terça-feira, outubro 26

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Olh'ó grande arquitecto
A seguir
Uma entrevista para guardar
Para esquecer
Um debate sem sentido

Uma questão de memória


Paes do Amaral, presidente do grupo Media Capital, passou ao ataque.

Depois de passar por algoz, no caso de Marcelo Rebelo de Sousa, eis que o poderoso patrão da TVI puxou pela memória, para recordar outros tempos e outros protagonistas.

Perante os deputados da comissão de Assuntos Constitucionais, Paes do Amaral confessou que a única vez que se sentiu pressionado foi no tempo dos Governos de Cavaco Silva. "No início da década de 90, durante mais de um ano, inspectores da Direcção Geral de Contribuições e Impostos estiveram instalados nas minhas empresas pessoais e na SOCI - que detinha O Independente".

Uma mão não lava a outra, mas tem graça ver ruir um dos pilares da nova frente unida pela liberdade de expressão.

Há favores que se pagam caro


Depois das declarações do comissário indicado por Itália, Rocco Buttiglione, sobre a homossexualidade e o papel das mães solteiras, o ex-primeiro-ministro português ainda não conseguiu garantir a confiança dos parlamentares europeus no novo Executivo de 24 comissários, que será votado quarta-feira, 27.

José Manuel Durão Barroso, na versão caseira, voltou a reafirmar a sua confiança em Rocco Buttiglione, no cargo de comissário para a Justiça, Liberdade e Assuntos Internos.

Para já, depois de todas as promessas de grande honra para Portugal, o mínimo que se pode dizer é que Barroso envergonha os portugueses com esta teimosia em manter Buttiglione na sua equipa.

O apoio italiano está a sair mais caro do que algum dia imaginou.

Governo versus Comunicação Social

A independência editorial também se defende Aqui

segunda-feira, outubro 25

O DN está a dar

Mais uma análise imperdível. Aqui e Aqui e Aqui e Aqui e Aqui e Aqui

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Bastaram 100 dias?
A seguir
Vai uma colher de pau?
Para esquecer
Que tal uma dose de demagogia

Clarinha como água

O comunicado de Clara Ferreira Alves, em que recusa a direcção do DN, deixa várias questões no ar, que, definitivamente, não são só de estilo.
É preciso não esquecer que Miguel Horta e Costa, presidente da PT, desmentiu o convite a Clara Ferreira Alves, na primeira do Diário Económico;
De igual modo, Fernando Lima, director do DN, não sabia do convite endereçado a Clara Ferreira Alves pelo administrador executivo da Lusomundo Media e da Global Notícias, Luís Delgado e pelo vice-presidente da Lusomundo Media com o pelouro editorial e director-geral de publicações da Global Notícias, Mário Bettencourt Resendes.

Director do Público recomenda


José Manuel Fernandes deu a receita para acalmar o frenesim governamental em relação à comunicação social: um bom duche de água fria.
Perante a Alta Autoridade para a Comunicação Social (AACS), José Manuel Fernandes garantiu ainda a presença dos jornalistas e não se esqueceu de deixar alguns recados à toda poderosa Portugal Telecom.

Mexia começa a mexer


O ministro das Obras Públicas, António Mexia, vai começar a negociar o fim das Scut's com as entidades bancárias e as concessionárias.
O ministro devia comprometer-se a divulgar, publicamente, os montantes envolvidos nestas negociações para os portugueses poderem tirar as medidas da decisão governamental.
Não falta muito tempo para perceber quem vai, de facto, ficar a ganhar e a perder com esta decisão de aplicar o princípio do pagador/utilizador nas auto-estradas.


Da RTP ao Jardim das Brincadeiras

Há uma notícia no DN que devia merecer a atenção dos administradores e jornalistas da televisão pública.
A Comissão Nacional de Protecção de Dados (CNPD) chumbou um pedido de uma creche, de Lourel, - O Jardim das Brincadeiras - para instalar um sistema de videovigilância.

Um discurso à Fidel

Paulo Portas decidiu falar aos jovens centristas, no encerramento da Universidade de Verão.
O que mais impressionou foi a duração do discurso do líder do CDS-PP, 80 minutos, nem mais nem menos.
Se a moda pega, não há militante que aguente tanta mensagem política.

As versões possíveis

Hoje, é dia de audição, na Assembleia da República, no âmbito do caso TVI/Marcelo Rebelo de Sousa.
A deslocação de Paes do Amaral, à subcomissão de Direitos Fundamentais e Comunicação Social, tem o mérito de relembrar que a maioria parlamentar votou contra a audição do próprio Marcelo Rebelo de Sousa.
Ao vetar uma determinada versão do caso, que abalou as consciências, os deputados do PSD/CDS-PP prestaram um péssimo serviço à Democracia.
Em Outubro de 2006, nas próximas eleições legislativas, esta decisão deve ser ponderada pelos eleitores, tal como foi no passado em relação a outras maiorias.

sábado, outubro 23

Energia no Expresso da Meia-Noite

Nicolau Santos convidou um grupo de especialistas que passou a pente fino a política de energia, em Portugal, na SIC Notícias.
No momento em que o petróleo ultrapassa os 50 dólares norte-americanos, o balanço da política energética portuguesa é aterrador. Pouco ou nada tem sido feito, em relação às energias alternativas.
A dependência do petróleo é aterradora.
A factura vai chegar, muito em breve.

O calimero da Justiça

Souto Moura entrou numa espiral de declarações surpreendentes.
Na entrevista que concede ao Expresso, Souto Moura opta por avançar com um discurso de vítima e de incompreendido. Parece que há uma nova campanha no ar, contra o mais alto magistrado do Ministério Público.

sexta-feira, outubro 22

Bom ambiente(II)

Alterações Climáticas:Portugal diz que aval russo a Quioto é “decisão histórica “
Lisboa, 22 Out (Lusa) - 19H49 - O Ministério do Ambiente considerou hoje uma “decisão histórica com inegáveis vantagens” a ratificação da Rússia ao Protocolo de Quioto, acordo internacional para combater as alterações climáticas.Em declarações à Agência Lusa, o secretário de Estado do Ambiente, Jorge Moreira da Silva, realçou que a aprovação pelo parlamento russo tem “inegáveis vantagens ambientais e económicas”, além de criar “condições para, no domínio político, pressionar os Estados Unidos a aderirem”.A nível ambiental, o secretário de Estado lembrou que a adesão da Rússia permite a entrada em vigor do acordo e, logo, torna possível mudar o cenário das alterações climáticas.Outra das vantagens regista-se no plano económico, uma vez que a vinculação da Rússia “permite cumprir Quioto com um custo económico mais baixo”, disse Jorge Moreira da Silva.(...)
TQ/ARP.Lusa/Fim

Bom ambiente

A Rússia ratificou, hoje, o Protocolo de Quioto.
O sim da Rússia é essencial para a entrada em vigor do Protocolo, depois do não norte-americano.

Depois de ter surpreendido, positivamente, com o anúncio do resultado da comissão de inquérito ao desastre na refinaria de Matosinhos, aqui está uma oportunidade para Luís Nobre Guedes marcar, novamente, a diferença.

Tal como a Comissão Europeia, as Nações Unidas, o Greenpeace e a Quercus, o ministro do Ambiente devia congratular-se com este dia histórico, para o controlo das emissões de gases com efeito de estufa, que provocam o aquecimento global, provando que o novo Ambiente não está acorrentado a barreiras ideológicas.





Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Para mais tarde recordar

A seguir
Um pedaço da vida real

Para esquecer
A brincar, a brincar...

Independência editorial

Mário Bettencourt Resendes, na «Coluna Sem nome», hoje, no DN, faz uma reflexão inteligente e serena sobre a liberdade de informação.

Com o clima de choradinho instalado, liderado por uma frente unida pela liberdade de expressão, de que fazem parte, imaginem, Cavaco Silva, Marques Mendes, José Sócrates, Mário Soares e Pedro Santana Lopes, entre tantos outros, é importante recordar que a independência editorial deve valer tanto para o poder político como para o poder económico.

O caso Marcelo Rebelo de Sousa, que é um assunto sério, e as desastradas intervenções de Rui Gomes da Silva e de Nuno Morais Sarmento, que não têm classificação, em Democracia, não se confundem com um coro de «virgens puras» que, tacticamente, aproveitam uma boa onda popular para cavalgar a opinião pública.

Em Portugal, como em qualquer parte, a independência editorial não se diz, faz-se, todos os dias, umas vezes melhor outras pior, independentemente das lamechices, da cor política do poder ou da força do dinheiro.


quinta-feira, outubro 21

Sobe e Desce da Blogosfera

O melhor instantâneo
Justiça social aos quadradinhos

A seguir
A cor é tudo no DN

Para esquecer
A pior das confusões

Pode repetir?

“Este assunto deve ser tratado no sítio certo e da forma mais discreta possível”.
José Eduardo Moniz, director-geral da TVI, justificando a opção pela ausência da comunicação social durante a sua audição na Alta Autoridade da Comunicação Social .