quarta-feira, janeiro 19

Legislativas 2005 - Os cromos (10)

regresso do Bloco Central está confirmado. Paulo Portas quer um entendimento com o PSD e o PS contra o clientelismo partidário.

Legislativas 2005 - Os cromos (9)

Paulo Portas critica a SEDES por acentuar a depressão do país. E afirma: quem anda a pedir maioria absoluta está longe de ter o mérito necessário para a poder alcançar. Será que se está a referir a Santana Lopes?

terça-feira, janeiro 18

Legislativas 2005 - Os cromos (8)

António Mexia anunciou que a linha ferroviária de alta velocidade entre Lisboa e Porto custará 3,8 mil milhões de euros.
ministro anunciou também que o TGV terá paragens em Leiria, Coimbra e Aveiro.

Legislativas 2005 - Os cromos (7)

presidente da região autónoma da Madeira, Alberto João Jardim, defende uma nova legislação para privilegiar o investimento, apelando à coragem política de detectar as despesas públicas que mais estão a onerar o Orçamento de Estado.

Uma oportunidade perdida

Jorge Sampaio não convive bem com as críticas. Aliás, por vezes, o Presidente até parece que se julga acima de qualquer escrutínio, tal é tom de enfado das suas respostas, ao mínimo sinal de reparo.
A propósito da visita presidencial à China, um sindicato alertou, e bem, para um dos grandes problemas das economias europeias: a deslocalização. Independentemente do tom do comunicado do sindicato, Jorge Sampaio podia ter aproveitado esta oportunidade para relançar o debate sobre a deslocalização das grandes empresas e das multinacionais, uma das bizarrias da globalização, ou melhor, de um determinado tipo de globalização selvagem, que serve uma divisão internacional do trabalho que não olha a meios, do trabalho infantil à mais vil exploração. O certo é que Jorge Sampaio não aproveitou a oportunidade para retomar este debate, que está em cima da mesa na União Europeia. Um país que depende de uma única empresa, como é o caso de Portugal, com a AutoEuropa, não deve ignorar as consequências das deslocalizações selvagens. O que aconteceria se a AutoEuropa se transferisse para a China?
Mais uma vez, o Presidente preferiu subir o tom de voz, elevar-se ao nível do Olimpo (!?) e, porque não lhe apetece, em vez de enfrentar a questão optou por recordar o seu trabalho em prol da internacionalização da economia portuguesa.
É pena! É muito pouco!
Fica Portugal a perder e, sobretudo, fica a Democracia mais pobre, crispada e intolerante.

Legislativas 2005 - Os cromos (6)

cabeça de lista do PS por Aveiro, uma espécie de guru financeiro do BES e de José Sócrates, considera uma irresponsabilidade prometer baixar os impostos, defendendo que o ajustamento das Finanças Públicas deve ser feito do lado da despesa.

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Um benefício aceitável
O melhor estilo de governação
A seguir
Tema incómodo (I)
Para esquecer
Um susto televisivo

Legislativas 2005 - Os cromos (5)

líder do PSD não vai aumentar os impostos. Contrariamente ao que promete o seu parceiro de coligação, Santana Lopes vai manter as taxas do IRC e do IVA. A anunciada novidade fiscal é, afinal, um apelo ao casamento, pois o PSD, se for Governo, não irá privilegiar a união de facto.

Legislativas 2005 - Os cromos (4)

líder do CS-PP vai apostar na «marca CDS», com base na obra feita pelos XV e XVI Governos, o que vai constituir uma grande desafio à sua criatividade. O tiro de partida está dado: a promessa de uma descida de impostos, em período pré-eleitoral.

Um número terrível

No final de Dezembro, estavam inscritos nos Centros de Emprego do Continente e Regiões Autónomas 468.852 indivíduos.

Dá que pensar

Os custos estimados para a cerimónia da tomada de posse de George W. Bush são da ordem do 17 milhões de euros. A notícia está Aqui

segunda-feira, janeiro 17

Legislativas 2005 - Os cromos (3)


cabeça de lista do PSD pelo círculo de Braga, Luís Filipe Menezes, quer mudar a Lei das Finanças Locais, para beneficiar as autarquias. O presidente da Câmara Municipal de Gaia considera que tal é possível sem aumento do défice.

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Uma imagem vale mil fantasias
A seguir
«Trapos, Trapalhada, Trapalhão e Atrapalhados»
Para esquecer
Um post justiceiro

Importa-se de repetir?

«O país não deve parar».
«Não posso ser primeiro-ministro só para o trabalho de gestão e não para assinalar os actos que resultam do trabalho desenvolvido».
«Sou primeiro-ministro para tudo».
«Temos de puxar o que há de bom em nós. Moralizar-nos a nós próprios. Dar força às energias positivas».
Pedro Santana Lopes, in Lusa


sexta-feira, janeiro 14

Sobe e Desce

O melhor instantâneo
Um post Independente
A seguir
O silêncio na China
Para esquecer
Tese da carochinha

Legislativas 2005 - Os cromos (2)

relato do pequeno-almoço de José Sócrates com alguns jornalistas, escolhidos pelo PS, que se realizou no Hotel Altis, hoje, é hilariante. Não perca Aqui


A abstenção

8,84 milhões de eleitores recenseados podem votar a 20 de Fevereiro de 2005. Resta saber quantos vão optar pela abstenção, a verdadeira incógnita das próximas eleições legislativas.

A notícia do dia

Os gastos eleitorais continuam sem controlo, como revela, em primeira mão, o Público.

Uma espécie de auto-estrada

O princípio do pagador-utilizador é uma figura de estilo na auto-estrada que liga Lisboa a Cascais. De facto, os automobilistas pagam as portagens, mas há grandes troços que não têm nada de auto-estrada. Muito pelo contrário. São pedaços de estradas perigosos, muito perigosos, apesar de sinalizados.
A concessionária Brisa tem razões para estar satisfeita. O investimento que está a realizar no alargamento da A5 está a ser financiado pelos próprios automobilistas, pois continua a cobrar o mesmo preço por uma espécie de auto-estrada cheia de obras, desvios, sinais de perigo, obras e limitação de velocidade.