O melhor
Dupla personalidade
A seguir
Vai uma aposta?
A esquecer
Só pela Srª Arroz
terça-feira, maio 17
A Taça é nossa
Depois de uma pausa e de uma valente cura de melão, por razões bem verdes, obviamente, estou de regresso à blogosfera. Em força, com novas ideias e rúbricas.
domingo, maio 15
quinta-feira, maio 12
Opinião Pública
Maria José Nogueira Pinto, na CAPITAL, sobre Lisboa envelhecida.
José Manuel Barroso, no DN, sobre José Mourinho.
Manuel Monteiro, no DN, sobre os consensos entre Sócrates e Cavaco.
António Mateus, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre Nelson Mandela.
José Manuel Barroso, no DN, sobre José Mourinho.
Manuel Monteiro, no DN, sobre os consensos entre Sócrates e Cavaco.
António Mateus, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre Nelson Mandela.
quarta-feira, maio 11
Sobreirada
Abel Pinheiro, Luís Nobre Guedes e três funcionários do Grupo Espírito Santo - Luís Horta e Costa, José Manuel Sousa e Carlos Calvário - foram constituídos arguidos num processo de alegado tráfico de influência.
terça-feira, maio 10
Não há limites
Não vi o Prós e Contras sobre a Justiça, transmitido ontem na RTP, mas dizem-me que foi uma desgraça. À excepção do grande raspanete que o ministro da Justiça passou ao Procurador-Geral da República, de sublinhar ainda que só faltou um convite a António Vitorino para um dos escritórios de advogados de Lisboa estar representado ao mais alto nível. É que já lá estavam Alberto Costa e António Lamego.
É de Leão!
É a loucura na corrida aos bilhetes para a final da Taça UEFA, que se realiza no Estádio Alvalade XXI, entre o Sporting e o CSKA, no próximo dia 18. Um dos sócios sportinguistas, que esperava na fila, desde as sete da manhã, conseguiu a proeza de reunir mais de cem cartões para comprar os respectivos ingressos para si e para os seus amigos.
Está a aquecer
O vai-vem do ministro das Finanças e do governador do Banco de Portugal ao Palácio de Belém é um sinal de que algo está errado.
Um caminho perigoso

Quem já viu os milhares de peregrinos a caminho de Fátima, ocupando as bermas da Estrada Nacional 1, nunca mais se esquece daquela imagem de sofrimento, nem das condições de segurança em que peões e viaturas convivem ao longo de muitos e muitos quilómetros.A morte de um peregrino, de 56 anos, perto de Coimbra, durante a madrugada de hoje, não surpreende. O extraordinário é a manutenção de uma situação perigosa ao longo de décadas, que conta com a conivência das autoridades.
Opinião Pública
segunda-feira, maio 9
A força do mercado
O fenómeno bolsista associado ao futebol ainda é uma novidade, em Portugal. Os adeptos, os mais fanáticos e os mais cool, ainda não se habituaram a associar as prestações dos seus clubes às performances bolsistas dos papéis das respectivas SAD's. Entretanto, quem não perde uma oportunidade de negócio são os investidores institucionais que reagiram, prontamente, aos sucessos do Sporting, na Taça UEFA e na Liga de futebol. As acções do Sporting têm sido as estrelas do movimento do mercado de capitais português, com uma subida da ordem dos 8%.
Opinião Pública
Ricardo Domingos, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o futebol e a bolsa.
Luís delgado, no DN, sobre o papel da oposição
Luís delgado, no DN, sobre o papel da oposição
Campeonato até ao fim
Sporting, Porto e Benfica têm hipóteses de discutir, até ao último minuto, a vitória no campeonato. Os sucessivos trambolhões dos três grandes, em confrontos com os pequenos clubes, têm garantido uma emoção que já não se vivia há muitos anos. Curiosamente, no ano de todas as suspeitas sobre o futebol e a arbitragem, o campeonato de futebol está melhor do que nunca, garantindo estádios cheios, polémica e suspense até à última jornada. É claro que quem perde, e muito bem, como foi o caso do Benfica, em Penafiel, vem agora invocar os erros dos árbitros, para justificar as más exibições. Curiosamente, os que agora se queixam esquecem-se do que aconteceu ao longo do campeonato, em que decisões polémicas também os beneficiaram.
domingo, maio 8
Qual vai ser o castigo?
Os desacatos provocados pelos adeptos benfiquistas, em Penafiel, vão ficar impunes?
Rios de tinta
Santana Lopes, presidente da Câmara de Lisboa, vai processar o director do semanário Expresso, José António Saraiva, por ter feito insinuações que, de uma forma injuriosa, atentam contra a sua honra, imagem e o bom nome.
Um líder
A lista encabeçada pelo dirigente bloquista Francisco Louçã elegeu 74 dos 80 membros da nova mesa nacional do Bloco de Esquerda.
Os novos tempos
Marques Mendes está a candidatar-se ao lugar de campeão da batalha contra a corrupção.
sexta-feira, maio 6
quinta-feira, maio 5
Um pragmatismo maior
Tony Blair está à beira de ganhar, pela terceira vez, as eleições no Reino Unido. Depois de tudo o que aconteceu, durante os seus dois mandatos, nomeadamente em relação ao Iraque, a razoável performance da economia britânica deve ser suficiente para os súbditos da Majestade deles renovarem a confiança no que resta do líder da Terceira Via. Felizmente, ainda há quem, de uma forma lúcida, analise o fenómeno e aponte um NOVO CAMINHO. O bloqueio dos sistemas maioritários deviam ser uma lição para os que pretendem, mais tarde ou mais cedo, rebentar com o sistema representativo e proporcional português.
Fugas da PGR
Começou o julgamento de Teresa Sousa, funcionária da Procuradoria-Geral da República, que está acusada de extorsão e corrupção. O juiz José Eduardo Martins determinou que as audiências serão realizadas à porta fechada, porque estão em causa documentos em segredo de justiça, relacionados com investigações num outro processo.
Pelo mesmo motivo, todas as pessoas presentes na sala de audiências ficam vinculadas ao segredo de justiça. Ou seja, à margem da decisão, o colectivo de juízes também entende que a actual lei do segredo de justiça não vincula os jornalistas.
Pelo mesmo motivo, todas as pessoas presentes na sala de audiências ficam vinculadas ao segredo de justiça. Ou seja, à margem da decisão, o colectivo de juízes também entende que a actual lei do segredo de justiça não vincula os jornalistas.
Quem dá mais
A venda de passaportes portugueses em Macau continua a dar, sempre com as autoridades na peugada.
Opinião Pública
A entrevista do dia
José Goulão, presidente do Instituto da Droga e da Toxicodependência, defende no DN que a legalização das drogas é inevitável.
quarta-feira, maio 4
Este PS não tem emenda
Santos Silva, que tutela a pasta da Comunicação Social, rejeitou a ideia de haver concentração excessiva no sector de Media em Portugal. Uma declaração interessante, em plena fase de validação do negócio da Lusomundo. Mas Santos Silva foi mais longe. O ministro considera que há um défice técnico e deontológico no jornalismo, quiçá, uma primeira afirmação para preparar o país para a lei da rolha, com a chancela PS, que está para chegar. Obviamente, lá para o fim do ano.
Porventura, Santos Silva & Companhia gostariam mais de poder ditar os alinhamentos dos telejornais e as primeiras páginas da imprensa do alto dos seus cadeirões ministeriais, o que, eventualmente, em tão doutas opiniões, resolveria o défice técnico e deontológico do jornalismo.
Santos Silva também não gosta do jornalismo de investigação que se faz em Portugal. Nalguns casos, até pode ter razão. Mas Santos Silva está na posição ideal para dar um contributo que permita começar a inverter a situação. Bastava convencer o primeiro-ministro e os seus colegas do Governo a criar legislação rigorosa que obrigassem os seus gabinetes, a administração central e local, os institutos e departamentos públicos e as empresas controladas pelo Estado a desbloquearem a informação pública à comunicação social, de uma forma sistemática e transparente. Eis um grande passo para Santos Silva ganhar credibilidade para poder fazer juízos sobre o jornalismo em Portugal.
Porventura, Santos Silva & Companhia gostariam mais de poder ditar os alinhamentos dos telejornais e as primeiras páginas da imprensa do alto dos seus cadeirões ministeriais, o que, eventualmente, em tão doutas opiniões, resolveria o défice técnico e deontológico do jornalismo.
Santos Silva também não gosta do jornalismo de investigação que se faz em Portugal. Nalguns casos, até pode ter razão. Mas Santos Silva está na posição ideal para dar um contributo que permita começar a inverter a situação. Bastava convencer o primeiro-ministro e os seus colegas do Governo a criar legislação rigorosa que obrigassem os seus gabinetes, a administração central e local, os institutos e departamentos públicos e as empresas controladas pelo Estado a desbloquearem a informação pública à comunicação social, de uma forma sistemática e transparente. Eis um grande passo para Santos Silva ganhar credibilidade para poder fazer juízos sobre o jornalismo em Portugal.
Efeitos

A circulação na A5 melhorou nos últimos três dias, sobretudo à noite. Há quem atribua esta evolução à realização da maior parte dos trabalhos que prejudicavam o trânsito. Ou será que foi só para Sampaio não ir ver?
Portas condecorado
Donald Rumsfeld, Secretário de Defesa norte-americano, condecora, hoje, o ex-ministro de Estado e da Defesa, em Washington, na sede do Pentágono, com a medalha dos serviços públicos distintos do Departamento de Defesa dos Estados Unidos.
Mais um regresso
O fundador do jornal Público, Vicente Jorge Silva, admitiu querer criar um novo jornal, de periodicidade semanal.
Um medida positiva
O Governo anunciou o alargamento das pulseiras electrónicas a todo o país. Aqui está uma medida simples e que tem efeitos.
Opinião Pública
terça-feira, maio 3
O disfarce
A presidência aberta sobre a sinistralidade rodoviária, como todas as outras que a precederam, tem momentos hilariantes. A recomendação presidencial para que os agentes das forças de segurança circulem nos carros da polícia à civil (tipo disfarçados de turistas) é um dos momentos altos do mandato de Jorge Sampaio. Pode ser que, até ao fim da magnífica viagem presidencial, Jorge Sampaio faça mais sugestões, se possível ainda um pouco mais coloridas.
segunda-feira, maio 2
Espectacular
Benfica, Sporting, Porto e Braga estão na corrida pelo título, depois de mais uma jornada empolgante.
Sampaio aperta
É bom sinal. A presidência aberta de Jorge Sampaio está a incomodar o Governo.
A sinistralidade rodoviária pode ser um bom tema para obrigar o Governo a governar.
Depois de aprovada a legislação, também compete às autoridades zelar pela qualidade e segurança das estradas e das auto-estradas. Jorge Sampaio ainda vai a tempo de ir ver com os seus próprios olhos o que se passa, diariamente, na A5, que liga Lisboa a Cascais. Isto se não for muito incómodo para a Brisa.
A sinistralidade rodoviária pode ser um bom tema para obrigar o Governo a governar.
Depois de aprovada a legislação, também compete às autoridades zelar pela qualidade e segurança das estradas e das auto-estradas. Jorge Sampaio ainda vai a tempo de ir ver com os seus próprios olhos o que se passa, diariamente, na A5, que liga Lisboa a Cascais. Isto se não for muito incómodo para a Brisa.
sexta-feira, abril 29
É a vida (III)
Há consensos que cheiram a esturro.
Ontem, soube-se que um Embaixador português escreveu à família Ferreira, cujo filho está detido em Singapura, para pedir que alerte o Governo de Portugal.
Hoje, no debate mensal, no Parlamento, não se ouviu uma palavra sobre o assunto. Nem do Governo nem da Oposição.
Ontem, soube-se que um Embaixador português escreveu à família Ferreira, cujo filho está detido em Singapura, para pedir que alerte o Governo de Portugal.
Hoje, no debate mensal, no Parlamento, não se ouviu uma palavra sobre o assunto. Nem do Governo nem da Oposição.
É a vida (II)

Já chateia, só poder dizer bem do líder do Bloco. Mas é verdade. Mais uma vez, Francisco Louçã marcou o debate, condicionou a sua evolução e obrigou José Sócrates a afirmar, por duas vezes, que concordava com ele. Nem mais nem menos. Só não se pode dizer que Louçã ganhou o debate porque é preciso esperar um mês pelo novo debate mensal. Francisco Louçã desafiou o Primeiro-Ministro a fazer o próximo debate sobre o desemprego.
É a vida
O primeiro debate mensal na Assembleia da República foi ganho por José Sócrates. Nas calmas, sem ter que prometer muito. Marques Mendes esteve igual a si próprio. Moderado e ainda traumatizado pela necessidade de convencer os portugueses que o PSD, agora, é credível. A grande notícia do dia é a ausência de Paulo Portas. Quem o viu, quem o vê.
quinta-feira, abril 28
Suspense
A escolha do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) foi adiada uma semana. Estão explicadas as dúvidas de alguns candidatos presidenciais, os que se conhecem e os que ainda não deram a cara.
É claro como água
O parlamento discute os projectos do PS e do PSD de reforma autárquica. Independentemente da data de entrada em vigor, que divide os dois partidos, as alterações beneficiam os autores da reforma.
quarta-feira, abril 27
Mais um passo
Cavaco Silva reapareceu, novamente, para deixar uma mensagem de esperança e para retocar a sua imagem de candidato presidencial.
Perante uma plateia de estudantes, da Faculdade de Economia do Porto, o ex-primeiro-ministro disse o óbvio: existe um ambiente favorável para a realização de reformas estruturais que são impopulares, mas imprescindíveis para a retoma da convergência coma União Europeia.
Só mesmo José Sócrates continua a ignorar esta evidência, o que explica a ausência de medidas concretas.
Curiosamente, ou não, o político a quem foi atribuída uma frase célebre - Nunca me engano e raramente tenho dúvidas -, escusou-se a esclarecer um eventual regresso à vida política activa, nomeadamente através de uma candidatura à Presidência da República, limitando-se a admitir que, agora, ainda mantém bastantes dúvidas.
Perante uma plateia de estudantes, da Faculdade de Economia do Porto, o ex-primeiro-ministro disse o óbvio: existe um ambiente favorável para a realização de reformas estruturais que são impopulares, mas imprescindíveis para a retoma da convergência coma União Europeia.
Só mesmo José Sócrates continua a ignorar esta evidência, o que explica a ausência de medidas concretas.
Curiosamente, ou não, o político a quem foi atribuída uma frase célebre - Nunca me engano e raramente tenho dúvidas -, escusou-se a esclarecer um eventual regresso à vida política activa, nomeadamente através de uma candidatura à Presidência da República, limitando-se a admitir que, agora, ainda mantém bastantes dúvidas.
A luz ao fundo do túnel
Acabar com o escandaloso favorecimento da Mesericórdia, que não belisca a utilidade e o prestígio da instituição, representa uma medida corajosa da parte do ministro da Saúde. Quem o viu, no governo de António Guterres, e quem o vê, agora, num governo maioritário. Não admira que o Padre Melícias tenha ficado chocado. Porventura, tinha razões para não esperar tal desassombramento.
Promete
António Costa, ministro da Administração Interna, foi à Assembleia da República, para esclarecer os deputados. Sobre a adjudicação do SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) e a compra de aviões Canadair, o ministro disse zero, zerinho.
Afinal, o que mudou?
O Conselho Superior de Magistratura (CSM) indeferiu um pedido para que fosse nomeado um magistrado de ligação ao processo Casa Pia, destinado a estabelecer a comunicação entre o Tribunal e a imprensa.
Eloquente
A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um «rigoroso inquérito» para apurar eventuais responsabilidades de magistrados do Ministério Público no expirar do prazo da prisão preventiva dos suspeitos da morte do inspector da PJ João Melo.
A decisão foi tomada após uma reunião (de emergência?) de Souto Moura com Alberto Costa, no Ministério da Justiça.
A decisão foi tomada após uma reunião (de emergência?) de Souto Moura com Alberto Costa, no Ministério da Justiça.
A força do lobbie
Os têxteis portugueses voltaram a acordar para o pesadelo da concorrência desleal, como se os últimos 20 anos de apoios e subsídios não tivessem existido.
27.04.05
Octávio Ribeiro, no CM, sobre Isaltino Morais
Manue Carvalho da Silva, no DN, sobre o princípio da igualdade
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a distribuição da riqueza
Manue Carvalho da Silva, no DN, sobre o princípio da igualdade
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a distribuição da riqueza
terça-feira, abril 26
Cheira mal
António Arnaut, grão-mestre do Grande Oriente Lusitano - Maçonaria Portuguesa, Souto Moura, Procurador-geral da República, e Pedro Dias, director da Torre do Tombo, envolveram-se, directa ou indirectamente, numa polémica, sobre uma eventual lista de informadores da PIDE, que está a atingir contornos surrealistas, para não dizer mais.
Está tudo dito
O Diário Económico, revela que o crédito está concentrado em 6% das empresas. Este grupo restrito de empresas consome 79% do crédito bancário, de acordo com dados do Banco de Portugal.
A Queda - Hitler e o Fim do Terceiro Reich

O filme sobre os últimos dias de Adolf Hitler, passados num bunker, em Berlim, é um excelente momento da cinematografia histórica, documental e de intervenção. É um exemplo esmagador da condição humana, da capacidade dos homens acreditarem até ao fim, mesmo que seja no maior absurdo. A realização de Oliver Hirschbiegel, bem como a interpretação magnífica de Bruno Ganz, são um hino à permanente necessidade de questionar as verdades absolutas.
segunda-feira, abril 25
domingo, abril 24
sexta-feira, abril 22
Sem 'Amar Lisboa'
O PCP e o PS não se entendem para reeditar a coligação para a Câmara Municipal de Lisboa.
Ok, estás perdoado
Freitas do Amaral está feliz. Condoleezza Rice convidou o ministro dos Negócios Estrangeiros a visitar os Estados Unidos. Está tudo bem quando acaba bem, nem que seja num corredor de um edifício, em Vilnius, à vista de todos, com uma câmara de televisão preparada para o que der e vier.
O anjo centrista
António Pires de Lima, em entrevista à RTP, revelou a sua disponibilidade para ajudar Telmo Correia. De fora, mas sempre sem os custos de estar dentro, o gestor continua a influenciar a vida do CDS-PP.
À espera do balanço
Miguel Cadilhe, o ex-ministro das Finanças social-democrata, confirmou ontem à agência Lusa que abandonará a presidência da Agência Portuguesa para o Investimento (API) em Novembro, no final do mandato de três anos.
Depois de promessas e mais promessas de grandes investimentos estrangeiros, que alimentaram a campanha eleitoral de Durão Barroso, chegou a hora de mostrar o trabalho desenvolvido por Miguel Cadilhe.
Estoril Open
De 25 de Abril a 1 de Maio, alguns dos melhores jogadores de ténis do mundo regressam a Portugal para disputar o torneio organizado por João Lagos.
O “ranking” técnico dos circuitos masculino e feminino do torneio colocam o espanhol Carlos Moya, campeão em 2000, e a italiana Flavia Pennetta à cabeça da lista de favoritos do 16 Estoril Open em ténis.
A 16ª edição do Estoril Open consegue colocar dois jogadores do “top-10” na lista masculina dos oito favoritos, com Moya, sétimo da hierarquia, a juntar-se ao argentino Gaston Gáudio, actual campeão do Grand Slam francês de Roland-Garros, no restrito grupo de dez melhores do Mundo.
Lista de cabeças-de-série (”ranking” técnico entre parêntesis):
MASCULINOS
1. Carlos Moya, Esp (7) 2. Gaston Gáudio, Arg (8) 3. Joachim Johansson, Sue (12) 4. Nicolas Massu, Chi (18) 5. David Ferrer, Esp (20) 6. Radek Stepanek, Che (22) 7. Jiri Novak, Che (26) 8. Feliciano Lopez, Esp (27)
FEMININOS
1. Flavia Pennetta, Ita (31) 2. Virginie Razzano, Fra (36) 3. Dinara Safina, Rus (38) 4. Gisela Dulko, Arg (39) 5. Na Li, Chn (41) 6. Anabel Medina Garrigues, Esp (43) 7. Lisa Raymond, EUA (44) 8. Dally Randriantefy, Mad (51)
O “ranking” técnico dos circuitos masculino e feminino do torneio colocam o espanhol Carlos Moya, campeão em 2000, e a italiana Flavia Pennetta à cabeça da lista de favoritos do 16 Estoril Open em ténis.
A 16ª edição do Estoril Open consegue colocar dois jogadores do “top-10” na lista masculina dos oito favoritos, com Moya, sétimo da hierarquia, a juntar-se ao argentino Gaston Gáudio, actual campeão do Grand Slam francês de Roland-Garros, no restrito grupo de dez melhores do Mundo.
Lista de cabeças-de-série (”ranking” técnico entre parêntesis):
MASCULINOS
1. Carlos Moya, Esp (7) 2. Gaston Gáudio, Arg (8) 3. Joachim Johansson, Sue (12) 4. Nicolas Massu, Chi (18) 5. David Ferrer, Esp (20) 6. Radek Stepanek, Che (22) 7. Jiri Novak, Che (26) 8. Feliciano Lopez, Esp (27)
FEMININOS
1. Flavia Pennetta, Ita (31) 2. Virginie Razzano, Fra (36) 3. Dinara Safina, Rus (38) 4. Gisela Dulko, Arg (39) 5. Na Li, Chn (41) 6. Anabel Medina Garrigues, Esp (43) 7. Lisa Raymond, EUA (44) 8. Dally Randriantefy, Mad (51)
quinta-feira, abril 21
Uma lição da esquerda espanhola
José Luis Zapatero prometeu e cumpriu. Por um lado, institucionalizou a legislação do divórcio. Por outro, fez aprovar no congresso o casamento entre pessoas do mesmo sexo. A Espanha passa a ser o terceiro país da Europa e o quarto do mundo a consagrar a igualdade de direitos entre homossexuais e heterossexuais. Para os que invocam que Portugal é um país católico, a resposta está dada, mesmo aqui ao lado.
Toma lá!
«O empresário Belmiro de Azevedo desvalorizou as medidas aprovadas hoje em Conselho de Ministros para apoio a empresas que apostem em inovação, considerando que as preocupações estatais neste âmbito devem dirigir-se aos serviços públicos».
Sic Lusa
Sic Lusa
E o pequeno accionista a pagar...
O MERCADO DA ENERGIA, em Portugal, continua em permanente sobressalto. A EDP e a GALP estão condenadas a viver ao ritmo da entrada em funções dos sucessivos governos de cores políticas diferentes. De plano estratégico em plano estratégico, compreende-se, muito bem, o aviso à navegação do presidente do BCP, Paulo Teixeira Pinto, um dos mais importantes accionistas da empresa.
Mais inovação
O portal GOOGLE acaba de lançar um novo serviço que permite aos utilizadores obter a partir de qualquer computador um historial das suas buscas.
Mail do leitor
Gosto muito do Bate Mais Forte e quero dar a minha opinião sobre o referendo do aborto. Como o espaço dos comentários é limitado, aqui vai uma curta reflexão.
Jorge Sampaio ainda não decidiu qual vai ser a data do referendo sobre a descriminalização do aborto por uma razão muito simples. O Presidente não quer correr quaisquer riscos. Ele ainda se lembra das trapalhadas do engenheiro António Guterres. Desta vez, tudo deverá ser feito para que não se repita o resultado da última consulta popular, em 1998. Nem que seja à custa de medidas excepcionais. Assim, em primeiro lugar, o Presidente devia fazer uma sondagem para saber em que data os portugueses estão disponíveis para votar em massa. Aliás, estando excluída qualquer aproximação negocial com Bush, e não sendo possível convidar Jacques Chirac, ou qualquer outro líder europeu, para fazer campanha sobre o sim ao aborto, em Portugal, apenas por uma questão de higiene política, todas as cautelas são poucas. Estou convencido que a senhora de Jorge Sampaio também tem a mesma opinião.
Estou de acordo com a parcialidade e a prudência presidenciais. É preciso fazer tudo para convencer os portugueses a dizer sim no referendo, senão temos de lhes limitar a possibilidade de votar. Viva Jorge Sampaio! Viva Portugal!
PS: Posso enviar comentários em suporte áudio?
*Autor identificado
Jorge Sampaio ainda não decidiu qual vai ser a data do referendo sobre a descriminalização do aborto por uma razão muito simples. O Presidente não quer correr quaisquer riscos. Ele ainda se lembra das trapalhadas do engenheiro António Guterres. Desta vez, tudo deverá ser feito para que não se repita o resultado da última consulta popular, em 1998. Nem que seja à custa de medidas excepcionais. Assim, em primeiro lugar, o Presidente devia fazer uma sondagem para saber em que data os portugueses estão disponíveis para votar em massa. Aliás, estando excluída qualquer aproximação negocial com Bush, e não sendo possível convidar Jacques Chirac, ou qualquer outro líder europeu, para fazer campanha sobre o sim ao aborto, em Portugal, apenas por uma questão de higiene política, todas as cautelas são poucas. Estou convencido que a senhora de Jorge Sampaio também tem a mesma opinião.
Estou de acordo com a parcialidade e a prudência presidenciais. É preciso fazer tudo para convencer os portugueses a dizer sim no referendo, senão temos de lhes limitar a possibilidade de votar. Viva Jorge Sampaio! Viva Portugal!
PS: Posso enviar comentários em suporte áudio?
*Autor identificado
Fim da novela
Marques Mendes pode não conseguir chegar à conversa com o José Sócrates, sobre alguns temas que exigem o acordo entre os dois maiores partidos, mas não perdeu tempo em correr com SANTANA LOPES. Pelo menos fica sensação de que acabou a novela dos últimos tempos, Santana-concorre-ou-não-concorre à Câmara Municipal de Lisboa?
Com a clarificação sobre este assunto, fica ainda por resolver um dos grandes problemas de Jorge Sampaio e, obviamente, do próprio: para além de andar por aí, o que vai fazer o ex-primeiro-ministro?
Com a clarificação sobre este assunto, fica ainda por resolver um dos grandes problemas de Jorge Sampaio e, obviamente, do próprio: para além de andar por aí, o que vai fazer o ex-primeiro-ministro?
Promessa cumprida
O Governo avança com o PLANO TECNOLÓGICO. Poder ser pouco ou muito, o que interessa é que a promessa eleitoral foi respeitada.
quarta-feira, abril 20
Despenalização do aborto no Parlamento
PS, PCP e BE estão no rumo certo, em sintonia com o povo português. É para isto que servem as maiorias.
Um novo ciclo
A eleição do Cardeal Ratzinger - Papa Bento XVI - vai alimentar todo o tipo de estórias, umas verdadeiras e outras fantasiosas. Muito será dito sobre o eventual empréstimo do Opus Dei ao Vaticano, da ordem de um bilião de dólares, no momento do escândalo do banco Ambrosiano, um affair que não escapou ao Tomar Partido.
Os desafios que o Papa Bento XVI tem pela frente ultrapassam largamente as teses conspirativas, os elogios e as críticas com que foi recebido. Os aplausos e os assobios que se ouviram na Praça de São Pedro, quando apareceu pela primeira vez aos fiéis, espelham a profunda divisão que se vive entre os crentes. No século dos direitos humanos e sociais, da razão e do conhecimento, a igreja enfrenta um dos seus períodos mais difíceis e complexos.
Os desafios que o Papa Bento XVI tem pela frente ultrapassam largamente as teses conspirativas, os elogios e as críticas com que foi recebido. Os aplausos e os assobios que se ouviram na Praça de São Pedro, quando apareceu pela primeira vez aos fiéis, espelham a profunda divisão que se vive entre os crentes. No século dos direitos humanos e sociais, da razão e do conhecimento, a igreja enfrenta um dos seus períodos mais difíceis e complexos.
Um histórico

Edgar Correia morreu. Foi dirigente da comissão política do PCP e expulso do partido, em 2002. Liderou, com o falecido João Amaral, e com o ex-líder parlamentar comunista Carlos Brito, um movimento que reclamava a alteração da estratégia e orientação comunistas, e o aprofundamento da democracia interna.
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Um batimento irresistível




