugueses ficarem a saber tudo:
1. Quem são os autores dos estudos?
2. Por que razão e como foram escolhidos?
3. Quanto custaram?
No país que aposta na internet e nas novas tecnologias, o mínimo que José Sócrates pode fazer é honrar a promessa de governar com transparência.
Mais um caso
O Correio da Manhã revela que o Ministério Público acusou 14 arguidos por violação das regras de segurança na construção do viaduto sobre o Rio Fanadia, na A15, que desabou em 2001, causando a morte de quatro trabalhadores e ferimentos em doze.
Aparentemente, não se aprendeu nada com o caso das duas crianças que morreram durante a construção da Ponte Vasco da Gama, cuja acórdão foi conhecido nove anos depois do acidente.
Aparentemente, não se aprendeu nada com o caso das duas crianças que morreram durante a construção da Ponte Vasco da Gama, cuja acórdão foi conhecido nove anos depois do acidente.
Isto ainda vai acabar mal
Os primeiros sinais da saúde financeira do Benfica começam a ser conhecidos
Opinião Pública
Filipe Rodrigues da Silva, no Diário Digital, sobre a queda de popularidade do governo
Octávio Ribeiro, no CM, sobre o tempo da Justiça
Luís Delgado, no DN, sobre um país iludido
José Carlos Abrantes, no DN, sobre a prisão da jornalista Judith Miller
Octávio Ribeiro, no CM, sobre o tempo da Justiça
Luís Delgado, no DN, sobre um país iludido
José Carlos Abrantes, no DN, sobre a prisão da jornalista Judith Miller
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