Na entrevista que concedeu à RTP, sexta-feira, 4, Pedro Santana Lopes anunciou que Miguel Cadilhe poderia ser o seu vice-primeiro-ministro para a competitividade. Passadas mais de 48 horas, o ex-ministro das Finanças de Cavaco Silva não desmentiu a notícia, o que está a provocar algum nervosismo nalgumas hostes social-democratas.
segunda-feira, fevereiro 7
Legislativas 2005 - Os cromos (39)
José Sócrates afirmou que a RTP tem obrigações especiais na defesa do pluralismo, mas recusou-se a opinar sobre o anúncio de que Marcelo Rebelo de Sousa fará comentários políticos na televisão pública sem contraditório.
Legislativas 2005 - Os cromos (38)
A CDU promoveu uma acção de campanha, apelando ao sentido de humor. Pessoas mascaradas de Santana Lopes, José Sócrates e Paulo Portas apresentavam propostas eleitorais do PSD, PS e CDS/PP, em jeito de brincadeira de Carnaval Sobe e Desce
O melhor instantâneo
Campanha sobre rodas
A seguir
Primeiras páginas do século passado
Guterres abre polémica
Para esquecer
Adopte um sniper
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Legislativas 2005 - Os cromos (37)
Marques Mendes acusa o cabeça de lista do PS por Aveiro, Manuel Pinho, de ter medo de o enfrentar em debate, desafiando-o a seguir o exemplo do líder socialista, José Sócrates, que debateu com Santana Lopes.
Legislativas 2005 - Os cromos (36)
Um verdadeiro artista
Einhart Jácome da Paz é o responsável pela campanha de Pedro Santana Lopes. Para o melhor e para o pior. O comício de Castelo Branco foi um espectáculo mediático perfeito.
Uma banhada
O duelo entre o PS e o PSD, em Castelo Branco, é revelador dos estados de espírito dos respectivos militantes. De um lado, os socialistas, tristes e apagados, talvez demasiado convencidos que a vitória está no papo. Do outro lado, os social-democratas, apoiados por uma máquina profissional, demonstraram alegria, confiança e expectativa na inversão da tendência apontada pela generalidade das sondagens. Tal como era esperado, a vitória no debate televisivo permitiu a Santana Lopes partir para a campanha com uma nova dinâmica eleitoral. Só não vê quem não quer.
Na terra do candidato socialista, que ainda contou com o apoio de António Guterres, que já não consegue mobilizar as hostes socialistas, esperava-se mais, muito mais. Aliás, muitos estavam convencidos que o comício de Castelo Branco seria o arranque para a campanha da maioria absoluta. A realidade foi diferente. Tal como se apresentou em Castelo Branco, este é um PS acomodado, com uma liderança que não revelou ainda capacidade para arrancar uma onda de entusiasmo que lhe permita alcançar uma vitória clara, quiçá, uma maioria absoluta. A derrota no confronto de Castelo Branco pode ter sido apenas um percalço da máquina socialista, que, afinal, pode servir para a despertar para um esforço adicional, na recta final da campanha. Caso contrário, como tem referido Santana Lopes, as eleições estão longe de estar decididas e as legislativas podem ser discutidas até ao último dia.
Na terra do candidato socialista, que ainda contou com o apoio de António Guterres, que já não consegue mobilizar as hostes socialistas, esperava-se mais, muito mais. Aliás, muitos estavam convencidos que o comício de Castelo Branco seria o arranque para a campanha da maioria absoluta. A realidade foi diferente. Tal como se apresentou em Castelo Branco, este é um PS acomodado, com uma liderança que não revelou ainda capacidade para arrancar uma onda de entusiasmo que lhe permita alcançar uma vitória clara, quiçá, uma maioria absoluta. A derrota no confronto de Castelo Branco pode ter sido apenas um percalço da máquina socialista, que, afinal, pode servir para a despertar para um esforço adicional, na recta final da campanha. Caso contrário, como tem referido Santana Lopes, as eleições estão longe de estar decididas e as legislativas podem ser discutidas até ao último dia.
sábado, fevereiro 5
He’s back
Os últimos três dias podem ter feito a diferença para Pedro Santana Lopes recuperar uma nova dinâmica eleitoral. Na SIC e na 2, depois na TSF e ontem na RTP, com Judite de Sousa, o candidato a primeiro-ministro alcançou o pleno.
É impressionante, a todos os níveis, como um político que está na mira de todo o mundo, e nalguns casos justificadamente, tem a capacidade para manter a calma, recuperar o controlo e o conhecimento dos dossiers e ainda determinar a agenda política das próximas duas semanas.
Para quem tinha dúvidas, apesar das prestações anteriores, Santana Lopes surpreendeu ao apresentar o perfil do seu ministro das Finanças, se ganhar as eleições: Miguel Cadilhe. Das duas uma: ou é mais uma trapalhada do líder do PSD, e isso pode significar o seu fim, ou então, no caso de Cadilhe não vir a terreiro desmentir, está confirmada a tendência de recuperação de Santana Lopes, precisamente no dia em que começa, oficialmente, a campanha eleitoral.
Os anti-santanistas e os que odeiam o estilo do primeiro-ministro em funções, hoje, devem ter compreendido que se precipitaram ao anunciar a sua morte. Santana Lopes, politicamente, está vivo e bem vivo. Ao ponto de afirmar: vou ganhar as eleições.
Depois de um início para esquecer, agora, aparentemente, estão criadas as condições para uma campanha viva, renhida e, porventura, esclarecedora, com dois candidatos em condições de disputar a liderança do próximo Governo. É bom para a Democracia e é bom para Portugal.
É impressionante, a todos os níveis, como um político que está na mira de todo o mundo, e nalguns casos justificadamente, tem a capacidade para manter a calma, recuperar o controlo e o conhecimento dos dossiers e ainda determinar a agenda política das próximas duas semanas.
Para quem tinha dúvidas, apesar das prestações anteriores, Santana Lopes surpreendeu ao apresentar o perfil do seu ministro das Finanças, se ganhar as eleições: Miguel Cadilhe. Das duas uma: ou é mais uma trapalhada do líder do PSD, e isso pode significar o seu fim, ou então, no caso de Cadilhe não vir a terreiro desmentir, está confirmada a tendência de recuperação de Santana Lopes, precisamente no dia em que começa, oficialmente, a campanha eleitoral.
Os anti-santanistas e os que odeiam o estilo do primeiro-ministro em funções, hoje, devem ter compreendido que se precipitaram ao anunciar a sua morte. Santana Lopes, politicamente, está vivo e bem vivo. Ao ponto de afirmar: vou ganhar as eleições.
Depois de um início para esquecer, agora, aparentemente, estão criadas as condições para uma campanha viva, renhida e, porventura, esclarecedora, com dois candidatos em condições de disputar a liderança do próximo Governo. É bom para a Democracia e é bom para Portugal.
sexta-feira, fevereiro 4
Legislativas 2005 - Os cromos (35)
Santana Lopes recebe Durão Barroso, em São Bento, amanhã, às 12:00, para uma reunião de trabalho que, na realidade, poderá servir para apoiar o PSD na campanha para as legislativas.
Legislativas 2005 - Os cromos (34)
Pires de Lima, cabeça de lista do CDS/PP pelo Porto, depois de um almoço com o presidente do Futebol Clube do Porto, considerou que as dívidas dos clubes de futebol (Totonegócio) são uma questão jurídica.Em directo
A TSF antecipou-se a toda a concorrência, nomeadamente à Antena 1 e à Rádio Renascença, ao realizar uma série de entrevistas com os principais líderes políticos. Hoje, foi o dia de Santana Lopes, que revelou a intenção de avançar com um referendo sobre o aborto, no caso de vencer as eleições, uma notícia que está a marcar a agenda da campanha eleitoral.
Teresa Dias Mendes (editora de política) e António José Teixeira (comentador residente) têm feito uma dupla imparável, serena e competente. Agora, só falta a entrevista a José Sócrates, que vai para o ar na próxima quinta-feira, 10, às 10 da manhã.
Teresa Dias Mendes (editora de política) e António José Teixeira (comentador residente) têm feito uma dupla imparável, serena e competente. Agora, só falta a entrevista a José Sócrates, que vai para o ar na próxima quinta-feira, 10, às 10 da manhã.
Legislativas 2005 - Os cromos (33)
Paulo Portas manifestou-se contra a eventual realização de um referendo sobre o aborto, após Santana Lopes ter afirmado que, caso vença as eleições, defende um novo acordo com o CDS-PP sobre esta questão.
Sobe e Desce
O melhor instantâneo
Um diálogo gelado
A seguir
Depois do debate
Para esquecer
Nostalgias do passado
Um diálogo gelado
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Depois do debate
Para esquecer
Nostalgias do passado
O rescaldo
Paulo Portas e Cavaco Silva não devem estar nada contentes com o resultado do debate entre José Sócrates e Pedro Santana Lopes. A vitória do actual líder do PSD, - que se deverá traduzir numa nova dinâmica eleitoral -, é um obstáculo inesperado para o presidente do CDS-PP e para o ex-primeiro-ministro.
O crescimento do CDS-PP, que só pode ser alcançado à custa do eleitorado social-democrata, fica ainda mais difícil com Santana Lopes a recuperar terreno. A inversão da tendência, a acontecer, pode implicar que o voto útil continue a ser o que era, ou seja, no PSD, o único partido que está em condições de disputar as eleições e de impedir a maioria absoluta de José Sócrates.
Cavaco Silva também não tem razões para estar contente. Cavaco sabe que a sua aventura presidencial, a confirmar-se, só tem pernas para andar num cenário de esmagamento eleitoral de Santana Lopes e de uma maioria absoluta socialista. Um resultado semelhante ao de 2002, em que PS e PSD ficaram separados por uma pequena margem de votos, não interessa a um candidato presidencial com o perfil do ex-primeiro-ministro.
O crescimento do CDS-PP, que só pode ser alcançado à custa do eleitorado social-democrata, fica ainda mais difícil com Santana Lopes a recuperar terreno. A inversão da tendência, a acontecer, pode implicar que o voto útil continue a ser o que era, ou seja, no PSD, o único partido que está em condições de disputar as eleições e de impedir a maioria absoluta de José Sócrates.
Cavaco Silva também não tem razões para estar contente. Cavaco sabe que a sua aventura presidencial, a confirmar-se, só tem pernas para andar num cenário de esmagamento eleitoral de Santana Lopes e de uma maioria absoluta socialista. Um resultado semelhante ao de 2002, em que PS e PSD ficaram separados por uma pequena margem de votos, não interessa a um candidato presidencial com o perfil do ex-primeiro-ministro.
Legislativas 2005 - Os cromos (32)
Pedro Santana Lopes, na entrevista à TSF, disse que, caso vença as eleições de 20 de Fevereiro, terá de fazer um novo acordo de Governo com o CDS-PP para viabilizar um referendo sobre o aborto.
Legislativas 2005 - Os cromos (31)
Jerónimo de Sousa não viu o debate. Para o líder do PCP as grandes questões nacionais passaram ao lado de Santana Lopes e José Sócrates.
Legislativas 2005 - Os cromos (30)
Paulo Portas anunciou que o CDS- PP vai apresentar queixas contra a SIC na Comissão Nacional de Eleições e Alta Autoridade para a Comunicação Social pela não transmissão de resposta a acusações do Bloco de Esquerda.
Legislativas 2005 - Os cromos (29)
cabeça de lista do Partido da Nova Democracia (PND) por Aveiro, Jorge Ferreira, criticou a demissão do poder político face à destruição do sector pesqueiro.
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Um batimento irresistível