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Histórias de racismo
quinta-feira, novembro 18
Presidente em silêncio
A leitura da sentença do processo do jornalista Manso Preto é proferida dia 10 de Dezembro, em Lisboa.
Hoje, no dia em que decorreram as alegações finais, a magistrada do Ministério Público pediu pena de prisão para o arguido.
Tiago Bastos, advogado de defesa, alegou que antes de levantar o sigilo profissional ao jornalista o Tribunal Constitucional «tinha de apurar qual era o prejuízo para a sociedade de o arguido revelar a sua fonte».
Manso Preto recusa revelar as suas fontes enquanto testemunha num processo de tráfico de droga, pelo que incorre agora numa pena de multa não inferior a 60 dias ou de prisão de seis meses a três anos.
Jorge Sampaio, que interveio em diversos momentos, a propósito de processos judiciais, em curso, continua silencioso em relação ao desenrolar do julgamento do jornalista.
Hoje, no dia em que decorreram as alegações finais, a magistrada do Ministério Público pediu pena de prisão para o arguido.
Tiago Bastos, advogado de defesa, alegou que antes de levantar o sigilo profissional ao jornalista o Tribunal Constitucional «tinha de apurar qual era o prejuízo para a sociedade de o arguido revelar a sua fonte».
Manso Preto recusa revelar as suas fontes enquanto testemunha num processo de tráfico de droga, pelo que incorre agora numa pena de multa não inferior a 60 dias ou de prisão de seis meses a três anos.
Jorge Sampaio, que interveio em diversos momentos, a propósito de processos judiciais, em curso, continua silencioso em relação ao desenrolar do julgamento do jornalista.
O momento da verdade
A decisão da Alta Autoridade para a Comunicação Social ( AACS) tem três destinatários: os portugueses, o Primeiro- Ministro e o Presidente da República.
Ao afirmar que houve pressões ilegítimas no caso Marcelo/TVI, a AACS revela os contornos de um caso, que ocorre numa empresa privada, que deve merecer uma superior penalização. É fácil. Basta mudar de canal. Ou desligar a têvê.
Santana Lopes, à saída de Belém, disse, e muito bem, que as instituições não estariam a funcionar se houvesse uma prova das pressões. Ora, aqui estão elas. O Primeiro-Ministro deve assumir as consequências, demitindo Rui Gomes da Silva e Nuno Morais Sarmento, que teve mais uma triste prestação, no momento de comentar a decisão da AACS. Não o fazendo, os portugueses devem tirar as devidas conclusões nos momentos eleitorais.
O Presidente da República, mais uma vez, é chamado a assumir o lado difícl das suas altas funções. Não é só fazer pedagogia e diplomacia, entre dois croquetes e um discurso de Estado, com ou sem lágrima e murro na mesa. Se nada fizer, também neste caso, os portugueses têm de chegar à conclusão que chegou o momento, de o ajudar a terminar o seu mandato com dignidade.
Em Democracia é, assim, simples, muito simples.
Ao afirmar que houve pressões ilegítimas no caso Marcelo/TVI, a AACS revela os contornos de um caso, que ocorre numa empresa privada, que deve merecer uma superior penalização. É fácil. Basta mudar de canal. Ou desligar a têvê.
Santana Lopes, à saída de Belém, disse, e muito bem, que as instituições não estariam a funcionar se houvesse uma prova das pressões. Ora, aqui estão elas. O Primeiro-Ministro deve assumir as consequências, demitindo Rui Gomes da Silva e Nuno Morais Sarmento, que teve mais uma triste prestação, no momento de comentar a decisão da AACS. Não o fazendo, os portugueses devem tirar as devidas conclusões nos momentos eleitorais.
O Presidente da República, mais uma vez, é chamado a assumir o lado difícl das suas altas funções. Não é só fazer pedagogia e diplomacia, entre dois croquetes e um discurso de Estado, com ou sem lágrima e murro na mesa. Se nada fizer, também neste caso, os portugueses têm de chegar à conclusão que chegou o momento, de o ajudar a terminar o seu mandato com dignidade.
Em Democracia é, assim, simples, muito simples.
quarta-feira, novembro 17
Caso Marcelo/TVI
Afinal, o caso Marcelo/TVI não é um assunto interno da Media Capital.
É um assunto público e grave, pois houve uma pressão ilegítima, de acordo com a decisão da Alta Autoridade para Comunicação Social Aqui
É um assunto público e grave, pois houve uma pressão ilegítima, de acordo com a decisão da Alta Autoridade para Comunicação Social Aqui
Sobe e Desce da Blogosfera
O melhor instantâneo
Um árbitro suspeito
A seguir
A dupla governamental
Para esquecer
De ouvir dizer
Um árbitro suspeito
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A dupla governamental
Para esquecer
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Uma surpresa
José Sócrates conseguiu surpreender.
Hoje, na Assembleia da República, o líder do maior partido da oposição não teve receio de assumir uma posição contrária à descida dos impostos, na discussão do Orçamento de Estado para 2005.
Não é fácil, para um candidato a primeiro-ministro, afirmar opções impopulares.
Desta vez, o secretário-geral do PS, meteu a demagogia no bolso. É uma pena que não o faça mais vezes.
Até a ousadia de comparar os exercícios de consolidação orçamental, dos governos de Guterres e de Durão Barroso, foi uma aposta ganha. Com números, clareza e sem citações ilustres.
A afirmação de alternativas claras, sem truques debaixo da manga, é o caminho mais difícil, mas pode ser ainda mais compensador para quem pretende governar.
terça-feira, novembro 16
Parabéns, Barnabé!
Ainda agora ultrapassei os 3000 e aqui ao lado já se fala num milhão.
Esplendores de ninharias, à parte.
Esplendores de ninharias, à parte.
Para quem tem memória
No início dos anos 80, com François Mitterrand e os socialistas no poder, em França, começou a desenhar-se um dos mais escandalosos casos de escutas ilegais, que, rapidamente, se transformaram numa arma de arremesso político.
Sob a capa do combate ao terrorismo, uma célula comandada ao mais alto nível controlou os "inimigos" políticos dos socialistas.
Vinte anos depois, o célebre caso das escutas do Eliseu chega a tribunal.
Sob a capa do combate ao terrorismo, uma célula comandada ao mais alto nível controlou os "inimigos" políticos dos socialistas.
Vinte anos depois, o célebre caso das escutas do Eliseu chega a tribunal.
segunda-feira, novembro 15
Mais uma
José Rodrigues dos Santos apresentou a demissão da direcção de informação da RTP, tendo sido acompanhado pelos restantes elementos que integravam a estrutura directiva da estação de televisão pública.
A dança vai começar
No congresso do PSD, muito se disse e muito ficou por dizer, sobretudo o mais difícil e o menos popular.
Todavia, ficou um aviso aos militantes que já ocuparam cargos governativos.
Santana Lopes, referendado na liderança, e instalado no poder, vai fazer o que lhe fizeram quando o empurraram para a Figueira da Foz e para Lisboa.
Alguns barões, uns mais notáveis do que outros, vão ter que mostrar o que valem.
Vai ser de morrer a rir.
Todavia, ficou um aviso aos militantes que já ocuparam cargos governativos.
Santana Lopes, referendado na liderança, e instalado no poder, vai fazer o que lhe fizeram quando o empurraram para a Figueira da Foz e para Lisboa.
Alguns barões, uns mais notáveis do que outros, vão ter que mostrar o que valem.
Vai ser de morrer a rir.
domingo, novembro 14
Última hora
O líder sacou da emoção e do choradinho.
Ganhou as hostes pela uma da manhã.
O poder é para manter até 2014.
As listas ficaram concluídas pelas cinco da madrugada.
A festa foi rija.
Ganhou as hostes pela uma da manhã.
O poder é para manter até 2014.
As listas ficaram concluídas pelas cinco da madrugada.
A festa foi rija.
sábado, novembro 13
Luís Filipe Meneses – A revelação
Não podemos confundir os "José António Lima" com o resto dos jornalistas, que procuram a verdade.
Gaia fica livre, no fim do mandato.
Gaia fica livre, no fim do mandato.
Morais Sarmento - O bingo e as linhas
O ministro de Estado fez um discurso fascinante, aparentemente, como os tempos do seu governo, usando e abusando das metáforas e das mensagens codificadas.
Morais Sarmento está farto das mentiras do jornais. Não manda recados pelos jornais. O partido é tudo para ele. O país também, está claro. Obviamente, tudo, mas tudo, pelo interesse nacional.
Definitivamente, o senhor não gosta do ruído, mas ficou a dúvida se gosta de provocar e espalhar o ruído.
O vice-presidente do PSD ouviu Marques Mendes com espanto, apesar de compreendender o apelo às palmas. E avançou mais. Uau! A coligação: como é possível decretar a morte da coligação, que já todos compreenderam que está morta.
Em jeito de murro final, do tipo KO, proclama que o país não se consome com a poeira mediática, nem com autómatos disfuncionais das notícias. Ah! Já faltava Manuela Ferreira Leite, que saudades [estilo carpideira], dos seus orçamentos.
Não há perdão para as palhaçadas da polítca.
Morais Sarmento está farto das mentiras do jornais. Não manda recados pelos jornais. O partido é tudo para ele. O país também, está claro. Obviamente, tudo, mas tudo, pelo interesse nacional.
Definitivamente, o senhor não gosta do ruído, mas ficou a dúvida se gosta de provocar e espalhar o ruído.
O vice-presidente do PSD ouviu Marques Mendes com espanto, apesar de compreendender o apelo às palmas. E avançou mais. Uau! A coligação: como é possível decretar a morte da coligação, que já todos compreenderam que está morta.
Em jeito de murro final, do tipo KO, proclama que o país não se consome com a poeira mediática, nem com autómatos disfuncionais das notícias. Ah! Já faltava Manuela Ferreira Leite, que saudades [estilo carpideira], dos seus orçamentos.
Não há perdão para as palhaçadas da polítca.
Cavaco Silva sem apetite
Não é um caso clínico.
Cavaco está de boa saúde.
O antigo primeiro-ministro, depois do apelo(?) de Santana Lopes, continua a afirmar que a vida política activa não é apelativa.
Cavaco está de boa saúde.
O antigo primeiro-ministro, depois do apelo(?) de Santana Lopes, continua a afirmar que a vida política activa não é apelativa.
A explicação
Afinal, está tudo explicado.
O êxodo dos principais responsáveis políticos & Companhia tinha uma explicação.
Escutar, in loco, a intervenção de Aníbal Cavaco Silva, perdão, Luís Marques Mendes, o único crítico de Santana Lopes que teve a coragem de ir a Barcelos.
É verdade que Fafe fica ali ao lado, bem perto, mas ouvir o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares a apontar o dedo a Santana Lopes é uma experiência única, tal como assistir a um concerto de Marco Paulo.
Ninguém ficou defraudado, Marques Mendes tem um modelo para Portugal.
O êxodo dos principais responsáveis políticos & Companhia tinha uma explicação.
Escutar, in loco, a intervenção de Aníbal Cavaco Silva, perdão, Luís Marques Mendes, o único crítico de Santana Lopes que teve a coragem de ir a Barcelos.
É verdade que Fafe fica ali ao lado, bem perto, mas ouvir o antigo ministro dos Assuntos Parlamentares a apontar o dedo a Santana Lopes é uma experiência única, tal como assistir a um concerto de Marco Paulo.
Ninguém ficou defraudado, Marques Mendes tem um modelo para Portugal.
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