terça-feira, dezembro 14
Sobe e desce da Blogosfera
O melhor instantâneo
O relógio da maioria
A seguir
As heranças à lupa
Para esquecer
É mesmo de mau gosto(1)
É mesmo de mau gosto (2)
O relógio da maioria
A seguir
As heranças à lupa
Para esquecer
É mesmo de mau gosto(1)
É mesmo de mau gosto (2)
Não há dois sem três
A realização de um terceiro almoço, entre Santana e Portas, pode representar a confirmação da continuidade da coligação PPD-PSD/CDS-PP.
O sítio mais indicado é, sem dúvida, a Feira Popular, em Entre-Campos.
O sítio mais indicado é, sem dúvida, a Feira Popular, em Entre-Campos.
A notícia do dia
Aqui está a manchete que está a animar a informação.
No próximo mês de Fevereiro, vamos saber quem disse a verdade.
No próximo mês de Fevereiro, vamos saber quem disse a verdade.
segunda-feira, dezembro 13
Sobe e Desce da Blogosfera
O melhor instantâneo
Uma questão de listas
A seguir
Um estado de alma
Para esquecer
Abandono sem hipótese
Uma questão de listas
A seguir
Um estado de alma
Para esquecer
Abandono sem hipótese
Está a dar
A venda de património do Estado é um assunto que merece o maior escrutínio, pelo que vale a pena destacar quem o aborda Aqui.
É da máxima importância saber como e a quem se estão a vender dezenas e dezenas de edifícios do Estado.
É da máxima importância saber como e a quem se estão a vender dezenas e dezenas de edifícios do Estado.
Uma comparação fatal
Santana Lopes deixou os portugueses perplexos quando comparou o número de governos de Portugal e de Espanha, nos últimos 28 anos: Espanha 4 - Portugal 16.
Aqui está uma estatística que devia fazer reflectir a classe política, nomeadamente os competentes e os incompetentes.
Aqui está uma estatística que devia fazer reflectir a classe política, nomeadamente os competentes e os incompetentes.
Uma sensação desagradável
A crise institucional parece ter chegado ao fim, com a aceitação presidencial do pedido de demissão apresentado por Santana Lopes.
Chegou a hora do balanço, após esta monumental trapalhada, que provocou grandes estragos na credibilidade dos órgãos de soberania e do regime democrático. Fica a estranha sensação de todos terem jogado um jogo, com base em interesse pessoais e partidários, indiferentes às necessidades do país.
Depois de ter empossado Santana Lopes e Paulo Portas, um erro momumental, agora admitido por todos, Jorge Sampaio não se livra da suspeição de ter agido para favorecer o PS.
O Primeiro-Ministro, de um governo de gestão - Ufa! -, sai fragilizado por um conjunto de incidentes, perdendo uma oportunidade de ouro para consolidar a sua credibilidade junto do eleitorado.
Paulo Portas também sai a perder, pois está associado a um período negro da governação. A hesitação em relação ao futuro da coligação é o espelho do embaraço que o desfecho da crise pode representar para o CDS-PP. Não é por acaso que, agora, um minuto para Portas vale mais de 72 horas.
A Assembleia da República vê consolidada a sua imagem de verbo de encher, sendo dissolvida por um Presidente que se revelou indiferente a uma maioria parlamentar.
O resultado é evidente: Portugal vive uma crise de regime, sem precedentes, na pior conjuntura interna de há muitos anos.
Chegou a hora do balanço, após esta monumental trapalhada, que provocou grandes estragos na credibilidade dos órgãos de soberania e do regime democrático. Fica a estranha sensação de todos terem jogado um jogo, com base em interesse pessoais e partidários, indiferentes às necessidades do país.
Depois de ter empossado Santana Lopes e Paulo Portas, um erro momumental, agora admitido por todos, Jorge Sampaio não se livra da suspeição de ter agido para favorecer o PS.
O Primeiro-Ministro, de um governo de gestão - Ufa! -, sai fragilizado por um conjunto de incidentes, perdendo uma oportunidade de ouro para consolidar a sua credibilidade junto do eleitorado.
Paulo Portas também sai a perder, pois está associado a um período negro da governação. A hesitação em relação ao futuro da coligação é o espelho do embaraço que o desfecho da crise pode representar para o CDS-PP. Não é por acaso que, agora, um minuto para Portas vale mais de 72 horas.
A Assembleia da República vê consolidada a sua imagem de verbo de encher, sendo dissolvida por um Presidente que se revelou indiferente a uma maioria parlamentar.
O resultado é evidente: Portugal vive uma crise de regime, sem precedentes, na pior conjuntura interna de há muitos anos.
sexta-feira, dezembro 10
Uma revelação
Jerónimo de Sousa surpreendeu na primeira entrevista concedida à RTP.
Aqui, um lugar totalmente insuspeito de simpatia com os comunistas, também se deu conta.
Aqui, um lugar totalmente insuspeito de simpatia com os comunistas, também se deu conta.
O discurso do Presidente
Ficou por explicar, cabalmente, o penoso silêncio, durante uma semana e meia, e a opção por um orçamento em que não confia.
A única nota positiva vai para o facto de ter adoptado uma atitude de humildade democrática.
Este podia ter sido o discurso de Julho passado.
As contradições apontadas ficaram ainda mais sustentadas.
O melhor Berlusconi
O Primeiro-Ministro italiano obteve uma vitória importante. No entanto, recomenda-se uma leitura atenta do resumo da sentença judicial.
Sobe e Desce da Blogosfera
O melhor instantâneo
O Abramovich lusitano
Paradigmático
A seguir
Olh'ó passarinho
Para esquecer
Uma questão de safras
O Abramovich lusitano
Paradigmático
A seguir
Olh'ó passarinho
Para esquecer
Uma questão de safras
Um dia triste
Manso Preto foi condenado a onze meses de prisão com pena suspensa durante três anos por ter recusado revelar em tribunal as suas fontes enquanto testemunha num processo de tráfico de droga. A decisão da primeira instância, que está dependente de recurso judicial, é muito mais importante do que o caso Marcelo/TVI. Ainda que coberta pela chancela de um Tribunal, a condenação é uma tentativa escandalosa de intimidação sobre todos os que exercem o jornalismo com liberdade e responsabilidade.
Tal como a questão sobre o aborto, o caso Manso Preto também devia merecer um amplo debate, e, sobretudo, a atenção presidencial, quiçá, uma audiência em Belém. Mas o colaborador do Expresso é apenas mais um jornalista. Nem é barão partidário nem faz parte da reserva nacional presidencial.
Tal como a questão sobre o aborto, o caso Manso Preto também devia merecer um amplo debate, e, sobretudo, a atenção presidencial, quiçá, uma audiência em Belém. Mas o colaborador do Expresso é apenas mais um jornalista. Nem é barão partidário nem faz parte da reserva nacional presidencial.
Pedido ao Pai Natal
O JPH continua a surpreender, com um humor refinado, no Glória Fácil, que corre o risco de passar a ser uma leitura obrigatória do inquilino de Belém.
Dia P
O Presidente da República vai apresentar as razões que o levaram a dissolver a Assembleia da República, provocando a queda do XVI Governo Constitucional.
O Presidente da República pode invocar todos os argumentos formais para justificar o tempo, a forma e o meio da sua intervenção, mas fica o gosto amargo de ter deixado o país a navegar na dúvida durante uma semana.
Jorge Sampaio fala tarde, muito tarde, ignorando as suas altas responsabilidades perante os portugueses. O reforço da transparência na vida democrática não se pode obter com atitudes estratégicas, que só estão ao alcance dos membros do topo da estrutura do Estado.
O que está em causa, hoje, é a credibilidade do próprio regime democrático.
O país não precisa de mais um discurso pedagógico sobre o regime constitucional. Nem tão pouco de palavras paternalistas e iluminadas.
Hoje, os portugueses querem saber tudo o que se passou, antes, durante e depois da crise que levou à dissolução do Parlamento.
O Presidente da República pode invocar todos os argumentos formais para justificar o tempo, a forma e o meio da sua intervenção, mas fica o gosto amargo de ter deixado o país a navegar na dúvida durante uma semana.
Jorge Sampaio fala tarde, muito tarde, ignorando as suas altas responsabilidades perante os portugueses. O reforço da transparência na vida democrática não se pode obter com atitudes estratégicas, que só estão ao alcance dos membros do topo da estrutura do Estado.
O que está em causa, hoje, é a credibilidade do próprio regime democrático.
O país não precisa de mais um discurso pedagógico sobre o regime constitucional. Nem tão pouco de palavras paternalistas e iluminadas.
Hoje, os portugueses querem saber tudo o que se passou, antes, durante e depois da crise que levou à dissolução do Parlamento.
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Um batimento irresistível
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