quarta-feira, junho 29

Opinião Pública

Francisco Sarsfield Cabral, no DN, sobre a necessidade de combater a corrupção.
Francisco Azevedo e Silva, no DN, sobre o orçamento rectificativo.
Luís Delgado, no DN, sobre as trapalhadas do governo de José Sócrates.
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre as telecomunicações

Os carecas na ribalta

Passe um cheque, assine e depois logo se vê. Os cheques sem provisão são a nova arma secreta do governo.

Um 'aborto' da cartola

No momento em que o país está a ferro e fogo, o PS retomou o tema sobre o referendo sobre a interrupção voluntária da gravidez até final deste ano. O governo começa a dar sinais de desnorte.

A rectificaçao do rectificativo

A correcção das incorrecções de Luís Campos e Cunha vai continuar a dar que falar, sem margem para qualquer erro.

terça-feira, junho 28

28.06.05

O melhor
Ai, se era o Santana!
A seguir
Os problemas do nosso sistema
A esquecer
Sísifo e o Estado

Opinião Pública

Manuel Queiroz, no CM, sobre o rçamento rectificativo.
António Ribeiro Ferreira, no DN, sobre Chirac e as santas vacas.

Não vá o diabo tecê-las

O primeiro-ministro reúne com a bancada parlamentar do PS.

Embuste por embuste

A discussão política volta a ser feita a propósito dos embustes.

Falta de verbas

Mais uma vez, a Justiça é notícia pela falta de verbas, o que está a prejudicar algumas das investigações mais importantes a cargo do DCIAP.

A evidência

Afinal, não são só os funcionários públicos que chamam mentiroso ao primeiro-ministro. Quem viu os Prós e Contras, na RTP, assistiu a uma das melhores prestações de Medina Carreira. Nem a mais divertida condecoração ambulante de Jorge Sampaio, sempre reverencial e ao lado das questões pertinentes, conseguiu destruir a força da razão e dos números.

segunda-feira, junho 27

Volta Guterres...

...estás perdoado!
O nível da despesa pública, em 2000, atingiu os 45%.
Em 2005, a despesa pública ronda os 50%.

Trapalhada (Rosa)

Maria do Carmo Seabra, ministra da Educação, ficará para a história pela monumental trapalhada da colocação do professores. Agora, chegou a vez de Luís Campos e Cunha, ministro das Finanças, se destacar por mais uma enorme trapalhada a propósito do número exacto do peso da despesa pública.

É de morrer a rir

Portugal está das avessas.
Há uma enorme discussão à volta do peso da despesa pública.
Uns dizem que é 49,2%. Outros garantem que já ultrapassou os 50%.
O ministro das Finanças ainda não sabe, exactamente, qual é o número que vai inscrever no orçamento rectificativo.

Entre a arrogância e a incompetência

Luís Campos e Cunha tomou posse e de imediato arrancou uma campanha que o elegeu como o novo mago das Finanças.
Num primeiro momento, o ex-número dois de Vítor Constâncio admitiu o aumento de impostos e o primeiro-ministro mandou-o calar.
Num segundo momento, foi protagonista da acumulação de um reforma milionária do Banco de Portugal com o vencimento de ministro das Finanças, obrigando José Sócrates a mais uma pirueta de alto risco.
Agora, com um orçamento rectificativo que tem de ser ratificado, Luís Campos e Cunha avança com uma conferência de imprensa para dizer que não há erros, mas incorrecções.

O preço do petróleo atingiu o valor mais alto de sempre. O crude em Nova Iorque aproximou-se da barreira dos 61 dólares nunca antes atingida.

Lula em brasa

O presidente brasileiro está cada vez mais atolado no mensalão.

Vozes de além-mar

O Brasil conseguiu estar presente na final da Taça das Confederações, na Alemanha. Mas o Parreira não convence os brasileiros.

27.06.05

O melhor
O estado do Estado
A seguir
Perdas e ganhos
Um Inverno em Londres
A esquecer
Daniel Oliveira

Não há limites

João Soares e Jorge Coelho, um dupla interessante, atiraram-se a Fernando Seara por causa dos comentários televisivos. Quem diria...

Um recado para Sócrates

Três sondagens publicadas na imprensa escrita - CM, DN e Público - indicam que a maioria dos portugueses admite que daqui a um ano as contas do Estado vão continuar mal. O nível de confiança no primeiro-ministro começa a resvalar. Apesar de só terem passado três meses e meio de governação, não tarda nada, José Sócrates vai começar a desculpar-se com a comunicação social, blá, blá, blá, que é preciso rever a lei de imprensa, blá,blá,blá, que a culpa é dos portugueses que não o compreendem.