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Apagão
sexta-feira, abril 29
É a vida (III)
Há consensos que cheiram a esturro.
Ontem, soube-se que um Embaixador português escreveu à família Ferreira, cujo filho está detido em Singapura, para pedir que alerte o Governo de Portugal.
Hoje, no debate mensal, no Parlamento, não se ouviu uma palavra sobre o assunto. Nem do Governo nem da Oposição.
Ontem, soube-se que um Embaixador português escreveu à família Ferreira, cujo filho está detido em Singapura, para pedir que alerte o Governo de Portugal.
Hoje, no debate mensal, no Parlamento, não se ouviu uma palavra sobre o assunto. Nem do Governo nem da Oposição.
É a vida (II)

Já chateia, só poder dizer bem do líder do Bloco. Mas é verdade. Mais uma vez, Francisco Louçã marcou o debate, condicionou a sua evolução e obrigou José Sócrates a afirmar, por duas vezes, que concordava com ele. Nem mais nem menos. Só não se pode dizer que Louçã ganhou o debate porque é preciso esperar um mês pelo novo debate mensal. Francisco Louçã desafiou o Primeiro-Ministro a fazer o próximo debate sobre o desemprego.
É a vida
O primeiro debate mensal na Assembleia da República foi ganho por José Sócrates. Nas calmas, sem ter que prometer muito. Marques Mendes esteve igual a si próprio. Moderado e ainda traumatizado pela necessidade de convencer os portugueses que o PSD, agora, é credível. A grande notícia do dia é a ausência de Paulo Portas. Quem o viu, quem o vê.
quinta-feira, abril 28
Suspense
A escolha do Alto-Comissário das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) foi adiada uma semana. Estão explicadas as dúvidas de alguns candidatos presidenciais, os que se conhecem e os que ainda não deram a cara.
É claro como água
O parlamento discute os projectos do PS e do PSD de reforma autárquica. Independentemente da data de entrada em vigor, que divide os dois partidos, as alterações beneficiam os autores da reforma.
quarta-feira, abril 27
Mais um passo
Cavaco Silva reapareceu, novamente, para deixar uma mensagem de esperança e para retocar a sua imagem de candidato presidencial.
Perante uma plateia de estudantes, da Faculdade de Economia do Porto, o ex-primeiro-ministro disse o óbvio: existe um ambiente favorável para a realização de reformas estruturais que são impopulares, mas imprescindíveis para a retoma da convergência coma União Europeia.
Só mesmo José Sócrates continua a ignorar esta evidência, o que explica a ausência de medidas concretas.
Curiosamente, ou não, o político a quem foi atribuída uma frase célebre - Nunca me engano e raramente tenho dúvidas -, escusou-se a esclarecer um eventual regresso à vida política activa, nomeadamente através de uma candidatura à Presidência da República, limitando-se a admitir que, agora, ainda mantém bastantes dúvidas.
Perante uma plateia de estudantes, da Faculdade de Economia do Porto, o ex-primeiro-ministro disse o óbvio: existe um ambiente favorável para a realização de reformas estruturais que são impopulares, mas imprescindíveis para a retoma da convergência coma União Europeia.
Só mesmo José Sócrates continua a ignorar esta evidência, o que explica a ausência de medidas concretas.
Curiosamente, ou não, o político a quem foi atribuída uma frase célebre - Nunca me engano e raramente tenho dúvidas -, escusou-se a esclarecer um eventual regresso à vida política activa, nomeadamente através de uma candidatura à Presidência da República, limitando-se a admitir que, agora, ainda mantém bastantes dúvidas.
A luz ao fundo do túnel
Acabar com o escandaloso favorecimento da Mesericórdia, que não belisca a utilidade e o prestígio da instituição, representa uma medida corajosa da parte do ministro da Saúde. Quem o viu, no governo de António Guterres, e quem o vê, agora, num governo maioritário. Não admira que o Padre Melícias tenha ficado chocado. Porventura, tinha razões para não esperar tal desassombramento.
Promete
António Costa, ministro da Administração Interna, foi à Assembleia da República, para esclarecer os deputados. Sobre a adjudicação do SIRESP (Sistema Integrado das Redes de Emergência e Segurança de Portugal) e a compra de aviões Canadair, o ministro disse zero, zerinho.
Afinal, o que mudou?
O Conselho Superior de Magistratura (CSM) indeferiu um pedido para que fosse nomeado um magistrado de ligação ao processo Casa Pia, destinado a estabelecer a comunicação entre o Tribunal e a imprensa.
Eloquente
A Procuradoria-Geral da República (PGR) abriu um «rigoroso inquérito» para apurar eventuais responsabilidades de magistrados do Ministério Público no expirar do prazo da prisão preventiva dos suspeitos da morte do inspector da PJ João Melo.
A decisão foi tomada após uma reunião (de emergência?) de Souto Moura com Alberto Costa, no Ministério da Justiça.
A decisão foi tomada após uma reunião (de emergência?) de Souto Moura com Alberto Costa, no Ministério da Justiça.
A força do lobbie
Os têxteis portugueses voltaram a acordar para o pesadelo da concorrência desleal, como se os últimos 20 anos de apoios e subsídios não tivessem existido.
27.04.05
Octávio Ribeiro, no CM, sobre Isaltino Morais
Manue Carvalho da Silva, no DN, sobre o princípio da igualdade
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a distribuição da riqueza
Manue Carvalho da Silva, no DN, sobre o princípio da igualdade
José Diogo Madeira, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a distribuição da riqueza
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Um batimento irresistível