terça-feira, novembro 9

Não dá para acreditar

O IRS volta a marcar um desentendimento entre o primeiro-ministro e o ministro das Finanças

Julgamento de jornalista continua

O julgamento de Manso Preto, constituído arguido pelo Ministério Público por se recusar a revelar uma fonte de informação, continua no dia 18 de Novembro, de acordo com a decisão de Maria da Graça Mira, juíza que presidiu ao julgamento, no 4 Juízo Criminal de Lisboa.
O colaborador do semanário Expresso foi arrolado como testemunha de defesa no caso dos irmãos Pinto, camionistas acusados de tráfico de droga, mas recusou revelar matérias de que tomou conhecimento enquanto jornalista, invocando o dever de sigilo profissional para não revelar o nome da fonte.
Hoje, foram ouvidas 17 testemunhas, das quais apenas três indicadas pela acusação.
Na primeira audiência estiveram presentes diversos colegas e amigos, que quiseram demonstrar a sua solidariedade para com Manso Preto.

"Comunicação social não é isenta nem imparcial".
José Casanova, director do Avante, durante uma conferência na Biblioteca- Museu República e Resistência, em Lisboa.

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“O caso Marcelo é considerado por mim um assunto interno de uma empresa privada”.
Miguel Paes do Amaral, presidente conselho de administração da TVI, na segunda vez que se desloca à Alta Autoridade da Comunicação Social

Arafat - declaração de morte

Faltará pouco para o líder histórico dos palestinianos ser declarado oficialmente morto, segundo a Agência Reuters.

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A escolha da última morada para o Presidente Yasser Arafat ainda não está definida, como relata o enviado especial do Libération Aqui

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FCP mereceu


A justiça presidencial

Por diversas vezes, e em vários momentos, Jorge Sampaio falou alto e grosso quando entendeu estarem em causa os direitos, liberdades e garantias. Fê-lo a propósito do aborto, do processo da Casa Pia e, mais recentemente, do caso Marcelo Rebelo de Sousa. A notariedade dos protagonistas e a importância dos processos justificaram a intervenção presidencial, concorde-se ou não com o seu conteúdo.

Hoje, o jornalista Manso Preto começa a ser julgado, por recusar revelar as suas fontes, naquele que é o primeiro julgamento, em Portugal, de um jornalista que invocou sigilo profissional. Chamado a testemunhar num processo de tráfico de droga, Manso Preto recusou revelar o teor de matérias de que tomou conhecimento enquanto jornalista, com base no cumprimento do seu dever de sigilo profissional. Perante a recusa, Manso Preto incorre numa pena de prisão de seis meses a três anos ou de multa não inferior a 60 dias.


Até ao momento, o silêncio de Jorge Sampaio é ensurdecedor.

segunda-feira, novembro 8

Mário Soares na Capital (II)

Mais uma achega para a polémica AQUI

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Ele há cada Marquês
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Álvaro Barreto no seu melhor
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Que rico MP

Mário Soares na Capital

Um trabalho do jornal A Capital, assinado pela jornalista Maria Jorge Costa, recorda o ex-Presidente da República, à beira de festejar 80 anos.
Quem não gostou foi
David Dinis, que começa a dar sinais de obsessão por tudo o que diz respeito às figuras de esquerda. Calma meu bom amigo e colega, na direita, com toda a certeza, também há homens bons e inteligentes, que também têm pensamento livre. Em vez de criticar, o que, aliás, é sempre um contributo válido, proponho-lhe um desafio: revele-nos os grandes líderes da direita, o seu passado político, as suas obras e as suas ideias. Se possível, de personalidades que ainda tenham força para falar, sem medo de errar e até de serem ultrapassados pelos acontecimentos. Ou seja, Oliveira Salazar, Cavaco Silva e o Presidente Bush não valem.

No banco dos réus

O jornalista José Luís Manso Preto começa a ser julgado, amanhã, pelas 14 horas, no 4.º juízo criminal de Lisboa, pelo alegado crime de recusa de prestação de depoimento como testemunha, porque invocou o seu dever de sigilo profissional para não revelar matéria de que tomou conhecimento enquanto jornalista.

Hoje é dia grande





Verdade ou consequência?

O líder do PND volta a afirmar, no DN, que está convencido que a coligação governamental vai acabar. E que figuras do PSD manifestam uma clara preferência por uma coligação com o PND.
Manuel Monteiro parece já ter esquecido a banhada de 30% do último congresso do CDS-PP, em que avançou com uma candidatura à liderança. Também naquele momento, que antecedeu a sua saída do CDS-PP, alguns barões do PSD garantiram preferir uma coligação com Monteiro a uma santa aliança com Portas.
Tal como qualquer outro partido dominante, o PSD fará as coligações que mais lhe interessarem, ainda que instrumentais, para se manter no poder.
Monteiro já devia saber que apenas deve contar consigo próprio e com os votos do PND, pelo que tem de trabalhar na credibilização do seu projecto político.
O PSD só começará a olhar para Manuel Monteiro, novamente, quando o PND tiver peso eleitoral.