O Presidente da República vai apresentar as razões que o levaram a dissolver a Assembleia da República, provocando a queda do XVI Governo Constitucional.
O Presidente da República pode invocar todos os argumentos formais para justificar o tempo, a forma e o meio da sua intervenção, mas fica o gosto amargo de ter deixado o país a navegar na dúvida durante uma semana.
Jorge Sampaio fala tarde, muito tarde, ignorando as suas altas responsabilidades perante os portugueses. O reforço da transparência na vida democrática não se pode obter com atitudes estratégicas, que só estão ao alcance dos membros do topo da estrutura do Estado.
O que está em causa, hoje, é a credibilidade do próprio regime democrático.
O país não precisa de mais um discurso pedagógico sobre o regime constitucional. Nem tão pouco de palavras paternalistas e iluminadas.
Hoje, os portugueses querem saber tudo o que se passou, antes, durante e depois da crise que levou à dissolução do Parlamento.
sexta-feira, dezembro 10
terça-feira, novembro 30
O grande derrotado
É notícia
A intervenção de Paulo Portas, a primeira depois da queda do Governo, vai ser determinante para compreender o que se vai passar em Portugal, a curto e médio prazo.
Portas tem uma oportunidade única para se afirmar, revelando que não tem receio de enfrentar o eleitorado.
Depois das críticas ferozes do último congresso do PSD, em Barcelos, chegou o momento do grito do ipiranga do CDS-PP.
Para saber o que vale, e para dar fôlego à direita portuguesa, Portas tem de concorrer sozinho nas eleições legislativas antecipadas.
Ao retornar à família do arco da governação, o líder do CDS-PP não pode desperdiçar esta oportunidade de ouro para se emancipar, definitivamente, da tutela do maior partido português.
Portas tem uma oportunidade única para se afirmar, revelando que não tem receio de enfrentar o eleitorado.
Depois das críticas ferozes do último congresso do PSD, em Barcelos, chegou o momento do grito do ipiranga do CDS-PP.
Para saber o que vale, e para dar fôlego à direita portuguesa, Portas tem de concorrer sozinho nas eleições legislativas antecipadas.
Ao retornar à família do arco da governação, o líder do CDS-PP não pode desperdiçar esta oportunidade de ouro para se emancipar, definitivamente, da tutela do maior partido português.
Sobe e Desce da Blogosfera
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A dívida presidencial
A seguir
Cuidado com o bébé
Para esquecer
Uma leitura desatenta
A dívida presidencial
A seguir
Cuidado com o bébé
Para esquecer
Uma leitura desatenta
Uma vez na vida
Pacheco Pereira acertou no alvo.
Num artigo no Abrupto, Pacheco Pereira defende que Cavaco Silva deve rumar a São Bento. E não para o Palácio de Belém.
Há discursos que são fatais.
Num artigo no Abrupto, Pacheco Pereira defende que Cavaco Silva deve rumar a São Bento. E não para o Palácio de Belém.
Há discursos que são fatais.
A hora dos competentes
A crise governamental abriu espaço a todos os que criticaram Santana Lopes e Paulo Portas.
José Sócrates, cada vez mais agarrado ao passado, tem lugar na fila da frente.
Jerónimo de Sousa, que errou a sua primeira previsão, ao afirmar que não acreditava num rebate de consciência do Presidente da República, tem total legitimidade para enfrentar o eleitorado.
Do lado da maioria, Paulo Portas, que não tem rival conhecido no partido, pode apresentar trabalho feito, mas não escapa a ser apontado como o cúmplice de um ciclo político desastroso, que vai provocar uma revolução na direita portuguesa.
Por fim, Santana Lopes, ele mesmo. Em todo o seu esplendor, igual a si próprio.
Incapaz de enfrentar a turba de críticos, poderosos e não poderosos, a quem deu os argumentos suficientes para a realização do seu funeral político, Santana Lopes tem de tirar todas as ilações políticas do chumbo presidencial.
O líder do PPD-PSD deve dar lugar a todos os 'competentes' do partido. Os que falaram e os que se refugiaram no silêncio. Deveriam ser esses, os iluminados, a apresentar uma alternativa ao eleitorado. Com um novo programa, com novos rostos e com uma nova ambição. Isto sim, seria uma atitude em nome de Portugal, que afastaria qualquer tipo de dúvidas sobre o carácter oportunista e táctivo de algumas críticas violentas em relação ao Governo liderado por Santana Lopes.
José Sócrates, cada vez mais agarrado ao passado, tem lugar na fila da frente.
Jerónimo de Sousa, que errou a sua primeira previsão, ao afirmar que não acreditava num rebate de consciência do Presidente da República, tem total legitimidade para enfrentar o eleitorado.
Do lado da maioria, Paulo Portas, que não tem rival conhecido no partido, pode apresentar trabalho feito, mas não escapa a ser apontado como o cúmplice de um ciclo político desastroso, que vai provocar uma revolução na direita portuguesa.
Por fim, Santana Lopes, ele mesmo. Em todo o seu esplendor, igual a si próprio.
Incapaz de enfrentar a turba de críticos, poderosos e não poderosos, a quem deu os argumentos suficientes para a realização do seu funeral político, Santana Lopes tem de tirar todas as ilações políticas do chumbo presidencial.
O líder do PPD-PSD deve dar lugar a todos os 'competentes' do partido. Os que falaram e os que se refugiaram no silêncio. Deveriam ser esses, os iluminados, a apresentar uma alternativa ao eleitorado. Com um novo programa, com novos rostos e com uma nova ambição. Isto sim, seria uma atitude em nome de Portugal, que afastaria qualquer tipo de dúvidas sobre o carácter oportunista e táctivo de algumas críticas violentas em relação ao Governo liderado por Santana Lopes.
A questão
No momento em que o Governo tombou, com estrondo, é preciso perguntar: quem assume a responsabilidade de quatro meses perdidos?
segunda-feira, novembro 29
Entre a espada e a parede
Durão Barroso deve estar a rebolar a rir. A sua saída do Governo, no timing perfeito, ainda teve o mérito de criar as condições para liquidar o seu principal inimigo, Santana Lopes.
É verdade que este 'golpe' de mestre só foi possível com a colaboração de Jorge Sampaio. O Presidente da República, chamado a intervir num momento crítico, optou por uma decisão fácil e confortável. Deu continuidade à maioria, respeitando a formalidade da lógica jurídico-constitucional. Mas o resultado não podia ser outro, como muitos afirmaram. O país perdeu quatro meses e está à beira do abismo. O responsável chama-se Jorge Sampaio, mas o bode expiatório, obviamente, é o líder político das revistas do coração. Por ambição ou deslumbramento, Santana Lopes aceitou o presente envenenado, de peito aberto, apesar da herança desastrosa nas finanças públicas. Hoje, pouco importa, mas o que diriam alguns se Santana Lopes tivesse recusado a liderança do país?
É verdade que este 'golpe' de mestre só foi possível com a colaboração de Jorge Sampaio. O Presidente da República, chamado a intervir num momento crítico, optou por uma decisão fácil e confortável. Deu continuidade à maioria, respeitando a formalidade da lógica jurídico-constitucional. Mas o resultado não podia ser outro, como muitos afirmaram. O país perdeu quatro meses e está à beira do abismo. O responsável chama-se Jorge Sampaio, mas o bode expiatório, obviamente, é o líder político das revistas do coração. Por ambição ou deslumbramento, Santana Lopes aceitou o presente envenenado, de peito aberto, apesar da herança desastrosa nas finanças públicas. Hoje, pouco importa, mas o que diriam alguns se Santana Lopes tivesse recusado a liderança do país?
Assim não vai lá
Santana Lopes está em maus lençóis.
O enfant terrible do PSD começa, agora, a perceber a força do sistema, aquele 'monstro' invisível que tem o poder de fazer e de desfazer.
É verdade que tudo começou mal.
O primeiro-ministro não foi eleito. Desde a tomada de posse, as trapalhadas sucederam-se a um ritmo vertiginoso, abrindo um enorme campo de manobra a todos aqueles que enfrentou, responsável ou irresponsavelmente, durante mais de 20 anos de carreita política.
O resultado está à vista. Amor com amor se paga.
O momento é crucial. O primeiro-ministro tem de escolher: ou avança na lógica do confronto ou cede.
Qualquer que seja a sua opção, voluntária ou forçada, uma coisa é certa: a metáfora do bébé, da incubadora e dos estalos e pontapés não lembra a ninguém, nem ao mais acossado dos políticos.
O enfant terrible do PSD começa, agora, a perceber a força do sistema, aquele 'monstro' invisível que tem o poder de fazer e de desfazer.
É verdade que tudo começou mal.
O primeiro-ministro não foi eleito. Desde a tomada de posse, as trapalhadas sucederam-se a um ritmo vertiginoso, abrindo um enorme campo de manobra a todos aqueles que enfrentou, responsável ou irresponsavelmente, durante mais de 20 anos de carreita política.
O resultado está à vista. Amor com amor se paga.
O momento é crucial. O primeiro-ministro tem de escolher: ou avança na lógica do confronto ou cede.
Qualquer que seja a sua opção, voluntária ou forçada, uma coisa é certa: a metáfora do bébé, da incubadora e dos estalos e pontapés não lembra a ninguém, nem ao mais acossado dos políticos.
quinta-feira, novembro 25
Fundos sem limites
A transferência dos fundos de pensões da ANA e da CGD são a prova do esforço de consolidação orçamental da maioria PPD-PSD/CDS-PP.
Quem os viu, na campanha eleitoral, em 2002, e quem os vê, agora, em 2004, no Governo, devem achar que os deuses estão doidos.
As promessas de redução da despesa e do défice ficaram pelo caminho.
Resta deitar mão às poupanças dos trabalhadores, que não deviam ser usados como instrumento de salvação financeira conjuntural.
Quem os viu, na campanha eleitoral, em 2002, e quem os vê, agora, em 2004, no Governo, devem achar que os deuses estão doidos.
As promessas de redução da despesa e do défice ficaram pelo caminho.
Resta deitar mão às poupanças dos trabalhadores, que não deviam ser usados como instrumento de salvação financeira conjuntural.
O julgamento do ano
Começou o julgamento da Casa Pia.
Entre declarações de última hora, algumas delas bem pias, começa-se a fazer Justiça.
A dança das cadeiras
A remodelação governamental apanhou tudo e todos de surpresa.
Após mais de 100 dias de Governo, Santana Lopes faz reajustamentos.
Está tudo dito.
quarta-feira, novembro 24
terça-feira, novembro 23
Sobe e Desce da Blogosfera
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Uma reunião que incomoda
A seguir
A Margarida
Para esquecer
Mais uma do Boavista
Uma reunião que incomoda
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A Margarida
Para esquecer
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Assim se vê a força do pêcê
Até o Partido Comunista está a dar sinais de mudança.
Dois membros do Comité Central apoiam o abaixo-assinado a pedir a abertura interna no partido. Fernando Vicente e Licínio de Carvalho anunciaram, hoje, que vão subscrever um abaixo-assinado que já está a circular nas estruturas.
Dois membros do Comité Central apoiam o abaixo-assinado a pedir a abertura interna no partido. Fernando Vicente e Licínio de Carvalho anunciaram, hoje, que vão subscrever um abaixo-assinado que já está a circular nas estruturas.
Constituição Europeia
Quanto mais se fala sobre a pergunta do referendo, mais vontade tenho de rir.
A confusão está instalada e o disparate não pára.
Não tarda nada, vem aí alguém dizer que é preciso fazer uma campanha de imagem e de marketing, para esclarecer os portugueses.
A Democracia é, assim, simples, por vezes a facturar.
A confusão está instalada e o disparate não pára.
Não tarda nada, vem aí alguém dizer que é preciso fazer uma campanha de imagem e de marketing, para esclarecer os portugueses.
A Democracia é, assim, simples, por vezes a facturar.
As pérolas de Canas de Senhorim
"Populares dão uma semana de tréguas para o Presidente da República pensar Canas de Senhorim"
"Este é um problema político que ele [PR] criou e que tem de ser resolvido pela política e não pela força”
[A carga policial] "É um episódio perfeitamente dramático, que não se via há pelo menos 30 anos"
"Antes do 25 de Abril as cargas policiais imperavam no regime. Jorge Sampaio mandou à boa maneira antiga uma carga policial daquelas com que levava na década de 60 na academia de Coimbra"
Incompreensível
Hoje, registei, até ao momento, 49 entradas.
É verdade que não fiz nem um post.
Mesmo assim é demais!
Vou passar a ofensiva das pérolas.
É verdade que não fiz nem um post.
Mesmo assim é demais!
Vou passar a ofensiva das pérolas.
segunda-feira, novembro 22
Leituras atentas
O Eixo do Mal
Ainda não consegui ver o novo programa da SIC.
Mas pelo que diz o JPH, no Público, a coisa não está famosa.
Meu caro João, podes ter a certeza, tens ali cinco amigos para a vida.
Mas pelo que diz o JPH, no Público, a coisa não está famosa.
Meu caro João, podes ter a certeza, tens ali cinco amigos para a vida.
Mistério desvendado
Afinal, a explicação está dada. É tudo uma questão financeira.
Jorge Sampaio justificou o veto à central de comunicação do governo com as dificuldades financeiras que o país atravessa e por considerar que não existe falta de publicitação da actividade do Executivo.
O Presidente da República, na explicação oficial do veto, avançada pela Lusa, deixa ainda uma grande cacetada aos críticos da Alta Autoridade para a Comunicação Social: "Como a entidade independente constitucionalmente prevista para o efeito acaba de reconhecer, não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação”.
Morais Sarmento, entre outros, deve ter ficado com a orelhas a arder, para além de um pouco 'moído' com a decisão presidencial. Só faltava algúem gritar: É censura ao Governo.
Jorge Sampaio justificou o veto à central de comunicação do governo com as dificuldades financeiras que o país atravessa e por considerar que não existe falta de publicitação da actividade do Executivo.
O Presidente da República, na explicação oficial do veto, avançada pela Lusa, deixa ainda uma grande cacetada aos críticos da Alta Autoridade para a Comunicação Social: "Como a entidade independente constitucionalmente prevista para o efeito acaba de reconhecer, não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação”.
Morais Sarmento, entre outros, deve ter ficado com a orelhas a arder, para além de um pouco 'moído' com a decisão presidencial. Só faltava algúem gritar: É censura ao Governo.
Uma questão de oportunidade
Jorge Sampaio acabou com a central de informações.
É uma boa decisão, aliás, porque se ficou com a certeza que o presidente ainda está atento ao que se passa à sua volta.
A explicação dada por Santana Lopes e Morais Sarmento é que deixa algumas dúvidas.
A central de informações não passou porque não é oportuna, neste momento?
O que quer dizer isto?
Jorge Sampaio devia explicar aos portugueses por que razão invoca esta questão.
É uma boa decisão, aliás, porque se ficou com a certeza que o presidente ainda está atento ao que se passa à sua volta.
A explicação dada por Santana Lopes e Morais Sarmento é que deixa algumas dúvidas.
A central de informações não passou porque não é oportuna, neste momento?
O que quer dizer isto?
Jorge Sampaio devia explicar aos portugueses por que razão invoca esta questão.
As alterações climatéricas
Este Inverno não é um verdadeiro Inverno.
As temperaturas amenas e a falta de chuva são uma benção para os portugueses, castigados com sucessivos temporais políticos.
Apesar de ser mau para a agricultura, logo para a economia, as primeiras compras de Natal, em finais de Novembro, ainda se podem fazer com calma, sem as correrias para fugir à chuva.
Infelizmente, a mudança do clima, em Portugal, é um assunto a que não se dá grande atenção. Já ninguém se dá ao trabalho de dizer: " O tempo está óptimo. Nem parece Inverno".
Há uma nítida falta de consciencialização para a questão ambiental. Até em relação à necessária redução da poluição.
A ausência de políticas energéticas alternativas, apesar das condições naturais, é um erro que se vai pagar caro. Já se está a pagar, muito caro.
Não basta anunciar um programa de investimento em energias limpas, sempre que o petróleo sobe de preço. Não é suficiente.
A aposta em energias limpas devia ser uma prioridade nacional, capaz de mobilizar recursos financeiros e humanos. Mas as apostas estratégicas, de longo prazo, não interessam aos políticos porque não dão votos. Eles falam, falam, falam...
As temperaturas amenas e a falta de chuva são uma benção para os portugueses, castigados com sucessivos temporais políticos.
Apesar de ser mau para a agricultura, logo para a economia, as primeiras compras de Natal, em finais de Novembro, ainda se podem fazer com calma, sem as correrias para fugir à chuva.
Infelizmente, a mudança do clima, em Portugal, é um assunto a que não se dá grande atenção. Já ninguém se dá ao trabalho de dizer: " O tempo está óptimo. Nem parece Inverno".
Há uma nítida falta de consciencialização para a questão ambiental. Até em relação à necessária redução da poluição.
A ausência de políticas energéticas alternativas, apesar das condições naturais, é um erro que se vai pagar caro. Já se está a pagar, muito caro.
Não basta anunciar um programa de investimento em energias limpas, sempre que o petróleo sobe de preço. Não é suficiente.
A aposta em energias limpas devia ser uma prioridade nacional, capaz de mobilizar recursos financeiros e humanos. Mas as apostas estratégicas, de longo prazo, não interessam aos políticos porque não dão votos. Eles falam, falam, falam...
sexta-feira, novembro 19
Sobe e Desce da Blogosfera
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Bem apanhado
A seguir
Uma no cravo outra na ferradura
Para esquecer
Comparações à força
Bem apanhado
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Uma no cravo outra na ferradura
Para esquecer
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Lei da rolha – EUA/Portugal
Jim Taricani, jornalista norte-americano, foi dado como culpado por ter desrespeitado o tribunal, na sequência da sua recusa em revelar uma fonte confidencial. O repórter da estação WJAR-TV, do estado de Rhode Island, pode ser condenado a uma pena de prisão até seis meses, no próximo dia 9 de Dezembro. Jim Taricani recusou revelar quem lhe deu uma cassete de vídeo secreta do FBI, realizada durante um inquérito sobre corrupção, em que é apresentado um oficial de topo do FBI a aceitar um suborno. Este não é um caso isolado nos EUA: em Outubro, um outro juiz ordenou que os jornalistas Matthew Cooper, da revista “Time”, e Judith Miller, do “New York Times”, nomeassem quem lhes tinha revelado o nome de uma agente da CIA, o que estes recusaram, recorrendo mesmo da sentença aplicada.
Um dia depois, em Lisboa, a 10 de Dezembro, será lida a sentença do jornalista freelancer José Luís Manso Preto, que também está a ser julgado por ter invocado o seu dever de sigilo profissional para não revelar o nome das fontes.
Um dia depois, em Lisboa, a 10 de Dezembro, será lida a sentença do jornalista freelancer José Luís Manso Preto, que também está a ser julgado por ter invocado o seu dever de sigilo profissional para não revelar o nome das fontes.
Palavras de alerta
Mário Soares fez mais um discurso para abanar as consciências, tendo sustentado que só a restituição da voz aos cidadãos pode evitar revoltas descontroladas. O antigo Presidente da República afirmou ainda que só ainda não houve "aventuras militares" devido à integração de Portugal na União Europeia.
quinta-feira, novembro 18
A frase do dia
«O Governo miraculosamente trocou o discurso do sacrifício por um discurso da miragem. O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, substituiu o significado da palavra 'tanga': deixou de ser sinónimo de carência de vestuário e passou a expressão de vestuário jovial muito apropriado para a frequência de piscinas em época de férias».
Jaime Gama, deputado do PS, na Assembleia República
Jaime Gama, deputado do PS, na Assembleia República
Presidente em silêncio
A leitura da sentença do processo do jornalista Manso Preto é proferida dia 10 de Dezembro, em Lisboa.
Hoje, no dia em que decorreram as alegações finais, a magistrada do Ministério Público pediu pena de prisão para o arguido.
Tiago Bastos, advogado de defesa, alegou que antes de levantar o sigilo profissional ao jornalista o Tribunal Constitucional «tinha de apurar qual era o prejuízo para a sociedade de o arguido revelar a sua fonte».
Manso Preto recusa revelar as suas fontes enquanto testemunha num processo de tráfico de droga, pelo que incorre agora numa pena de multa não inferior a 60 dias ou de prisão de seis meses a três anos.
Jorge Sampaio, que interveio em diversos momentos, a propósito de processos judiciais, em curso, continua silencioso em relação ao desenrolar do julgamento do jornalista.
Hoje, no dia em que decorreram as alegações finais, a magistrada do Ministério Público pediu pena de prisão para o arguido.
Tiago Bastos, advogado de defesa, alegou que antes de levantar o sigilo profissional ao jornalista o Tribunal Constitucional «tinha de apurar qual era o prejuízo para a sociedade de o arguido revelar a sua fonte».
Manso Preto recusa revelar as suas fontes enquanto testemunha num processo de tráfico de droga, pelo que incorre agora numa pena de multa não inferior a 60 dias ou de prisão de seis meses a três anos.
Jorge Sampaio, que interveio em diversos momentos, a propósito de processos judiciais, em curso, continua silencioso em relação ao desenrolar do julgamento do jornalista.
O momento da verdade
A decisão da Alta Autoridade para a Comunicação Social ( AACS) tem três destinatários: os portugueses, o Primeiro- Ministro e o Presidente da República.
Ao afirmar que houve pressões ilegítimas no caso Marcelo/TVI, a AACS revela os contornos de um caso, que ocorre numa empresa privada, que deve merecer uma superior penalização. É fácil. Basta mudar de canal. Ou desligar a têvê.
Santana Lopes, à saída de Belém, disse, e muito bem, que as instituições não estariam a funcionar se houvesse uma prova das pressões. Ora, aqui estão elas. O Primeiro-Ministro deve assumir as consequências, demitindo Rui Gomes da Silva e Nuno Morais Sarmento, que teve mais uma triste prestação, no momento de comentar a decisão da AACS. Não o fazendo, os portugueses devem tirar as devidas conclusões nos momentos eleitorais.
O Presidente da República, mais uma vez, é chamado a assumir o lado difícl das suas altas funções. Não é só fazer pedagogia e diplomacia, entre dois croquetes e um discurso de Estado, com ou sem lágrima e murro na mesa. Se nada fizer, também neste caso, os portugueses têm de chegar à conclusão que chegou o momento, de o ajudar a terminar o seu mandato com dignidade.
Em Democracia é, assim, simples, muito simples.
Ao afirmar que houve pressões ilegítimas no caso Marcelo/TVI, a AACS revela os contornos de um caso, que ocorre numa empresa privada, que deve merecer uma superior penalização. É fácil. Basta mudar de canal. Ou desligar a têvê.
Santana Lopes, à saída de Belém, disse, e muito bem, que as instituições não estariam a funcionar se houvesse uma prova das pressões. Ora, aqui estão elas. O Primeiro-Ministro deve assumir as consequências, demitindo Rui Gomes da Silva e Nuno Morais Sarmento, que teve mais uma triste prestação, no momento de comentar a decisão da AACS. Não o fazendo, os portugueses devem tirar as devidas conclusões nos momentos eleitorais.
O Presidente da República, mais uma vez, é chamado a assumir o lado difícl das suas altas funções. Não é só fazer pedagogia e diplomacia, entre dois croquetes e um discurso de Estado, com ou sem lágrima e murro na mesa. Se nada fizer, também neste caso, os portugueses têm de chegar à conclusão que chegou o momento, de o ajudar a terminar o seu mandato com dignidade.
Em Democracia é, assim, simples, muito simples.
quarta-feira, novembro 17
Caso Marcelo/TVI
Afinal, o caso Marcelo/TVI não é um assunto interno da Media Capital.
É um assunto público e grave, pois houve uma pressão ilegítima, de acordo com a decisão da Alta Autoridade para Comunicação Social Aqui
É um assunto público e grave, pois houve uma pressão ilegítima, de acordo com a decisão da Alta Autoridade para Comunicação Social Aqui
Sobe e Desce da Blogosfera
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Um árbitro suspeito
A seguir
A dupla governamental
Para esquecer
De ouvir dizer
Um árbitro suspeito
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A dupla governamental
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De ouvir dizer
Uma surpresa
José Sócrates conseguiu surpreender.
Hoje, na Assembleia da República, o líder do maior partido da oposição não teve receio de assumir uma posição contrária à descida dos impostos, na discussão do Orçamento de Estado para 2005.
Não é fácil, para um candidato a primeiro-ministro, afirmar opções impopulares.
Desta vez, o secretário-geral do PS, meteu a demagogia no bolso. É uma pena que não o faça mais vezes.
Até a ousadia de comparar os exercícios de consolidação orçamental, dos governos de Guterres e de Durão Barroso, foi uma aposta ganha. Com números, clareza e sem citações ilustres.
A afirmação de alternativas claras, sem truques debaixo da manga, é o caminho mais difícil, mas pode ser ainda mais compensador para quem pretende governar.
terça-feira, novembro 16
Parabéns, Barnabé!
Ainda agora ultrapassei os 3000 e aqui ao lado já se fala num milhão.
Esplendores de ninharias, à parte.
Esplendores de ninharias, à parte.
Para quem tem memória
No início dos anos 80, com François Mitterrand e os socialistas no poder, em França, começou a desenhar-se um dos mais escandalosos casos de escutas ilegais, que, rapidamente, se transformaram numa arma de arremesso político.
Sob a capa do combate ao terrorismo, uma célula comandada ao mais alto nível controlou os "inimigos" políticos dos socialistas.
Vinte anos depois, o célebre caso das escutas do Eliseu chega a tribunal.
Sob a capa do combate ao terrorismo, uma célula comandada ao mais alto nível controlou os "inimigos" políticos dos socialistas.
Vinte anos depois, o célebre caso das escutas do Eliseu chega a tribunal.
segunda-feira, novembro 15
Mais uma
José Rodrigues dos Santos apresentou a demissão da direcção de informação da RTP, tendo sido acompanhado pelos restantes elementos que integravam a estrutura directiva da estação de televisão pública.
A dança vai começar
No congresso do PSD, muito se disse e muito ficou por dizer, sobretudo o mais difícil e o menos popular.
Todavia, ficou um aviso aos militantes que já ocuparam cargos governativos.
Santana Lopes, referendado na liderança, e instalado no poder, vai fazer o que lhe fizeram quando o empurraram para a Figueira da Foz e para Lisboa.
Alguns barões, uns mais notáveis do que outros, vão ter que mostrar o que valem.
Vai ser de morrer a rir.
Todavia, ficou um aviso aos militantes que já ocuparam cargos governativos.
Santana Lopes, referendado na liderança, e instalado no poder, vai fazer o que lhe fizeram quando o empurraram para a Figueira da Foz e para Lisboa.
Alguns barões, uns mais notáveis do que outros, vão ter que mostrar o que valem.
Vai ser de morrer a rir.
domingo, novembro 14
Última hora
O líder sacou da emoção e do choradinho.
Ganhou as hostes pela uma da manhã.
O poder é para manter até 2014.
As listas ficaram concluídas pelas cinco da madrugada.
A festa foi rija.
Ganhou as hostes pela uma da manhã.
O poder é para manter até 2014.
As listas ficaram concluídas pelas cinco da madrugada.
A festa foi rija.
sábado, novembro 13
Luís Filipe Meneses – A revelação
Não podemos confundir os "José António Lima" com o resto dos jornalistas, que procuram a verdade.
Gaia fica livre, no fim do mandato.
Gaia fica livre, no fim do mandato.
Morais Sarmento - O bingo e as linhas
O ministro de Estado fez um discurso fascinante, aparentemente, como os tempos do seu governo, usando e abusando das metáforas e das mensagens codificadas.
Morais Sarmento está farto das mentiras do jornais. Não manda recados pelos jornais. O partido é tudo para ele. O país também, está claro. Obviamente, tudo, mas tudo, pelo interesse nacional.
Definitivamente, o senhor não gosta do ruído, mas ficou a dúvida se gosta de provocar e espalhar o ruído.
O vice-presidente do PSD ouviu Marques Mendes com espanto, apesar de compreendender o apelo às palmas. E avançou mais. Uau! A coligação: como é possível decretar a morte da coligação, que já todos compreenderam que está morta.
Em jeito de murro final, do tipo KO, proclama que o país não se consome com a poeira mediática, nem com autómatos disfuncionais das notícias. Ah! Já faltava Manuela Ferreira Leite, que saudades [estilo carpideira], dos seus orçamentos.
Não há perdão para as palhaçadas da polítca.
Morais Sarmento está farto das mentiras do jornais. Não manda recados pelos jornais. O partido é tudo para ele. O país também, está claro. Obviamente, tudo, mas tudo, pelo interesse nacional.
Definitivamente, o senhor não gosta do ruído, mas ficou a dúvida se gosta de provocar e espalhar o ruído.
O vice-presidente do PSD ouviu Marques Mendes com espanto, apesar de compreendender o apelo às palmas. E avançou mais. Uau! A coligação: como é possível decretar a morte da coligação, que já todos compreenderam que está morta.
Em jeito de murro final, do tipo KO, proclama que o país não se consome com a poeira mediática, nem com autómatos disfuncionais das notícias. Ah! Já faltava Manuela Ferreira Leite, que saudades [estilo carpideira], dos seus orçamentos.
Não há perdão para as palhaçadas da polítca.
Cavaco Silva sem apetite
Não é um caso clínico.
Cavaco está de boa saúde.
O antigo primeiro-ministro, depois do apelo(?) de Santana Lopes, continua a afirmar que a vida política activa não é apelativa.
Cavaco está de boa saúde.
O antigo primeiro-ministro, depois do apelo(?) de Santana Lopes, continua a afirmar que a vida política activa não é apelativa.
A explicação
Afinal, está tudo explicado.
O êxodo dos principais responsáveis políticos & Companhia tinha uma explicação.
Escutar, in loco, a intervenção de Aníbal Cavaco Silva, perdão, Luís Marques Mendes, o único crítico de Santana Lopes que teve a coragem de ir a Barcelos.
É verdade que Fafe fica ali ao lado, bem perto, mas ouvir o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares a apontar o dedo a Santana Lopes é uma experiência única, tal como assistir a um concerto de Marco Paulo.
Ninguém ficou defraudado, Marques Mendes tem um modelo para Portugal.
O êxodo dos principais responsáveis políticos & Companhia tinha uma explicação.
Escutar, in loco, a intervenção de Aníbal Cavaco Silva, perdão, Luís Marques Mendes, o único crítico de Santana Lopes que teve a coragem de ir a Barcelos.
É verdade que Fafe fica ali ao lado, bem perto, mas ouvir o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares a apontar o dedo a Santana Lopes é uma experiência única, tal como assistir a um concerto de Marco Paulo.
Ninguém ficou defraudado, Marques Mendes tem um modelo para Portugal.
Desilusão
Um amigo convidou um grupo de amigos para jantar.
Tinha uma surpresa guardada para o serão.
Algo divertido e especial.
Hoje, cancelou tudo.
Ainda não tinha recebido a carta do primeiro-ministro a explicar as trapalhadas do Orçamento de Estado.
Tinha uma surpresa guardada para o serão.
Algo divertido e especial.
Hoje, cancelou tudo.
Ainda não tinha recebido a carta do primeiro-ministro a explicar as trapalhadas do Orçamento de Estado.
Descentralização
Lisboa e Cascais estão mais calmos. Há menos riscos de tropeçar num ministro, secretário de estado, adjunto ou assessor. Estão todos em Barcelos.
sexta-feira, novembro 12
PSL (um pouco rouco) entre aspas
Caras companheiras, caros companheiros"
"A nós não nos condicionam"
"Não aceitamos lições de ninguém"
"Quanto tempo é consagrado aos temas da governação?"
"Foi com o nosso governo que se tomaram algumas medidas"
"Para além da agitação e das polémicas, os portugueses sabem que a realidade começa a ser nua e crua"
"Todos têm o direito ao regresso à vida política"
"A oposição discorda de tudo o que fazemos"
"Cumprir, na política como na vida, é sagrado"
"Sair da crise não significa abandonar o rigor"
"Lá fora, reconhecem a credibilidade portuguesa"
"Nada na vida cresce se não tiver a base da verdade"
"O PPD-PSD sempre alcançou as grandes vitórias nos momentos de combate"
"Por que será que há tantas pedras atiradas?"
"Nas próximas eleições autárquicas, vamos partir de um patamar muito alto"
"Espero que todos os que forem convidados a concorrer em sítios difíceis, que nunca ganhámos, estejam disponíveis"
"O valor da estabilidade é muito importante"
"A coligação [PPD-PSD/CDS-PP] tem funcionado bem"
"Nós somos quem somos"
"O relacionamento institucional com o Senhor Presidente da República tem sido exemplar. Não falo do relacionamento pessoal"
"Faremos tudo para que Aníbal Cavaco Silva seja o candidato vencedor nas eleições presidenciais"
"[O candidato presidencial]Deve ser apoiado na devida altura, o que estiver em melhores condições para realizar esse sonho"
"Não é o PPD-PSD que vai pedir a Cavaco Silva que se candidate nas próximas eleições presidenciais"
"Preciso da vossa confiança"
"É fundamental: a estabalidade institucional e a estabilidade na coligação"
"Estou disposto a entregar-me de alma e coração a este trabalho"
"Não sou um líder que veio de um banco de nevoeiro"
"Prometo que serei sempre eu próprio"
"De mim, ouvirão sempre a verdade"
"Gosto muito de todos vós"
"Quero muito a Portugal"
"Obrigado pelo que me têm dado"
"A nós não nos condicionam"
"Não aceitamos lições de ninguém"
"Quanto tempo é consagrado aos temas da governação?"
"Foi com o nosso governo que se tomaram algumas medidas"
"Para além da agitação e das polémicas, os portugueses sabem que a realidade começa a ser nua e crua"
"Todos têm o direito ao regresso à vida política"
"A oposição discorda de tudo o que fazemos"
"Cumprir, na política como na vida, é sagrado"
"Sair da crise não significa abandonar o rigor"
"Lá fora, reconhecem a credibilidade portuguesa"
"Nada na vida cresce se não tiver a base da verdade"
"O PPD-PSD sempre alcançou as grandes vitórias nos momentos de combate"
"Por que será que há tantas pedras atiradas?"
"Nas próximas eleições autárquicas, vamos partir de um patamar muito alto"
"Espero que todos os que forem convidados a concorrer em sítios difíceis, que nunca ganhámos, estejam disponíveis"
"O valor da estabilidade é muito importante"
"A coligação [PPD-PSD/CDS-PP] tem funcionado bem"
"Nós somos quem somos"
"O relacionamento institucional com o Senhor Presidente da República tem sido exemplar. Não falo do relacionamento pessoal"
"Faremos tudo para que Aníbal Cavaco Silva seja o candidato vencedor nas eleições presidenciais"
"[O candidato presidencial]Deve ser apoiado na devida altura, o que estiver em melhores condições para realizar esse sonho"
"Não é o PPD-PSD que vai pedir a Cavaco Silva que se candidate nas próximas eleições presidenciais"
"Preciso da vossa confiança"
"É fundamental: a estabalidade institucional e a estabilidade na coligação"
"Estou disposto a entregar-me de alma e coração a este trabalho"
"Não sou um líder que veio de um banco de nevoeiro"
"Prometo que serei sempre eu próprio"
"De mim, ouvirão sempre a verdade"
"Gosto muito de todos vós"
"Quero muito a Portugal"
"Obrigado pelo que me têm dado"
É notícia no W.E.
Reunião do Conselho Geral da Ordem dos Advogados (Coimbra)
Congresso do PSD (Barcelos)
Concerto de jazz com Terence Blanchard (Culturgest)
Início das comemorações da Semana do Mar (Algures perto de si)
Apresentação do DVD do 'Gato Fedorento' (Fnac Chiado)
Sporting - Boavista (Alvalade XXI)
Congresso do PSD (Barcelos)
Concerto de jazz com Terence Blanchard (Culturgest)
Início das comemorações da Semana do Mar (Algures perto de si)
Apresentação do DVD do 'Gato Fedorento' (Fnac Chiado)
Sporting - Boavista (Alvalade XXI)
Sobe e Desce da Blogosfera
O melhor instantâneo
Os salvadores da Pátria
A seguir
O negócio da televisão
Para esquecer
E a seguir vai porrada
Os salvadores da Pátria
A seguir
O negócio da televisão
Para esquecer
E a seguir vai porrada
Ambiente e demolições
“Vai ser um espectáculo televisivo, mas tem de ser”
Luís Nobre Guedes, ministro do Ambiente, a propósito dos três tipos de casas da Serra da Arrábida:
casas absolutamente legais,
casas que já têm decisão judicial para serem demolidas
casas com “algumas ilegalidades”
Congresso PSD - Cavaco Silva
O antigo primeiro-ministro continua a grande caminhada.
Agora, chegou a vez de falar sobre o conclave de Barcelos.
Imperdível Aqui
Agora, chegou a vez de falar sobre o conclave de Barcelos.
Imperdível Aqui
As melhores contradições do Governo (III)
O anúncio da abertura do concurso para a Televisão Digital Terrestre. Aqui
Arafat - O funeral
Um espaço especial
O forum da TSF, diariamente, concentra a atenção de muitos portugueses, que estão a caminho do trabalho. Sou um, entre muitos, seguramente, que prestam atenção à voz do povo, apesar de todos os rumores de mais ou menos manipulação na escolha dos intervenientes.
Sem pretender afirmar que o forum da TSF representa uma amostra fiel dos país, é importante saber e sentir o pulsar da opinião das populações, descontando a margem de erro que possa existir.
Hoje, a propósito das declarações de Mota Amaral, no Congresso da Democracia Portuguesa, sobre as relações do poder político com os Media, um participante elogiou o trabalho da comunicação social, que até dá cadeiras de rodas. É a mais dura crítica ao trabalho da comunicação social.
A afirmação do ouvinte da TSF e as declarações de Mota Amaral obrigam a um novo balanço, após 30 anos de Democracia portuguesa.
A comunicação social perde credibilidade quando ultrapassa o seu objecto e espaço próprios de intervenção.
Os políticos perdem credibilidade, quando invocam o trabalho dos jornalistas para tentar esconder a sua incompetência
Sem pretender afirmar que o forum da TSF representa uma amostra fiel dos país, é importante saber e sentir o pulsar da opinião das populações, descontando a margem de erro que possa existir.
Hoje, a propósito das declarações de Mota Amaral, no Congresso da Democracia Portuguesa, sobre as relações do poder político com os Media, um participante elogiou o trabalho da comunicação social, que até dá cadeiras de rodas. É a mais dura crítica ao trabalho da comunicação social.
A afirmação do ouvinte da TSF e as declarações de Mota Amaral obrigam a um novo balanço, após 30 anos de Democracia portuguesa.
A comunicação social perde credibilidade quando ultrapassa o seu objecto e espaço próprios de intervenção.
Os políticos perdem credibilidade, quando invocam o trabalho dos jornalistas para tentar esconder a sua incompetência
Buzinão q.b.
Os governantes que querem acabar com o ruído, têm aqui a resposta da sociedade civil. As principais associações empresariais e as autarquias do Algarve organizaram hoje uma acção de protesto na Estrada Nacional (EN)125 e um boicote à circulação na Via do Infante (A22) contra o previsto pagamento de portagens naquela via rápida.
quinta-feira, novembro 11
A granda malha
“A sociedade civil tem de exigir à Polícia Judiciária, ao Ministério da Justiça e ao Procurador Geral da República (Souto Moura) estatísticas, estudos, diagnósticos e resultados sobre o combate à corrupção”
Maria José Morgado, no Congresso da Democracia Portuguesa.
Ele está de volta
António Guterres, ele mesmo, regressou à política activa.
A intervenção do antigo primeiro-ministro, no Congresso da Democracia Portuguesa, é um hino à política, pura e dura. Passo a passo, Guterres ensaia aparições estudadas, ao mílimetro, para provocar um efeito nas sondagens, uma técnica que domina há muitos anos.
Definitivamente, o Guterres do marketing político alterna com o António que dá lições e que aponta o dedo à vida política que está transformada num reality show.
A intervenção do antigo primeiro-ministro, no Congresso da Democracia Portuguesa, é um hino à política, pura e dura. Passo a passo, Guterres ensaia aparições estudadas, ao mílimetro, para provocar um efeito nas sondagens, uma técnica que domina há muitos anos.
Definitivamente, o Guterres do marketing político alterna com o António que dá lições e que aponta o dedo à vida política que está transformada num reality show.
Estamos conversados
"O Orçamento actual é insuficiente para assegurar qualquer progresso na redução do défice estrutural, enquanto a dívida pública ultrapassará os 60 por cento - valor limite imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia".
Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, no I Congresso da Democracia Portuguesa, promovido pela Associação 25 de Abril.
Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, no I Congresso da Democracia Portuguesa, promovido pela Associação 25 de Abril.
E agora, a paz?
Yasser Arafat morreu, hoje.
Ytzhak Rabin morreu, assassinado a 4 de Novembro de 1994.
O aperto de mão entre os dois líderes, que conseguiram fazer a paz, no papel, a 13 de Setembro de 1993, em Washington, não foi suficiente para fazer parar a guerra sanguinária.
Chegou a hora de novos actores entrarem em cena.
A paz no Médio Oriente não se conseguiu fazer através das armas, como comprovam os últimos quarentas anos.
É uma lição que devia fazer reflectir os líderes políticos: os falcões, os fundamentalistas religiosos e, até, os texanos.
Ytzhak Rabin morreu, assassinado a 4 de Novembro de 1994.
O aperto de mão entre os dois líderes, que conseguiram fazer a paz, no papel, a 13 de Setembro de 1993, em Washington, não foi suficiente para fazer parar a guerra sanguinária.
Chegou a hora de novos actores entrarem em cena.
A paz no Médio Oriente não se conseguiu fazer através das armas, como comprovam os últimos quarentas anos.
É uma lição que devia fazer reflectir os líderes políticos: os falcões, os fundamentalistas religiosos e, até, os texanos.
quarta-feira, novembro 10
Hoje é notícia
Audições da Alta Autoridade para a Comunicação Social, no âmbito do processo sobre as
relações entre a comunicação social e os poderes político e económico.
11:00 - Alexandre Cordeiro, presidente da APECOM.
15:00 - João Líbano Monteiro, administrador da João Líbano Monteiro e Associados.
relações entre a comunicação social e os poderes político e económico.
11:00 - Alexandre Cordeiro, presidente da APECOM.
15:00 - João Líbano Monteiro, administrador da João Líbano Monteiro e Associados.
O Snob em grande
No próximo dia 16 de Novembro, o Snob, ali mesmo na rua do Século, festeja mais um aniversário. Parabéns, Senhor Albino.
São 40 anos, sim senhor, dos quais mais de 10 a aturar-me e a depenar-me.
Saiba toda a verdade do dia grande do Snob Aqui
São 40 anos, sim senhor, dos quais mais de 10 a aturar-me e a depenar-me.
Saiba toda a verdade do dia grande do Snob Aqui
Com ou sem etiqueta?
“Queremos mostrar, metaforicamente, o objecto que esconde o trabalho a que o Espaço T se dedica, ou seja, a intimidade do indivíduo, o seu interior, a sua auto-estima”.
Jorge Oliveira, presidente do Espaço T, associação que promove a inserção de pessoas em situação marginal, a propósito da exposição "Cuecas de Gente", que promove, no Porto.
Jorge Oliveira, presidente do Espaço T, associação que promove a inserção de pessoas em situação marginal, a propósito da exposição "Cuecas de Gente", que promove, no Porto.
Governo no mar
No centro da polémica sobre a soberania das águas territoriais portuguesas, o Governo responde com mais uma iniciativa de fundo. Até prova em contrário, ou declaração oficial a desmentir outra declaração, o Dia Nacional do Mar, que se assinala a 16 de Novembro, vai levar o Conselho de Ministros a reunir a bordo do navio-escola Sagres.
Iraque - O reino do terror
Estão a banalizar-se as notícias sobre o caos e a barbárie no Iraque .
Hoje, mais uma revelação veio ensombrar a marcha para a democracia, à maneira americana.
Em Fallujah, há notícia de mais reféns decapitados.
Hoje, mais uma revelação veio ensombrar a marcha para a democracia, à maneira americana.
Em Fallujah, há notícia de mais reféns decapitados.
Arafat - uma questão de eutanásia?
A necessidade de estabelecer um acordo político entre israelistas e palestinianos, para encontrar uma sepultura para Arafat, de forma a evitar mais um banho de sangue, tem sido a explicação encontrada para justificar a novela interminável em relação à declaração de morte oficial do presidente palestiniano.
Assuntos de Estado à parte, Yasser Arafat, ligado a uma máquina, tem o privilégio de poder contar com uma assistência médica que não está ao alcande de todos os mortais, pelo que não se coloca, aparentemente, a hipótese de interromper o suporte que o tem agarrado à vida.
O certo é que o estado crítico de Arafat e a presença de um líder religioso, no hospital militar de Percy, relançaram a questão da eutanásia.
Para muitos, a eutanásia é um acto de consciência de um ser humano, que decide por fim à vida com a ajuda médica especializada. Mas desligar a máquina que suporta a vida pode enquadrar-se no conceito de assistência à morte? Esta questão releva outro debate. O da qualidade da assistência médica. Não a dos presidentes, dos poderosos e dos ricos, mas a dos cidadãos, que dependem de sistemas de saúde, públicos ou privados.
A comunidade médica portuguesa tem estado, na sua maioria, do lado dos que são contra a eutanásia. É uma opção, que tem uma explicação ética e racional, para além da Fé. Mas no momento em que o sistema de saúde português foi acometido de um ataque crónico de economicismo, urge perguntar: nos hospitais portugueses, quantas vidas agarradas a uma máquina se perdem por falta de meios? Quantas vezes se tem de desligar a máquina, para acudir a outros doentes?
Assuntos de Estado à parte, Yasser Arafat, ligado a uma máquina, tem o privilégio de poder contar com uma assistência médica que não está ao alcande de todos os mortais, pelo que não se coloca, aparentemente, a hipótese de interromper o suporte que o tem agarrado à vida.
O certo é que o estado crítico de Arafat e a presença de um líder religioso, no hospital militar de Percy, relançaram a questão da eutanásia.
Para muitos, a eutanásia é um acto de consciência de um ser humano, que decide por fim à vida com a ajuda médica especializada. Mas desligar a máquina que suporta a vida pode enquadrar-se no conceito de assistência à morte? Esta questão releva outro debate. O da qualidade da assistência médica. Não a dos presidentes, dos poderosos e dos ricos, mas a dos cidadãos, que dependem de sistemas de saúde, públicos ou privados.
A comunidade médica portuguesa tem estado, na sua maioria, do lado dos que são contra a eutanásia. É uma opção, que tem uma explicação ética e racional, para além da Fé. Mas no momento em que o sistema de saúde português foi acometido de um ataque crónico de economicismo, urge perguntar: nos hospitais portugueses, quantas vidas agarradas a uma máquina se perdem por falta de meios? Quantas vezes se tem de desligar a máquina, para acudir a outros doentes?
terça-feira, novembro 9
Não dá para acreditar
O IRS volta a marcar um desentendimento entre o primeiro-ministro e o ministro das Finanças
Julgamento de jornalista continua
O julgamento de Manso Preto, constituído arguido pelo Ministério Público por se recusar a revelar uma fonte de informação, continua no dia 18 de Novembro, de acordo com a decisão de Maria da Graça Mira, juíza que presidiu ao julgamento, no 4 Juízo Criminal de Lisboa.
O colaborador do semanário Expresso foi arrolado como testemunha de defesa no caso dos irmãos Pinto, camionistas acusados de tráfico de droga, mas recusou revelar matérias de que tomou conhecimento enquanto jornalista, invocando o dever de sigilo profissional para não revelar o nome da fonte.
Hoje, foram ouvidas 17 testemunhas, das quais apenas três indicadas pela acusação.
Na primeira audiência estiveram presentes diversos colegas e amigos, que quiseram demonstrar a sua solidariedade para com Manso Preto.
O colaborador do semanário Expresso foi arrolado como testemunha de defesa no caso dos irmãos Pinto, camionistas acusados de tráfico de droga, mas recusou revelar matérias de que tomou conhecimento enquanto jornalista, invocando o dever de sigilo profissional para não revelar o nome da fonte.
Hoje, foram ouvidas 17 testemunhas, das quais apenas três indicadas pela acusação.
Na primeira audiência estiveram presentes diversos colegas e amigos, que quiseram demonstrar a sua solidariedade para com Manso Preto.
Arafat - declaração de morte
Faltará pouco para o líder histórico dos palestinianos ser declarado oficialmente morto, segundo a Agência Reuters.
Arafat - por Edgar Morin
Uma conversa com o sociólogo francês para compreender o líder e o futuro da Palestina Aqui
Arafat - a incerteza
A escolha da última morada para o Presidente Yasser Arafat ainda não está definida, como relata o enviado especial do Libération Aqui
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Um batimento irresistível
A estrela já cá está.






