sábado, junho 4
Três tipos de ministros
Há ministros de primeira, de segunda e de terceira. Uns são de Estado e outros não são. Uns suspendem as reformas e outros fazem de conta. Ainda há outros que não são ministros de Estado, não têm reformas, mas têm de estar calados para manter o lugar. Pelo menos, publicamente. Quem são os piores?
Venha mais uma
Com as trapalhadas do actual governo, que se está a afundar na descoberta da acumulação de reformas dos seus ministros, os portugueses continuam a alimentar a alma com o futebol. Hoje, dia grande para a selecção nacional, só faltava uma sondagem, de última hora, a revelar que os portugueses não se importam que a equipa liderada por Scolari perca todos os jogos e não se qualifique para o Mundial.
E vai mais um
Mário Lino, ministro das Obras Públicas, não tem uma, mas duas reformas que acumula com o vencimento que recebe por pertencer ao governo de José Sócrates.
sexta-feira, junho 3
DN 140 anos
Uma mostra, na Cordoaria, a não perder. José Maria Ribeirinho, coordenador da exposição, diz adeus ao DN em grande.
Portas distraído

Manuel Monteiro, do PND, e Luís Queiró, do CDS-PP, em diálogo, hoje, sobre a União Europeia. Vai ser lindo! António Monteiro e António Filipe também participam, mas não têm nada a ver com aquele debate.
Opinião Pública
Octávio Ribeiro, no CM, sobre o divórcio entre o discurso e a prática políticas.
Helena Garrido, no DE, sobre o 'não' racional.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a PT.
Helena Garrido, no DE, sobre o 'não' racional.
Sérgio Figueiredo, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a PT.
quinta-feira, junho 2
As confusões do costume
O poder, a influência e o dinheiro não são sinónimos de inteligência, status e cultura. A propósito do nosso défice, do que temos e do que ainda vamos descobrir, alimenta-se a ideia da falência do Estado Providência. Aliás, a diabolização do Estado Social é uma manobra de último recurso de quem não percebe que a civilização mudou e evoluiu. Hoje, esta questão já não se coloca nem à esquerda nem à direita.
A apropriação ilícita do bem público, muitas vezes descaradamente ignorada, não se confunde com a necessidade de assegurar a redistribuição equitativa dos recursos estatais através de serviços essenciais. Entre uma coisa e a outra há uma grande diferença, que se percebia mal no século XIX, mas que é evidente no século XXI.
Não se pode confundir a má administração do Estado com a imperiosa tarefa, que lhe cabe, de assumir a liderança e controlo de algumas funções vitais.
A amálgama de conceitos só serve para confundir os cidadãos, aproveitando a sensação de revolta de quem se indigna, e bem, contra quem deveria administrar com todo o cuidado e critério.
A apropriação ilícita do bem público, muitas vezes descaradamente ignorada, não se confunde com a necessidade de assegurar a redistribuição equitativa dos recursos estatais através de serviços essenciais. Entre uma coisa e a outra há uma grande diferença, que se percebia mal no século XIX, mas que é evidente no século XXI.
Não se pode confundir a má administração do Estado com a imperiosa tarefa, que lhe cabe, de assumir a liderança e controlo de algumas funções vitais.
A amálgama de conceitos só serve para confundir os cidadãos, aproveitando a sensação de revolta de quem se indigna, e bem, contra quem deveria administrar com todo o cuidado e critério.
quarta-feira, junho 1
Opinião Pública
01.06.05
O melhor
Direitos
Checked
Dá-lhes tralha
Dicio-blog
A seguir
Flic-flac
Traços da realidade
Galp para que te quero
A esquecer
Apelidos
Direitos
Checked
Dá-lhes tralha
Dicio-blog
A seguir
Flic-flac
Traços da realidade
Galp para que te quero
A esquecer
Apelidos
O fim das pensões
Batam palmas, gritou Paulo Portas da bancada dos populares.
No momento em que José Sócrates anunciou o fim dos benefícios dos políticos, a bancada socialista só começou a bater palmas depois do ex-ministro da Defesa os ter desafiado a apoiar o líder do PS, no meio de uma gargalhada geral.
Ao meter a mão no bolso dos deputados, o governo tem de contar com uma reacção que ultrapassa as barreiras partidárias. Assim, continua por provar a verdadeira determinação de José Sócrates.
No momento em que José Sócrates anunciou o fim dos benefícios dos políticos, a bancada socialista só começou a bater palmas depois do ex-ministro da Defesa os ter desafiado a apoiar o líder do PS, no meio de uma gargalhada geral.
Ao meter a mão no bolso dos deputados, o governo tem de contar com uma reacção que ultrapassa as barreiras partidárias. Assim, continua por provar a verdadeira determinação de José Sócrates.
Uma situação escandalosa
São várias as referências ao escândalo que se vive nas auto-estradas concessionadas à Brisa. Aqui fica a petição veículada pelo Tomar Partido
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Um batimento irresistível
