quinta-feira, junho 16
O momento da verdade
Os líderes dos 25, em Bruxelas, começaram a cimeira das cimeiras para o futuro da Europa.
Opinião Pública
De volta
Manuela Ferreira Leite vai à RTP, ao espaço de entrevista de Judite de Sousa. Já sinto o cheiro de mais uma explicação sobre o défice, como foi difícil fazer opções e cortes durante o mandato de José Manuel Durão Barroso, blá, blá, blá.
terça-feira, junho 14
A rádio no seu melhor
O Fórum da TSF, hoje, foi sobre o actual escândalo em curso das obras nas auto-estradas, cujas portagens permanecem inalteradas. O mais interessante é que a petição sobre esta questão, que corre na blogosfera, já obteve 23 mil assinaturas.
Opinião Pública
Daniel Sampaio, na CAPITAL, sobre o arrastão de Carcavelos.
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre a previsão do crescimento económico.
Nuno Ribeiro da Silva, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a globalização e marginalização.
Pedro Marques Pereira, no DE, sobre a previsão do crescimento económico.
Nuno Ribeiro da Silva, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a globalização e marginalização.
Um dia histórico
O perdão da dívida de 13,6 mil milhões de euros da Bolívia, Burkina Faso, Etiópia, Gana, Guiana, Honduras, Madagáscar, Mali, Mauritânia, Moçambique, Nicarágua, Níger, Ruanda, Senegal, Tanzânia, Uganda e Zâmbia é um feito histórico.
Gordon Brown, chanceler britânico, no âmbito do G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão) consguiu a proeza de colocar a Europa no centro do apoio aos países mais pobres do mundo.
Gordon Brown, chanceler britânico, no âmbito do G7 (Alemanha, Canadá, EUA, França, Grã-Bretanha, Itália e Japão) consguiu a proeza de colocar a Europa no centro do apoio aos países mais pobres do mundo.
segunda-feira, junho 13
Portugal mais pobre

Álvaro Cunhal morreu, aos 91 anos. O secretário-geral dos comunistas, entre 1961 e 1992, tem um lugar na História de Portugal.

O poeta Eugénio de Andrade morreu hoje, no Porto, aos 82 anos

Vasco Gonçalves, antigo primeiro-ministro, morreu no sábado passado, aos 83 anos de idade,
sexta-feira, junho 10
quinta-feira, junho 9
É p'ra Caixa, Olé!
Francisco Louça é que não foi na conversa mole para adormecer os papalvos. Mais uma vez, o deputado acertou em cheio, perguntando ao ministro das Finanças quais são as empresas que vai privatizar, já que espera tanta e tanta receita nos próximos anos.
«O maçon de Viena», de José Braga Gonçalves
O princípio
«Em História não há coincidências; todos os factos são significativos»
O fim
«Quando um poderoso cai, os amigos querem que caia o mais baixo possível, esquecendo-se, que, com ele, todos acabarão por cair, um dia»
«Em História não há coincidências; todos os factos são significativos»
O fim
«Quando um poderoso cai, os amigos querem que caia o mais baixo possível, esquecendo-se, que, com ele, todos acabarão por cair, um dia»
O referendo para as calendas
A escandalosa realização do referendo ao tratado da constituição europeia no dia das eleições autárquicas tem os dias contados. O coro dos que defendem o seu cancelamento é cada vez maior. Freitas do Amaral, Duarte Lima e Vasco Graça Moura já deram o tiro de partida. Só faltava esta para Jorge Sampaio terminar o mandato presidencial em beleza.
Opinião Pública
terça-feira, junho 7
Polémica
A Associação Portuguesa de Hemofílicos (APH) acusou o Presidente da República de se preparar para condecorar uma pessoa fugida a julgamento. Trata-se de Leonor Beleza, uma das personalidades agraciadas do 10 de Junho.
Jorge Sampaio tem o poder de atribuir as condecorações. Todavia, há limites que não deviam ser ultrapassados.
Jorge Sampaio tem o poder de atribuir as condecorações. Todavia, há limites que não deviam ser ultrapassados.
O enigma
Fernando Serrasqueiro, secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor, é o representante de Portugal, nas comemoração do 10 de Junho, na Venezuela.
Processo judicial
António Cerejo, jornalista do jornal Público, levou o primeiro-ministro à barra do tribunal.
Transparência
O ministro do Ambiente quer acabar com a bandalheira na costa portuguesa.
Há um consenso geral sobre a necessidade de acabar com as casas em cima do mar, construídas de uma forma selvagem.
É uma promessa. Para já, é só isso. Uma intenção renovada, sistematicamente, por diversos governos.
Dito isto, importa saber quais são os critérios estabelecidos para arrancar com as demolições. Este processo não deve permitir diferenças entre pescadores e poderosos. Entre ricos e pobres. Entre amigos do partido e rivais políticos.
Para levar por diante esta tarefa titânica, que tem tardado, é preciso que o poder político se coloque num patamar superior a qualquer suspeita.
Há um consenso geral sobre a necessidade de acabar com as casas em cima do mar, construídas de uma forma selvagem.
É uma promessa. Para já, é só isso. Uma intenção renovada, sistematicamente, por diversos governos.
Dito isto, importa saber quais são os critérios estabelecidos para arrancar com as demolições. Este processo não deve permitir diferenças entre pescadores e poderosos. Entre ricos e pobres. Entre amigos do partido e rivais políticos.
Para levar por diante esta tarefa titânica, que tem tardado, é preciso que o poder político se coloque num patamar superior a qualquer suspeita.
Opinião Pública
segunda-feira, junho 6
JBG em livro
O Tomar Partido, sempre bem informado, anunciou o próximo livro de José Braga Gonçalves. O Fumaças também. Eu já li! Vai ser uma surpresa!
Opinião Pública
Daniel Sampaio, na CAPITAL, sobre o jogo da selecção portuguesa de futebol.
António Costa, no DE, sobre a primeira crise de José Sócrates.
João Cravinho, no DN, sobre os referendos europeus.
Eduardo Moura, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre os limites da acção governamental.
António Costa, no DE, sobre a primeira crise de José Sócrates.
João Cravinho, no DN, sobre os referendos europeus.
Eduardo Moura, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre os limites da acção governamental.
domingo, junho 5
Aflito
José Sócrates convocou uma conferência de imprensa, antes do jogo, no estádio nacional, para dizer o que devia ter dito há mais de uma semana.
Este ministro vai lá
A declaração de Campos e Cunha, do tipo eu e a minha mulher, fica nos anais do anedotário político português.
sábado, junho 4
SURPRESA!!!!
O JPH está com problemas de meia-idade. Hoje, no dia em que faz 36 anos, queria uma cena de Las Vegas (Baaaaahhhhhh!). Mas bem pode tirar o cavalinho da chuva. O que está a dar, em Portugal, é outra coisa (Ah!Ah!Ah!).
*Também agradeço o paradeiro da coisa. Já corri todas as lojas de CD's.
*Também agradeço o paradeiro da coisa. Já corri todas as lojas de CD's.
Três tipos de ministros
Há ministros de primeira, de segunda e de terceira. Uns são de Estado e outros não são. Uns suspendem as reformas e outros fazem de conta. Ainda há outros que não são ministros de Estado, não têm reformas, mas têm de estar calados para manter o lugar. Pelo menos, publicamente. Quem são os piores?
Venha mais uma
Com as trapalhadas do actual governo, que se está a afundar na descoberta da acumulação de reformas dos seus ministros, os portugueses continuam a alimentar a alma com o futebol. Hoje, dia grande para a selecção nacional, só faltava uma sondagem, de última hora, a revelar que os portugueses não se importam que a equipa liderada por Scolari perca todos os jogos e não se qualifique para o Mundial.
E vai mais um
Mário Lino, ministro das Obras Públicas, não tem uma, mas duas reformas que acumula com o vencimento que recebe por pertencer ao governo de José Sócrates.
sexta-feira, junho 3
DN 140 anos
Uma mostra, na Cordoaria, a não perder. José Maria Ribeirinho, coordenador da exposição, diz adeus ao DN em grande.
Portas distraído

Manuel Monteiro, do PND, e Luís Queiró, do CDS-PP, em diálogo, hoje, sobre a União Europeia. Vai ser lindo! António Monteiro e António Filipe também participam, mas não têm nada a ver com aquele debate.
Opinião Pública
Octávio Ribeiro, no CM, sobre o divórcio entre o discurso e a prática políticas.
Helena Garrido, no DE, sobre o 'não' racional.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a PT.
Helena Garrido, no DE, sobre o 'não' racional.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a PT.
quinta-feira, junho 2
As confusões do costume
O poder, a influência e o dinheiro não são sinónimos de inteligência, status e cultura. A propósito do nosso défice, do que temos e do que ainda vamos descobrir, alimenta-se a ideia da falência do Estado Providência. Aliás, a diabolização do Estado Social é uma manobra de último recurso de quem não percebe que a civilização mudou e evoluiu. Hoje, esta questão já não se coloca nem à esquerda nem à direita.
A apropriação ilícita do bem público, muitas vezes descaradamente ignorada, não se confunde com a necessidade de assegurar a redistribuição equitativa dos recursos estatais através de serviços essenciais. Entre uma coisa e a outra há uma grande diferença, que se percebia mal no século XIX, mas que é evidente no século XXI.
Não se pode confundir a má administração do Estado com a imperiosa tarefa, que lhe cabe, de assumir a liderança e controlo de algumas funções vitais.
A amálgama de conceitos só serve para confundir os cidadãos, aproveitando a sensação de revolta de quem se indigna, e bem, contra quem deveria administrar com todo o cuidado e critério.
A apropriação ilícita do bem público, muitas vezes descaradamente ignorada, não se confunde com a necessidade de assegurar a redistribuição equitativa dos recursos estatais através de serviços essenciais. Entre uma coisa e a outra há uma grande diferença, que se percebia mal no século XIX, mas que é evidente no século XXI.
Não se pode confundir a má administração do Estado com a imperiosa tarefa, que lhe cabe, de assumir a liderança e controlo de algumas funções vitais.
A amálgama de conceitos só serve para confundir os cidadãos, aproveitando a sensação de revolta de quem se indigna, e bem, contra quem deveria administrar com todo o cuidado e critério.
quarta-feira, junho 1
Opinião Pública
01.06.05
O melhor
Direitos
Checked
Dá-lhes tralha
Dicio-blog
A seguir
Flic-flac
Traços da realidade
Galp para que te quero
A esquecer
Apelidos
Direitos
Checked
Dá-lhes tralha
Dicio-blog
A seguir
Flic-flac
Traços da realidade
Galp para que te quero
A esquecer
Apelidos
O fim das pensões
Batam palmas, gritou Paulo Portas da bancada dos populares.
No momento em que José Sócrates anunciou o fim dos benefícios dos políticos, a bancada socialista só começou a bater palmas depois do ex-ministro da Defesa os ter desafiado a apoiar o líder do PS, no meio de uma gargalhada geral.
Ao meter a mão no bolso dos deputados, o governo tem de contar com uma reacção que ultrapassa as barreiras partidárias. Assim, continua por provar a verdadeira determinação de José Sócrates.
No momento em que José Sócrates anunciou o fim dos benefícios dos políticos, a bancada socialista só começou a bater palmas depois do ex-ministro da Defesa os ter desafiado a apoiar o líder do PS, no meio de uma gargalhada geral.
Ao meter a mão no bolso dos deputados, o governo tem de contar com uma reacção que ultrapassa as barreiras partidárias. Assim, continua por provar a verdadeira determinação de José Sócrates.
Uma situação escandalosa
São várias as referências ao escândalo que se vive nas auto-estradas concessionadas à Brisa. Aqui fica a petição veículada pelo Tomar Partido
terça-feira, maio 31
Ora toma lá!
José Sócrates prometeu tirar 300 mil idosos da pobreza. Chegou ao Governo e prepara-se para devolvê-los à procedência e para reforçar o contigente. É a chamada 'democratização' da pobreza.
E têm salário?
O ministro da Justiça, Alberto Costa, tem um conjunto de notáveis que o estão a ajudar a resolver os problemas do sector.O grupo de reflexão, que reuniu hoje pela primeira vez, integra Vital Moreira, Menezes Cordeiro, Costa Andrade, Fausto Quadros, José Lebre de Freitas, Robin de Andrade, José Miguel Júdice, Miguel Galvão Teles e António Pinto Ribeiro, entre outras personalidades.
Uns patriotas
Jorge Sampaio apelou ao sentido patriótico dos parceiros sociais. Já começa a ser tempo dos patrões darem o exemplo aos sindicatos.
domingo, maio 29
A II Revoluçao francesa
A vitória do 'Não' no referendo ao tratado de Constituição europeia é a segunda oportunidade para a construção de uma verdadeira europa económica e social.
sábado, maio 28
Miguel Cadilhe em forma
O ex-ministro das Finanças dá mais um contributo para se perceber a teoria da boa e da má moeda, que Cavaco Silva decidiu recordar em plena campanha das últimas legislativas, contribuindo para dar a vitória a José Sócrates. Afinal, o pai do monstro é o próprio autor do artigo que ficou para a história: o monstro. Assim, até dá gosto falar do défice. Zangam-se as comadres, sabem-se as verdades, não é senhor professor?
Estranha coincidência
Os altos dignatários de esquerda, de Jorge Sampaio a Zapatero, têm rumado a França para apoiar o sim ao referendo. Curiosamente, a direita tem sido menos entusiasta em relação à Europa dos interesses, descaradamente apoiada por uma esquerda envergonhada, sob o capote da aposta na europa social, que só existe nas palavras e nos discursos.
Sim ou não?
O referendo à constituição europeia, que se realiza em França, devia ser uma lição para os políticos portugueses. Não basta empurrar o pó para debaixo do tapete, como os sucessivos governos de esquerda e de direita têm feito em Portugal. Mais tarde ou mais cedo, a verdadeira discussão sobre o modelo europeu terá de ser feita entre nós.
Isenção q.b.
Jorge Sampaio fica na história por ter sido o Presidente da República que dissolveu uma maioria parlamentar. Ausente no estrangeiro, certamente numa missão da maior relevância e interesse para o Estado, o mais alto magistrado não disse uma palavra sobre o aumento dos impostos anunciado pelo primeiro-ministro, na Assembleia da República. Nem tão pouco sobre a necessidade de aprovação do tal orçamento do governo de Sanatana Lopes.
sexta-feira, maio 27
Sobreirogate (III)
Com subtileza e ironia, o Blogue dos Marretas coloca a dúvida em relação à utilidade pública do abate de sobreiros: para construir a «Nova Setúbal» e o empreendimento Portucale. Conheça as diferenças entre os sobreiros de Setúbal e os sobreiros de Benavente.
27.05.05
O melhor
Só podem estar a gozar
Pagador de impostos
Via do Monstro
Um cigarro a meio
A seguir
Quadro de uma fraude
A esquecer
Critérios?
Só podem estar a gozar
Pagador de impostos
Via do Monstro
Um cigarro a meio
A seguir
Quadro de uma fraude
A esquecer
Critérios?
Opinião Pública
Um homem livre
Medina Carreira foi ao programa Negócios da Semana, da SIC Notícias, comentar as medidas anunciadas por José Sócrates. E não se esqueceu de revelar a farsa. Mais uma vez. Ao apontar o dedo à classe dirigente que sabe mas não tem coragem de fazer, com todas as letras, Medina Carreira prestou um serviço público que devia ser aproveitado. A entrevista conduzida por Gomes Ferreira devia ser visionada em São Bento, em todos os gabinetes ministeriais, departamentos centrais e autárquicos, empresas, sindicatos, confederações patronais e órgãos de comunicação social.
quarta-feira, maio 25
Dúvida fundamental
Jorge Sampaio fez questão de fazer aprovar o Orçamento de Estado para 2005.
Depois de tantas reuniões com o Governador do Banco de Portugal, será que Jorge Sampaio também estava à espera de um défice da ordem dos 5%?
Depois de tantas reuniões com o Governador do Banco de Portugal, será que Jorge Sampaio também estava à espera de um défice da ordem dos 5%?
Peça estragada
Francisco Louçã e Bernardino Soares deram cabo da encenação do primeiro-ministro, durante o debate mensal na Assembleia da República.
O bloquista revelou que o défice estimado superior a 6% estava escarrapachado nos relatórios do Banco de Portugal.
O comunista garantiu que António José Seguro, líder do grupo parlamentar do PS, antes de José Sócrates ganhar as eleições, já adiantava o número mágico no Parlamento.
Não há encenação que resista a dois deputados com memória.
O bloquista revelou que o défice estimado superior a 6% estava escarrapachado nos relatórios do Banco de Portugal.
O comunista garantiu que António José Seguro, líder do grupo parlamentar do PS, antes de José Sócrates ganhar as eleições, já adiantava o número mágico no Parlamento.
Não há encenação que resista a dois deputados com memória.
Opinião Pública
Manuel Carvalho da Silva, no DN, sobre o têxtil
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a estimativa do défice.
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a estimativa do défice.
terça-feira, maio 24
Riscos
Santana Lopes não está na varanda da Câmara Municipal de Lisboa para receber os jogadores do Benfica. Assim, não se arrisca a que o povo grite:Salta!Salta!Salta!
Opinião Pública
Pedro S. Guerreiro, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o défice.
José Medeiros Ferreira, no DN, sobre os governos do défice.
Luís Delgado, no DN, sobre os excessos do Estado.
António Ribeiro Ferreira, no DN, sobre os gastos do Estado.
José Medeiros Ferreira, no DN, sobre os governos do défice.
Luís Delgado, no DN, sobre os excessos do Estado.
António Ribeiro Ferreira, no DN, sobre os gastos do Estado.
IVA que é demais
Ciclicamente, sempre que se divulga o crescimento do défice, os economistas que estiveram no poder, nos Ministérios da Economia e das Finanças, correm para a comunicação social a dar palpites sobre como se pode salvar o país.
segunda-feira, maio 23
Olh'ó balão!
O PS manifestou-se chocado e estupefacto com o valor de 6,83 por cento de défice apurado pela comissão independente às contas públicas nacionais. Agora, só falta Marques Mendes e Paulo Portas manifestarem-se também chocados com as finanças públicas.
O caminho mais fácil
Vítor Constâncio considerou que é inevitável adoptar medidas para aumentar receitas do Estado.
sexta-feira, maio 20
A razão do mercado
Os títulos dos BES deram um tombo de 3.03% desde o início do sobreirogate.
Os papéis do braço financeiro do grupo começaram a cair, a partir de dia 10, data em que se realizaram as buscas ao escritório de Nobre Guedes, ao grupo Grão-Pará e às instalações do Grupo Espírito Santo.
Os papéis do braço financeiro do grupo começaram a cair, a partir de dia 10, data em que se realizaram as buscas ao escritório de Nobre Guedes, ao grupo Grão-Pará e às instalações do Grupo Espírito Santo.
A campanha do não
Pacheco Pereira lançou a campanha do não para o próximo referendo à constituição europeia. Como passei uma semana totalmente não, também NÃO comento a inciativa. Para já. Apesar de concordar que é uma pouca vergonha esconder o debate europeu no meio das eleições autárquicas.
quinta-feira, maio 19
O custo das velhas glórias
Pedro Barbosa deu tanto ao Sporting que não merecia acabar a sua carreira carregando sobre os ombros uma quota-parte de responsabilidade do falhanço nos jogos contra o Benfica e o CSKA. José Peseiro, ao obrigar uma das velhas glórias do Sporting a jogar 90 minutos, evitando até ao extremo a sua substituição, cometeu dois erros tácticos clamorosos, que custaram ao clube a derrota no campeonato e na taça UEFA. E muito mais. É a prova de um exercício de grande desumanidade, pois está em causa um dos melhores jogadores portugueses, que se vê obrigado a arrastar-se, penosamente, no campo, deixando uma imagem que não corresponde ao seu valor. Não está em causa o campeonato ou a vitória numa final europeia. Para o ano há mais, muitas mais taças para ganhar. O que importa salientar, neste momento, é a incapacidade e a falta de coragem do treinador para impor a renovação e o rejuvenescimento natural da equipa.
quarta-feira, maio 18
Opinião Pública
Pedro Adão e Silva, na CAPITAL, sobre a década de 80.
Pedro Marques pereira, no DE, sobre a gestão do silêncio.
Francisco Azevedo e Silva, no DN, sobre o défice.
Luís Delgado, no DN, sobre Sporting e Guterres.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a Bombardier
Pedro Marques pereira, no DE, sobre a gestão do silêncio.
Francisco Azevedo e Silva, no DN, sobre o défice.
Luís Delgado, no DN, sobre Sporting e Guterres.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a Bombardier
Vale de lágrimas
Jorge Sampaio e José Sócrates reúnem-se hoje no Palácio de Belém. Depois vão à bola, em Alvalade. Será que vão festejar com uma Carlsberg e com uma sande de coiratos, em honra do défice?
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