Luís Nobre Guedes alerta para o perigo do regresso do Bloco Central, desta vez sem o CDS-PP.
quinta-feira, janeiro 27
Legislativas 2005 - Os cromos (15)
Luís Nobre Guedes alerta para o perigo do regresso do Bloco Central, desta vez sem o CDS-PP.
Um dia sem luz
Há momentos de azar.
Ontem, quarta-feira, 26, estive todo o dia em casa - mais um - a curar uma gripe. A única luz ao fundo do túnel era o jogo entre o Benfica e o Sporting. A perspectiva de mais uma grande exibição dos leões tinha a capacidade de restaurar o meu ânimo.
Estava tudo a postos. O Cortigripe estava tomado. A temperatura da casa estava adequada. O jantar frugal estava preparado. Eis que, quando menos esperava, a luz foi abaixo. Num primeiro momento, quis acreditar que era um corte passageiro. Vinte minutos depois, com quatro golos marcados, dois para cada lado, o desespero começou a tomar conta de mim. Vou não vou, ainda comecei a pensar sair para ir ver o jogo a outro lado, mas o estado febril era mais forte.
Ao intervalo, uma voz amiga deu-me conta do resultado. O Sporting estava a esmagar. Fiquei mais confortado. De um momento para o outro, uma espécie de relâmpago entrou pela casa dentro. A luz parecia voltar, mas era um falso alarme. Ao flash de luz voltou a seguir-se um enorme…escuro, só quebrado pela luz das velas, o que me dava a possibilidade de deambular pela casa à espera de um milagre, que me permitisse pelo menos, ver a segunda parte do derby.
Entretanto, outra voz amiga telefonou para saber se eu estava melhor. Dei conta da minha indignação, por não ter energia para poder acompanhar o jogo que, por estar adoentado, não fui ver ao estádio da Luz, passe a ironia.
Às 21.31, cada vez mais arrasado, decidi ligar o telemóvel 3G, recentemente comprado, com desconto de 50%, uma generosidade da Vodafone para os jornalistas, para saber o resultado. Estava tudo na mesma: 2 – 2.
De alguma forma, talvez para compensar a maçada de não ter podido ver o jogo, algo me animou. Se calhar ainda vou ver o golo da vitória do Sporting. Uau! Voltei a despertar, como se a impossibilidade de assistir à partida fosse uma espécie de preço a pagar pela vitória do meu clube.
21.50. A luz voltou. Eureka! A EDP voltou a cumprir o contrato que estabeleceu comigo, mas não se livrou dos insultos que, sistematicamente, lancei contra todos os seus trabalhadores, do presidente ao mais humilde dos funcionários.
O mais grave é que ainda fui obrigado a esperar uns minutos para ter o sinal da TV Cabo, que só chegou pelas 21.56, estavam decorridos cerca de 94 minutos de jogo.
A partir daqui a história passa a ser igual, a tantos e tantos outros jogos entre o Benfica e o Sporting. Aos 101 minutos de jogo, Hugo Viana é expulso, escandalosamente. Oito minutos depois, os meus vizinhos ficaram a saber que o Paíto marcou um grande golo. Aos 115 minutos, os sportinguistas confirmaram que falta um guarda-redes em Alvalade.
Na hora dos penalties, o Benfica teve mais sorte. Parabéns!
Ontem, quarta-feira, 26, estive todo o dia em casa - mais um - a curar uma gripe. A única luz ao fundo do túnel era o jogo entre o Benfica e o Sporting. A perspectiva de mais uma grande exibição dos leões tinha a capacidade de restaurar o meu ânimo.
Estava tudo a postos. O Cortigripe estava tomado. A temperatura da casa estava adequada. O jantar frugal estava preparado. Eis que, quando menos esperava, a luz foi abaixo. Num primeiro momento, quis acreditar que era um corte passageiro. Vinte minutos depois, com quatro golos marcados, dois para cada lado, o desespero começou a tomar conta de mim. Vou não vou, ainda comecei a pensar sair para ir ver o jogo a outro lado, mas o estado febril era mais forte.
Ao intervalo, uma voz amiga deu-me conta do resultado. O Sporting estava a esmagar. Fiquei mais confortado. De um momento para o outro, uma espécie de relâmpago entrou pela casa dentro. A luz parecia voltar, mas era um falso alarme. Ao flash de luz voltou a seguir-se um enorme…escuro, só quebrado pela luz das velas, o que me dava a possibilidade de deambular pela casa à espera de um milagre, que me permitisse pelo menos, ver a segunda parte do derby.
Entretanto, outra voz amiga telefonou para saber se eu estava melhor. Dei conta da minha indignação, por não ter energia para poder acompanhar o jogo que, por estar adoentado, não fui ver ao estádio da Luz, passe a ironia.
Às 21.31, cada vez mais arrasado, decidi ligar o telemóvel 3G, recentemente comprado, com desconto de 50%, uma generosidade da Vodafone para os jornalistas, para saber o resultado. Estava tudo na mesma: 2 – 2.
De alguma forma, talvez para compensar a maçada de não ter podido ver o jogo, algo me animou. Se calhar ainda vou ver o golo da vitória do Sporting. Uau! Voltei a despertar, como se a impossibilidade de assistir à partida fosse uma espécie de preço a pagar pela vitória do meu clube.
21.50. A luz voltou. Eureka! A EDP voltou a cumprir o contrato que estabeleceu comigo, mas não se livrou dos insultos que, sistematicamente, lancei contra todos os seus trabalhadores, do presidente ao mais humilde dos funcionários.
O mais grave é que ainda fui obrigado a esperar uns minutos para ter o sinal da TV Cabo, que só chegou pelas 21.56, estavam decorridos cerca de 94 minutos de jogo.
A partir daqui a história passa a ser igual, a tantos e tantos outros jogos entre o Benfica e o Sporting. Aos 101 minutos de jogo, Hugo Viana é expulso, escandalosamente. Oito minutos depois, os meus vizinhos ficaram a saber que o Paíto marcou um grande golo. Aos 115 minutos, os sportinguistas confirmaram que falta um guarda-redes em Alvalade.
Na hora dos penalties, o Benfica teve mais sorte. Parabéns!
segunda-feira, janeiro 24
Legislativas 2005 - Os cromos (14)
O líder do CDS-PP não responde às críticas do PSD. O eleitorado de direita nunca mais lhe perdoaria. Paulo Portas é suficientemente inteligente para nunca responder, directamente, às críticas que o seu parceiro de coligação vai passando às claras para a comunicação social. Ainda se fossem umas críticas veladas...
Insuportável
Joaquim Fortunato, em entrevista ao DN, faz a seguinte declaração: «Ou há pacto de regime ou há revolução para que entre uma nova classe política». Perante esta afirmação, a propósito das grandes obras públicas, nomeadamente o novo aeroporto da OTA e o TGV, urge perguntar: quem é Joaquim Fortunato para ameaçar, desta maneira, o governo de Portugal? A resposta é simples. É o presidente da Associação de Empresas de Construção e Obras públicas (AECOPS). Está tudo dito. Quem pode, pode, mas que é insuportável, lá isso é.
Legislativas 2005 - Os cromos (13)
Marcelo Rebelo de Sousa voltou aos comentários. E não perdeu tempo. sexta-feira, janeiro 21
Convincente
O primeiro-ministro provou que está, politicamente, vivo e bem vivo.Na entrevista que concedeu à SIC, Santana Lopes, com segurança e serenidade, conseguiu passar a mensagem - o Programa de Governo do PSD.
Ainda fortemente marcado pelo abundante coro de críticas, a maior parte delas totalmente justificadas, Santana Lopes retomou o fôlego e passou à ofensiva, puxando pelos últimos erros monumentais do seu principal adversário, José Sócrates.
Sem deixar cair o discurso da vitimização, o líder do PSD mostrou que continua empenhado na vitória, e enviou um sinal claro para dentro e para fora do partido: têm de contar com ele para disputar as eleições legislativas até ao último dia.
Ainda fortemente marcado pelo abundante coro de críticas, a maior parte delas totalmente justificadas, Santana Lopes retomou o fôlego e passou à ofensiva, puxando pelos últimos erros monumentais do seu principal adversário, José Sócrates.
Sem deixar cair o discurso da vitimização, o líder do PSD mostrou que continua empenhado na vitória, e enviou um sinal claro para dentro e para fora do partido: têm de contar com ele para disputar as eleições legislativas até ao último dia.
A questão
É normal ouvir, repetidamente, alguns dos principais empresários afirmar que o negócio da comunicação social é complexo, arriscado e pouco atractivo do ponto de vista dos lucros. Certamente, especular na bolsa deve dar mais dinheiro do que investir na comunicação social, na indústria e nos serviços. Todavia, o desfile de candidatos à compra de uma fatia da Lusomundo devia fazer pensar o mais distraído e comum dos cidadãos. Por que razão, em pleno período eleitoral, tantos e tão bons empresários e gestores, se têm perfilado, diariamente, como candidatos a candidatos à compra do grupo controlado pela Portugal Telecom?
Sobe e Desce
O melhor instantâneo
Que rica identidade
A seguir
Santana Versus Portas
Ainda o incómodo da pergunta incómoda
Para esquecer
Uma opinião de cada vez, entenda-se
Que rica identidade
A seguir
Santana Versus Portas
Ainda o incómodo da pergunta incómoda
Para esquecer
Uma opinião de cada vez, entenda-se
quinta-feira, janeiro 20
Debate - Legislativas 2005 (1)
O debate entre Paulo Portas e Francisco Louçã, na SIC Notícias, revelou duas dimensões da política: a verdade e o discurso de Estado.
Francisco Louçã esmagou o líder do CDS-PP, que não conseguiu despir a capa de um ministro da Defesa, que se revelou, sistematicamente, à defesa, por causa do constrangimento do passado governativo.
Em relação ao Iraque, à Europa, ao défice, às OGMA, ao desemprego, à venda de armas, aos benefícios fiscais, à toxicodependência, à tributação fiscal da banca (infelizmente, interrompida por João Adelino Faria) e ao aborto, o líder do Bloco de Esquerda encostou Paulo Portas, por diversas vezes, às cordas.
Só não foi um verdadeiro KO porque Francisco Louça hesitou, sem se perceber por que razão, em relação à questão da participação de Portugal na NATO e ao apoio estatal aos estabelecimentos fabris das Forças Armadas e aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
De facto, o Bloco de Esquerda pode afirmar um determinado discurso político porque nunca esteve no Governo. Mas, após o debate de hoje, na SIC Notícias, ficou claro que não basta alinhar um coro para a fotografia, muito afinado, repleto de uma série de personalidades, para fazer acreditar que há uma alternativa de Governo. Em síntese, o cinismo não pode prevalecer sobre a verdade, nem que seja por razões de Estado.
Francisco Louçã esmagou o líder do CDS-PP, que não conseguiu despir a capa de um ministro da Defesa, que se revelou, sistematicamente, à defesa, por causa do constrangimento do passado governativo.
Em relação ao Iraque, à Europa, ao défice, às OGMA, ao desemprego, à venda de armas, aos benefícios fiscais, à toxicodependência, à tributação fiscal da banca (infelizmente, interrompida por João Adelino Faria) e ao aborto, o líder do Bloco de Esquerda encostou Paulo Portas, por diversas vezes, às cordas.
Só não foi um verdadeiro KO porque Francisco Louça hesitou, sem se perceber por que razão, em relação à questão da participação de Portugal na NATO e ao apoio estatal aos estabelecimentos fabris das Forças Armadas e aos Estaleiros Navais de Viana do Castelo.
De facto, o Bloco de Esquerda pode afirmar um determinado discurso político porque nunca esteve no Governo. Mas, após o debate de hoje, na SIC Notícias, ficou claro que não basta alinhar um coro para a fotografia, muito afinado, repleto de uma série de personalidades, para fazer acreditar que há uma alternativa de Governo. Em síntese, o cinismo não pode prevalecer sobre a verdade, nem que seja por razões de Estado.
Sobe e Desce
O melhor instantâneo
Oportunidades
A seguir
O mistério do cartaz do PSD
Para esquecer
Post sem graça
Oportunidades
A seguir
O mistério do cartaz do PSD
Para esquecer
Post sem graça
Legislativas 2005 - Os cromos (12)
Um sinal dos tempos
Nuno Cardoso é arguido num inquérito judicial. Não está em causa, aqui, avaliar o grau de culpabilidade ou de inocência do ex-presidente da Câmara do Porto. Certamente, Nuno Cardodo terá todos os meios de defesa ao seu alcance, pelo que se deve acompanhar e escrutinar o curso normal da Justiça. Todavia, não se devem ignorar as acusações, - uma verdadeira pedrada no charco -, que o ex-presidente da Câmara Municipal do Porto lançou sobre os sistemas judicial e político, que são notícia na imprensa de referência
Os factos são indesmentíveis.
A primeira notícia sobre o negócio dos terrenos entre a Câmara do Porto, o Futebol Clube do Porto e um particular é de 1999 (no semanário Independente). Seis anos depois, precisamente no calor da luta partidária, surge um processo que já fez correr rios de tinta, nos mais diversos meios de comunicação social.
Nuno Cardoso entendeu dever afirmar, sem margem para dúvidas, que o processo é destapado no momento em que surge na linha da frente dos favoritos para ganhar a Câmara da segunda cidade do país. Mas os seus adversários, os políticos e os outros, também poderiam dizer que o processo só não avançou mais depressa porque o PS esteve no poder, em 1999, 2000, 2001 e 2002.
É aqui que a questão se deve centrar: há processos que avançam consoante quem está no poder?
Neste clima de ping-pong de insinuações e contra-acusações, resta uma conclusão: o sistema judical não pode estar à mercê destes hipotéticos condicionalismos. É urgente dotar a Justiça de todos os meios legais e operacionais para estar acima de qualquer supeita de uma eventual pressão política. Aliás, obviamente, não basta constituir arguidos, no mesmo dia, dois políticos de cores diferentes. É preciso muito mais.
Os factos são indesmentíveis.
A primeira notícia sobre o negócio dos terrenos entre a Câmara do Porto, o Futebol Clube do Porto e um particular é de 1999 (no semanário Independente). Seis anos depois, precisamente no calor da luta partidária, surge um processo que já fez correr rios de tinta, nos mais diversos meios de comunicação social.
Nuno Cardoso entendeu dever afirmar, sem margem para dúvidas, que o processo é destapado no momento em que surge na linha da frente dos favoritos para ganhar a Câmara da segunda cidade do país. Mas os seus adversários, os políticos e os outros, também poderiam dizer que o processo só não avançou mais depressa porque o PS esteve no poder, em 1999, 2000, 2001 e 2002.
É aqui que a questão se deve centrar: há processos que avançam consoante quem está no poder?
Neste clima de ping-pong de insinuações e contra-acusações, resta uma conclusão: o sistema judical não pode estar à mercê destes hipotéticos condicionalismos. É urgente dotar a Justiça de todos os meios legais e operacionais para estar acima de qualquer supeita de uma eventual pressão política. Aliás, obviamente, não basta constituir arguidos, no mesmo dia, dois políticos de cores diferentes. É preciso muito mais.
O balanço (I)
A distribuição das visitas do quando-o-blog-Bate-Mais-Forte, à beira das 10.000:
Portugal
7061 - 73.32%
Desconhecido
1252 - 13.00%
Rede
1074 - 11.15%
Comercial
74 - 0.76%
Singapura
22 - 0.22%
Educacional
17 - 0.17%
Brasil
16 - 0.16%
Organizações
15 - 0.15%
Dinamarca
12 - 0.12%
Internacional
11 - 0.11%
Canadá
9 - 0.09%
Reino Unido
9 - 0.09%
França
7 - 0.07%
Governo
4 - 0.04%
Holanda
4 - 0.04%
Espanha
4 - 0.04%
Finlândia
3 - 0.03%
Itália
3 - 0.03%
Suíça
3 - 0.03%
Alemanha
3 - 0.03%
Moçambique
3 - 0.03%
Bélgica
3 - 0.03%
México
3 - 0.03%
Malásia
2 - 0.02%
Japão
2 - 0.02%
Austrália
2 - 0.02%
Suécia
1 - 0.01%
Luxemburgo
1 - 0.01%
República Checa
1 - 0.01%
Islândia
1 - 0.01%
Taiwan
1 - 0.01%
Estados Unidos
1 - 0.01%
Áustria
1 - 0.01%
Polónia
1 - 0.01%
Rússia
1 - 0.01%
Hungria
1 - 0.01%
Guatemala
1 - 0.01%
Nova Zelândia
1 - 0.01%
Nota: O cibernauta Nova Zelândia tem direito a prémio.
Portugal
7061 - 73.32%
Desconhecido
1252 - 13.00%
Rede
1074 - 11.15%
Comercial
74 - 0.76%
Singapura
22 - 0.22%
Educacional
17 - 0.17%
Brasil
16 - 0.16%
Organizações
15 - 0.15%
Dinamarca
12 - 0.12%
Internacional
11 - 0.11%
Canadá
9 - 0.09%
Reino Unido
9 - 0.09%
França
7 - 0.07%
Governo
4 - 0.04%
Holanda
4 - 0.04%
Espanha
4 - 0.04%
Finlândia
3 - 0.03%
Itália
3 - 0.03%
Suíça
3 - 0.03%
Alemanha
3 - 0.03%
Moçambique
3 - 0.03%
Bélgica
3 - 0.03%
México
3 - 0.03%
Malásia
2 - 0.02%
Japão
2 - 0.02%
Austrália
2 - 0.02%
Suécia
1 - 0.01%
Luxemburgo
1 - 0.01%
República Checa
1 - 0.01%
Islândia
1 - 0.01%
Taiwan
1 - 0.01%
Estados Unidos
1 - 0.01%
Áustria
1 - 0.01%
Polónia
1 - 0.01%
Rússia
1 - 0.01%
Hungria
1 - 0.01%
Guatemala
1 - 0.01%
Nova Zelândia
1 - 0.01%
Nota: O cibernauta Nova Zelândia tem direito a prémio.
quarta-feira, janeiro 19
A não perder
Acabei de ver, mais uma vez, um dos programas mais notáveis da SIC Notícias: a quadratura do círculo. Quem pretende perceber como funciona o sistema partidário deve seguir, atentamente, este debate semanal, um verdadeiro programa de serviço público. Propaganda encapotada à parte, a quadratura do círculo revela, em todo o seu esplendor, o actual regime político.
Legislativas 2005 - Os cromos (11)
O líder do PSD, Santana Lopes, considera que a dissolução do Parlamento foi um embuste político.
Sobe e Desce
O melhor instantâneo
A exigência de uma maioria absoluta (I)
A exigência de uma maioria absoluta (II)
A seguir
Um debate sobre o liberalismo
Para esquecer
Os hinos dos partidos
A exigência de uma maioria absoluta (I)
A exigência de uma maioria absoluta (II)
A seguir
Um debate sobre o liberalismo
Para esquecer
Os hinos dos partidos
Contra factos...
Os reformados que recebem pensões do Estado de velhice e invalidez têm actualmente um poder de compra inferior a 1997 porque os aumentos têm sido inferiores à inflação, conforme revela o Jornal de Negócios. Afinal, os bons e os maus políticos não são assim tão diferentes.
Legislativas 2005 - Os cromos (14)
líder do PSD acusou hoje o Jorge Sampaio de falta de coerência. Afinal, segundo santana Lopes, o Presidente mostrou preocupação com a interrupção da intervenção de um comentador político [Marcelo Rebelo de Sousa] na TVI, mas mantém o silêncio em relação à recusa de José Sócrates participar em mais que um debate com o seu principal opositor.
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Um batimento irresistível