terça-feira, abril 12
Caso Felgueiras
O processo da presidente da Câmara de Felgueiras sobre o alegado saco azul do PS local vai seguir para julgamento. Depois das férias judiciais, 17 arguidos vão estar no banco dos réus, depois da juíza Marlene Rodrigues, do Tribunal de Instrução de Guimarães, ter diminuido alguns dos crimes imputados a oito dos acusados.
Fátima Felgueiras, presidente da Câmara de Felgueiras, vai responder por cinco crimes de participação económica em negócio, seis de corrupção passiva para acto ilícito, quatro de abuso de poderes, três de prevaricação, dois de peculato, um de peculato sob a forma continuada e dois de peculato de uso, sob a forma continuada.
Júlio Faria, ex-presidente da Câmara e da Assembleia Municipal, vai responder por dois crimes de participação económica em negócio.
Vítor Manuel Borges e Carlos António Marinho, os gestores da Resin-Resíduos Sólidos, SA, de Matosinhos, ficam, cada um, acusados de cinco crimes de participação económica em negócio.
José António Barbieri Cardoso, técnico superior do município, continua indiciado por um crime de corrupção passiva para acto ilícito, sob a forma de cumplicidade, e três de participação económica em negócio.
Gabriel Ferreira de Almeida, contabilista da Resin, , é acusado de um crime de participação económica em negócio.
António Pereira, presidente da Câmara de Felgueiras em exercício, dado que Fátima Felgueiras está fugida no Brasil, continua acusado de um crime de abuso de poder.
António Bragança da Cunha, outro ex-colaborador de Fátima Felgueiras, mantém-se indiciado por um crime de corrupção passiva.
Os empresários de Felgueiras ou familiares de empresários - Anastácio Pinto de Macedo, Guilherme Almeida, José Manuel Silva, Joaquim Teixeira Pinto, Carlos Sampaio Teixeira e Maria Augusta Neves - enfrentam a acusação de um crime de corrupção activa.
Os ex-colaboradores directos de Fátima Felgueiras, Horácio Costa e Joaquim Freitas, que executavam as ordens da autarca para a recolha de fundos, responderão pela prática de dois crimes de corrupção passiva, sob a forma de cumplicidade, e dois de participação económica em negócio, sob a mesma forma.
O processo da presidente da Câmara de Felgueiras sobre o alegado saco azul do PS local vai seguir para julgamento. Depois das férias judiciais, 17 arguidos vão estar no banco dos réus, depois da juíza Marlene Rodrigues, do Tribunal de Instrução de Guimarães, ter diminuido alguns dos crimes imputados a oito dos acusados.
Fátima Felgueiras, presidente da Câmara de Felgueiras, vai responder por cinco crimes de participação económica em negócio, seis de corrupção passiva para acto ilícito, quatro de abuso de poderes, três de prevaricação, dois de peculato, um de peculato sob a forma continuada e dois de peculato de uso, sob a forma continuada.
Júlio Faria, ex-presidente da Câmara e da Assembleia Municipal, vai responder por dois crimes de participação económica em negócio.
Vítor Manuel Borges e Carlos António Marinho, os gestores da Resin-Resíduos Sólidos, SA, de Matosinhos, ficam, cada um, acusados de cinco crimes de participação económica em negócio.
José António Barbieri Cardoso, técnico superior do município, continua indiciado por um crime de corrupção passiva para acto ilícito, sob a forma de cumplicidade, e três de participação económica em negócio.
Gabriel Ferreira de Almeida, contabilista da Resin, , é acusado de um crime de participação económica em negócio.
António Pereira, presidente da Câmara de Felgueiras em exercício, dado que Fátima Felgueiras está fugida no Brasil, continua acusado de um crime de abuso de poder.
António Bragança da Cunha, outro ex-colaborador de Fátima Felgueiras, mantém-se indiciado por um crime de corrupção passiva.
Os empresários de Felgueiras ou familiares de empresários - Anastácio Pinto de Macedo, Guilherme Almeida, José Manuel Silva, Joaquim Teixeira Pinto, Carlos Sampaio Teixeira e Maria Augusta Neves - enfrentam a acusação de um crime de corrupção activa.
Os ex-colaboradores directos de Fátima Felgueiras, Horácio Costa e Joaquim Freitas, que executavam as ordens da autarca para a recolha de fundos, responderão pela prática de dois crimes de corrupção passiva, sob a forma de cumplicidade, e dois de participação económica em negócio, sob a mesma forma.
Prós e Contras
Fátima Campos Ferreira perdeu uma oportunidade de ouro para fazer um programa que podia ficar nos anais da história do Jornalismo.
Criteriosa na escolha dos convidados, aliás, muito criteriosa, com todos os lados da questão representados, a jornalista da RTP espalhou-se na condução do programa, transmitido ontem na RTP, deixando-o resvalar para a banalidade e para a propaganda.
Fazer programas de fundo a reboque dos acontecimentos, nomeadamente um mês depois da morte de dois polícias, no bairro Cova da Moura, na Amadora, não chega para discutir a criminalidade e a segurança.
O impacte do programa foi tão grande que as reacções na blogosfera se resumem a um ou dois posts, AQUI e AQUI
A presença de Rui Pereira, antigo director do Serviço de Informações de Segurança (SIS), de Maria José Morgado, procuradora-geral adjunta do Ministério Público, de Ângelo Correia, empresário, e de Paulo Sá e Cunha, advogado, não foram suficientes para alavancar uma discussão séria sobre a temática escolhida.
Criteriosa na escolha dos convidados, aliás, muito criteriosa, com todos os lados da questão representados, a jornalista da RTP espalhou-se na condução do programa, transmitido ontem na RTP, deixando-o resvalar para a banalidade e para a propaganda.
Fazer programas de fundo a reboque dos acontecimentos, nomeadamente um mês depois da morte de dois polícias, no bairro Cova da Moura, na Amadora, não chega para discutir a criminalidade e a segurança.
O impacte do programa foi tão grande que as reacções na blogosfera se resumem a um ou dois posts, AQUI e AQUI
A presença de Rui Pereira, antigo director do Serviço de Informações de Segurança (SIS), de Maria José Morgado, procuradora-geral adjunta do Ministério Público, de Ângelo Correia, empresário, e de Paulo Sá e Cunha, advogado, não foram suficientes para alavancar uma discussão séria sobre a temática escolhida.
12.04.05
Mário Soares, na CAPITAL, sobre o referendo da constituição europeia.
António Ribeiro Ferreira, no DN, sobre os últimos trintas dias de seca política.
Luísa Bessa, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o congresso do Pombal.
António Ribeiro Ferreira, no DN, sobre os últimos trintas dias de seca política.
Luísa Bessa, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre o congresso do Pombal.
Sorte

Um casal frequentador do Casino Estoril ganhou este fim-de-semana, com apenas 60 cêntimos, um dos maiores jackpots desde 1999, no valor de 641 mil euros.
segunda-feira, abril 11
sexta-feira, abril 8
É uma seca
Duas condutas de um parque de estacionamento junto ao Centro Comercial Colombo, em Lisboa, estão a verter água há cerca de 15 dias.
De acordo com depoimentos recolhidos pela Agência Lusa, aquela situação já 'CORRE' há duas semanas.
De acordo com depoimentos recolhidos pela Agência Lusa, aquela situação já 'CORRE' há duas semanas.
Revelação partidária
Cem mil euros é quanto vai custar a realização do XVII Congresso Nacional do PSD.
quinta-feira, abril 7
Comitiva oficial
Jorge Sampaio, Maria José Ritta, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes partem esta tarde de Figo Maduro, em direcção a Roma, para assitirem às exéquias de Sua Santidade o Papa João Paulo II. De acordo com a nota oficial do Palácio de Belém, não haverá qualquer tipo de declarações.
07.04.05
José Manuel Barroso, no DN, sobre o Papa João Paulo II.
Luís Nazaré, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a competitividade e a globalização.
Rui Camacho, no JN, sobre os exames.
Miguel Moreira Rato, no DE, sobre os têxteis.
Luís Nazaré, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a competitividade e a globalização.
Rui Camacho, no JN, sobre os exames.
Miguel Moreira Rato, no DE, sobre os têxteis.
Missão
D.José Policarpo é um adepto do Sporting Clube de Portugal. Se for eleito Papa, a FAMÍLIA LEONINA vai a Roma inaugurar o Núcleo Sportinguista do Vaticano.
Aceitam-se inscrições.
Aceitam-se inscrições.
Férias merecidas
A confirmar-se a notícia do 24 Horas, Paulo Portas está a retemperar as forças, no DUBAI.
quarta-feira, abril 6
A qualidade da Democracia
A realização de um referendo sobre a nova constituição europeia, em simultâneo com as autárquicas, é mais um acto de cobardia do poder político e institucional.O pavor de uma elevada taxa de abstenção num referendo sobre a Europa não se esconde com outras eleições. Muito pelo contrário, até pode funcionar ao contrário.
A construção da união política, financeira e social, que sempre se realizou nas costas dos cidadãos, impulsionada por uma espécie de conclave de iluminados, sempre muito influentes e poderosos, tem sido o principal inimigo da consolidação do maior bloco comercial do mundo.
Se a realidade portuguesa, tal como a de outros países europeus, espelha o divórcio entre o povo e a classe política, hoje, o distanciamento entre os europeus e as instituições da União Europeia são indisfarçáveis.
A deslocação de D. José Policarpo no avião do Estado português pode parecer uma coisa menor, mas encerra uma questão muito importante. Os governantes continuam a dispor dos bens do Estado como se fossem sua propriedade privada, o que é inaceitável.
Jorge Ferreira levantou a questão no TOMAR PARTIDO. Curiosamente, os que se amofinam com uma viagem de Falcon de um qualquer ministro, em férias, agora, apresentam explicações tolas e ocas, do tipo a maioria dos portugueses é católica, blá-blá-blá.
A questão não está no custo de um voo de Falcon, que, aliás, não é despiciendo.
O que está em causa é a utilização dos bens do Estado, que deveria ser criteriosa e responsável.
Jorge Ferreira levantou a questão no TOMAR PARTIDO. Curiosamente, os que se amofinam com uma viagem de Falcon de um qualquer ministro, em férias, agora, apresentam explicações tolas e ocas, do tipo a maioria dos portugueses é católica, blá-blá-blá.
A questão não está no custo de um voo de Falcon, que, aliás, não é despiciendo.
O que está em causa é a utilização dos bens do Estado, que deveria ser criteriosa e responsável.
terça-feira, abril 5
A questão dos «furos» é um problema crónico do sistema de ensino português.
José Sócrates e a ministra da Educação (não me recordo do nome, o que é bom sinal) estão preocupados com a falta de ocupação dos alunos nas escolas quando os professores faltam. O primeiro-ministro, com a habitual candura, que até dá para BRINCAR, prometeu o céu e a terra, anunciando que as escolas devem oferecer aulas de substituição ou, em alternativa, actividades de aprendizagem, no caso de os professores faltosos deixarem os meninos à solta. Aliás, a ministra garantiu que as tais boas práticas escolares não devem implicar um aumento do número de professores ou de meios.
Não é por acaso que os sindicatos dos professores se manifestaram surpreendidos, pois a aplicação da medida defendida pelo ministro envolve, obviamente, mais recursos físicos e humanos para que tal intenção possa ser concretizada. Como se de um passe de mágica se tratasse, José Sócrates e a sua ministra de Educação decretaram, oficialmente, o fim do problema, mas não adiantaram como será possível, de um dia para o outro, resolver uma das tradicionais lacunas das escolas nacionais. Aqui está, mais uma vez, o estilo inconfundível de José Sócrates. Lança uma ideia popular – quem é o pai que não está de acordo com a exigência do PM? -, sem dizer uma palavra em relação à forma como deve ser posta em prática. É a porta aberta a todo o tipo de HIPÓTESES E ESPECULAÇÕES.
José Sócrates e a ministra da Educação (não me recordo do nome, o que é bom sinal) estão preocupados com a falta de ocupação dos alunos nas escolas quando os professores faltam. O primeiro-ministro, com a habitual candura, que até dá para BRINCAR, prometeu o céu e a terra, anunciando que as escolas devem oferecer aulas de substituição ou, em alternativa, actividades de aprendizagem, no caso de os professores faltosos deixarem os meninos à solta. Aliás, a ministra garantiu que as tais boas práticas escolares não devem implicar um aumento do número de professores ou de meios.
Não é por acaso que os sindicatos dos professores se manifestaram surpreendidos, pois a aplicação da medida defendida pelo ministro envolve, obviamente, mais recursos físicos e humanos para que tal intenção possa ser concretizada. Como se de um passe de mágica se tratasse, José Sócrates e a sua ministra de Educação decretaram, oficialmente, o fim do problema, mas não adiantaram como será possível, de um dia para o outro, resolver uma das tradicionais lacunas das escolas nacionais. Aqui está, mais uma vez, o estilo inconfundível de José Sócrates. Lança uma ideia popular – quem é o pai que não está de acordo com a exigência do PM? -, sem dizer uma palavra em relação à forma como deve ser posta em prática. É a porta aberta a todo o tipo de HIPÓTESES E ESPECULAÇÕES.
Por que será?

Entre as milhares de imagens sobre a vida do Papa, ainda niguém se lembrou de passar o filme da visita papal ao Chile
Viagem nada fantasma
D. José Policarpo já partiu para Roma. Uma viagem que já começou a dar que falar, AQUI
Veto presidencial
O NEGÓCIO DO GÁS esbarrou em Jorge Sampaio.
Novo poder, novas reestruturações, estratégias e negócios.
Novo poder, novas reestruturações, estratégias e negócios.
A prata da casa


O afã com que alguns se precipitam para os cardeais portugueses para sustentar a hipótese de ser eleito um Papa português é confrangedor.
segunda-feira, abril 4
Amuado
Souto Moura ficou zangado por não ter sido convidado (!) para a missa em memória de João Paulo II, na Sé de Lisboa.
A versão online da edição diária do jornal Público em papel passou a ser paga.
O preço inicial da assinatura anual do serviço será de 20 euros para todos os que se inscreverem até ao dia 30 de Abril.
Os leitores sem assinatura vão continuar a poder aceder à primeira página do jornal e aos títulos de todos os artigos, mas o texto integral das notícias e artigos de opinião apenas vão estar disponíveis para os assinantes.
O preço inicial da assinatura anual do serviço será de 20 euros para todos os que se inscreverem até ao dia 30 de Abril.
Os leitores sem assinatura vão continuar a poder aceder à primeira página do jornal e aos títulos de todos os artigos, mas o texto integral das notícias e artigos de opinião apenas vão estar disponíveis para os assinantes.
domingo, abril 3
sexta-feira, abril 1
PSP
Orlando Romano é o novo director nacional da Polícia de Segurança Pública (PSP).
O procurador assumiu a Direcção Central de Combate ao Banditismo (DDCB) durante 16 anos, cargo que abandonou em 2002 para regressar à magistratura.
O procurador assumiu a Direcção Central de Combate ao Banditismo (DDCB) durante 16 anos, cargo que abandonou em 2002 para regressar à magistratura.
quinta-feira, março 31
O negócio do SIRESP, assinado por Daniel Sanches e Bagão Félix, foi suspenso. Conforme O Independente revelou a 11 de Março, os antigos ministros da Administração Interna e Finanças resolveram dar luz verde ao negócio de mais de 500 milhões de euros depois do PPD-PSD/CDS-PP terem perdido as eleições.
Agora, vamos aguardar o que vai dar a análise do novo ministro António Costa.
Pode ser que se consiga perceber por que razão o mesmo sistema usado pelos austríacos custa três vezes mais para os portugueses.
Agora, vamos aguardar o que vai dar a análise do novo ministro António Costa.
Pode ser que se consiga perceber por que razão o mesmo sistema usado pelos austríacos custa três vezes mais para os portugueses.
O ex-presidente da Câmara voltou a ser notícia. Não pela sua recandidatura à autarquia de Oeiras, mas pelas suspeitas de estar envolvido em crimes de corrupção e branqueamento de capitais.
Opinião do dia
A liberdade e a segurança, uma temática que despertou a opinião de Manuel Monteiro, no DN
quarta-feira, março 30
agressão de Álvaro Costa Leite a jornalista da SIC
Vicaima: Bloco de Esquerda questiona Governo sobre actuação da GNR
Lisboa, 30 Mar
O Bloco de Esquerda (BE) questionou hoje o Governo sobre se pretende instaurar um inquérito à actuação da GNR junto à empresa Vicaima, terça-feira, durante uma acção de protesto de ambientalistas.Num requerimento dirigido ao ministro da Administração Interna, António Costa, a deputada do BE Alda Macedo critica a GNR por não ter identificado os administradores da empresa de Vale de Cambra, Aveiro, acusados de terem agredido um jornalista da SIC e um ambientalista.“Tenciona ordenar a abertura de um inquérito para apurar as razões comportamentais da GNR no sentido de averiguar a existência de alguma infracção disciplinar por parte dos soldados intervenientes na ocorrência?”, questiona Alda Macedo no requerimento entregue na Assembleia da República.Na terça-feira, activistas da organização internacional Greenpeace, apoiados pela Quercus, acorrentaram-se ao portão da Vicaima para alertar contra a transformação de madeira abatida clandestinamente na Amazónia brasileira, numa acção que ficou marcada por agressões de administradores da empresa a um operador de imagem da SIC e a um ambientalista.Na sequência de uma queixa da administração da Vicaima, a GNR no local identificou e levou à presença do juiz nove activistas, que vão ser julgados no dia 16 de Abril.Os administradores da empresa acusados de terem agredido um ambientalista da Quercus e o jornalista da SIC não foram presentes ao juiz.No requerimento, a deputada bloquista considerou que o comportamento da GNR revelou “uma atitude de clara subserviência perante uma relação de poder equívoca e anti-democrática”.“Os elementos da GNR foram céleres a identificar os activistas e participantes na acção, tendo conduzido os mesmos perante o juiz territorialmente competente”, refere, no requerimento.“No entanto, as mesmas forças militares, perante o comportamento agressivo e manifestamente ilícito por parte dos administradores da empresa em causa, limitaram-se a aconselhar calma aos senhores administradores”, afirma Alda Macedo.“De acordo com o preceituado, a GNR teria que conduzir os autores das públicas e notórias ofensas à integridade física das pessoas”, acrescenta a deputada.No requerimento, Alda Macedo questiona ainda o Governo “se houve instruções por parte da cadeia de comando que levassem os soldados da GNR a agirem da forma descrita”. SF/MSO
Lusa/Fim
Contas extraordinárias
O Diário Económico, sob o título Portugal em terceiro lugar da UE no recurso a receitas extraordinárias, entre 1993 e 2003, faz um grande elogio, aliás, muito devido, aos seguintes ministros das Finanças:
Miguel Beleza
Braga de Macedo
Eduardo Catroga
Pina Moura
Guilherme d'Oliveira Martins
Manuela Ferreira Leite
Onde esteve S.Ex.ª durante este tempo todo?
Miguel Beleza
Braga de Macedo
Eduardo Catroga
Pina Moura
Guilherme d'Oliveira Martins
Manuela Ferreira Leite
Onde esteve S.Ex.ª durante este tempo todo?
Boicote à Vicaima
A escandalosa agressão a um repórter de imagem da SIC, à frente de dois agentes da GNR, é uma vergonha para a classe dos empresários e para a instituição policial.
De uma forma impune, até agora,

Álvaro Costa Leite permitiu-se agredir e insultar profissionais da comunicação social, em trabalho de reportagem, perante a passividade de dois agentes policiais.
Infelizmente, a opinião pública não reage a estes atentados à liberdade de informação. Noutros países, este incidente poderia dar origem a um boicote a todos os produtos e interesses da empresa e do empresário. Pela minha parte, enquanto me lembrar das imagens da SIC e da RTP, não darei um tostão a esses fulanos ou às suas empresas.
António Costa, ministro da Administração Interna, porventura, tem outros assuntos de Estado a tratar para poder dar atenção a este caso. Faz mal, muito mal.
Este é um dos casos que merecia um tomada de posição firme. Isso sim, seria um sinal surpreendente da parte de um governante e de uma autoridadede de Estado em relação a um grande empresário que, porventura, tem mais força e influência do que muitas corporações.
Para já, aguardam-se os resultados da averiguação que a GNR já admitiu, publicamente, ter aberto. Mas espera-se, vivamente, que as conclusões não apontem para mais uma qualquer atitude involuntária da parte dos agentes em serviço nas imediações da Vicaima, quiçá, a uma manifestação mais calorosa e exuberante da parte do empresário nortenho.
De uma forma impune, até agora,

Álvaro Costa Leite permitiu-se agredir e insultar profissionais da comunicação social, em trabalho de reportagem, perante a passividade de dois agentes policiais.
Infelizmente, a opinião pública não reage a estes atentados à liberdade de informação. Noutros países, este incidente poderia dar origem a um boicote a todos os produtos e interesses da empresa e do empresário. Pela minha parte, enquanto me lembrar das imagens da SIC e da RTP, não darei um tostão a esses fulanos ou às suas empresas.
António Costa, ministro da Administração Interna, porventura, tem outros assuntos de Estado a tratar para poder dar atenção a este caso. Faz mal, muito mal.
Este é um dos casos que merecia um tomada de posição firme. Isso sim, seria um sinal surpreendente da parte de um governante e de uma autoridadede de Estado em relação a um grande empresário que, porventura, tem mais força e influência do que muitas corporações.
Para já, aguardam-se os resultados da averiguação que a GNR já admitiu, publicamente, ter aberto. Mas espera-se, vivamente, que as conclusões não apontem para mais uma qualquer atitude involuntária da parte dos agentes em serviço nas imediações da Vicaima, quiçá, a uma manifestação mais calorosa e exuberante da parte do empresário nortenho.
terça-feira, março 29
Os fundamentalistas
A revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento é uma boa notícia para a Europa. Portugal pode recuperar muito do tempo perdido se mostrar que aprendeu com os erros do passado.
Alguns dos que se insurgem contra a revisão do principal factor de estrangulamento do desenvolvimento europeu não aprenderam a lição dos últimos anos, nomeadamente em Portugal.
Não faz sentido condicionar uma economia para manter um rigor artificial que, agora, todos percebem que ninguém cumpria. Também não é admissível que os governos aproveitem a folga financeira para esbanjar dinheiro e para continuar a servir as clientelas que se sentam, confortavelmente, à mesa dos orçamentos.
O investimento público só faz sentido em projectos estruturantes e dinamizadores.
O grande problema não é o défice. São as obras de fachada que se transformam em verdadeiros elefantes brancos.
Alguns dos que se insurgem contra a revisão do principal factor de estrangulamento do desenvolvimento europeu não aprenderam a lição dos últimos anos, nomeadamente em Portugal.
Não faz sentido condicionar uma economia para manter um rigor artificial que, agora, todos percebem que ninguém cumpria. Também não é admissível que os governos aproveitem a folga financeira para esbanjar dinheiro e para continuar a servir as clientelas que se sentam, confortavelmente, à mesa dos orçamentos.
O investimento público só faz sentido em projectos estruturantes e dinamizadores.
O grande problema não é o défice. São as obras de fachada que se transformam em verdadeiros elefantes brancos.
Em grande
Na época em que o cruzamento de dados entre o fisco e a segurança social continua a patinar, só faltava uma base de dados genética da população para provar que os socialistas estão a governar e que o choque teconógico já chegou.

O que vale é Maria de Belém, uma espécie de vitorina socialista, que não poupou críticas a mais uma medida do Governo de José Sócrates. Ou será que é, simplesmente, a ala alegre a funcionar?

O que vale é Maria de Belém, uma espécie de vitorina socialista, que não poupou críticas a mais uma medida do Governo de José Sócrates. Ou será que é, simplesmente, a ala alegre a funcionar?
O regresso
Os eurocépticos estão de vota, Aqui
E, certamente, vem aí mais, considerando os tempos que correm, lá fora e cá dentro.
E, certamente, vem aí mais, considerando os tempos que correm, lá fora e cá dentro.
segunda-feira, março 28
Novidades da D. Constança
As presidenciais continuam a ser seguidas, milímetro a milímetro, no tomarpartido.weblog.com.pt
quinta-feira, março 24
Do Algarve à Grande Lisboa
Nos últimos tempos, as polícias têm sido notícia pelas piores razões.
Depois da alegada brutalidade sobre Leonor Cipriano, mãe da criança que desapareceu no Algarve, e da morte de polícias, na Cova da Moura e na Amadora, um jovem morreu, ontem, em Almada, na sequência de uma perseguição policial.
São acontecimentos da maior gravidade que devem merecer uma investigação profunda e credível. Um espancamento é um espancamento. Uma morte é uma morte. Seja polícia, presumível homicida ou um simples jovem de 17 anos.
A imprensa escrita pode tentar vender mais papel, puxando pelo sentimento de insegurança.
As rádios e as televisões podem tentar ganhar audiências à custa da insuportável dramatização.
Os comandos das polícias podem resguardar-se em inquéritos que mais parecem diligências pró-forma.
Os ministros podem tentar ganhar simpatias com palavras de circunstância e poses de Estado.
Talvez, muito mais importante, seria questionar, com seriedade, as causas que contribuíram para a ocorrência de tão graves casos.
A Lei - como é possível que se possam fazer interrogatórios informais a altas horas da noite?
Os meios - como é possível que um polícia e uma patrulha estejam à mercê de criminosos?
A formação - como é possível que uma perseguição policial resulte na morte de um assaltante de uma farmácia?
Depois da alegada brutalidade sobre Leonor Cipriano, mãe da criança que desapareceu no Algarve, e da morte de polícias, na Cova da Moura e na Amadora, um jovem morreu, ontem, em Almada, na sequência de uma perseguição policial.
São acontecimentos da maior gravidade que devem merecer uma investigação profunda e credível. Um espancamento é um espancamento. Uma morte é uma morte. Seja polícia, presumível homicida ou um simples jovem de 17 anos.
A imprensa escrita pode tentar vender mais papel, puxando pelo sentimento de insegurança.
As rádios e as televisões podem tentar ganhar audiências à custa da insuportável dramatização.
Os comandos das polícias podem resguardar-se em inquéritos que mais parecem diligências pró-forma.
Os ministros podem tentar ganhar simpatias com palavras de circunstância e poses de Estado.
Talvez, muito mais importante, seria questionar, com seriedade, as causas que contribuíram para a ocorrência de tão graves casos.
A Lei - como é possível que se possam fazer interrogatórios informais a altas horas da noite?
Os meios - como é possível que um polícia e uma patrulha estejam à mercê de criminosos?
A formação - como é possível que uma perseguição policial resulte na morte de um assaltante de uma farmácia?
A notícia do dia
O caso do saco azul de Felgueiras 
continua a fazer manchete no semanário O Independente.
José Sócrates também.

continua a fazer manchete no semanário O Independente.
José Sócrates também.
quarta-feira, março 23
"A ideia é criar sensações, não a de fazer reformas"
De regresso à blogosfera, Jorge Ferreira assina um artigo de opinião com o título Habituar-nos-emos?
Parabéns a você
Uma prenda oportuna
José Sócrates tem tudo para poder governar. A revisão do Pacto de Estabilidade e Crescimento é um maná dos céus para o governo socialista. Dispor de quatro anos para controlar um défice que ultrapasse os 3% muda a perspectiva de qualquer ministro das Finanças.
Já começa
A família Serrasqueiro está na maior. A jurista Maria Alzira Serrasqueiro vai ser a próxima governadora civil de Castelo Branco, funções que desempenhou na fase final do segundo governo de António Guterres. Fernando Serrasqueiro é o secretário de Estado do Comércio, Serviços e Defesa do Consumidor.
Sobe e Desce
O melhor instantâneo
Manhoso no trabalho
Dos donos do poder aos donos da bola
A seguir
A força francesa
O casamento real
A esquecer
Habilidades estatísticas
Os salários dos gestores públicos
Manhoso no trabalho
Dos donos do poder aos donos da bola
A seguir
A força francesa
O casamento real
A esquecer
Habilidades estatísticas
Os salários dos gestores públicos
Do social ao acreditar
O programa de XVII Governo por palavra-chave:
Social - 197
Desenvolvimento - 182
Segurança - 169
Portugal - 156
Estado - 144
Empresa - 118
Cultura - 114
Saúde - 106
Emprego - 84
Administração - 82
Crescimento - 81
Plano - 78
Investimento - 78
Fiscal - 77
SIDA - 75
Inovação - 70
Educação - 69
Inovação - 69
Cidadãos - 68
Economia - 65
Estratégia - 64
Família - 60
Justiça - 52
Regiões - 43
Turismo - 43
Ambiente - 42
Competitividade - 42
Reforma - 41
Pessoas - 38
Cidades - 37
Estabilidade - 36
Comunicação - 35
Oportunidade - 35
Transparência - 34
Regulação - 32
Desporto - 31
Mobilidade - 29
Tecnológico - 28
Serviço público - 27
Paz - 26
Pobreza - 26
Energia - 26
Forças Armadas - 25
Verdade - 25
Habitação - 23
Concorrência - 23
Consumidores - 21
Consolidação - 21
Europa - 20
Mulher - 19
Qualidade de vida -19
Rural - 18
Ordenamento do Território – 18
Criminalidade - 18
Atraso – 16
Crime – 16
Terrorismo - 15
Comunicação social - 15
Cidadania - 15
Democracia - 15
Governação - 15
Impulso – 14
Agricultura - 13
Pensões - 12
Incêndios - 11
Autoridade - 9
Sinistralidade - 8
Discriminação - 8
Toxicodependência - 8
Imigração - 8
Juventude - 6
Interrupção Voluntária da Gravidez - 5
Burocracia - 7
Acreditar – 2
Social - 197
Desenvolvimento - 182
Segurança - 169
Portugal - 156
Estado - 144
Empresa - 118
Cultura - 114
Saúde - 106
Emprego - 84
Administração - 82
Crescimento - 81
Plano - 78
Investimento - 78
Fiscal - 77
SIDA - 75
Inovação - 70
Educação - 69
Inovação - 69
Cidadãos - 68
Economia - 65
Estratégia - 64
Família - 60
Justiça - 52
Regiões - 43
Turismo - 43
Ambiente - 42
Competitividade - 42
Reforma - 41
Pessoas - 38
Cidades - 37
Estabilidade - 36
Comunicação - 35
Oportunidade - 35
Transparência - 34
Regulação - 32
Desporto - 31
Mobilidade - 29
Tecnológico - 28
Serviço público - 27
Paz - 26
Pobreza - 26
Energia - 26
Forças Armadas - 25
Verdade - 25
Habitação - 23
Concorrência - 23
Consumidores - 21
Consolidação - 21
Europa - 20
Mulher - 19
Qualidade de vida -19
Rural - 18
Ordenamento do Território – 18
Criminalidade - 18
Atraso – 16
Crime – 16
Terrorismo - 15
Comunicação social - 15
Cidadania - 15
Democracia - 15
Governação - 15
Impulso – 14
Agricultura - 13
Pensões - 12
Incêndios - 11
Autoridade - 9
Sinistralidade - 8
Discriminação - 8
Toxicodependência - 8
Imigração - 8
Juventude - 6
Interrupção Voluntária da Gravidez - 5
Burocracia - 7
Acreditar – 2
segunda-feira, março 21
É o regresso de um primeiro-ministro com dotes oratórios, com capacidade para afirmar um discurso político ambicioso e mobilizador. José Sócrates ganhou a taça dos sound bytes, no momento da apresentação do programa do Governo, na Assembleia da República. Mas, agora, urge passar à implementação de medidas concretas.
domingo, março 20
Lição de estratégia
A Bombardier usa uma posição de força para condicionar as negociações. Ao iniciar o processo de retirada das máquinas, a multinacional dá mais um passo para pressionar o Governo.
sábado, março 19
Só os burros não mudam

A lei que proíbe a venda de medicamentos fora das farmácias foi assinada pelo ministro que vai proceder à venda livre dos medicamentos sem prescrição.
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Um batimento irresistível







































