sexta-feira, janeiro 7
Sobe e Desce
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Os cromos de 2005
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O marketing presidencial
Para esquecer
Citação com cheiro a mofo
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Parabéns
O Expresso da Meia-Noite faz quatro anos.
Hoje, o convidado é Jorge Sampaio.
A não perder, às 23 horas, na SIC Notícias, um debate moderado por Nicolau Santos e Ricardo Costa.
Hoje, o convidado é Jorge Sampaio.
A não perder, às 23 horas, na SIC Notícias, um debate moderado por Nicolau Santos e Ricardo Costa.
Ar puro
O espaço da comunicação social, que ganha uma crescente importância em períodos eleitorais, é repartido na sua esmagadora maioria pelos cinco partidos com assento parlamentar - PPD-PSD, PS, CDS-PP, CDU e BE. A representatividade eleitoral tem sido o factor determinante, o que tem contribuído para que os pequenos partidos sejam olimpicamente ignorados.
Há argumentos contra e a favor. De facto, a multiplicação de partidos, alguns deles bem esdrúxulos, é um argumento sólido dos que defendem o actual status quo. Todavia, a divisão do 'bolo' pelos grandes, tal como na economia e na política, cria uma situação, respectivamente, de oligopólio e de oligarquia, disvirtuando a concorrência. O inconveniente mais grave, porém, é o afunilamento do discurso político.
É preciso abrir a janela a outras mensagens, a outros políticos, a novas ideias e programas. Antes do início da campanha eleitoral, para as eleições legislativas antecipadas, vale a pena reflectir sobre a questão. Não basta andar a pulular sobre a incapacidade de renovação dos partidos políticos e sobre o esgotamento das doutrinas.
quinta-feira, janeiro 6
Sobe e Desce
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Nuestros hermanos
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À espera de 20 de Fevereiro
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Candidato canino
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quarta-feira, janeiro 5
Um modelo de desenvolvimento
João Oliveira Rendeiro, presidente do Banco Privado Português, num excelente artigo de opinião, Aqui, realiza uma análise sobre o impasse português e aponta alternativas para sair da actual situação de bloqueio.
Apesar de não partilhar da sua opinião, sobre a necessidade de um Pacto de Regime, João Rendeiro deixa pistas interessantes que deveriam, estas sim, com o apoio do Estado, se necessidade houvesse, serem amplamente divulgadas porque, com toda a certeza, abririam as portas da reflexão aos milhões de votantes que vão ser chamados a eleger a próxima Assembleia da República, em 20 de Fevereiro.
Todavia, até na melhor opinião cai a nódoa. A necessidade de definir metas, que mereçam amplos consensos, de forma a garantir um modelo sustentado de desenvolvimento, esbarra numa das passagens do artigo intitulado «Crónica de uma sociedade bloqueada»:
«A 'Revolução Thatcheriana' alterou radicalmente os dados da equação lançando os fundamentos da economia europeia, possivelmente, de maior êxito na actualidade. Os fundamentos lançados por Margareth Thatcher são hoje desenvolvidos por Brown e Blair num registo do Labour adaptado ao tempo de hoje. Ficou claro que, o que está em causa, são lideranças de políticas mais do que lideranças de partidos. (...) Para não falar dos 'Tigres Asiáticos', como Singapura (onde em 30 anos o PIB per capita passou dos USD 1000 para USD 30000), inúmeros outros exemplos mostram como é possível sair da completa bancarrota do sistema financeiro (como na Suécia), do milenar atraso (como na Irlanda) ou recuperar a grandeza histórica perdida «a la anglaise» (como no notável caso da Espanha).»
Ao ler esta passagem compreendo por que motivo João Rendeiro defende um Pacto de Regime para Portugal. Só não percebo por que razão mistura realidades completamente diferentes e ignora os efeitos sociais da 'Revolução Thatcheriana' e do 'milagre dos Tigres Asiáticos'. Aliás, o estudo da evolução da situação económica e social daqueles países devia merecer uma grande atenção - quiçá, um novo artigo de opinião de João Rendeiro -, de forma a evitar a repetição de erros clamorosos, tipicamente economicistas, que representam um custo elevado a longo prazo.
Apesar de não partilhar da sua opinião, sobre a necessidade de um Pacto de Regime, João Rendeiro deixa pistas interessantes que deveriam, estas sim, com o apoio do Estado, se necessidade houvesse, serem amplamente divulgadas porque, com toda a certeza, abririam as portas da reflexão aos milhões de votantes que vão ser chamados a eleger a próxima Assembleia da República, em 20 de Fevereiro.
Todavia, até na melhor opinião cai a nódoa. A necessidade de definir metas, que mereçam amplos consensos, de forma a garantir um modelo sustentado de desenvolvimento, esbarra numa das passagens do artigo intitulado «Crónica de uma sociedade bloqueada»:
«A 'Revolução Thatcheriana' alterou radicalmente os dados da equação lançando os fundamentos da economia europeia, possivelmente, de maior êxito na actualidade. Os fundamentos lançados por Margareth Thatcher são hoje desenvolvidos por Brown e Blair num registo do Labour adaptado ao tempo de hoje. Ficou claro que, o que está em causa, são lideranças de políticas mais do que lideranças de partidos. (...) Para não falar dos 'Tigres Asiáticos', como Singapura (onde em 30 anos o PIB per capita passou dos USD 1000 para USD 30000), inúmeros outros exemplos mostram como é possível sair da completa bancarrota do sistema financeiro (como na Suécia), do milenar atraso (como na Irlanda) ou recuperar a grandeza histórica perdida «a la anglaise» (como no notável caso da Espanha).»
Ao ler esta passagem compreendo por que motivo João Rendeiro defende um Pacto de Regime para Portugal. Só não percebo por que razão mistura realidades completamente diferentes e ignora os efeitos sociais da 'Revolução Thatcheriana' e do 'milagre dos Tigres Asiáticos'. Aliás, o estudo da evolução da situação económica e social daqueles países devia merecer uma grande atenção - quiçá, um novo artigo de opinião de João Rendeiro -, de forma a evitar a repetição de erros clamorosos, tipicamente economicistas, que representam um custo elevado a longo prazo.
O jogo da glória
Cavaco Silva consegue ser frio, calculista e brilhante.
No momento certo, o ex-primeiro-ministro deu um tiro certeiro na maioria que está no poder. Ao mandar retirar a sua fotografia de um cartaz de propaganda eleitoral, Cavaco Silva deu mais um passo de gigante para reforçar a sua candidatura a Belém. De uma só vez, sem se dar ao trabalho de aparecer, conseguiu dar cabo do que restava das esperanças de Santana Lopes e de Paulo Portas. É o regresso do político, que sempre gostou de alimentar uma imagem de outsider, ao seu melhor nível. Resta saber qual vai ser a factura que vai ter que pagar, a curto ou a médio prazo, por esta atitude politicamente assassina.
terça-feira, janeiro 4
Sobe e Desce
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Mais um caso de criatividade
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Os amigos do peito
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Invejas desportivas
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Já lá vão três
O novo estilo do PS tem destas coincidências. Num curto espaço de tempo, três primeiras páginas da imprensa de referência mereceram desmentidos da parte da direcção do PS. Os casos mais notórios são: aliança com o Bloco de Esquerda; a co-incineração; e o aumento do IVA. Nos três casos há sempre uma coisa em comum: o desmentido no dia seguinte.
Responsabilidades
A RTP está a dar a notícia do risco de Liedson sair. A confirmar-se esta transferência, a direcção do Sporting tem de assumir as consequências de mais este 'acto de gestão' inacreditável.
Ponto da situação
Para os que duvidam, com razão, da maioria absoluta do PS, Aqui está uma análise serena e fria sobre os resultados possíveis nas próximas eleições legislativas.
segunda-feira, janeiro 3
Sobe e Desce
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O outro teleponto
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A teoria da conspiração
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Um batimento irresistível