sexta-feira, março 4

XVII Governo Constitucional - Ministro da Justiça

Alberto Costa.
Um nome por todos antecipado.
Mais um rosto do guterrismo que deixou poucas saudades quando abandonou a pasta da Administração Interna.

XVII Governo Constitucional - Ministro do Trabalho e da Segurança Social

Vieira da Silva.
Uma escolha previsível.
Mais um rosto do guterrismo.

XVII Governo Constitucional - Ministro da Economia

Manuel Pinho.
Uma escolha esperada.
DO BES para o Governo.

XVII Governo Constitucional - Ministro da Defesa

Luís Amado.
De secretário de Estado de Jaime Gama, nos Negócios Estrangeiros, para a Defesa, uma das pastas que Jaime Gama melhor conhece.

XVII Governo Constitucional - Ministro de Estado e da Administração Interna

António Costa
É uma escolha esperada e já anunciada na imprensa e televisão.
É um rosto do guterrismo

XVII Governo Constitucional - Ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros

Freitas do Amaral.
É uma escolha esperada e já anunciada na imprensa e na televisão.
É a primeira machadada no aparelho do PS.

XVII Governo - Ministro de Estado e das Finanças

Luís Campos e Cunha
Vítor Constâncio era a primeira escolha.
Um ministro sem peso político.

XVII Governo Constitucional

8 independentes
2 mulheres
5 ex-ministros de António Guterres

XVII Governo Constitucional

António Vitorino de fora.
É a primeira derrota de José Sócrates.

XVII Governo Constitucional

Um Governo grande.

XVII Governo Constitucional

Um Governo fraco

Palácio de Belém - Oficial

José Sócrates reúne-se hoje com o Presidente da República às 19.00. A audiência foi solicitada pelo primeiro-ministro indigitado.

Não dá para acreditar

Miguel Reis, advogado de Manuel de Melo, candidato socialista ao lugar de deputado pelo círculo da Europa, anunciou que desistiu do recurso para o Tribunal Constitucional exigindo a recontagem dos votos, apesar das barbaridades registadas. Tudo para não atrasar os prazos estabelecidos para a tomada de posse do XVII Governo Constitucional. É a grande marcha da Democracia no seu melhor.

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Pedro Santana Lopes
A seguir
Esperar para rir
A esquecer
Estrangeirado

Uma forma hábil de governar

O poder político e as empresas de construção e obras públicas têm uma velha aliança, que é transversal a todos os partidos, a todas as lideranças e à generalidade dos governos.
A classe dirigente, em geral, e os jovens políticos, em particular, descobriram a chave do sucesso, pelo menos de curto prazo, ao perceberem que os grandes empreendimentos e os grandes eventos têm a vantagem de casar o desenvolvimento, os lucros empresariais, os votos e a projecção internacional. O problema é que depois da festa, sempre próxima de períodos eleitorais, alguém tem de assumir a factura da despesa.
A Expo'98, o Euro 2004 e o Polis, - para não falar de outros casos mais antigos, como o Centro Cultural de Belém e a Ponte Vasco da Gama -, são exemplos que deviam ser devidamente analisados, para não se repetirem os verdadeiros festins despesistas que não se podem confundir com investimentos estruturais e estruturantes. Basta verificar o crescimento do défice para perceber os atentados que se têm perpetrado, impunemente, nos últimos anos.
Com a chegada do novo Executivo, liderado por um jovem político, a bolsa dá sinais de animação, pelo segundo dia consecutivo, em relação à Mota-Engil. É um sinal ainda fraco, mas revela, no mínimo, uma grande expectatativa em relação aos mega-projectos: OTA, TGV e SCUT's.
Quem já se esqueceu das palavras inaceitáveis de Jooquim Fortunato, presidente da AECOP's?

O melhor jornalismo

D. Manuel Clemente, Bispo Auxiliar de Lisboa, só surpreendeu, na Grande Entrevista, na RTP1, ontem, quem não o conhecia. Judite Sousa, apesar de uma prestação profissional, acabou por se deixar vencer pela simplicidade, naturalidade e erudição do discurso de D. Manuel Clemente, que respondeu a todas as questões sobre a substituição do Papa João Paulo II.
É nestes momentos que se percebe a verdadeira dimensão da polémica a propósito das palavras do Padre Serras Pereira.

A melhor opinião

Eduardo Dâmaso assinala mais um escândalo da justiça portuguesa

quinta-feira, março 3

Portas na corrida a Belém

Um artigo de Rui Moreira sobre as presidenciais. Análise, informação privilegiada ou desejo?

Deprimente

É comum, entre nós, ouvir muitas e boas declarações pias deste ou daquele barão partidário quando está à beira de assumir um tacho governamental ou a administração de uma grande empresa pública. Normalmente, invocam o serviço de missão e o grande sacrifício pessoal.
Curiosamente, nos momentos mais difíceis, em que não há benesses para ninguém, e em que mais se justifica a nobreza dos que se dedicam desinteressadamente à causa pública, é vê-los escapulirem-se, em passo acelerado, tentando que ninguém se lembre deles.
Hoje, com os dois principais partidos da direita derrotados e órfãos, é triste constatar que as principais personalidades da direita, do alto dos seus magníficos cadeirões, públicos ou privados, se limitam a empurrar os pequenos e os grandes ambiciosos para uma longa travessia do deserto.
É pena!
A maioria absoluta do PS e a inexperiência do primeiro-ministro indigitado mereciam uma outra atitude das principais referências do PSD e do CDS. Nunca uma oposição credível e competente foi tão necessária, em Portugal.

Sobe e Desce

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Jorge Luis Borges
Tratamento milagroso
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Aprender com os erros
Finalmente
Para esquecer
Privados=Vale tudo
É só água