O melhor
Ai, se era o Santana!
A seguir
Os problemas do nosso sistema
A esquecer
Sísifo e o Estado
terça-feira, junho 28
Opinião Pública
Falta de verbas
Mais uma vez, a Justiça é notícia pela falta de verbas, o que está a prejudicar algumas das investigações mais importantes a cargo do DCIAP.
A evidência
Afinal, não são só os funcionários públicos que chamam mentiroso ao primeiro-ministro. Quem viu os Prós e Contras, na RTP, assistiu a uma das melhores prestações de Medina Carreira. Nem a mais divertida condecoração ambulante de Jorge Sampaio, sempre reverencial e ao lado das questões pertinentes, conseguiu destruir a força da razão e dos números.
segunda-feira, junho 27
Volta Guterres...
...estás perdoado!
O nível da despesa pública, em 2000, atingiu os 45%.
Em 2005, a despesa pública ronda os 50%.
O nível da despesa pública, em 2000, atingiu os 45%.
Em 2005, a despesa pública ronda os 50%.
Trapalhada (Rosa)
Maria do Carmo Seabra, ministra da Educação, ficará para a história pela monumental trapalhada da colocação do professores. Agora, chegou a vez de Luís Campos e Cunha, ministro das Finanças, se destacar por mais uma enorme trapalhada a propósito do número exacto do peso da despesa pública.
É de morrer a rir
Portugal está das avessas.
Há uma enorme discussão à volta do peso da despesa pública.
Uns dizem que é 49,2%. Outros garantem que já ultrapassou os 50%.
O ministro das Finanças ainda não sabe, exactamente, qual é o número que vai inscrever no orçamento rectificativo.
Há uma enorme discussão à volta do peso da despesa pública.
Uns dizem que é 49,2%. Outros garantem que já ultrapassou os 50%.
O ministro das Finanças ainda não sabe, exactamente, qual é o número que vai inscrever no orçamento rectificativo.
Entre a arrogância e a incompetência
Luís Campos e Cunha tomou posse e de imediato arrancou uma campanha que o elegeu como o novo mago das Finanças.
Num primeiro momento, o ex-número dois de Vítor Constâncio admitiu o aumento de impostos e o primeiro-ministro mandou-o calar.
Num segundo momento, foi protagonista da acumulação de um reforma milionária do Banco de Portugal com o vencimento de ministro das Finanças, obrigando José Sócrates a mais uma pirueta de alto risco.
Agora, com um orçamento rectificativo que tem de ser ratificado, Luís Campos e Cunha avança com uma conferência de imprensa para dizer que não há erros, mas incorrecções.
Num primeiro momento, o ex-número dois de Vítor Constâncio admitiu o aumento de impostos e o primeiro-ministro mandou-o calar.
Num segundo momento, foi protagonista da acumulação de um reforma milionária do Banco de Portugal com o vencimento de ministro das Finanças, obrigando José Sócrates a mais uma pirueta de alto risco.
Agora, com um orçamento rectificativo que tem de ser ratificado, Luís Campos e Cunha avança com uma conferência de imprensa para dizer que não há erros, mas incorrecções.
Vozes de além-mar
O Brasil conseguiu estar presente na final da Taça das Confederações, na Alemanha. Mas o Parreira não convence os brasileiros.
Não há limites
João Soares e Jorge Coelho, um dupla interessante, atiraram-se a Fernando Seara por causa dos comentários televisivos. Quem diria...
Um recado para Sócrates
Três sondagens publicadas na imprensa escrita - CM, DN e Público - indicam que a maioria dos portugueses admite que daqui a um ano as contas do Estado vão continuar mal. O nível de confiança no primeiro-ministro começa a resvalar. Apesar de só terem passado três meses e meio de governação, não tarda nada, José Sócrates vai começar a desculpar-se com a comunicação social, blá, blá, blá, que é preciso rever a lei de imprensa, blá,blá,blá, que a culpa é dos portugueses que não o compreendem.
Opinião Pública
De quem é a responsabilidade?
O desastre entre um carro e um pequeno avião, no aeródromo de Espinho, é de bradar aos céus. É preciso apurar a responsabilidade e demitir o cretino que facilitou a ocorrência de um acidente desta natureza.
domingo, junho 26
O preço de uma politica
O barril do petróleo ultrapassou a barreira do 60 dólares. O custo da factura energética está a dar cabo do desenvolvimento mundial, sobretudo da economia dos 25. A tensão existente em diversos países produtores está a fazer disparar os preços para níveis que são impensáveis, apesar de terem sido antecipados pelos especialistas há mais de um ano. Os resultados da intervenção norte-americana no Iraque estão à vista, pois explicam, em parte, o descontrolo do preço do ouro negro no mercado internacional.
Mais um
A morte de Hugo Cunha, da União de Leiria, lança mais uma forte suspeita sobre as condições em que se prática o desporto profissional em Portugal
sexta-feira, junho 24
Polémica ao rubro
O primeiro-ministro garante que tem três secretárias pessoais. O PSD afirma que Sócrates tem dezassete.
Debate Mensal (3)
José Sócrates é um político previsível. No terceiro debate mensal, desde que assumiu a liderança do XVII Governo, a receita usada foi a mesma: algumas medidas pontuais, muita retórica e uma dose de populismo q.b. Também a sua grande capacidade de comunicação voltou a brilhar, dando-lhe uma grande vantagem, em termos mediáticos. A única evolução registada no discurso do primeiro-ministro é a pose, que transborda de arrogância, gerando um estilo que começa a abafar o efeito pedagógico de algumas medidas positivas que o governo tem adoptado. As sondagens começam a dar sinais do cansaço dos portugueses.
A notícia do dia
Aqui está um exemplo escandaloso de benefícios dos políticos. É a excepção à regra ou a regra da excepção?
Opinião Pública
quinta-feira, junho 23
Lá terá que ser
A Inês Rapazote obrigou-me a olhar para o Um Bigo Meu.
Assim, no dia e no ano em que nasci, os tops rezavam assim:
The Number 1 single was: Elvis Presley - "It's Now Or Never (O Sole Mio)" Best-selling single of 1960.
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "South Pacific"
Assim, no dia e no ano em que nasci, os tops rezavam assim:
The Number 1 single was: Elvis Presley - "It's Now Or Never (O Sole Mio)" Best-selling single of 1960.
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "South Pacific"
«Sócrates Mentiroso»
É a palavra de ordem mais ouvida, em Portugal.
Depois dos professores, cerca de dois mil profissionais das forças de segurança manifestram-se, ontem, entre a Praça dos Restauradores e a Praça do Comércio, em Lisboa, contra a diminuição das regalias nos corpos policiais, ao ritmo da palavra de ordem «Sócrates Mentiroso».
Hoje, mais uma manifestação dos profissionais de segurança arranca na Praça do Comércio, em frente ao Ministério da Administração Interna, a partir das 17 horas.
Depois dos professores, cerca de dois mil profissionais das forças de segurança manifestram-se, ontem, entre a Praça dos Restauradores e a Praça do Comércio, em Lisboa, contra a diminuição das regalias nos corpos policiais, ao ritmo da palavra de ordem «Sócrates Mentiroso».
Hoje, mais uma manifestação dos profissionais de segurança arranca na Praça do Comércio, em frente ao Ministério da Administração Interna, a partir das 17 horas.
Opinião Pública
Regresso à normalidade
Um tribunal superior de Lisboa e outro de Ponta Delgada têm opiniões diferentes sobre a fixação de serviços mínimos aos professores. A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, desvaloriza a decisão que não lhe convém, revelando uma precipitação e uma falta de cultura democrática que lhe deviam valer a imediata demissão.
Golpe de asa
Primeiro fazem-se as nomeações mais importantes. Até aquelas que arrasam a credibilidade de qualquer governo. Depois fazem-se aprovar novas regras.
Presidente versus banca
O Presidente da República quer um Estado forte. E quer mais: governos a cumprir as suas metas sem contemplações. Mas as palavras leva-as o vento, como diz o povo. Jorge Sampaio, ainda antes de terminar o segundo mandato, teve que sofrer a humilhação de assistir à resposta da banca sobre as divagações macroeconómicas de S.Excelência. Entre um Estado falido e sem credibilidade e um sector bancário rico e competitivo, afinal, quem manda em Portugal?
quarta-feira, junho 22
Opinião Pública
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre o ataque presidencial à banca.
José Matos Correia, no DN, sobre a actualidade política.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o embuste do Presidente.
José Matos Correia, no DN, sobre a actualidade política.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o embuste do Presidente.
Um nome a fixar
Marcos Perestrelo, um jovem socialista, que tem mostrado qualidade, serenidade e capacidade de comunicação no programa Parlamento, na Dois, moderado por Vítor Gonçalves, que reúne os representantes dos partidos com assento parlamentar.
terça-feira, junho 21
Opinião Pública
A cópia é sempre pior que o original
Pela primeira vez, assisti, ontem, ao tempo de antena do PS, perdão, de António Vitorino, destacado dirigente socialista, ex-comissário europeu e ex-ministro da Defesa, só para citar algumas funções públicas. Enumerar os altos cargos desempenhados na esfera privada seria quase uma missão impossível.
A comparação destas notas soltas com as prestações de Marcelo Rebelo de Sousa, ex-candidato-falhado-a-primeiro-ministro, é inevitável. Apesar da boa e segura prestação de Judite de Sousa, a grosseira contratação do comentador da segunda-feira só pode ocorrer num país com uma televisão pública como a RTP, uma espécie de Estado dentro do Estado.
Não está em causa o valor intelectual de António Vitorino. A única questão que devia impor algum pudor à actual direcção da RTP, ou melhor, à administração da RTP, que manda efectivamente na informação, é a necessária despartidarização do serviço de informação pago pelos contribuintes.
A comparação destas notas soltas com as prestações de Marcelo Rebelo de Sousa, ex-candidato-falhado-a-primeiro-ministro, é inevitável. Apesar da boa e segura prestação de Judite de Sousa, a grosseira contratação do comentador da segunda-feira só pode ocorrer num país com uma televisão pública como a RTP, uma espécie de Estado dentro do Estado.
Não está em causa o valor intelectual de António Vitorino. A única questão que devia impor algum pudor à actual direcção da RTP, ou melhor, à administração da RTP, que manda efectivamente na informação, é a necessária despartidarização do serviço de informação pago pelos contribuintes.
Receita infalível
O governo tem a solução mágica para garantir que a greve dos professores não se vai repetir em dia de exames nacionais. A data das próximas provas não vai se divulgada, publicamente. É uma piada, mas está ao nível do melhor da equipa do Ministério da Educação.
segunda-feira, junho 20
Disparates mínimos
Quem tiver dúvidas sobre a guerra jurídica entre a ministra da Educação e os sindicatos dos professores, a propósito dos serviços mínimos na Educação, basta dar uma vista de olhos ao código do trabalho. Não custa inventar. Pode é não ter os efeitos esperados, isto é, pode resultar ao contrário, criando as condições para a união dos professores, mesmo dos que não estavam de acordo com a realização da greve nos dias de exames nacionais
Opinião Pública
Exageros
As primeiras páginas da imprensa renderam-se ao resultado de Tiago Monteiro, em Indianápolis. O JN faz a diferença.
sábado, junho 18
Manifestações
Dezenas de milhar de funcionários públicos manifestaram-se contra o congelamento das progressões e o aumento da idade de reforma, tendo aproveitado para chamar mentiroso ao primeiro- ministro, fazendo alusões às promessas eleitorais.
Hoje, foi a vez de mais uma manif, sem expressão mas com muito significado.
Entretanto, juízes e magistrados do MP deixaram um sério aviso ao primeiro-ministro. Tudo isto - e é só o começo - com os fundos estruturais europeus cada vez mais longe.
Hoje, foi a vez de mais uma manif, sem expressão mas com muito significado.
Entretanto, juízes e magistrados do MP deixaram um sério aviso ao primeiro-ministro. Tudo isto - e é só o começo - com os fundos estruturais europeus cada vez mais longe.
sexta-feira, junho 17
É só para rir
O Tomar Partido manifesta surpresa por Pacheco Pereira ter encerrado o Sítio do 'Não' ao Tratado de Constituição Europeia. Sinceramente, não sei onde está a surpresa.
Um sério aviso
De acordo com um a notícia do DE, a revista britânica Economist garante que Manuel Pinho, ministro da Economia, vai ser forçado a abandonar o Plano Tecnológico.
Opinião Pública
Octávio Ribeiro, no CM, sobre o arrastão de Carcavelos.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a cimeira europeia.
Mário Bettencourt Resendes, no DN, sobre Álvaro Cunhal e o PCP.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a cimeira europeia.
Mário Bettencourt Resendes, no DN, sobre Álvaro Cunhal e o PCP.
quinta-feira, junho 16
O momento da verdade
Os líderes dos 25, em Bruxelas, começaram a cimeira das cimeiras para o futuro da Europa.
Opinião Pública
De volta
Manuela Ferreira Leite vai à RTP, ao espaço de entrevista de Judite de Sousa. Já sinto o cheiro de mais uma explicação sobre o défice, como foi difícil fazer opções e cortes durante o mandato de José Manuel Durão Barroso, blá, blá, blá.
terça-feira, junho 14
A rádio no seu melhor
O Fórum da TSF, hoje, foi sobre o actual escândalo em curso das obras nas auto-estradas, cujas portagens permanecem inalteradas. O mais interessante é que a petição sobre esta questão, que corre na blogosfera, já obteve 23 mil assinaturas.
Opinião Pública
Daniel Sampaio, na CAPITAL, sobre o arrastão de Carcavelos.
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre a previsão do crescimento económico.
Nuno Ribeiro da Silva, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a globalização e marginalização.
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre a previsão do crescimento económico.
Nuno Ribeiro da Silva, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a globalização e marginalização.
Um dia histórico
O perdão da dívida de 13,6 mil milhões de euros da Bolívia, Burkina Faso, Etiópia, Gana, Guiana, Honduras, Madagáscar, Mali, Mauritânia, Moçambique, Nicarágua, Níger, Ruanda, Senegal, Tanzânia, Uganda e Zâmbia é um feito histórico.
Gordon Brown, chanceler britânico, no âmbito do G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão) consguiu a proeza de colocar a Europa no centro do apoio aos países mais pobres do mundo.
Gordon Brown, chanceler britânico, no âmbito do G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão) consguiu a proeza de colocar a Europa no centro do apoio aos países mais pobres do mundo.
segunda-feira, junho 13
Portugal mais pobre

Álvaro Cunhal morreu, aos 91 anos. O secretário-geral dos comunistas, entre 1961 e 1992, tem um lugar na História de Portugal.

O poeta Eugénio de Andrade morreu hoje, no Porto, aos 82 anos

Vasco Gonçalves, antigo primeiro-ministro, morreu no sábado passado, aos 83 anos de idade,
sexta-feira, junho 10
quinta-feira, junho 9
É p'ra Caixa, Olé!
Francisco Louça é que não foi na conversa mole para adormecer os papalvos. Mais uma vez, o deputado acertou em cheio, perguntando ao ministro das Finanças quais são as empresas que vai privatizar, já que espera tanta e tanta receita nos próximos anos.
«O maçon de Viena», de José Braga Gonçalves
O princípio
«Em História não há coincidências; todos os factos são significativos»
O fim
«Quando um poderoso cai, os amigos querem que caia o mais baixo possível, esquecendo-se, que, com ele, todos acabarão por cair, um dia»
«Em História não há coincidências; todos os factos são significativos»
O fim
«Quando um poderoso cai, os amigos querem que caia o mais baixo possível, esquecendo-se, que, com ele, todos acabarão por cair, um dia»
O referendo para as calendas
A escandalosa realização do referendo ao tratado da constituição europeia no dia das eleições autárquicas tem os dias contados. O coro dos que defendem o seu cancelamento é cada vez maior. Freitas do Amaral, Duarte Lima e Vasco Graça Moura já deram o tiro de partida. Só faltava esta para Jorge Sampaio terminar o mandato presidencial em beleza.
Opinião Pública
terça-feira, junho 7
Polémica
A Associação Portuguesa de Hemofílicos (APH) acusou o Presidente da República de se preparar para condecorar uma pessoa fugida a julgamento. Trata-se de Leonor Beleza, uma das personalidades agraciadas do 10 de Junho.
Jorge Sampaio tem o poder de atribuir as condecorações. Todavia, há limites que não deviam ser ultrapassados.
Jorge Sampaio tem o poder de atribuir as condecorações. Todavia, há limites que não deviam ser ultrapassados.
O enigma
Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, é o representante de Portugal, nas comemoração do 10 de Junho, na Venezuela.
Processo judicial
António Cerejo, jornalista do jornal Público, levou o primeiro-ministro à barra do tribunal.
Transparência
O ministro do Ambiente quer acabar com a bandalheira na costa portuguesa.
Há um consenso geral sobre a necessidade de acabar com as casas em cima do mar, construídas de uma forma selvagem.
É uma promessa. Para já, é só isso. Uma intenção renovada, sistematicamente, por diversos governos.
Dito isto, importa saber quais são os critérios estabelecidos para arrancar com as demolições. Este processo não deve permitir diferenças entre pescadores e poderosos. Entre ricos e pobres. Entre amigos do partido e rivais políticos.
Para levar por diante esta tarefa titânica, que tem tardado, é preciso que o poder político se coloque num patamar superior a qualquer suspeita.
Há um consenso geral sobre a necessidade de acabar com as casas em cima do mar, construídas de uma forma selvagem.
É uma promessa. Para já, é só isso. Uma intenção renovada, sistematicamente, por diversos governos.
Dito isto, importa saber quais são os critérios estabelecidos para arrancar com as demolições. Este processo não deve permitir diferenças entre pescadores e poderosos. Entre ricos e pobres. Entre amigos do partido e rivais políticos.
Para levar por diante esta tarefa titânica, que tem tardado, é preciso que o poder político se coloque num patamar superior a qualquer suspeita.
Opinião Pública
segunda-feira, junho 6
JBG em livro
O Tomar Partido, sempre bem informado, anunciou o próximo livro de José Braga Gonçalves. O Fumaças também. Eu já li! Vai ser uma surpresa!
Opinião Pública
Daniel Sampaio, na CAPITAL, sobre o jogo da selecção portuguesa de futebol.
António Costa, no DE, sobre a primeira crise de José Sócrates.
João Cravinho, no DN, sobre os referendos europeus.
Eduardo Moura, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre os limites da acção governamental.
António Costa, no DE, sobre a primeira crise de José Sócrates.
João Cravinho, no DN, sobre os referendos europeus.
Eduardo Moura, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre os limites da acção governamental.
domingo, junho 5
Aflito
José Sócrates convocou uma conferência de imprensa, antes do jogo, no estádio nacional, para dizer o que devia ter dito há mais de uma semana.
Este ministro vai lá
A declaração de Campos e Cunha, do tipo eu e a minha mulher, fica nos anais do anedotário político português.
sábado, junho 4
SURPRESA!!!!
O JPH está com problemas de meia-idade. Hoje, no dia em que faz 36 anos, queria uma cena de Las Vegas (Baaaaahhhhhh!). Mas bem pode tirar o cavalinho da chuva. O que está a dar, em Portugal, é outra coisa (Ah!Ah!Ah!).
*Também agradeço o paradeiro da coisa. Já corri todas as lojas de CD's.
*Também agradeço o paradeiro da coisa. Já corri todas as lojas de CD's.
Três tipos de ministros
Há ministros de primeira, de segunda e de terceira. Uns são de Estado e outros não são. Uns suspendem as reformas e outros fazem de conta. Ainda há outros que não são ministros de Estado, não têm reformas, mas têm de estar calados para manter o lugar. Pelo menos, publicamente. Quem são os piores?
Venha mais uma
Com as trapalhadas do actual governo, que se está a afundar na descoberta da acumulação de reformas dos seus ministros, os portugueses continuam a alimentar a alma com o futebol. Hoje, dia grande para a selecção nacional, só faltava uma sondagem, de última hora, a revelar que os portugueses não se importam que a equipa liderada por Scolari perca todos os jogos e não se qualifique para o Mundial.
E vai mais um
Mário Lino, ministro das Obras Públicas, não tem uma, mas duas reformas que acumula com o vencimento que recebe por pertencer ao governo de José Sócrates.
sexta-feira, junho 3
DN 140 anos
Uma mostra, na Cordoaria, a não perder. José Maria Ribeirinho, coordenador da exposição, diz adeus ao DN em grande.
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