segunda-feira, junho 27

Opinião Pública

João Vaz, no CM, sobre o orçamento rectificativo.
João Cravinho, no DN, sobre as regalias e privilégios na função pública.
Luís delgado, no DN, pergunta: Onde está o PSD?
Paula Teixeira da Cruz, na CAPITAL, em resposta a António Mega Ferreira.

De quem é a responsabilidade?

O desastre entre um carro e um pequeno avião, no aeródromo de Espinho, é de bradar aos céus. É preciso apurar a responsabilidade e demitir o cretino que facilitou a ocorrência de um acidente desta natureza.

domingo, junho 26

O preço de uma politica

O barril do petróleo ultrapassou a barreira do 60 dólares. O custo da factura energética está a dar cabo do desenvolvimento mundial, sobretudo da economia dos 25. A tensão existente em diversos países produtores está a fazer disparar os preços para níveis que são impensáveis, apesar de terem sido antecipados pelos especialistas há mais de um ano. Os resultados da intervenção norte-americana no Iraque estão à vista, pois explicam, em parte, o descontrolo do preço do ouro negro no mercado internacional.

Offshores

A infinita hipócrisia

Mais um

A morte de Hugo Cunha, da União de Leiria, lança mais uma forte suspeita sobre as condições em que se prática o desporto profissional em Portugal

sexta-feira, junho 24

Passe de mágica

O site de Pacheco Pereira visto por Jorge Ferreira.

Polémica ao rubro

O primeiro-ministro garante que tem três secretárias pessoais. O PSD afirma que Sócrates tem dezassete.

Debate Mensal (3)

José Sócrates é um político previsível. No terceiro debate mensal, desde que assumiu a liderança do XVII Governo, a receita usada foi a mesma: algumas medidas pontuais, muita retórica e uma dose de populismo q.b. Também a sua grande capacidade de comunicação voltou a brilhar, dando-lhe uma grande vantagem, em termos mediáticos. A única evolução registada no discurso do primeiro-ministro é a pose, que transborda de arrogância, gerando um estilo que começa a abafar o efeito pedagógico de algumas medidas positivas que o governo tem adoptado. As sondagens começam a dar sinais do cansaço dos portugueses.

A notícia do dia

Aqui está um exemplo escandaloso de benefícios dos políticos. É a excepção à regra ou a regra da excepção?

Uma verdadeira medida

A aprovação da nova lei das rendas, no conselho de ministros.

A diferença

Entre Zapatero e Sócrates. Entre a idade da reforma em Espanha e em Portugal.

Opinião Pública

Vicente Jorge Silva, no DN, sobre as margens do governo.
João Miguel Tavares, no DN, sobre a candidatura de Manuel Maria Carrilho.
Luís Delgado, no DN, sobre a Europa de Blair.

quinta-feira, junho 23

Lá terá que ser

A Inês Rapazote obrigou-me a olhar para o Um Bigo Meu.
Assim, no dia e no ano em que nasci, os tops rezavam assim:
The Number 1 single was: Elvis Presley - "It's Now Or Never (O Sole Mio)" Best-selling single of 1960.
The Number 1 album was: Original Soundtrack - "South Pacific"

23.06.05

O melhor
Embustado
Sugestão ao PR
A seguir
A caixa de Pandora
Organizem-se, pá!
A esquecer
Olha o gajo
Comparações
Irritações

«Sócrates Mentiroso»

É a palavra de ordem mais ouvida, em Portugal.
Depois dos professores, cerca de dois mil profissionais das forças de segurança manifestram-se, ontem, entre a Praça dos Restauradores e a Praça do Comércio, em Lisboa, contra a diminuição das regalias nos corpos policiais, ao ritmo da palavra de ordem «Sócrates Mentiroso».
Hoje, mais uma manifestação dos profissionais de segurança arranca na Praça do Comércio, em frente ao Ministério da Administração Interna, a partir das 17 horas.

Opinião Pública

Maria José Nogueira Pinto, na Capital, sobre um novo feminino.
José Manuel Barroso, no DN, sobre Delgado, Cunhal, Spínola e MFA.
Manuel Monteiro, no DN, sobre a necessidade de uma nova vaga.

Regresso à normalidade

Um tribunal superior de Lisboa e outro de Ponta Delgada têm opiniões diferentes sobre a fixação de serviços mínimos aos professores. A ministra da Educação, Maria de Lurdes Rodrigues, desvaloriza a decisão que não lhe convém, revelando uma precipitação e uma falta de cultura democrática que lhe deviam valer a imediata demissão.

Golpe de asa

Primeiro fazem-se as nomeações mais importantes. Até aquelas que arrasam a credibilidade de qualquer governo. Depois fazem-se aprovar novas regras.

Presidente versus banca

O Presidente da República quer um Estado forte. E quer mais: governos a cumprir as suas metas sem contemplações. Mas as palavras leva-as o vento, como diz o povo. Jorge Sampaio, ainda antes de terminar o segundo mandato, teve que sofrer a humilhação de assistir à resposta da banca sobre as divagações macroeconómicas de S.Excelência. Entre um Estado falido e sem credibilidade e um sector bancário rico e competitivo, afinal, quem manda em Portugal?

quarta-feira, junho 22

Opinião Pública

Pedro Marques Pereira, no DE, sobre o ataque presidencial à banca.
José Matos Correia, no DN, sobre a actualidade política.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o embuste do Presidente.