quinta-feira, novembro 25

O julgamento do ano


Começou o julgamento da Casa Pia.
Entre declarações de última hora, algumas delas bem pias, começa-se a fazer Justiça.



A dança das cadeiras


A remodelação governamental apanhou tudo e todos de surpresa.
Após mais de 100 dias de Governo, Santana Lopes faz reajustamentos.
Está tudo dito.

terça-feira, novembro 23

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Uma reunião que incomoda
A seguir
A Margarida
Para esquecer
Mais uma do Boavista

Assim se vê a força do pêcê

Até o Partido Comunista está a dar sinais de mudança.
Dois membros do Comité Central apoiam o abaixo-assinado a pedir a abertura interna no partido. Fernando Vicente e Licínio de Carvalho anunciaram, hoje, que vão subscrever um abaixo-assinado que já está a circular nas estruturas.

Constituição Europeia

Quanto mais se fala sobre a pergunta do referendo, mais vontade tenho de rir.
A confusão está instalada e o disparate não pára.
Não tarda nada, vem aí alguém dizer que é preciso fazer uma campanha de imagem e de marketing, para esclarecer os portugueses.
A Democracia é, assim, simples, por vezes a facturar.

As pérolas de Canas de Senhorim

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"Populares dão uma semana de tréguas para o Presidente da República pensar Canas de Senhorim"

"Este é um problema político que ele [PR] criou e que tem de ser resolvido pela política e não pela força”

[A carga policial] "É um episódio perfeitamente dramático, que não se via há pelo menos 30 anos"

"Antes do 25 de Abril as cargas policiais imperavam no regime. Jorge Sampaio mandou à boa maneira antiga uma carga policial daquelas com que levava na década de 60 na academia de Coimbra"

Incompreensível

Hoje, registei, até ao momento, 49 entradas.
É verdade que não fiz nem um post.
Mesmo assim é demais!
Vou passar a ofensiva das pérolas.

segunda-feira, novembro 22

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
A noite é deles
A seguir
Palavras simples
Para esquecer
O pior da demagogia

Eixo do Mal (II)

A coisa está preta para os cinco magníficos.
Basta ler o JF

Leituras atentas

O veto presidencial à central de informações vai dar muito que falar.
Purgas à parte, vale a pena ler Aqui e Aqui

O Eixo do Mal

Ainda não consegui ver o novo programa da SIC.
Mas pelo que diz o JPH, no Público, a coisa não está famosa.
Meu caro João, podes ter a certeza, tens ali cinco amigos para a vida.

Mistério desvendado

Afinal, a explicação está dada. É tudo uma questão financeira.
Jorge Sampaio justificou o veto à central de comunicação do governo com as dificuldades financeiras que o país atravessa e por considerar que não existe falta de publicitação da actividade do Executivo.
O Presidente da República, na explicação oficial do veto, avançada pela Lusa, deixa ainda uma grande cacetada aos críticos da Alta Autoridade para a Comunicação Social: "Como a entidade independente constitucionalmente prevista para o efeito acaba de reconhecer, não há défice, antes excesso de presença estatal e governamental nos meios de comunicação”.
Morais Sarmento, entre outros, deve ter ficado com a orelhas a arder, para além de um pouco 'moído' com a decisão presidencial. Só faltava algúem gritar: É censura ao Governo.

Uma questão de oportunidade

Jorge Sampaio acabou com a central de informações.
É uma boa decisão, aliás, porque se ficou com a certeza que o presidente ainda está atento ao que se passa à sua volta.
A explicação dada por Santana Lopes e Morais Sarmento é que deixa algumas dúvidas.
A central de informações não passou porque não é oportuna, neste momento?
O que quer dizer isto?
Jorge Sampaio devia explicar aos portugueses por que razão invoca esta questão.

As alterações climatéricas

Este Inverno não é um verdadeiro Inverno.
As temperaturas amenas e a falta de chuva são uma benção para os portugueses, castigados com sucessivos temporais políticos.
Apesar de ser mau para a agricultura, logo para a economia, as primeiras compras de Natal, em finais de Novembro, ainda se podem fazer com calma, sem as correrias para fugir à chuva.
Infelizmente, a mudança do clima, em Portugal, é um assunto a que não se dá grande atenção. Já ninguém se dá ao trabalho de dizer: " O tempo está óptimo. Nem parece Inverno".
Há uma nítida falta de consciencialização para a questão ambiental. Até em relação à necessária redução da poluição.
A ausência de políticas energéticas alternativas, apesar das condições naturais, é um erro que se vai pagar caro. Já se está a pagar, muito caro.
Não basta anunciar um programa de investimento em energias limpas, sempre que o petróleo sobe de preço. Não é suficiente.
A aposta em energias limpas devia ser uma prioridade nacional, capaz de mobilizar recursos financeiros e humanos. Mas as apostas estratégicas, de longo prazo, não interessam aos políticos porque não dão votos. Eles falam, falam, falam...




sexta-feira, novembro 19

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Bem apanhado
A seguir
Uma no cravo outra na ferradura
Para esquecer
Comparações à força

Lei da rolha – EUA/Portugal

Jim Taricani, jornalista norte-americano, foi dado como culpado por ter desrespeitado o tribunal, na sequência da sua recusa em revelar uma fonte confidencial. O repórter da estação WJAR-TV, do estado de Rhode Island, pode ser condenado a uma pena de prisão até seis meses, no próximo dia 9 de Dezembro. Jim Taricani recusou revelar quem lhe deu uma cassete de vídeo secreta do FBI, realizada durante um inquérito sobre corrupção, em que é apresentado um oficial de topo do FBI a aceitar um suborno. Este não é um caso isolado nos EUA: em Outubro, um outro juiz ordenou que os jornalistas Matthew Cooper, da revista “Time”, e Judith Miller, do “New York Times”, nomeassem quem lhes tinha revelado o nome de uma agente da CIA, o que estes recusaram, recorrendo mesmo da sentença aplicada.
Um dia depois, em Lisboa, a 10 de Dezembro, será lida a sentença do jornalista freelancer José Luís Manso Preto, que também está a ser julgado por ter invocado o seu dever de sigilo profissional para não revelar o nome das fontes.

Palavras de alerta


Mário Soares fez mais um discurso para abanar as consciências, tendo sustentado que só a restituição da voz aos cidadãos pode evitar revoltas descontroladas. O antigo Presidente da República afirmou ainda que só ainda não houve "aventuras militares" devido à integração de Portugal na União Europeia.

Mau prenúncio


A capital está a meter água

quinta-feira, novembro 18

A frase do dia

«O Governo miraculosamente trocou o discurso do sacrifício por um discurso da miragem. O primeiro-ministro, Pedro Santana Lopes, substituiu o significado da palavra 'tanga': deixou de ser sinónimo de carência de vestuário e passou a expressão de vestuário jovial muito apropriado para a frequência de piscinas em época de férias».
Jaime Gama, deputado do PS, na Assembleia República