sexta-feira, abril 8

Alfredo Pequito vai interpor recurso da decisão do Tribunal do Trabalho que considerou válido o seu despedimento da Bayer e garante que não abdicará da «denúncia de todas as situações injustas e irregulares» entre médicos e a indústria farmacêutica.

É uma seca

Duas condutas de um parque de estacionamento junto ao Centro Comercial Colombo, em Lisboa, estão a verter água há cerca de 15 dias.
De acordo com depoimentos recolhidos pela Agência Lusa, aquela situação já 'CORRE' há duas semanas.

08.04.05

O melhor
Quem sabe, sabe
A seguir
Rações "Mc'donalds"
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Aos palmos

08.04.05

Vicente Jorge Silva, no DN, sobre o congresso do PSD

Revelação partidária


Cem mil euros é quanto vai custar a realização do XVII Congresso Nacional do PSD.

quinta-feira, abril 7

Newcastle - Sporting

Vai dar BAILE

07.04.05

O melhor
Enigma do dia
A seguir
No muro das lamentações
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Bloqueio humurístico (II)

Comitiva oficial

Jorge Sampaio, Maria José Ritta, Freitas do Amaral e Ramalho Eanes partem esta tarde de Figo Maduro, em direcção a Roma, para assitirem às exéquias de Sua Santidade o Papa João Paulo II. De acordo com a nota oficial do Palácio de Belém, não haverá qualquer tipo de declarações.

07.04.05

José Manuel Barroso, no DN, sobre o Papa João Paulo II.
Luís Nazaré, no JORNAL DE NEGÓCIOS, sobre a competitividade e a globalização.
Rui Camacho, no JN, sobre os exames.
Miguel Moreira Rato, no DE, sobre os têxteis.

Missão

D.José Policarpo é um adepto do Sporting Clube de Portugal. Se for eleito Papa, a FAMÍLIA LEONINA vai a Roma inaugurar o Núcleo Sportinguista do Vaticano.
Aceitam-se inscrições.

Férias merecidas

A confirmar-se a notícia do 24 Horas, Paulo Portas está a retemperar as forças, no DUBAI.

quarta-feira, abril 6

Jorge Sampaio vetou a criação da zona de jogo da Serra da Estrela. Deve haver por aí um patrão com uma enorme dor de cabeça. Aceitam-se apostas para saber quanto tempo vai durar a interdição.

06.04.05

O melhor
A saga do CDS-PP
A seguir
Nichi Vendola
A esquecer
Acrobacias aéreas

A qualidade da Democracia

A realização de um referendo sobre a nova constituição europeia, em simultâneo com as autárquicas, é mais um acto de cobardia do poder político e institucional.
O pavor de uma elevada taxa de abstenção num referendo sobre a Europa não se esconde com outras eleições. Muito pelo contrário, até pode funcionar ao contrário.
A construção da união política, financeira e social, que sempre se realizou nas costas dos cidadãos, impulsionada por uma espécie de conclave de iluminados, sempre muito influentes e poderosos, tem sido o principal inimigo da consolidação do maior bloco comercial do mundo.
Se a realidade portuguesa, tal como a de outros países europeus, espelha o divórcio entre o povo e a classe política, hoje, o distanciamento entre os europeus e as instituições da União Europeia são indisfarçáveis.

A deslocação de D. José Policarpo no avião do Estado português pode parecer uma coisa menor, mas encerra uma questão muito importante. Os governantes continuam a dispor dos bens do Estado como se fossem sua propriedade privada, o que é inaceitável.
Jorge Ferreira levantou a questão no TOMAR PARTIDO. Curiosamente, os que se amofinam com uma viagem de Falcon de um qualquer ministro, em férias, agora, apresentam explicações tolas e ocas, do tipo a maioria dos portugueses é católica, blá-blá-blá.
A questão não está no custo de um voo de Falcon, que, aliás, não é despiciendo.
O que está em causa é a utilização dos bens do Estado, que deveria ser criteriosa e responsável.

terça-feira, abril 5

Os avanços e recúos do PS sobre o referendo ao aborto são um mau prenúncio.

A questão dos «furos» é um problema crónico do sistema de ensino português.
José Sócrates e a ministra da Educação (não me recordo do nome, o que é bom sinal) estão preocupados com a falta de ocupação dos alunos nas escolas quando os professores faltam. O primeiro-ministro, com a habitual candura, que até dá para BRINCAR, prometeu o céu e a terra, anunciando que as escolas devem oferecer aulas de substituição ou, em alternativa, actividades de aprendizagem, no caso de os professores faltosos deixarem os meninos à solta. Aliás, a ministra garantiu que as tais boas práticas escolares não devem implicar um aumento do número de professores ou de meios.
Não é por acaso que os sindicatos dos professores se manifestaram surpreendidos, pois a aplicação da medida defendida pelo ministro envolve, obviamente, mais recursos físicos e humanos para que tal intenção possa ser concretizada. Como se de um passe de mágica se tratasse, José Sócrates e a sua ministra de Educação decretaram, oficialmente, o fim do problema, mas não adiantaram como será possível, de um dia para o outro, resolver uma das tradicionais lacunas das escolas nacionais. Aqui está, mais uma vez, o estilo inconfundível de José Sócrates. Lança uma ideia popular – quem é o pai que não está de acordo com a exigência do PM? -, sem dizer uma palavra em relação à forma como deve ser posta em prática. É a porta aberta a todo o tipo de HIPÓTESES E ESPECULAÇÕES.

José Barros Moura

Uma justa homenagem, recordada AQUI