quarta-feira, fevereiro 16

Legislativas 2005 - Os cromos (46)

Jerónimo de Sousa, secretário-geral do PCP, responsabiliza os últimos governos pela situação do desemprego.

Leguislativas 2005 - Os cromos (45)

Santana Lopes admitiu que só o seu partido ou o PS estão em condições de ganhar as eleições de domingo, mas advertiu para os perigos duma eventual vitória socialista.

Legislativas 2005 - Os cromos (44)

Couto dos Santos propôs um pacto PSD/PS para defender a Casa da Música do Porto

Negócio de última hora

Paulo Portas, ministério de Estado e da Defesa, assinou, ontem, com o grupo Steyr-Daimler-Puch o contrato de fornecimento das novas viaturas blindadas de rodas (VBR) do Exército e da Marinha, que envolve verbas da ordem dos 344 milhões de euros.

Um apoio de peso

Santana Lopes está a conseguir a solidariedade dos ex-líderes do PSD. Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, participou na campanha eleitoral do PSD. Quem não gostou nada deste apoio, entre outros, foi o alemão Martin Schulz, presidente do grupo socialista no Parlamento Europeu, o segundo maior agrupamento político, que acusou Durão Barroso, de comprometer a sua independência ao participar num tempo de antena do PSD para as legislativas de domingo.

Chegou a hora

Com a maioria absoluta a escapar, em grande velocidade, José Sócrates ainda tem dois dias para ganhar a aposta do PS para as legislativas de 2005.
Depois de uma boa prestação no debate a cinco, ontem, mas insuficiente para alcançar o seu principal objectivo, apesar de ter colocado Paulo Portas no lugar, o líder do PS ainda vai ter de passar o teste da recta final da campanha.
Por sua vez, Santana Lopes vai jogar tudo. As declarações do líder do PSD, hoje, apontando o dedo a Jorge Sampaio, pela criação de uma situação de instabilidade política, vão ser o mote da dramatização final. No momento em que são conhecidos os números do desemprego, 7,1%, o primeiro-ministro em exercício não hesita em colocar o dedo na ferida. Com uma situação de impasse na cena política, que pode ser agudizada pelo resultado eleitoral, nem há investimento que resista nem criação de emprego que perdure.

terça-feira, fevereiro 15

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Um caso chinês
Ele há cada uma
Pá: Tá feito
A seguir
À espera de Luís Delgado
Para esquecer
Dos roucos não reza a história

Francisco Louçã ganha o debate

O último debate transmitido na televisão foi vencido por Francisco Louçã. José Sócrates e Pedro Santana Lopes empataram. Quem perdeu foi Paulo Portas. Surpreendentemente! O líder do CDS-PP estava nervoso, crispado e desconcentrado. Jerónimo de Sousa não ganhou nem perdeu. Uma súbita falta de voz impediu o secretário-geral do PCP de lutar pela vitória.
Factos são factos. É impressionante como um líder de um pequeno partido pode derrotar os candidatos a primeiro-ministro. José Sócrates esteve melhor do que no anterior debate da SIC, mas perdeu mais uma oportunidade para alcançar a maioria absoluta. Pedro Santana Lopes, mais uma vez, conseguiu estar a um nível elevado. Sem medo de pedir a vitória. Aliás, o líder do PSD, dia-a-dia, está mais maduro e com um discurso mais coerente.
Contrariamente ao duelo na SIC, hoje, o debate a cinco, na RTP, foi melhor, mais esclarecedor e bastante mais animado.

Uma carta muito aberta

É um texto que vale a pena ler. Para votar no PSD ou para votar noutro partido Aqui

segunda-feira, fevereiro 14

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Cuidado com os fumadores sobre rodas
A seguir
Uma questão de fundo
Para esquecer
Dúvidas existenciais
A voar baixinho

No reino do vale tudo

Santana Lopes decretou dois dias de luto nacional por causa da morte da Irmã Lúcia, em pleno período de campanha eleitoral. Alguns críticos da decisão têm invocado que deve prevalecer a separação entre o Estado e a Igreja. É um argumento sólido e racional, tanto mais que a morte da vidente de Fátima parece não ter gerado uma comoção generalizada.

O que já não é tão aceitável é o julgamento sumário dos líderes partidários, que decidiram interromper ou alterar os respectivos programas de campanha eleitoral. D. Manuel Martins, uma das vozes mais respeitadas e inconformadas da Igreja portuguesa, devia ter mais cuidado quando acusa os políticos de oportunismo político. A pressa em atirar uma pedra aos políticos deixa muito a desejar de uma autoridade da Igreja, cuja caridade devia começar por casa. E, nesta matéria, há tanto a fazer pela Igreja nos tempos que correm. Felizmente, D. Januário Torgal, apesar de alinhar na tese do pecado da oportunidade política, é mais moderado, pois critica os dirigentes políticos ainda que assegurando que não pretende julgar ou condenar ninguém.

A decisão de Santana Lopes está sujeita a todo o tipo de interpretações, umas legítimas outras bem enviesadas. A mais retorcida, talvez a mais hilariante, é a da vantagem política e eleitoral. Não faltam iluminados que insinuam que a decisão foi tomada porque favorece eleitoralmente quem a tomou. Assim, e para que fique claro, os defensores desta tese sustentam, mais ou menos sibilinamente, que Santana Lopes e Paulo Portas, sem esquecer José Sócrates, entre outros, decidiram suspender ou alterar as campanhas com o objectivo de obterem mais votos nas próximas eleições de dia 20.
Um raciocínio tão rápido e tão inteligente, de quem não apresenta uma única justificação do que está a dizer, tem o mérito de impressionar. É obra! Mas vale o que vale, apenas um punhado de sound bytes.
Dito isto, o mais extraordinário é que, para já, ninguém teve a honestidade intelectual de denunciar a consequência lógica do argumento de aproveitamento político: o perigo dos resultados eleitorais serem desvirtuados por uma decisão de Estado, alheia ao processo de esclarecimento dos portugueses. A razão é simples. Obviamente, ainda há a noção do ridículo e algum pudor em chamar estúpidos aos portugueses.

É legítimo opinar, com total liberdade, mas é preciso manter a objectividade, a coerência e a credibilidade. Ou será que vale tudo para alcançar outras reacções, essas sim com o intuito de influenciar o voto dos portugueses?

sexta-feira, fevereiro 11

A sondagem da maioria

O PS continua a ser o partido com mais vantagem nas sondagens Aqui

A noticia do dia

É uma bomba para animar a campanha eleitoralAqui. O PS já desmentiu, mas a forma como vai lidar com esta notícia vai determinar o vencedor das eleições de 20 de Fevereiro.

quinta-feira, fevereiro 10

A nova imagem de Bin Laden

A arte tem a capacidade de surpreender Aqui

Legislativas 2005 - Os cromos (43)

cabeça de lista do CDS pelo Porto, Pires de Lima, defende que os democratas- cristãos são os revolucionários do século XXI.

Sobe Desce

O melhor instantâneo
Os Silvas
Nelson Mandela
A seguir
À espera da paz
Para esquecer
Um estilo caceteiro
Em campanha

Sócrates by Sócrates

O líder do PS, na entrevista que concedeu à TSF, num dos raros momentos de sinceridade, fala de si próprio.Leia Aqui

Legislativas 2005 - Os cromos (42)

economista António Borges, conotado com o PSD, está desiludido com campanha eleitoral.

Extrema-direita em acção

Um site de simpatizantes com as teses da extrema-direita apela a uma manifestação contra a adesão da Turquia à União Europeia, com concentração no Marquês de Pombal, sábado, 12 Fevereiro, às 15 horas. Um dos muitos links colocados no site remete para o PNR - Partido Nacional Renovador, um dos partidos que concorrem no próximo dia 20 de Fevereiro.

Dignidade

O meu jornal diário faz mea culpa sobre a notícia do Cavaco Silva