segunda-feira, julho 11
Opinião Pública
Segunda, 11

Veja-se o que aconteceu com Eduardo Prado Coelho
Não há nada mais ridículo (ou maquiavelicamente demagógico) que ouvir certos analistas (ou mesmo políticos, como Vladimir Putin) declarar que se deve dar caça aos terroristas islâmicos até que se exterminem
Li agora num email que "há uma forte corrente contra os livros saídos de blogues"
10 anos depois, um testemunho e uma homanagem
Srebrenica. Foi há dez anos
FAQ das Modernas Políticas Socialistas do Betão
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domingo, julho 10
sábado, julho 9
Santana admite regressar
O presidente da Câmara de Lisboa admite voltar a ser deputado depois de deixar a autarquia. O objectivo é defender a honra dos últimos governos da aliança PPD-PSD/CDS-PP, já que Marques Mendes está noutra e Paulo Portas tem mais que fazer.
Pobre esquerda (II)
José Adalberto Vieira da Silva, secretário do PT no Estado do Ceará, na região Nordeste do Brasil, envolvido no escândalo do Mensalão, foi detido, na posse de 200 mil reais (70 mil euros).
Pobre esquerda
François Mitterrand autorizou, em 1985, a sabotagem do Rainbow Warrior, navio da organização ecologista Greenpeace, de acordo com revelações de Pierre Lacoste, antigo chefe dos serviços secretos franceses (DGSE).
sexta-feira, julho 8
Bandalheira
JUDITH MILLER PRESA NOS EUA POR DEFENDER SIGILO PROFISSIONAL
A jornalista norte-americana do "New York Times" foi presa a 6 de Julho, condenada por desrespeito ao tribunal, por recusar revelar as suas fontes de informação no caso que levou à identificação da agente da CIA, Valerie Plame.
A jornalista norte-americana do "New York Times" foi presa a 6 de Julho, condenada por desrespeito ao tribunal, por recusar revelar as suas fontes de informação no caso que levou à identificação da agente da CIA, Valerie Plame.
Opinião Pública
Filipe Rodrigues Silva, no Diário Digital, sobre uma qualquer manhã.
Carlos Pinto Coelho, na Capital, sobre a RTP.
Vicente Jorge Silva, no DN, sobre o terrorismo.
Mário Bettencourt Resendes, no DN, sobre os pobres.
Carlos Pinto Coelho, na Capital, sobre a RTP.
Vicente Jorge Silva, no DN, sobre o terrorismo.
Mário Bettencourt Resendes, no DN, sobre os pobres.
quinta-feira, julho 7
Extraordinária coincidência
No dia em que o mundo espera que os países ricos dêem um sinal de esperança ao continente africano, um atentado fundamentalista lança o terror, mais uma vez, no Ocidente. Uma triste e trágica lição para quem apostou na guerra no Iraque para combater e eliminar o terrorismo.
Opinião Pública
Quinta, 7

Está tudo longe das janelas à volta da televisão portátil do Ed a ver a BBC1
Londres foi afectada por várias explosões. Um responsável policial falou em seis grandes explosões.
Hoje, em Londres, no Metro - falando-se de 6 explosões -, ainda com um número indeterminado de vítimas.
Há quem pretenda desviar as prioridades para além da luta contra a pobreza no mundo e das questões ambientais...
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quarta-feira, julho 6
Quarta, 6

Segundo a «Associated Press», a astróloga russa Marina Bai processou judicialmente a NASA, alegando que a colisão da sonda “Deep Impact” com o cometa “Tempel 1”, no passado dia 4 de Julho, «destruiu o balanço natural das forças do Universo»
Sócrates é um mentiroso compulsivo. Como se não bastassem as mentiras eleitorais agora avança para as mentiras em plena governação
G8, fora nada
Pró ano é que é!
De vez em quando, de manhã, apetece-me recorrer à poesia de Sophia.
Nunca sei a razâo, nem a procuro. Não creio, sequer, que a encontrasse se teimasse em procurá-la
A problemática do chanato
Ando a fazer tanto exercício às pernas, que hoje ia a correr para apanhar o autocarro e, sem querer, ultrapassei-o
Depois do Miguel (de forma surpreendente e chocante para um benfiquista como eu) ter abandonado o Glorioso à má-fila, soube-se hoje que a malta do Gato Fedorento bateu com a porta da SIC
Nunca é tarde para uma autocrítica honesta
Estou manifestamente indignado com a escolha de Londres para os Jogos Olímpicos de 2012
Paris, já está a chorar?
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Os amigos americanos
O Tomar Partido fala sobre o «nascimento de uma fundação liberal paga por[Donald]Rumsfeld, que será assim uma espécie de Euroamer política». Quem será o presidente?
Rectificativo ou caso Totta 2?
Francisco Louçã revelou que o Banco Totta vai transferir 47 500 contas para Porto Rico para fugir ao fisco.
«O que o Reino Unido diz é uma coisa, o que conseguimos obter do resto do mundo é outra, diferente, mas será o resultado da cimeira de Gleneagles»
O ministro das Finanças, Gordon Brown, baixou a fasquia sobre os resultados esperados na reunião do G8, sobretudo no que respeita aos objectivos mais emblemáticos: a ajuda a África e o aquecimento global.
Opinião Pública
Mário Bettencourt Resendes, no Diário Digital, sobre trapalhadas e mimos.
Joaquim Leitão, no Portugal Diário, sobre as pequenas boas notícias.
Manuel Carvalho da Silva, no DN, sobre a hipócrisia e alguma ignorância.
José Matos Correia, no DN, sobre o debate do estado da Nação.
Luís Delgado, no DN, sobre o plano Sócrates.
Joaquim Leitão, no Portugal Diário, sobre as pequenas boas notícias.
Manuel Carvalho da Silva, no DN, sobre a hipócrisia e alguma ignorância.
José Matos Correia, no DN, sobre o debate do estado da Nação.
Luís Delgado, no DN, sobre o plano Sócrates.
terça-feira, julho 5
Mais embuste
As empresas de construção civil portuguesas vão fazer o novo aeroporto da OTA, segundo José Sócrates. É uma novidade que deve ter escapado aos investidores na bolsa.
Transparência
José Sócrates aludiu a relatórios técnicos para justificar a construção da OTA. Que tal publicar todos os relatórios na internet?
A grande entrevista
O primeiro-ministro repetiu, mais uma vez, na SIC, que aumentou os impostos porque não sabia o valor real do défice. Uma performance notável, digna de um Oscar. E mais. Quem pensar que José Sócrates enganou os portugueses, prometendo uma coisa e fazendo outra, está de má fé, de acordo com o chefe do governo. Uma conclusão digna de um ilusionismo político só ao alcance dos melhores actores. Não tarda nada o primeiro-ministro zanga-se com os portugueses.
Uma carreira de cimento
Depois do Euro'2004 e do Polis, José Sócrates é politicamente responsável pela decisão de construção do novo aeroporto da OTA e do TGV.
O desafio de Belmiro de Azevedo
Quantos postos de trabalho vão ser criados com a construção do novo aeroporto da OTA e da ligação de TGV? Por que razão os sindicatos não denunciam este monumental embuste?
sábado, julho 2
Definitivamente
Não gostava de ter uma empresa de sondagens, em Portugal. Certamente, não teria clientes.
Isaltino e Valentim
Depois de ter sido conhecido que são arguidos, em investigações judiciais em curso, Isaltino Morais e Valentim Loureiro, segundo as sondagens, com presunções à mistura, ganham as câmaras de Oeiras e Gondomar.
sexta-feira, julho 1
Bomba atómica
Se eu for condenada, não tenho a menor dúvida de que terei muita coisa para revelar e muitos colegas seus estarão sentados comigo no banco dos réusDe acordo com a Lusa, a afirmação foi feita por Teresa Sousa, ex-funcionária da PGR, dirigindo-se à procuradora do Ministério Público Manuela Ribeiro, durante as alegações finais, que decorreram no Tribunal da Boa-Hora, em Lisboa.
MP com mão pesada
O Ministério Público pediu uma pena de 10 anos de prisão efectiva para a ex-funcionária da Procuradoria Geral da República Teresa Sousa, acusada de extorsão, corrupção, falsificação e violação do segredo de justiça.
Sexta, 1

BlogThis!
Já muito se escreveu e falou sobre este assunto - sobre a necessidade de haver regulamentação - e sempre defendi que os bloggers deveriam trabalhar num projecto de regulamentação para apresentar ao poder legislativo
A propósito de mulheres polícias, ontem presenciei uma manifestação numa capital europeia (que não era Lisboa) e o que mais me surpreendeu foi o número impressionante de mulheres-polícias-de-choque
Shakespeare podia ter vivido aqui. Podia
ter dançado na noite de S. João, quando o rio
transborda para as ruas nas correntes
humanas que as inundam
21!
Já está! Não doeu nada!
A factura, essa, virá mais tarde, mas isso, para nós, não é problema. O recibo pode sempre esperar...
A paz que se vive aqui faz-me sentir bem. As coisas boas da vida custam tão pouco.
...e passamos tempo a atender ao supérfluo!
Precisava de umas férias assim.
Uma autêntica desilusão, como já era esperado, o pacote de medidas apresentadas por Manuel Pinho. De concreto sabe-se que vai "derreter" 25 mil milhões de euros contra a vontade de Campos e Cunha que queria limitar a 20MM€.
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Chamem o TC
Alfredo de Sousa deve estar a rir à gargalhada. Ignorado, por duas vezes, em relação ao apuramento das contas públicas, eis, que, agora, o Público revela que o sacrossanto governador do Banco de Portugal, Vítor Constâncio, também se enganou nas contas do défice. Não dá para acreditar. Não sabem o prejuízo que estão a causar ao país?
Opinião Pública
quinta-feira, junho 30
Patrick Monteiro de Barros
Não chegaram os fantásticos negócios com o petróleo e a GALP? Ainda temos que levar com uma proposta para construir uma central nuclear? Valha-nos o Espírito Santo e Manuel Pinho, o ministro da Economia Independente.
Empresas na hora
Um regime especial para a constituição imediata de sociedades, que, se funcionar, é uma excelente medida.
Sociedade civil no seu melhor
O Observatório de Segurança das Estradas, responsável por um estudo que identifica vias com curvas que violam as regras de segurança, que foi divulgado pelo jornal Público, vai apresentar uma participação criminal na Procuradoria-Geral da República.
Todos aos supermercados
Começou a corrida aos cereais, pratos prontos, congelados, bolachas, bebidas, artigos de higiene pessoal e limpeza e alimentos para animais.
Por que será?
Vários grupos de distribuição, nomeadamente o Pingo Doce e o Carrefour, já afirmaram que vão manter os preços, apesar da taxa máxima do IVA subir de 19 para 21 por cento, a partir de sexta-feira,1.
Quinta, 30

Espanha é mesmo o primeiro estado a garantir igualdade legal plena entre os seus cidadãos homo e heterossexuais.
Assistimos hoje a um dos maiores furos jornalísticos de sempre: uma rádio conseguiu declarações de um morto sobre outro. A propósito da morte de Emídio Guerreiro, diz a TSF que Vasco Gonçalves descreve o fundador do PPD como um «homem de grande cultura». Maravilhas da técnica.
O Bloco de Esquerda lançou um cartaz novo. Trata-se de um misto de demagogia e populismo.
A maioria dos eleitores votou em Sócrates, depositando nele a esperança de encontrar vida além do défice. Os factos, como esperado, demonstraram precisamente o contrário.
Depois da Coluna Infame, e vão dois: é o segundo blogue que Daniel Oliveira consegue implodir
Termina hoje o prazo anunciado pelo Primeiro-Ministro para apresentação do plano de investimentos públicos. Aguardo a boa nova com ansiedade. Era até conveniente que desta vez o plano chegasse sem incorrecções...
Entre Isaltino, Avelino, Fátima e Artur, eis os bastidores daquele Estado-Espectáculo que vai sufocando uma democracia que se enreda nas pequenas personalizações do poder, enquanto os homens comuns sentem cada vez mais nostalgia pelos grandes militantes históricos recentemente falecidos.
Em actualização permanente
Em grande estilo

Também na Quadratura do Círculo,
Pacheco Pereira criticou os dois últimos embustes: o do Governo Santana/Portas (Orçamento para 2005) e o de José Sócrates (promessa falhada de não aumentar os impostos). Assim, sim. Até dá gosto! Tratar ao mesmo nível, o que é do mesmo nível.
É preciso ter ...Coelho
Durante a apresentação de João Soares, candidato do PS a Sintra, devidamente acompanhado por Jorge Coelho, candidato à presidência da Assembleia Municipal, foram feitas críticas ao actual Presidente da Câmara, Fernando Seara, por ser comentador de televisão. Ontem, dei de caras com a Quadratura do Círculo, na SIC Notícias, em que participa, imaginem, Jorge Coelho.
Opinião Pública
Paulo Ferreira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a subida da cotação da Teixeira Duarte.
José Manuel Barroso, no DN, sobre Tony Blair.
Luís Delgado, no DN, sobre o aumento do IVA.
Pedro Pereira Gonçalves, no DN, sobre a nova lei das rendas.
José Manuel Barroso, no DN, sobre Tony Blair.
Luís Delgado, no DN, sobre o aumento do IVA.
Pedro Pereira Gonçalves, no DN, sobre a nova lei das rendas.
quarta-feira, junho 29
Candidato à vista
Primeiro passo
O Governo quer apresentar a proposta de lei sobre limites à concentração da propriedade de meios de comunicação social na primeira quinzena de Julho, anunciou Augusto Santos Silva, ministro dos Assuntos Parlamentares.
Mau sinal
Os portugueses compraram menos jornais diários nos primeiros três meses deste ano, em compração com o mesmo período do ano passado, de acordo com os dados divulgados pela Associação Portuguesa para o Controlo das Tiragens.
Entre Janeiro e Março, os diários venderam 362.752 exemplares, menos 9,4 por cento em comparação com o ano passado.
O Correio da Manhã, do grupo Cofina, reforçou a liderança ao conseguir uma circulação média paga de 119.145 exemplares
O Jornal de Notícias, título integrado na Lusomundo Media, foi o segundo diário mais comprado, mas sofreu uma quebra nos seus níveis de circulação.
O 24 Horas garantiu a terceira posição, ampliando a sua circulação para os quase 52 mil, registando um crescimento de 1,7 por cento.
O jornal Público, da Sonaecom, fixou os seus valores de circulação nos 49.174 exemplares, o que representa uma quebra de 0,9 por cento.
O Diário de Notícias registou, entre Janeiro e Março de 2005, uma circulação paga de quase 37 mil exemplares, conseguindo aumentar as suas vendas em 6,6 por cento face ao período entre Outubro de Dezembro.
Entre Janeiro e Março, os diários venderam 362.752 exemplares, menos 9,4 por cento em comparação com o ano passado.
O Correio da Manhã, do grupo Cofina, reforçou a liderança ao conseguir uma circulação média paga de 119.145 exemplares
O Jornal de Notícias, título integrado na Lusomundo Media, foi o segundo diário mais comprado, mas sofreu uma quebra nos seus níveis de circulação.
O 24 Horas garantiu a terceira posição, ampliando a sua circulação para os quase 52 mil, registando um crescimento de 1,7 por cento.
O jornal Público, da Sonaecom, fixou os seus valores de circulação nos 49.174 exemplares, o que representa uma quebra de 0,9 por cento.
O Diário de Notícias registou, entre Janeiro e Março de 2005, uma circulação paga de quase 37 mil exemplares, conseguindo aumentar as suas vendas em 6,6 por cento face ao período entre Outubro de Dezembro.
Opinião Pública
Os carecas na ribalta
Passe um cheque, assine e depois logo se vê. Os cheques sem provisão são a nova arma secreta do governo.
Um 'aborto' da cartola
No momento em que o país está a ferro e fogo, o PS retomou o tema sobre o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez até final deste ano. O governo começa a dar sinais de desnorte.
A rectificaçao do rectificativo
A correcção das incorrecções de Luís Campos e Cunha vai continuar a dar que falar, sem margem para qualquer erro.
terça-feira, junho 28
Opinião Pública
Falta de verbas
Mais uma vez, a Justiça é notícia pela falta de verbas, o que está a prejudicar algumas das investigações mais importantes a cargo do DCIAP.
A evidência
Afinal, não são só os funcionários públicos que chamam mentiroso ao primeiro-ministro. Quem viu os Prós e Contras, na RTP, assistiu a uma das melhores prestações de Medina Carreira. Nem a mais divertida condecoração ambulante de Jorge Sampaio, sempre reverencial e ao lado das questões pertinentes, conseguiu destruir a força da razão e dos números.
segunda-feira, junho 27
Volta Guterres...
...estás perdoado!
O nível da despesa pública, em 2000, atingiu os 45%.
Em 2005, a despesa pública ronda os 50%.
O nível da despesa pública, em 2000, atingiu os 45%.
Em 2005, a despesa pública ronda os 50%.
Trapalhada (Rosa)
Maria do Carmo Seabra, ministra da Educação, ficará para a história pela monumental trapalhada da colocação do professores. Agora, chegou a vez de Luís Campos e Cunha, ministro das Finanças, se destacar por mais uma enorme trapalhada a propósito do número exacto do peso da despesa pública.
É de morrer a rir
Portugal está das avessas.
Há uma enorme discussão à volta do peso da despesa pública.
Uns dizem que é 49,2%. Outros garantem que já ultrapassou os 50%.
O ministro das Finanças ainda não sabe, exactamente, qual é o número que vai inscrever no orçamento rectificativo.
Há uma enorme discussão à volta do peso da despesa pública.
Uns dizem que é 49,2%. Outros garantem que já ultrapassou os 50%.
O ministro das Finanças ainda não sabe, exactamente, qual é o número que vai inscrever no orçamento rectificativo.
Entre a arrogância e a incompetência
Luís Campos e Cunha tomou posse e de imediato arrancou uma campanha que o elegeu como o novo mago das Finanças.
Num primeiro momento, o ex-número dois de Vítor Constâncio admitiu o aumento de impostos e o primeiro-ministro mandou-o calar.
Num segundo momento, foi protagonista da acumulação de um reforma milionária do Banco de Portugal com o vencimento de ministro das Finanças, obrigando José Sócrates a mais uma pirueta de alto risco.
Agora, com um orçamento rectificativo que tem de ser ratificado, Luís Campos e Cunha avança com uma conferência de imprensa para dizer que não há erros, mas incorrecções.
Num primeiro momento, o ex-número dois de Vítor Constâncio admitiu o aumento de impostos e o primeiro-ministro mandou-o calar.
Num segundo momento, foi protagonista da acumulação de um reforma milionária do Banco de Portugal com o vencimento de ministro das Finanças, obrigando José Sócrates a mais uma pirueta de alto risco.
Agora, com um orçamento rectificativo que tem de ser ratificado, Luís Campos e Cunha avança com uma conferência de imprensa para dizer que não há erros, mas incorrecções.
Vozes de além-mar
O Brasil conseguiu estar presente na final da Taça das Confederações, na Alemanha. Mas o Parreira não convence os brasileiros.
Não há limites
João Soares e Jorge Coelho, um dupla interessante, atiraram-se a Fernando Seara por causa dos comentários televisivos. Quem diria...
Um recado para Sócrates
Três sondagens publicadas na imprensa escrita - CM, DN e Público - indicam que a maioria dos portugueses admite que daqui a um ano as contas do Estado vão continuar mal. O nível de confiança no primeiro-ministro começa a resvalar. Apesar de só terem passado três meses e meio de governação, não tarda nada, José Sócrates vai começar a desculpar-se com a comunicação social, blá, blá, blá, que é preciso rever a lei de imprensa, blá,blá,blá, que a culpa é dos portugueses que não o compreendem.
Opinião Pública
De quem é a responsabilidade?
O desastre entre um carro e um pequeno avião, no aeródromo de Espinho, é de bradar aos céus. É preciso apurar a responsabilidade e demitir o cretino que facilitou a ocorrência de um acidente desta natureza.
domingo, junho 26
O preço de uma politica
O barril do petróleo ultrapassou a barreira do 60 dólares. O custo da factura energética está a dar cabo do desenvolvimento mundial, sobretudo da economia dos 25. A tensão existente em diversos países produtores está a fazer disparar os preços para níveis que são impensáveis, apesar de terem sido antecipados pelos especialistas há mais de um ano. Os resultados da intervenção norte-americana no Iraque estão à vista, pois explicam, em parte, o descontrolo do preço do ouro negro no mercado internacional.
Mais um
A morte de Hugo Cunha, da União de Leiria, lança mais uma forte suspeita sobre as condições em que se prática o desporto profissional em Portugal
sexta-feira, junho 24
Polémica ao rubro
O primeiro-ministro garante que tem três secretárias pessoais. O PSD afirma que Sócrates tem dezassete.
Debate Mensal (3)
José Sócrates é um político previsível. No terceiro debate mensal, desde que assumiu a liderança do XVII Governo, a receita usada foi a mesma: algumas medidas pontuais, muita retórica e uma dose de populismo q.b. Também a sua grande capacidade de comunicação voltou a brilhar, dando-lhe uma grande vantagem, em termos mediáticos. A única evolução registada no discurso do primeiro-ministro é a pose, que transborda de arrogância, gerando um estilo que começa a abafar o efeito pedagógico de algumas medidas positivas que o governo tem adoptado. As sondagens começam a dar sinais do cansaço dos portugueses.
A notícia do dia
Aqui está um exemplo escandaloso de benefícios dos políticos. É a excepção à regra ou a regra da excepção?
Opinião Pública
quinta-feira, junho 23
Lá terá que ser
A Inês Rapazote obrigou-me a olhar para o Um Bigo Meu.
Assim, no dia e no ano em que nasci, os tops rezavam assim:
The Number 1 single was: Elvis Presley - "It's Now Or Never (O Sole Mio)" Best-selling single of 1960.
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "South Pacific"
Assim, no dia e no ano em que nasci, os tops rezavam assim:
The Number 1 single was: Elvis Presley - "It's Now Or Never (O Sole Mio)" Best-selling single of 1960.
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "South Pacific"
«Sócrates Mentiroso»
É a palavra de ordem mais ouvida, em Portugal.
Depois dos professores, cerca de dois mil profissionais das forças de segurança manifestram-se, ontem, entre a Praça dos Restauradores e a Praça do Comércio, em Lisboa, contra a diminuição das regalias nos corpos policiais, ao ritmo da palavra de ordem «Sócrates Mentiroso».
Hoje, mais uma manifestação dos profissionais de segurança arranca na Praça do Comércio, em frente ao Ministério da Administração Interna, a partir das 17 horas.
Depois dos professores, cerca de dois mil profissionais das forças de segurança manifestram-se, ontem, entre a Praça dos Restauradores e a Praça do Comércio, em Lisboa, contra a diminuição das regalias nos corpos policiais, ao ritmo da palavra de ordem «Sócrates Mentiroso».
Hoje, mais uma manifestação dos profissionais de segurança arranca na Praça do Comércio, em frente ao Ministério da Administração Interna, a partir das 17 horas.
Opinião Pública
Regresso à normalidade
Um tribunal superior de Lisboa e outro de Ponta Delgada têm opiniões diferentes sobre a fixação de serviços mínimos aos professores. A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, desvaloriza a decisão que não lhe convém, revelando uma precipitação e uma falta de cultura democrática que lhe deviam valer a imediata demissão.
Golpe de asa
Primeiro fazem-se as nomeações mais importantes. Até aquelas que arrasam a credibilidade de qualquer governo. Depois fazem-se aprovar novas regras.
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Um batimento irresistível



