O antigo primeiro-ministro continua a grande caminhada.
Agora, chegou a vez de falar sobre o conclave de Barcelos.
Imperdível Aqui
sexta-feira, novembro 12
As melhores contradições do Governo (III)
O anúncio da abertura do concurso para a Televisão Digital Terrestre. Aqui
Arafat - O funeral
Um espaço especial
O forum da TSF, diariamente, concentra a atenção de muitos portugueses, que estão a caminho do trabalho. Sou um, entre muitos, seguramente, que prestam atenção à voz do povo, apesar de todos os rumores de mais ou menos manipulação na escolha dos intervenientes.
Sem pretender afirmar que o forum da TSF representa uma amostra fiel dos país, é importante saber e sentir o pulsar da opinião das populações, descontando a margem de erro que possa existir.
Hoje, a propósito das declarações de Mota Amaral, no Congresso da Democracia Portuguesa, sobre as relações do poder político com os Media, um participante elogiou o trabalho da comunicação social, que até dá cadeiras de rodas. É a mais dura crítica ao trabalho da comunicação social.
A afirmação do ouvinte da TSF e as declarações de Mota Amaral obrigam a um novo balanço, após 30 anos de Democracia portuguesa.
A comunicação social perde credibilidade quando ultrapassa o seu objecto e espaço próprios de intervenção.
Os políticos perdem credibilidade, quando invocam o trabalho dos jornalistas para tentar esconder a sua incompetência
Sem pretender afirmar que o forum da TSF representa uma amostra fiel dos país, é importante saber e sentir o pulsar da opinião das populações, descontando a margem de erro que possa existir.
Hoje, a propósito das declarações de Mota Amaral, no Congresso da Democracia Portuguesa, sobre as relações do poder político com os Media, um participante elogiou o trabalho da comunicação social, que até dá cadeiras de rodas. É a mais dura crítica ao trabalho da comunicação social.
A afirmação do ouvinte da TSF e as declarações de Mota Amaral obrigam a um novo balanço, após 30 anos de Democracia portuguesa.
A comunicação social perde credibilidade quando ultrapassa o seu objecto e espaço próprios de intervenção.
Os políticos perdem credibilidade, quando invocam o trabalho dos jornalistas para tentar esconder a sua incompetência
Buzinão q.b.
Os governantes que querem acabar com o ruído, têm aqui a resposta da sociedade civil. As principais associações empresariais e as autarquias do Algarve organizaram hoje uma acção de protesto na Estrada Nacional (EN)125 e um boicote à circulação na Via do Infante (A22) contra o previsto pagamento de portagens naquela via rápida.
quinta-feira, novembro 11
A granda malha
“A sociedade civil tem de exigir à Polícia Judiciária, ao Ministério da Justiça e ao Procurador Geral da República (Souto Moura) estatísticas, estudos, diagnósticos e resultados sobre o combate à corrupção”
Maria José Morgado, no Congresso da Democracia Portuguesa.
Ele está de volta
António Guterres, ele mesmo, regressou à política activa.
A intervenção do antigo primeiro-ministro, no Congresso da Democracia Portuguesa, é um hino à política, pura e dura. Passo a passo, Guterres ensaia aparições estudadas, ao mílimetro, para provocar um efeito nas sondagens, uma técnica que domina há muitos anos.
Definitivamente, o Guterres do marketing político alterna com o António que dá lições e que aponta o dedo à vida política que está transformada num reality show.
A intervenção do antigo primeiro-ministro, no Congresso da Democracia Portuguesa, é um hino à política, pura e dura. Passo a passo, Guterres ensaia aparições estudadas, ao mílimetro, para provocar um efeito nas sondagens, uma técnica que domina há muitos anos.
Definitivamente, o Guterres do marketing político alterna com o António que dá lições e que aponta o dedo à vida política que está transformada num reality show.
Estamos conversados
"O Orçamento actual é insuficiente para assegurar qualquer progresso na redução do défice estrutural, enquanto a dívida pública ultrapassará os 60 por cento - valor limite imposto pelo Pacto de Estabilidade e Crescimento da União Europeia".
Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, no I Congresso da Democracia Portuguesa, promovido pela Associação 25 de Abril.
Vítor Constâncio, governador do Banco de Portugal, no I Congresso da Democracia Portuguesa, promovido pela Associação 25 de Abril.
E agora, a paz?
Yasser Arafat morreu, hoje.
Ytzhak Rabin morreu, assassinado a 4 de Novembro de 1994.
O aperto de mão entre os dois líderes, que conseguiram fazer a paz, no papel, a 13 de Setembro de 1993, em Washington, não foi suficiente para fazer parar a guerra sanguinária.
Chegou a hora de novos actores entrarem em cena.
A paz no Médio Oriente não se conseguiu fazer através das armas, como comprovam os últimos quarentas anos.
É uma lição que devia fazer reflectir os líderes políticos: os falcões, os fundamentalistas religiosos e, até, os texanos.
Ytzhak Rabin morreu, assassinado a 4 de Novembro de 1994.
O aperto de mão entre os dois líderes, que conseguiram fazer a paz, no papel, a 13 de Setembro de 1993, em Washington, não foi suficiente para fazer parar a guerra sanguinária.
Chegou a hora de novos actores entrarem em cena.
A paz no Médio Oriente não se conseguiu fazer através das armas, como comprovam os últimos quarentas anos.
É uma lição que devia fazer reflectir os líderes políticos: os falcões, os fundamentalistas religiosos e, até, os texanos.
quarta-feira, novembro 10
Hoje é notícia
Audições da Alta Autoridade para a Comunicação Social, no âmbito do processo sobre as
relações entre a comunicação social e os poderes político e económico.
11:00 - Alexandre Cordeiro, presidente da APECOM.
15:00 - João Líbano Monteiro, administrador da João Líbano Monteiro e Associados.
relações entre a comunicação social e os poderes político e económico.
11:00 - Alexandre Cordeiro, presidente da APECOM.
15:00 - João Líbano Monteiro, administrador da João Líbano Monteiro e Associados.
O Snob em grande
No próximo dia 16 de Novembro, o Snob, ali mesmo na rua do Século, festeja mais um aniversário. Parabéns, Senhor Albino.
São 40 anos, sim senhor, dos quais mais de 10 a aturar-me e a depenar-me.
Saiba toda a verdade do dia grande do Snob Aqui
São 40 anos, sim senhor, dos quais mais de 10 a aturar-me e a depenar-me.
Saiba toda a verdade do dia grande do Snob Aqui
Com ou sem etiqueta?
“Queremos mostrar, metaforicamente, o objecto que esconde o trabalho a que o Espaço T se dedica, ou seja, a intimidade do indivíduo, o seu interior, a sua auto-estima”.
Jorge Oliveira, presidente do Espaço T, associação que promove a inserção de pessoas em situação marginal, a propósito da exposição "Cuecas de Gente", que promove, no Porto.
Jorge Oliveira, presidente do Espaço T, associação que promove a inserção de pessoas em situação marginal, a propósito da exposição "Cuecas de Gente", que promove, no Porto.
Governo no mar
No centro da polémica sobre a soberania das águas territoriais portuguesas, o Governo responde com mais uma iniciativa de fundo. Até prova em contrário, ou declaração oficial a desmentir outra declaração, o Dia Nacional do Mar, que se assinala a 16 de Novembro, vai levar o Conselho de Ministros a reunir a bordo do navio-escola Sagres.
Iraque - O reino do terror
Estão a banalizar-se as notícias sobre o caos e a barbárie no Iraque .
Hoje, mais uma revelação veio ensombrar a marcha para a democracia, à maneira americana.
Em Fallujah, há notícia de mais reféns decapitados.
Hoje, mais uma revelação veio ensombrar a marcha para a democracia, à maneira americana.
Em Fallujah, há notícia de mais reféns decapitados.
Arafat - uma questão de eutanásia?
A necessidade de estabelecer um acordo político entre israelistas e palestinianos, para encontrar uma sepultura para Arafat, de forma a evitar mais um banho de sangue, tem sido a explicação encontrada para justificar a novela interminável em relação à declaração de morte oficial do presidente palestiniano.
Assuntos de Estado à parte, Yasser Arafat, ligado a uma máquina, tem o privilégio de poder contar com uma assistência médica que não está ao alcande de todos os mortais, pelo que não se coloca, aparentemente, a hipótese de interromper o suporte que o tem agarrado à vida.
O certo é que o estado crítico de Arafat e a presença de um líder religioso, no hospital militar de Percy, relançaram a questão da eutanásia.
Para muitos, a eutanásia é um acto de consciência de um ser humano, que decide por fim à vida com a ajuda médica especializada. Mas desligar a máquina que suporta a vida pode enquadrar-se no conceito de assistência à morte? Esta questão releva outro debate. O da qualidade da assistência médica. Não a dos presidentes, dos poderosos e dos ricos, mas a dos cidadãos, que dependem de sistemas de saúde, públicos ou privados.
A comunidade médica portuguesa tem estado, na sua maioria, do lado dos que são contra a eutanásia. É uma opção, que tem uma explicação ética e racional, para além da Fé. Mas no momento em que o sistema de saúde português foi acometido de um ataque crónico de economicismo, urge perguntar: nos hospitais portugueses, quantas vidas agarradas a uma máquina se perdem por falta de meios? Quantas vezes se tem de desligar a máquina, para acudir a outros doentes?
Assuntos de Estado à parte, Yasser Arafat, ligado a uma máquina, tem o privilégio de poder contar com uma assistência médica que não está ao alcande de todos os mortais, pelo que não se coloca, aparentemente, a hipótese de interromper o suporte que o tem agarrado à vida.
O certo é que o estado crítico de Arafat e a presença de um líder religioso, no hospital militar de Percy, relançaram a questão da eutanásia.
Para muitos, a eutanásia é um acto de consciência de um ser humano, que decide por fim à vida com a ajuda médica especializada. Mas desligar a máquina que suporta a vida pode enquadrar-se no conceito de assistência à morte? Esta questão releva outro debate. O da qualidade da assistência médica. Não a dos presidentes, dos poderosos e dos ricos, mas a dos cidadãos, que dependem de sistemas de saúde, públicos ou privados.
A comunidade médica portuguesa tem estado, na sua maioria, do lado dos que são contra a eutanásia. É uma opção, que tem uma explicação ética e racional, para além da Fé. Mas no momento em que o sistema de saúde português foi acometido de um ataque crónico de economicismo, urge perguntar: nos hospitais portugueses, quantas vidas agarradas a uma máquina se perdem por falta de meios? Quantas vezes se tem de desligar a máquina, para acudir a outros doentes?
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Um batimento irresistível